As Meninas do Parquinho IV
Depois do gozo violento que ela teve, Suzana caiu desfalecida no sofá. Ela deitou o corpo no sofá, fechou os olhos e ficou curtindo o momento. Aquele momento de cansaço pleno que nos toma depois de uma boa gozada. Eu ainda não tinha gozado e me deu vontade de deitar em cima dela e fudê-la com força, mas preferi deixá-la ali, quietinha, o que me possibilitou apreciar toda a beleza do seu corpo. Só de camiseta e nua da cintura para baixo; a buceta melada do próprio gozo, as pernas alvas um pouco abertas. De olhos fechados, ela acariciava o próprio corpo, tocando a buceta de leve, imersa no próprio prazer.
- Eu nunca tinha chorado numa pica antes. Meu Deus, como é bom. Eu tô me tremendo toda.
Seus dedos continuavam a deslizar de leve, esfregando sua buceta, melando-se em seus próprios sucos, a outra mão apertando os seios por cima da camiseta, quase como se quisesse estender seu orgasmo por mais alguns instantes.
- Descansa um pouquinho. Você tava deliciosa sentadinha na minha rola.
Eu me levantei e fui ao banheiro. Deixei Suzana curtindo o seu momento. Aproveitei para tomar um banho, para tirar o calor do sexo. Durante o banho me peguei pensando em como Suzana se excitava ao ouvir o relato sobre as meninas. Ela estava descobrindo a si mesma por meio do tesão que sentia nas filhas. Teria sido ela reprimida no casamento? Talvez o marido não fosse bom de cama. Não sei! Mas o que eu sentia nela era um desejo de mais, de trepar mais, de gozar mais, como se estivesse descobrindo que o seu corpo podia mais do que teve até então. Com jeitinho, eu sabia que poderia comê-la do jeito que quisesse, inclusive aquele cuzinho virgem. Quando voltei para sala, Suzana já estava refeita, sentada no sofá.
- Me deu fome agora, sabia? Acho que eu vou pedir uma pizza. O que é que você acha?
- Eu acho ótimo! Também estou com fome. Será que não tem uma cerveja na geladeira?
- Dá uma olhada lá, enquanto eu peço a pizza. Acho que deve ter. A minha amiga gosta de tomar uma cervejinha também.
- Tem sim! A geladeira está bem abastecida.
- Pode pegar que depois eu me acerto com a minha amiga
Aproveitei para abrir uma cerveja, me sentei no sofá e liguei a TV.
- Posso pedir uma pizza meio salgada, meio doce?
- Pode sim sem problema
- Então, eu vou pedir metade à moda da casa e metade de chocolate. Que tal?
- Por mim, tá ótimo!
A pizza chegou aos 40 minutos depois. Nós almoçamos e fomos para o quarto aproveitar um pouco ar condicionado, já que o dia tava bem mais quente. Queria aproveitar para descansar um pouco depois do almoço, mas a rola ainda tava dura, porque não tinha gozado.
Refeita do gozo e da fome, Suzana deitou-se ao meu lado e ficamos juntinhos como dois velhos namorados. Na penumbra do quarto ela foi a primeira a falar.
- Sabe, minha cabeça tá tão confusa agora.
- Por que?
- Quando essa história toda começou eu fiquei com medo que minhas filhas estivessem sendo assediadas, mas depois que você começou a contar a história, vi que tinha sido diferente.
- Eu não forcei suas filhas a nada!
- Tá, tudo bem. Me deu muito tesão ouvir você contar como fez com a Sarinha. Acho que eu queria que na minha vez tivesse sido assim. Alguém mais velho, que fizesse as coisas com paciência. Quando eu trepei a primeira vez não foi assim. Eu e meu namorado, a gente tava se sarrando já há algumas semanas, e ele insistiu para me comer, caso contrário, ia acabar tudo. Na minha inocência, eu acabei cedendo. Foi uma merda! Primeiro, porque ele não teve paciência e quis logo meter. Eu queria que ele me chupasse; uma amiga contava que o namorado sempre chupava a buceta dela e que ela gozava muito. Eu queria que ele me fizesse gozar assim, lambendo minha buceta; eu tenho uma buceta bonita, mas nada; ele só pensava em meter. Acabou que eu não estava pronta; estava nervosa com a situação e não conseguia relaxar; doeu um bocado. E depois, porque ele terminou gozando logo. Outras amigas minhas tiveram uma primeira vez de merda também; então, acabou que eu achei que era isso mesmo. A gente trepou outras vezes antes de acabar tudo, mas sempre foi uma merda; ele gozava rápido demais; só pensava em meter. Ele queria comer meu rabo, mas se ele não sabia nem comer minha buceta, quanto mais meu cuzinho.
- É porque ele era tão inexperiente quanto você. Aposto que você teve experiências boas depois.
- É, tive. Mas, mesmo com meu marido não era tão bom assim. Ele também queria fuder minha bunda. Eu neguei. Disse que não queria, mas por dentro queria que ele tentasse comer meu rabo, que ficasse enfiando o dedo, me forçasse um pouco, me chupasse enquanto enfiava um dedo no meu cuzinho. Eu ia acabar cedendo e dando a bundinha, mas ele simplesmente desistiu. Mas, agora, trepando com você, tô vendo quanto o sexo pode ser mais gostoso. Você não goza logo, é paciente.
- Você sabe que eu vou comer seu rabo, não sabe? - Sem perceber, enquanto falava, ela já mostrava o caminho pra fuder aquele buraquinho gostoso.
- Vai nada!
- Claro que vou, mas fica calminha. Eu vou preparar bem esse cuzinho antes de socar minha rola. – Os olhos de Suzana brilharam.
- Você não comeu mesmo minhas filhas, não é?
- Não! A bucetinha delas ainda está intacta.
- Tá! É bom que elas estejam aprendendo com alguém mais experiente. Melhor do que perder o cabaço com algum menino de merda, que foi o que aconteceu comigo. Pelo menos quando elas transarem já vão saber o que querem.
- Pode deixar dona Suzana, eu vou cuidar bem de vocês.
- Você vai me contar o resto, não vai?
- Vou sim! Você vai saber tudo!
Nesse momento, Suzana segurou o meu pau de novo e ele já respondeu endurecendo. Ela ficou alisando e olhando pra mim com uma carinha safada.
- Tá louca pra saber mais, não tá?
- Tô sim! O que houve depois que Sarinha saiu com Júlia? Eu fico ligando os pontos; lembro quando mandei Júlia ir atrás dela. Elas entraram no apartamento de uma vez e correram pro quarto. Demoraram um pouco, saíram pra jantar por que eu insisti e depois correram pro quarto de novo.
- Disso aí eu nada tenho como saber. Eu só fui reencontrar a Sara uns dias depois, quando ela apareceu no quartinho um sábado pela manhã, pouco antes do almoço. Você lembra de ter mandado ela comprar pudim pra vocês?
- Lembro. É um pudim vendido em copinhos na padaria da esquina. Elas adoram, mas eu não deixo comer todo dia, geralmente, só nos finais de semana.
- Pois foi em um dia desses, por que ela chegou no quartinho com dois pudins na mão. Eu senti um misto de alívio e espanto quando a vi entrar pela porta. Aquele não era um horário que as meninas costumam estar por ali. Tô lembrando agora da nossa conversa. Ela entrou e já foi logo falando um pouco nervosa:
- Tio, eu vim falar uma coisa pro senhor, mas não posso demorar!
- Que foi que houve?
- Eu só passei para dizer que eu não estou podendo vir aqui porque pode dar problema.
- Como assim? Me fala! O que foi que houve? Foi a Júlia?
- Foi sim! Faz uns dias que eu queria vir falar com o senhor, mas não deu por que a Júlia tá de olho. Eu aproveitei que a mãe mandou eu comprar pudim pra mim e pra Júlia na padaria e vim falar com o senhor. Eu não tô podendo vir aqui. Vim só pra dizer isso, agora eu tenho que ir para casa.
- Espera! Me fala o que houve!
- Tenho que voltar logo para casa, senão a Júlia vai desconfiar. Ela tá de olho.
- Desconfiar de quê? Você tem que me dizer algo. Faz dias que você não aparece.
- Eu sei, mas não posso demorar.
- Tudo bem, mas fala rapidinho. Ela contou pra sua mãe? O que é que tá havendo?
Suzana me interpelou:
- Elas não me contaram nada; então, foi por isso que elas correram para o quarto e se trancaram naquele dia. Deviam estar conversando sobre o que Julinha viu.
A simples menção do que havia acontecido já fazia Suzana se excitar e começar a punhetar minha rola.
- Fala mais! O que Sara falou mais?
- Deixa eu lembrar! Ela tava visivelmente nervosa. Mas continuou falando sobre a Júlia:
- Tio, naquele dia que a Júlia viu tudo, quando a gente chegou em casa, ela me obrigou a contar tudo que tava acontecendo. E não tinha como eu despistar né? Até a mão dela estava suja de leite. Ela queria saber de tudo.
- E aí? Fala o que aconteceu.
- Eu contei tudo. Ela perguntou se era a primeira vez que o senhor fazia alguma coisa comigo. Eu disse que mais ou menos.
- Como assim mais ou menos?
- Mais ou menos, né tio. Antes de eu pegar no seu pau o senhor se esfregou muito em mim. Eu tive que contar tudo, contar de todas as vezes na mesa que o senhor esfregoua rola na minha bunda.
- Certo, e ela?
- Ela ficou perguntando detalhes. Aí eu tive que dizer que o senhor ficava de pau duro e me sarrava, e que naquele dia que ela pegou a gente foi a primeira vez que eu sentei no seu colo e peguei no seu pau.
- Você contou tudo mesmo?
- Contei! Ela ficou me pressionando. Ela queria saber detalhes; se o seu pau era muito duro e se era grande. Como tinha sido punhetar e como foi quando o senhor gozou. Aí eu falei que era bem maior do que o do meu ficante e que dava para sentir ele muito duro quando o senhor esfregava na minha bunda. Também falei que o pau do senhor tem muito leite. Nessa hora ela até arregalou os olhos.
Suzana já acariciava meu pau com mais vontade.
- Você se aproveitou dela de novo naquele momento?
- Mais ou menos!
- Como assim?
- Não tinha como ouvir Sarinha falar da sua conversa com Júlia sem ficar de pau duro. Meu pau estufou a minha calça na mesma hora e a menina viu.
- Safado, cachorro! – Disse Suzana, mas já apertando mais minha rola.
- Lembro da carinha dela de espanto quando viu minha rola dura na calça:
- Tio, o senhor já tá de pau duro de novo?
- Não tem o que fazer né, meu bem? Fico lembrando de você sentadinha nele. Da sua bundinha gostosa, de como sua bucetinha é quente. Fiquei cheirando meus dedos a noite toda naquele dia.
- Para, tio!
- Olha como tá duro lembrando do seu rabinho. - falei botando o pau duro para fora e começando a punhetar.
- Tio, eu tenho que ir.
- Espera, conta logo o resto.
- Tio, é melhor eu ir. - falou Sarinha, mas sem desgrudar os olhos do meu pau.
- Fala, meu amor. – aproveitei pra colocar a mão dela na minha rola.
- Tem mais o que falar não. Eu só disse a ela que naquele dia, depois de ficar sentado no seu colo, eu peguei no seu pau para bater uma punheta e o senhor gozou na minha mão. Só que ela ficou enchendo o saco dizendo que tinha visto a sua mão entre as minhas coxas e que, com certeza, o senhor estava pegando na minha buceta. Aí eu falei que o senhor pegou mesmo; não tinha como negar, mas que não tinha enfiado os dedos. Ela perguntou se eu queria que o senhor tivesse enfiado os dedos e eu falei que sim. Ela quis saber se eu tinha gostado ou se o senhor tinha forçado alguma coisa, e eu falei que não.
- Você queria meus dedos na sua xota, não queria?
- Queria! Disse Sarrinha, um pouco envergonhada.
- Você acha que ela vai contar pra alguém?
- Ela disse que achava tudo muito errado porque o senhor é muito velho para a gente. E falou também que isso tem que parar, senão ela vai contar tudo para minha mãe.
- Então ela vai guardar segredo?
- Vai, mas acho que não posso mais vir ver o senhor. - Apesar da negativa, Sarinha não tirava os olhos do meu pau e já começava a apertar um pouquinho.
- Pega mais um pouquinho meu amorzinho, pega! - Aproveitei sua mão para me punhetar. – Sarinha continuava dizendo que tinha que ir, mas não largava minha rola.
- Se eu não voltar logo, a Júlia vai desconfiar. Se ela me pegar aqui de novo ela conta tudo para mãe.
- E se a gente desse um jeitinho de se esconder da Júlia?
- Como tio? Ela quase sempre desce comigo no parquinho
- Eu vou dar um jeitinho, tá bom?
- Tá certo - disse Sarinha um pouco descrente de tudo. Mas não tinha a menor possibilidade de eu abrir mão daquela menina.
- Você gostou de provar meu leite naquele dia, não gostou?
- Gostei. Tem um sabor diferente, meio salgadinho.
- Não pensei que uma menina nova como você já provasse leite.
- Eu nunca tinha provado tio, mas eu tenho uma prima que namora com um garoto de 18 anos. Ela me disse que sempre chupa ele e que ele faz ela beber tudo. Disse que começou achando estranho, mas que hoje gosta de beber, que é quente, cremoso. Ela ainda é virgem, mas vai dar pra ele no dia do aniversário dele. Por isso que eu tinha curiosidade de provar.
- Você já chupou aquele seu ficante?
- Não, porque só tinha ficado poucas vezes com ele, mas eu ia acabar chupando e deixando ele gozar na minha boca.
- Você vai deixar eu gozar na sua boca.
- Não sei! O senhor goza muito; fiquei foi com medo.
- Você bebe só o que aguentar! - a mãozinha de Sarinha acariciando meu pau deixava-o duro como pedra e a cabeça já começava a ficar melada.
- Tio, eu tenho que ir embora.
- Espera, que eu vou dar um presentinho para você e para sua irmã
- Como assim?
Suzana arregalou os olhos quando falei que ia dar um presente para as meninas.
- Sara não chegou com nenhum presente naquele diz. Não tinha nada nas mãos além dos pudins.
- Pois é, mas os presentes eram diferentes. Naquele momento, eu peguei os dois copinhos de pudim e destampei, colocando um do lado do outro, em cima na mesa. Trouxe Sarinha para junto do meu corpo de forma que ela pudesse ficar abraçada comigo; assim eu podia acariciar seu rabinho e me punhetar usando sua mão. Bati uma punheta rápida apertando sua bundinha dela e tentando enfiar os dedos abaixo do short. Ela me olhava espantada, sem saber o que eu iria fazer. No momento do gozo eu fiz ela voltar meu pau para os pudins. Dei boas jatadas de leite dentro de cada um dos copos, cobrindo os pudins com uma camada grossa de leite cremoso. Sarinha ficou olhando para mim com os olhos arregalados e a boca aberta. “Pronto meu amor. Esse é meu presentinho para você e para sua irmã. Para deixar o pudim de vocês mais gostoso.”
Suzana arregalou os olhos quando ouviu aquilo.
- Meu Deus! Por isso que quando eu pedi um pouco, Sarinha me negou. Tive que comer um pouco da Júlia e ela ainda dizendo que a Júlia não devia dar. Eu vi como tava diferente. Tive um creme mais branquinho em cima e não aquele amarelo do açúcar queimado. Mas o gosto tava bom.
- Viu, você já era minha bezerrinha naquele tempo e nem sabia! Mas tem mais!
- Mais? Mais o que?
- Depois que enchi os copinhos com minha porra quente, ainda tava pingando leite da minha pica. Segurei Sarinha pelos cabelos e fiz a menina abocanhar meu pau. Não refeita ainda do susto, ela mal conseguiu resistir. Logo a cabeça da minha rola estava na sua boca e ela tomava o que ainda tinha restado de leite na minha pica. Enfiei a rola umas quatro ou cinco vezes na boquinha dela, enquanto ela se esforçava para me chupar. Espremi o resto na boca dela. Quando eu deixei que ela levantasse a cabeça. um pouco de leite escorria pelo canto da boca. Ela limpou a boca com a mão e continuou a me olhar espantada. Essa foi a primeira vez que ela chupou a minha pica. Logo depois, mandei ela pra casa. Ela já tinha demorado muito. “Pronto, agora vai para casa e leva seu pudinzinho. Ele tá bem mais gostoso para você e para sua irmã.
- Ai meu Deus! Eu comi pudim com sabor de porra.
- Isso mesmo. Pudim de leite de macho...kkkkkk
- Espera! Fica quieto!
Suzana correu até a cozinha e voltou de lá com os dois últimos pedaços de pizza. Era o que havia restado da parte doce da pizza. Dois pedaços de pizza de chocolate. Ela mandou que eu sentasse na cama e se ajoelhou na minha frente. Iniciou uma punheta furiosa. Ora chupava de um jeito que parecia que o mundo ia acabar, que nunca mais chuparia uma pica na vida; ora punhetava com raiva, de um jeito que eu não tive como aguentar e falei que ia gozar.
- Isso! Goza! Goza logo!
Quando avisei a ela que iria gozar, Suzana fez algo impensado. Direcionou a minha rola para os pedaços de pizza e eu gozei fartos jatos de porra quente em cima da pizza. O chocolate ficou todo rajado de branco; um branco cremoso. Suzana olhava para os pedaços, cobertos com a minha porra, com os olhos arregalados. Ela tomou um dos pedaços na mão e passou a comer sofregamente. Mordia grandes pedaços e mastigava com prazer, gemendo, com os olhos fechados. Se lambuzava no chocolate e no sabor da minha pica. Parecia uma criança com brinquedo novo nas mãos. Melava os dedos; melava a boca. Entre o primeiro e o segundo pedaço, socou minha rola meio bomba na boca e chupou com força. Queria beber todo o leite possível; queria se lambuzar inteira. Comeu o segundo pedaço mais devagar, como se quisesse saborear até o fim, até a última mordida; até engolir o último pedaço de chocolate com gosto da minha pica. Ao final, colheu o que ainda restava nos cantos da sua boca e lambeu os dedos. Deitou no chão do quarto, como em um estado de transe. A boca suja de chocolate, misturado com porra, cheirando a rola. Só conseguiu pronunciar uma palavra:
- Delíííííícia!
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Comentários (4)
Alguém: Quanta merda e mentira, ainda tem punheteiro que acredita kkk
Responder↴ • uid:3ij0y0l06ijEu: Maravilha de conto,continue e nao demore pra postar o próximo capítulo
Responder↴ • uid:1cstht00qzknLordDevil: Perfeito! Já ansioso para a próxima parte!!
Responder↴ • uid:g3iuwnu8kRita: Está no caminho do sonho querido, essa mãe quer ver as filhas cavalgando esse seu pau em brasa e chupar ele depois delas se virem nele ;) tão bom isso!
Responder↴ • uid:8ihimnxmg3a