Meu filho comedor... parte 2 - Minha sobrinha é minha neta...
Eu postei esse mesmo conto com outro titulo, tentei recuperar mas não sei se consegui, se por acaso não consegui me despulpem por repostar...
Meu filho comedor... parte 2 - Minha sobrinha é minha neta...
Oi sou a Simone Safada, meus contos normalmente são grandes e recebo reclamações que gozam antes de terminar de ler os contos, por isso resolvi faze-los mais curtos, adoraria ter o feedback de vcs, beijos Si.
Recapitulando... Meu filho "MUCILLON", achei muito engraçado esse apelido que deram, mas ele também tinha outro, os amiguinhos chamavam ele de "P", não tinha entendido até um chamar "PPP", aí entendi que era 3 pernas... o que faz muito sentido, peguei ele comendo a irmãzinha mais nova e gozando absurdamente, fiquei absmada com o tamanho do pau dele, o que me deixou muito curiosa e com tezão...
Continuando... Estava ouvindo eles fuderem atrás da porta quando meu filho falou pra putinha da minha filha que eu estava ouvindo ele currar minha piranhinha... CACETE... saí correndo e pra cama, enfiei a cenoura novamente e deixei ela lá, dormi pensando no pau do meu filho.....
Pela manhã, acordei com a cenoura fora, escorregou durante a noite, minhas secreções durante o sono, mancharam o lençol e o colchão, demorei a me levantar, quando cheguei na cozinha mesa posta, café na cafeteira e os dois anjinhos ali sentados como se nada tivesse acontecido durante a noite, pensei até que iam chutar o balde e agir como casal, mas não... estavam "normais". Conversamos sobre o aniversário da minha irmã que era naquele dia, ainda tinha que comprar o presente dela no shopping, eles não me encaravam, só se olhavam, cúmplices de safadezas, eu com vergonha também não encarava meus filhos, clima tenso e estranho, ela se levantou pôs o prato na pia, me deu um beijo na bochecha e saiu, "- bom dia mãe...", ele ainda ficou, estava inquieto até que se levantou, estava só de cueca, o pauzão duro bateu no tampo da mesa fazendo barulho, arregalei os olhos e tentei desviar o olhar, fiquei vermelha, estava me sentindo uma garotinha virgem com um namoradinho tarado, ele pegou os ovos que estavam na frigideira e voltou a sentar, eu tremia que nem vara verde, só eu e meu filho pirocudo tarado na cozinha... meus peitos duros com bicos furando o tecido fino da camisola, minha buceta escorrendo, denunciavam meu tezão, até que ele pegou na minha mão, olhei nos olhos dele, que sem deixar de me encarar levou minha mão até seu pau que já estava fora da cueca, minha mão não fechou, uma lágrima caiu do meu rosto, estava emocionada, ele fez o movimento de punheta com minha mão nele a dele por cima da minha, foi se aproximando de mim, cada vez mais perto, seus olhos penetravam nos meus, sua outra mão foi em direção ao meu seio enquanto eu apertava o pauzão dele, me deu então um beijo na boca, acordei do tranze e dei um tapa na cara dele, ele riu sarcasticamente, se afastou com a cadeira se exibindo pra mim, o pau dele me hipnotizava, seu pau era LINDOOOO !!! sei que toda mãe acha seus filhos lindos, mas ele não era propriamente um modelo de adolescente, consegui falar...
"- Cheguei a conclusão que não posso fazer nada com vc e sua irmã, só peço que tomem os cuidados necessários, não é só o perigo de gravidez, é todo tipo de doença que vc pode passar pra ela, vc não me respeita, mas respeite sua irmã pelo menos, ainda é responsável por ela, isso que vcs estão fazendo te deixa ainda mais responsável pela saúde de sua irmã, física e mental..."
Saí dali sem deixar ele falar nada... nem tomei café, voltei para meu quarto, e novamente ouço eles copulando que nem coelhos, dessa vez não quis ouvir, apenas saí, fui ao shopping comprar presente da minha irmã, passei em frente ao sex shop, morri de vergonha, mas uma vendedora que estava na porta me conveceu de entrar, prometendo me deixar a vontade, perguntou se eu bebia algo e me ofereceu um vinho, era cedo, mas estava precisando, o vinho me deixou mais solta, fiquei à vontade na loja, olhei tudo... meu tezão estava a mil... a vendedora percebeu... quem passava em frente não via quem estava dentro, só eu via as pessoas de fora, cheguei a setor de pênis e vi diversos modelos, depois de muito olhar achei um que se assemelhava ao penis do Breno e na hora fiquei molhada, ela sugeriu um lubrificante a base de água, comprei e saí morrendo de vergonha, peguei as "crianças" para a festa, no carro minha filha no celular atras e Breno com aquele troço saindo pelo buraco da bermuda larga, claro que ele fazia de propósito, acho que via sacanagem no celular pq aquele puto dava cada salto estufando o tecido da bermuda me distraindo, quase que bati, ele ficava me provocando e quando percebia que eu olhava de relance ele forçava seu pau a mexer ou apertava ele com a mão marcando ainda mais o volume, ou se expreguiçava fazendo o bicho sair ainda mais pela lateral, ele se exibia pra mim, sabia que estava com tezão, dava aquele sorrizinho confiante, de quem dominava a situação, brincava com minha libido, com minha curiosidade, minha exitação estava a olhos vistos com meus farois acesos que maracavam mesmo com sutiã expremendo eles... com muito custo chegamos ao churrasco da minha irmã, ela tinha acabado de ter outra filha, somos moreninhas, mignon, eu estou desbotada, ela mais nova, com marquinhas de biquini, aquelas de fita adesiva, cuida muito bem do corpo, mais bonita do que eu e seus peitos estavam enormes devido a amamentação. Todos estavão na piscina e meu filho chamava atenção devido a sua protuberância na sunga, eu só pensava no momento a sós com o clone que havia comprado no shopping, na piscina de óculos escuros mirava no meu filho sem ter vergonha, o álcool da bebida subia pra minha cabeça e com a certeza de que ninguém notava, a não ser ele que vira e volta apertava seu volumão, isso todas as vezes que olhava em minha direção ou passava perto de mim, já minha filha safadinha diferentemente do que achei, estava tranquila sem dar bandeira, pensei que ia ficar com ciúmes do irmão mas não, ele chamava atenção dos homens, pirralhinha novinha moreninha, linda cabelos cacheados, marquinha, peitos volumosos apesar da pouca idade, biquini enfiado na bela bunda, pele dourada da cor do pecado, cercada por homens, meninos, primos, amigos, quase colocando as linguas de fora babando por ela, minha pequena Deusa que despertava os instintos mais indignos dos machos adultos e que não respeitavam sua pouca idade, meu filho veio passar protetor em mim, acabei deixando, não achei que ele iria maldar, não na frente de tanta gente, o alcool na minha cabeça me deixava mais desinibida, estava bom demais sentir seu toque, a presença dele perto de mim me deixava exitada, saber que aquele pedaço de carne suculento esta bem ali pertinho, minha pele arrepiava com seu toque, minha buceta já escorria dando sinal de desespero, deitada com meus braços ao longo do corpo o safado conseguia esfregar seu pauzão na minha mão, nos meus braços, por mais que mandasse minha mão não correspondia minhas ordens de não ceder e apertava o volume ao seu alcance, nem sei se alguem estava nos observando, uma leve escapada ele tocou meu cuzinho me fazendo dar uma reboladinha e gemidinha, sua massagem me relaxou tanto que por instantes fechei meus olhos enquanto o safado apertava descaradamente minha bunda e me apertei sorrateiramente aquele volumão sem que ninguem percebesse, foi quando ouvi uma voz que me fez acordar do meu tranze.
"- Oi "P" passa bronzeador em mim também ?? vou pegar o meu la dentro..."
"P" ??? acho que ouvi errado, deveria ser "B", era uma das priminhas, muito lindinha, mais velha, não iria dar mole pra um muleke franzino, ela toda gostosa, já noiva, assim ele parou imediatamente de massagear meu corpo a vi entrando dentro da casa, ele mais que depressa me largou sozinha e foi atras da priminha, fiquei observando alguns minutinhos e em seguida vi minha irmã com o bebê no colo entrando, até aí normal... mas aquela viradinha que ela deu observando se tinha alguém olhando me deixou apreensiva, levantei e fui atras, mas dei a volta pela frente da casa.
Cheguei e vi o Breno agarrando a priminha já segurando o pirocão dele, beijando expremendo ela na parede do corredor, ele mais baixo, ela um mulherão, fiquei quietinha vendo, eu sabia o que iria rolar, nunca fui santa e já dei para meu primo também, mas nem de longe o pau dele chegava perto do caralhão do Breno, quando o vi virando ela de costas com força, afastando o biquini, ele era bruto com ela, o que estava me deixando muito exitada, cuspiu na mão e quando ia meter no cuzinho minha irmã chegou na hora...
"- Que isso... o que vcs estão fazendo ?? aqui não é lugar pra isso Priscilla e teu noivo ta la fora, se ele descobre olha merda... já pra fora senão chamo seus pais aqui pra ver o que vc está fazendo..."
Ela saiu correndo se recompondo, achei aquela fala dela estranha, só falando com a Priscilla...
"- Pô tia... que vacilo, bem na hora que ia meter no cuzinho da Pri...!!"
Eu escondida ninguém me viu, olhou pra tras, percebeu que não tinha ninguém chegando...
"- Vc sabe que isso aqui é meu... não vai comer nenhuma putinha na minha casa... ainda mais no meu aniversário !!!"
E pegou no pau dele, com a outra segurando o bebê, se aproximou dele e o beijou com tezão enfiando a lingua na boca como dois velhos amantes...
"- Tu não vai querer comer ninguém aqui na minha casa... lá na rua não posso fazer nada, mas aqui vc só pode comer uma buceta... MINHA"
E continuou beijando...
"- Ai tia... tô morrendo de tezão..."
"- Não dá... vc sabe que hoje não dá, não ta vendo todo mundo aí e se pegarem agente... e ainda tem a porra da sua mãe certinha... se ela nos pega nem sei o que pode acontecer com agente..."
"- Eu sei... mas sente como estou..."
"- Tô sentindo, ta duraço... a Pri também tava sentindo, vc sabe que muito grande pra sua prima, mesmo ela sendo maior que vc... poderia machucar ela... olha eu também estou molhadinha, tô doidinha pra gozar nesse pirocão, só consigo gozar com vc me comendo, não consigo mais gozar com seu tio... eu preciso dele, mas hoje não dá..."
"- Pô Tia... quero te dar seu presente de aniversário... meu saco ta cheio de presentinhos..."
"- Não me tenta muleke safado... ano passado vc também veio cheio de presentinhos... vem vamos la no quarto, eu dou de mamar pra sua prima, depois vc me dá de mamar, mas tem que gozar rápido... vou tentar engolir tudo dessa vez... "
" - Não consegue, saiu até pelo nariz.... kkkkk"
" - Para de rir... senão desisto... não tenho culpa, é muita pórra que sai dessas bolas... e vc segurou ele dentro da minha garganta... meu deu ansia de vômito..."
Tinha me escondido na sala e eles passaram pro quarto, na posição em eu estava conseguia ver minha irmã sentada na cama, dando de mamar pra minha sobrinha e meu filho do outro lado atentando ela, sem nenhum pudor ou medo de serem pegos ele com o caralhão pra fora da sunga, punhetando, minha irmã dividia a atenção entre ele e minha sobrinha... ele beijava seu pescoço enquanto ela segurava com uma mão o pirocão duro e derrepente ele começou a mamar seu outro seio, ela deu um gritinho inesperado de surpresa, onde começou a chupar o leite da tia...
"- Já não basta comer a mãe tem que comer a refeição da sua filha ??"
O QUÊEEEEEEEEEEEEEEEE ???? FILHAAAAAAA........ não pode ser !! ouvi errado...
"- É meu leitinho também... é pro meu pau crescer... sei que vc guarda na geladeira, eu gosto é dele fresco..."
"- Sua filh...PRIIIIMMMMAAAAAA... também... gosta dele fresco... teu pau não tá grande o suficiente ? ainda quer que ele cresça mais ? me lembro de vc novinho querendo me fuder com aqueles 17cm... ja bem grossinho... "
"- Pai é quem cria... ele cuida da minha filha e eu cuido da mãe... agora tá com 25,5cm e quero te dar seus presentinhos, milhões deles e fazer outro filho pro corno cuidar..."
"- Safado !!!!! olha o resultado dos seus presentinhos no ano passado.... seu puto gostoso... não fala assim do meu CORNARIDO, ele não merece isso que eu faço com vc... vem deixa eu chupar esse pirocão... "
Não posso crer no que estava descobrindo, como assim, minha sobrinha é minha neta... que porra, que loucura... a quanto tempo isso deve estar rolando... ele tá com 17 e come ela desde novinho, como é que nunca percebi essas coisa... meu cunhado, como bom corno, veio se anunciando gritando pela minha irmã, não deu tempo dele gozar, rapidamente me escondi atras da cortina e ela saiu antes dele chegar no quarto e dar flagrante, foram pra fora da casa, quando eu ia sair pela porta da frente, meu filho me puxou pro quarto, me agarrou esfregando aquela porra em mim, toda aquela história me deixou ainda mais exitada com toda sacanagem que estava rolando e eu não sabia, tudo embaixo do meu nariz, o que mais acontece que eu não sei ? por sorte minha sobrinha nasceu perfeita sem os problemas consanguíneos ou talvez esses problemas apareçam com o tempo, mas eu estava ali paralizada sendo pressionada pelo caralhão, quero dizer, pelo meu filho, o pau dele do lado de fora da sunga, quase furando meu biquini, minha buceta encharcada de tezão, eu suava, ele estava incontrolável, tentava acalma-lo mas também estava aflita com a situação, sua boca expremia a minha, não era beijo, era fricção, seu pau não entrava por causa do paninho, minha mão não respeitava meus comandos, e teimava em segurar e punhetar aquele caralho, quente, enorme mesmo pensando em não fazer, grosso de não fechar a mão toda em volta dele, pesado, eu forçava sair a cabeça pra fora da capa, parecia um taco de baseball, a base mais estreita e tronco bem grosso, duro, reto, muitas veias, sentia as veias latentes, devia estar doendo de tão duro, ele conseguiu afastar o pano do biquini, minha buceta clamava pela penetração e veio me arrancando um grito
AHÁAAAAAAIIIIIIIIIIIIIII............,
GOZEIIIIIIIII sentindo dor, eu já estava muito excitada, gozei sentindo dor já na penetração, a muito tempo não ela não era comida, minhas pernas enfraqueceram... ele tampou minha boca e enfiou novamente, só que um pouco mais...
"- Não grita...!!!"
Fiz sim com a cabeça, mas era inevitável, eu nunca tive um pau desse calibre nas minhas entranhas, eu sequer tive algo próximo daquilo, ele parecia um polvo cheio de tentáculos, sua boca beijava meu pescoço, a outra mão apertava meus bicos do peito com força, sua boca chegou mordendo meus biquinhos, estacava aquela porra enorme devagar até que enfiou com mais força todo ele (eu achava...) dentro de mim...
" - AAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIII.................... FDP..."
"- Mãe !!! não grita..."
"- É muito grosso..."
"- Eu sei..."
O FDP estava rindo com meu sofrimento, a sorte era o som alto, voltou a tampar minha boca, agora com ele dentro ficou paradinho, acho que deixando me acostumar com o invasor, eu relaxei, afinal fiquei fraca com o orgasmo, lubrificada minha buceta cedeu um pouquinho, eu parecia uma virgem ou talvez nunca tenha perdido realmente a virgindade até aquele momento, meus filhos foram de cesariana, pois estava doendo muito, me sentia entupida, passei a mão no tronco e me desesperei e o pior, ainda faltava muito para entrar, que caralho é esse ? aquilo me deixou aflita, bem... ele começou a me fuder devagar, mas isso não durou muito, aumentou a velocidade de forma repentina, doia bastante, minha buceta cedendo soltava peidinhos, era o ar sendo expulso dela, eu não conseguia pensar mais, não conseguia falar para parar, só sentia o pau do meu filhinho entrando, abrindo caminho a força, uma barra de ferro grossa me rasgando, eu não tinha forças para nada, me pendurei em seu pescoço, parei de tentar impedir, estava totalmente entregue ali em pé encostada na parede, sendo fudida pelo meu próprio filho, com aquele pau enorme e grosso, confesso estava ficando muito bom eu já estava curtinndo, quando ele sentiu que eu relaxei, aí sim ele começou a me fuder de verdade, de forma muito rude, intensa, muito rápida, segurou no meu pescoço, me sufocando, me segurava em pé pelo pescoço... quase me tirando do chão, mas estranhamente estava bom, uma sensação incrível de vulnerabilidade, de submissão, indefesa, espremia seus lábios nos meus, eu tentava desviar, não queria beijar meu filho, mas ali estava um animal fudendo sua fêmea, seu pau entrou mais, estava ardendo muito, não tinha mais forças de gritar nem mesmo de dor, minhas pernas ainda mais bambas, ele também não tinha força para me segurar, sem tirar nos jogamos na cama, agora ele deitou sobre mim jogando minhas pernas pro alto em seus ombros, sentia entrar ainda mais, o pauzão dele é muito gostoso, estava completamente arreganhada, achava que seu pau tinha entrado todo, essa era a sensação que ele estava todo dentro de mim, estava muito bom, comecei a tremer de forma involuntária, não tinha qualquer controle sobre meu corpo, minhas pernas tremiam, seria ali o ponto "G" que falavam ? ele forçou ainda mais, me apertou contra si, senti seu pau inchar e pulsar o sêmem pra dentro de mim,
AHÁAAAAAAAAAAAAAAAA................
gritou enfurecido, sentia que minha buceta estava na dilatação máxima, ele estava completamente fora de controle, dava estocadas firmes, fortes, com raiva, com ódio, despejando toda sua pórra, me deu um tapa na cara quando mais uma vez recusei beijar, fiquei atônita com aquela atitude, com a buchecha ardendo acabei sedendo, me beijou enfiando a lingua na minha boca, ao mesmo tempo que sentia seu pau vibrando terminando de me inseminar com os milhões de presentinhos que seriam para minha irmã, lembrei da quantidade de pórra que vi sair da minha filha, seu pau grosso imponente foi murchando, aliviava a pressão dentro da minha buceta, sua fúria foi diminuindo a medida que foi amolecendo, o semblante de raiva e ódio, deu lugar ao da doçura e meiguiçe... meu filho retornou, antes parecia possuído, ele ainda estocava bem devagar, doia muito, ardia ainda mais, um cheiro forte de sexo tomou todo o quarto, foi muito bom... foi maravilhoso... sentir um macho bem dotado te possuir, foi divino, mesmo sendo meu filho, diferente dos outros homens que tive, carinhosos amorosos, preocupados comigo, esse macho... meu filho, não se preocupou comigo, só se preocupou em me fuder, arrombar e gozar, em enfiar seu trabuco o máximo possível e despejar toda sua pórra dentro de mim, foi incrível...
Acho que naquela tremida nas pernas era eu gozando novamente, foi uma sensação única, meu corpo não correspondia meus comandos, foi carnal, foi animalesco, foi selvagem, foi fantástico...
Fiquei ali inerte, deitada se alguem aparecesse poderia me ver, gozada, acabada, ele sem se importar me deixou ali jogada, só fechou a porta do quarto, apaguei exausta, com certeza minha pressão caiu, acho que ninguém me viu, pois já estava escurecendo quando acordei e fui ao banheiro, meu corpo estava em frangalhos, moído, dolorido, marcas roxas, minha bucetinha arrombada, inchada, sendo que toda minha roupa estava perto da espreguiçadeira na piscina, me olhei no espelho, só me preocupei com minha maquiagem, meu cabelo, meu biquini torto, a parte de baixo fora do lugar, me ajeitei mas minha buceta comia o paninho pelo buraco feito pelo meu filho, além de estar muito manchado e claro grudenta com muita pórra que escorria nas minhas pernas, peguei uma roupa da minha irmã, pensei em tomar um banho, mas quando toquei nela senti a ardência, dor, mas estranhamente me senti feliz, rindo a toa, como se tivesse visto um passarinho verde ou melhor sendo muito bem comida, resolvi só colocar a roupa, peguei a bolsa na sala e sai de fininho, sentia a pórra dentro de mim vazar devagarzinho enquanto dirigia pra casa, sem me despedir fui embora, mensagens querendo saber se tinha acontecido alguma coisa comigo, só respondi que me sentia indisposta, que queria cama, deitei e dormi...
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