Meu cachorro arrombou meu cu e meu namorado não conseguiu competir ♡
Um conto sobre minha primeira vez anal com Apolo e como o Lucas não conseguiu me fazer sentir nada depois que meu dono verdadeiro terminou comigo.
Oiii pessoal, Melissinha de novo ♡
Dessa vez vim contar da primeira vez que o Apolo arrombou meu cuzinho e como o meu namorado tentou, inutilmente e sem saber, competir com meu cachorro.
Fazia uma semana desde a última vez. O Lucas tinha ficado obcecado em me ver, mandando mensagens o dia todo dizendo que queria fazer um "sexo selvagem". Eu ria sozinha lendo, porque ele não fazia ideia do que era selvagem de verdade, mas eu aproveitei a deixa para criar uma cena perfeita.
Fui numa loja de sexo shop perto do meu apê e comprei uma coleira preta de couro legítimo, com spikes prateados pontiagudos, e uma guia vermelha de dois metros. Também comprei um plug anal com rabo de cachorro dourado e peludo, bem grande, do tamanho de um ovo. Quando cheguei em casa, fiquei excitada só de olhar as compras no espelho e em seguida ver meu amado me recepcionando.
Então arumei o apartamento todinho, trcando os lençóis por uns pretos, porque sabia que ia sujar muito de esperma. Deixei o celular do Lucas no modo "não perturbe", mas esqueci completamente que ele podia ligar no fixo.
Me preparei durante uma hora inteira. Primeiro tomei um banho demorado, fiz chuca, passei lubrificante medicinal no cu e fui enfiando dois, três dedos para ir abrindo bem e enfim coloquei o plug com o rabo dourado, empurrando devagar até a base entrar e ficar presa. Olhei no espelho de corpo inteiro, eu parecia uma cadela de verdade, só faltava o dono.
Coloquei a coleira apertada no pescoço, sentindo o couro rígido contra a pele. Prendi a guia na cabeceira da cama e fiquei de quatro no chão, com o rabo levantado bem alto, as pernas abertas, esperando meu macho vir. O tapete felpudo do quarto arranhava meus joelhos. Eu estava completamente nua, exceto pela coleira e pelo rabo no cu.
Quando o Apolo entrou no quarto e me viu naquela posição, com o rabo de cachorro saindo da minha bunda e a bucetinha exposta, ele ficou maluco. Ele veio cheirando, farejando o rabo, roçando o focinho grande e úmido na minha bucetinha que já pingava no tapete, deixando uma poça brilhante.
— Vem, meu dono... vem foder sua cadela vadia... — falei gemendo, puxando a guia para que ele entendesse que eu estava presa ali para ele usar como quisesse.
Ele pulou em mim imediatamente e guiei o pau dele primeiro para a buceta. A ponta dele, molhada e quente, encostou na minha entrada e ele empurrou com força. Ele entrou deslizante, preenchendo minha buceta completamente, e começou a estocar forte, sem piedade.
Cada socada dele fazia a cabeça do pau bater exatamente no fundo, na entrada do meu útero. Eu sentia aquela pressão profunda, quente, pulsante, como se ele estivesse empurrando o colo do meu útero para cima, a sensação era de que ele estava tocando meu útero diretamente, batendo nele repetidamente, fazendo eu querer urinar e gozar ao mesmo tempo. Meus olhos reviravam a cada estocada.
— Isso, Apolo... fode seu útero... me estoura por dentro, meu amor...
Ele estava batendo exatamente no ponto, cada estocada profunda massageava meu colo uterino pela parede vaginal. Eu estava babando no tapete, a boca aberta, a coleira rangendo a cada empurrão violento. O som das nossas peles batendo ecoava no quarto
Foi quando eu decidi que queria mais. Queria sentir ele no cu também, naquele mesmo dia. Queria ser preenchida nos dois buracos pela mesma pica grossa.
Tirei o plug devagar, sentindo o cuzinho ciente e aberto, ainda lubrificado. O rabo dourado saiu com um *pop* sonoro. Guiei o pau dele, todo melado da minha buceta, para a entrada do meu ânus. Ele empurrou sem dó, sem dar tempo de eu me preparar, e eu gritei alto, a coleira apertando meu pescoço enquanto eu me jogava para trás para receber ele todo.
— Aih, caralho! Me rasga, meu amor! Fode sua cadelinha!
A sensação foi intensa, ardida, dolorida e deliciosa. O pau dele entrava apertado, deslizando pelo lubrificante que já tinha dentro do cu. Eu sentia a cabeça dele batendo quase imediatamente no fundo do intestino, e pela parede fina entre o cu e a vagina, eu sentia ele empurrando contra o meu útero de um jeito diferente, mais direto, mais violento.
Ele começou a estocar forte no meu cu, cada socada fazia meu corpo inteiro tremer, meus seios balançarem. Eu sentia ele tocando meu útero pela parede retal, uma pressão absurda, como se ele estivesse rearranjando meus órgãos internos para caber nele. O nó dele começou a inchar na base, pressionando minha entrada anal.
Foi quando o fixo tocou. Aquela campainha antiga e estridente que eu tinha esquecido.
Ignorei, mas tocou de novo, e de novo. Alguém estava insistindo muito.
Atendi com a mão trêmula, enquanto Apolo continuava me estocando no cu sem parar, o som das nossas peles batendo ecoando alto no quarto.
— Al... alô? — falei, tentando disfarçar a voz ofegante, segurando o gemido com a mão livre na boca.
— Mel? Você tá bem? Tá estranha. — era o Lucas.
— Tô... tô bem... só... tô fazendo... exercício... — menti, enquanto Apolo deu uma estocada profunda que fez meus olhos revirarem e eu soltei um gemido abafado.
— Exercício? Que exercício?
— Yoga... — falei, ofegante. — Tô... fazendo... alongamento...
Apolo estava batendo no ponto exato agora, cada estocada no meu cu fazia eu sentir meu útero sendo massageado violentamente por trás. O nó dele crescia, inchando dentro da minha entrada anal, travando ele ali.
— Mel, eu tô com saudade. Quero te ver hoje. Tô indo aí agora.
Meu coração parou. Ele ia chegar em menos de vinte minutos, e eu estava engatada no cu do meu cachorro, o nó crescendo, impossível de tirar.
— Não! — gritei sem querer, quando Apolo empurrou o nó para dentro do meu cu com força, engatando completamente.
— Como assim não? — Lucas ficou bravo.
— Quero dizer... não precisa vir... eu vou aí... daqui a pouco... tô... quase saindo... só preciso... terminar meu alongamento...
— Tá bom, te espero. Não demora. — ele desligou.
Apolo começou a gozar. Ele encheu meu reto de esperma quente, grosso, e eu senti cada jato, cada pulsação. Ele empurrou mais fundo ainda, enfiando a pontinha do pau lá no fundo do meu intestino, tocando o colo do meu útero pela parede retal.
Foi um orgasmo violento e estranho. Eu não gozei pela buceta, mas senti meu útero sendo preenchido de esperma, uma sensação de calor profundo, de preenchimento absoluto, como se ele estivesse realmente me fecundando pelo cu. Gritei alto, não consegui segurar, enquanto Apolo lambia minhas costas, ofegante.
O nó dele ficou preso no meu cu por uns vinte minutos, pulsando, enquanto eu tentava me recuperar. Quando finalmente diminuiu e ele saiu, foi uma sensação de vazio absurda, seguida de uma corrente de esperma quente, branco, espesso, escorrendo pelas minhas pernas até o tapete.
Tomei banho rápido, mas meu cu ainda estava arrombado, sensível, aberto, escorrendo o resto do esperma dele. Coloquei uma calcinha fina e fui para a casa do Lucas, ainda sentindo o cu latejando vazio.
Quando cheguei, ele estava cheio de tesão, sem camisa, o pau duro na calça. Me beijou com vontade, me jogou na cama dele, e disse que queria experimentar algo novo.
— Quero seu cu hoje, Mel. Sempre quis. Tô louco para te comer ali.
Eu fiquei tensa. Meu cu ainda estava cheio do Apolo, arrombado, escorrendo esperma de cachorro por dentro, e eu não tinha como lavar direito na casa dele.
— Tá... tá bom... — concordei, deitando de bruços.
Ele tirou a calcinha e viu que eu já estava "lubrificada" — na verdade era o esperma do Apolo escorrendo. Ele não notou a diferença, ou fingiu não notar.
Ele tentou penetrar. O pau dele entrou fácil demais, deslizando no esperma quente que já estava lá dentro, no cu que já estava arrombado. Ele notou imediatamente.
— Mel... tá muito... fácil... tá muito... aberto... — ele falou, confuso, tentando sentir alguma pressão. — Tá... tá escorrendo alguma coisa... é muito lubrificante...
— É... é que eu... usei um plug hoje... antes de vir... para... me preparar pro seu pau "enorme"— menti, a voz trêmula, quase rindo por dentro.
Ele começou a estocar, mas era ridículo, eu não sentia quase nada, o pau dele era pequeno demais, mole demais, não encostava no fundo, não massageava meu útero como o Apolo tinha feito meia hora antes. Era como uma agulha dentro de um celeiro, nadando no esperma do meu Apolo.
— Vai mais forte, Lucas... mais fundo... — pedi, mas ele não conseguia. Ele nunca ia conseguir alcançar onde o Apolo tinha estado.
Ele gozou em três minutos, enchendo meu cu de um líquido que nem senti direito, tão pouco era. Quando saiu, ele olhou para o pau dele, todo branco de esperma, muito mais do que ele tinha gozado.
— O que é isso? — ele perguntou, vendo o volume excessivo, a consistência estranha. — Isso é... muito... e tá diferente...
— É... é meu lubrificante...lembra? Ele é branco... e espesso... — menti de novo, virando o rosto para não olhar nos olhos dele.
Ele não pareceu convencido. Olhou para meu cu, que ainda estava aberto, arrombado, escorrendo o mix de esperma dele e do Apolo, a entrada vermelha e dilatada, claramente usada recentemente por algo muito maior.
— Mel... seu cu tá... estranho... muito aberto... — ele falou, observando, mas depois deu de ombros.
Não gozei, nem perto eu cheguei. Fiquei lá, deitada na cama dele, sentindo o vazio no meu cu, sentindo falta do nó, das estocadas profundas, da pressão no útero, do cheiro do pelo do Apolo.
O Lucas me abraçou por trás, satisfeito consigo mesmo, achando que tinha me dado prazer. Eu olhei para o teto, pensando no Apolo, no meu dono de verdade, sentindo o cu escorrendo os dois gozos, e sorri sozinha.
Naquele dia eu aprendi: nenhum homem vai conseguir me fazer sentir o que meu cachorro faz. Meu cu é do Apolo. Meu útero é do Apolo. E o Lucas nunca vai saber que ele está comendo as sobras do meu cachorro, sentindo o que sobrou depois que o verdadeiro macho terminou.
Até a próximo, pessoal. ♡
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Comentários (1)
JM96PT: Adorei seu conto continua a falar o que Apolo faz em vc
Responder↴ • uid:1doe4rls142l