Mollly no colo do Pai
Molly sentou no colo do pai, a saia subiu e ele endureceu. Inocente e curiosa, ela se esfregou, encaixou e os dois gozaram no quarto cor-de-rosa dela.
Molly tinha quinze anos e ainda se mexia no mundo como quem testa o tamanho das coisas com as mãos. Pequena, loirinha, magrinha de tudo, a minissaia plissada xadrez vermelha subia demais quando ela se ajeitava, a cropped branca deixava a barriga à mostra e os crocs brancos pendiam dos pés miúdos. Jonas, quarenta e dois, alto, loiro, forte, bermuda jeans e camiseta branca, chinelo de dedo no chão do quarto dela, sentiu o peso da filha no colo e o calor da coxa dela atravessando o tecido.
Ela sentou de lado primeiro, depois girou o quadril e cruzou uma perna por cima da dele, peito colado no peito dele, um braço no ombro, o outro descendo pelas costas, o queixo quase encostando no dele.
A saia subiu. A calcinha fina ficou pressionada contra a bermuda. Em poucos segundos o pênis dele endureceu, grosso, evidente, latejando contra ela.
Molly percebeu. Não recuou. Incluiu a cabeça, o cabelo loiro caindo para o lado, e riu baixinho, aquele riso de quem acabou de descobrir que o próprio corpo faz alguma coisa e quer ver até onde vai.
— Papai… ficou duro — sussurrou, inocente demais para o que a boca estava dizendo. Os dedos dela brincavam na gola da camiseta branca dele, como se estivesse só ajeitando a roupa. — É por que eu tô no seu colo assim?
Jonas prendeu o ar. As mãos grandes foram para a cintura dela, tentando manter alguma distância que já não existia. O pau pulsava contra o tecido molhado da calcinha dela.
— Molly…
Ela se mexeu de propósito. Um rebolado curto, quase distraído, o tipo de movimento de quem ainda acha que está só se acomodando melhor no colo. A cabeça da pica dele esbarrou bem no meio dela. Molly deu um suspiro pequenino, os olhos se arregalando um pouco, a boca entreaberta.
— Nossa… — ela murmurou, a voz doce, curiosa. — É grande. E quente. Eu sinto ele pulsar.
Ela desceu a mão, ainda com aquele jeito de menina explorando, e passou a palma por cima da bermuda, sentindo o volume. Apertou de leve, como quem testa a textura de um brinquedo novo. Jonas gemeu baixo, o queixo contra a têmpora dela.
Molly sorriu contra o pescoço dele, inocente e excitada ao mesmo tempo.
— Eu gosto quando você fica assim por mim — confessou, quase sem jeito. — Faz cócegas aqui embaixo. Quero sentir melhor.
Ela se levantou só o suficiente para puxar a calcinha para o lado, a saia xadrez já no meio das nádegas, e sentou de novo, agora pele com tecido. O pau duro dele ficou preso entre as dobras molhadas dela. Molly arqueou as costas, os seios pequenos marcando a cropped, e começou a se esfregar devagar, sem pressa, como se estivesse só brincando de cavalinho no colo do pai.
— Assim? — perguntou, a voz ainda doce, os olhos grandes procurando o dele. — Tá gostoso pra você também?
Jonas agarrou as coxas dela. Os dedos afundaram na carne macia. Ela estava encharcada. Cada movimento dela fazia a cabeça do pau dele escorregar entre os lábios inchados, molhando a bermuda.
Molly gemeu baixinho, surpresa com a própria reação, e enterrou o rosto no pescoço dele.
— Eu… eu não sabia que era tão bom — sussurrou, quase envergonhada da descoberta. — Meu corpo está todo formigando. Posso continuar, papai?
Ela continuou. Quadril circular, depois vai-e-vem curto, a saia plissada subindo e descendo, os crocs batendo de leve no chão. O pau dele latejava contra o clitóris dela. Molly ofegava agora, a inocência misturada com tesão crescente, as unhas cravando no ombro dele.
— Tá saindo leite de mim — ela disse, olhando para baixo, fascinada com o fio transparente que unia os dois. — E o seu também está molhando tudo.
Jonas não aguentou. Puxou a bermuda para baixo o bastante para o pau saltar livre, grosso, veias marcadas, a cabeça vermelha e brilhante. Molly olhou, os lábios partidos, e sem perder aquele ar de curiosidade passou a mão nele, guiando até a entrada.
— Encaixa? — perguntou baixinho, quase pedindo permissão com os olhos. — Quero sentir ele dentro. Por favor.
Ela desceu. Devagar. A boca se abriu num gemido comprido quando a cabeça abriu ela. Quatro, cinco centímetros, ela parou, ofegando, as coxas tremendo.
— Cabe inteiro? — a voz saiu fina, inocente e excitada. — É grosso demais… mas eu quero.
Jonas segurou a cintura dela e a puxou para baixo. Molly sentou até o fim, o pau sumindo nela, as nádegas encostando na bermuda jeans. Ela ficou parada uns segundos, respirando pela boca, os olhos úmidos, o corpo inteiro apertando ele.
Depois começou a se mexer. Curto no começo, depois mais fundo, a minissaia xadrez subindo e descendo, a cropped grudada nos seios duros. Cada descida ela gemia “papai” baixinho, como se ainda estivesse pedindo desculpa por gostar tanto.
Jonas meteu de baixo para cima, as mãos nas nádegas dela, abrindo. O quarto dela cheirava a sexo e perfume doce. Molly se pendurou no pescoço dele, os cabelos loiros bagunçados, a boca aberta contra a orelha dele.
— Tô gozando — ela avisou, a voz tremendo, ainda com aquele tom de menina que acabou de descobrir o próprio corpo. — Papai… eu tô gozando no seu colo…
O orgasmo dela veio em ondas curtas, o interior contraindo forte ao redor do pau dele. Jonas segurou ela no fundo e gozou também, jatos quentes enchendo a filha enquanto ela ainda se sacudia, gemendo baixinho, inocente e completamente entregue.
Molly ficou sentada nele depois, ofegante, a saia bagunçada, um fio de porra escorrendo pela coxa. Passou a mão no rosto dele, o mesmo jeito doce de sempre.
— Foi tão gostoso — sussurrou, quase rindo da própria surpresa. — Eu não sabia que eu conseguia fazer isso com você.
Ela não desceu. Continuou sentada, o pau ainda semi-duro dentro dela, os crocs brancos balançando no ar, o quarto cor-de-rosa silencioso só com a respiração dos dois.
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