Meu namorado e minha filha
Sempre tive bastante liberdade com minha filha, especialmente depois que separei do pai dela, quando ela ainda tinha oito anos. Suzi sempre soube que eu eventualmente namorava aqui e ali e quando ela já estava grandinha, com aquele corpinho que ficava mais bonito a cada dia, eventualmente eu a avisava que chegaria tarde ou que iria dormir fora e recebia aqueles olhares sacaninha, no dia seguinte, ele me fazia contar os detalhes de como tinha sido a minha noite e nos abraçávamos e nos alisávamos como amiguinhas, fazendo-me sentir toda sua sensualidade. Quando ela já estava com quinze anos, eu esperava que a qualquer momento era me comunicasse que não era mais virgem, por isso eu insistia muito em ser avisada antes para prepara-la e muitas vezes sentindo a sensualidade aflorada de Suzi, a instruí quanto ao uso de preservativos. Sentindo confiança em Arthur, após namorar com ele por quase seis meses, sempre revelando a minha filha todas as pegadas fortes que ele me dava, inclusive chegando a confessar a ela que o macho tinha me viciado em anal, resolvi leva-lo para passar a tarde de sábado em nossa casa. No fim daquela tarde, os dois pareciam mais que amigos, até mesmo mais que pai e filha, minha filha não perdeu uma oportunidade de encostas o seu corpo adolescente naquele corpo másculo e adulto gostoso, quando Arthur anunciou que já era hora dele ir, eu o convidei a ficar, achei que ele diria não, mas quando Suzi com aqueles olhinhos brilhantes reiterou meu convite, fazendo-o na forma de pedido, Arthur cedeu. Satisfeita por saber que ia trepar a noite toda, troquei a roupa da minha cama, coloquei minha roupa de dormir mais bonita e pedimos uma pizza. Suzi ficou assistindo televisão conosco até tarde, eu já estava impaciente, louca para dar e assim que terminou um filme, puxei meu namorado para o quarto, vendo Suzi se recolher ao dela. Assim que deitei, arreganhei minhas pernas já nua da cintura para baixo e recebi em minha buceta carente aquela língua deliciosa, gemendo e fazendo os comentário que gosto de fazer, implorando para o chupador não parar, gozei gostoso e com mais alguns carinhos, me coloquei na posição para recompensar meu devorador, recebendo sua bengala inteirinha em meu rabinho enquanto esfregava meu grelo no ritmo que só eu sei dar e explodimos juntos em uma gozada forte. Ao sair do quarto para fazer minha higiene, percebi que a porta do quarto de Suzi estava aberta e fiquei na dúvida se eu a tinha visto sendo fechado quando entrei no meu quarto para foder, deixei para lá. Pela manhã, quando levantei, minha filha tinha preparado um café digno de uma rainha. Sentamos os três à mesa da cozinha e ao olhar para cara da sacaninha, tive certeza que ela tinha ouvido tudo durante a noite. Arthur passou o domingo em casa, na maior parte do tempo assistindo televisão, comigo de um lado e com minha filha do outro. A cada intervalo dos programas, Suzi levantava ia dava uma voltinha na cozinha ou em seu quarto e quando voltava dava um beijinho no rosto de meu namorado, ela nunca tinha sido tão carinhosa daquele jeito com ninguém. Em dado momento Suzi esticou a mão pegando a minha fazendo-a descansarem no colo de Arthur, senti a maldade da virgem, ela toda hora fazia nossas mãos girarem, para sentir o cilindro que não demorou a crescer, fiquei abismada e tesuda ao mesmo tempo e depois do almoço me tranquei com Arthur em meu quarto e a certeza de que Suzi estava nos ouvindo, fiquei com mais tesão e tive um dos orgasmos mais profundos de minha vida até então, sentindo aquelas cabeçadas lá no fundo do canal, gemi como uma puta. No inicio da noite, fizemos um lanche e meu namorado foi embora. Mal deitei e Suzi veio para minha cama e me abraçou e cochichou no meu ouvido: "Caracas vocês foderam gostoso". Rimos e eu perguntei: "Como você sabe". Antes de responder a safadinha abraçou minhas coxas com suas pernas e com a boca pertinho do meu ouvido respondeu: "Eu que estava só na siririca do outro lado da porta gozei como uma louca ouvindo a foda, imagino você que estava com a rola no cu". Fiquei desconcertada com a resposta daquela adolescente inexperiente. Demorei a dormir sentindo aquela bucetinha molhada encostada na minha coxa e assim que ela entrou em sono profundo, me mexi devagarinho e abri a perna de seu shortinho, afastei a calcinha e vi que a danadinha estava com a bucetinha toda melada. Nossa minha filhinha naquele estado me deixou em uma tesão louca e tive que me controlar pois instintivamente eu já estava inclinando o corpo para chupa-la. Confusa com que estava sentindo por minha filha, corri para o chuveiro com a intenção de tomar uma ducha fria, mas acabei arrancando o chuveirinho e me masturbei com o jato da mangueira. No carro Suzi fez o comentário que não fosse os acontecimentos do dia anterior, eu teria achado normal: "Mãe, minha menstruação deve vir amanhã ou quarta feira". Tomei aquelas palavras como aviso e no intervalo das aulas, liguei para minha ginecologista e naquela tarde mesmo, Suzi recebeu uma cartela de pílulas e instrução de como usa-la. No caminho para casa, não contive minha curiosidade e perguntei: "Quem é o felizardo?". Suzi fez aquela cara de quem não tinha entendido a perguntei e respondeu: "Como assim, felizardo?". Para esclarecer completei: "Com quem você está namorando? Ela meio brava responde: "Com ninguém, esses moleques são muito bobos, prefiro homens mais adultos". Minhas desconfianças se concretizaram, a putinha estava querendo dar o cabaço para o meu homem, fiquei puta. Sabendo o risco que corria, não convidei Arthur para passar o sábado conosco, combinando que ele me pegaria na porta de casa para jantarmos fora já procurando na internet um motel que eu não conhecia para fazer meu macho me levar para conhecer. Quando atendi o celular e falei para Suzi que Arthur estava me esperando em frente a portaria, ela deu um pulo e falou: "Vou descer com você e dar um abraço nele". Eu não tinha como dizer não e entramos juntas no elevador, assim que nos aproximamos do carro, Arthur saiu para abrir a porta para mim, Suzi se esticou e passou as duas mãos pelo pescoço do meu homem e grudou a boca em seu pescoço junto a seu colarinho, pelo olhar suplicante de meu namorado, entendi minha filha estava passando a língua no pescoço do macho, tive um surto de tesão e abracei os dois e já apertando o botão do foda-se convidei "nosso" objeto de desejo para subir. Arthur meio confuso aceitou. Em casa ainda de pé na sala, agarrei e enchi minha mão com sua rola na frente de minha filha beijando-o gulosamente e minha previsão não falhou, a menina/mulher abraçou a nós dois e maravilhada assisti o primeiro beijo na boca dos dois e trocamos um beijo triplo no mesmo instante que senti a língua de Suzi passear na boca de Arthur e depois na minha, senti meu grelo doer de tão duro que estava e atochei a mão no meio das pernas da minha filha como se ela fosse uma puta de rua. Como três loucos passamos a nos despir, nos beijas, passar nossos mãos em todos os lugares e quando me dei conta, minha rival, estava tentando abocanhar a piroca e beijei o macho e assim que ele iniciou a massagem em meu grelo, entrei em orgasmo. Ainda sofrendo os espasmos pós gozo, levantei minha filha e mamei nela como uma bezerrinha, vendo o sacana de meu namorado pincelar o reguinho virgem de Suzi. Aquelas pinceladas foram demais para o macho, assisti sua cobra ejaculando no rego da vagabundinha que balançou a bunda para um lado e para o outro naquela caceta espalhando porra em suas nádegas, enquanto esfregava nervosamente o grelo. O pai adotivo de minha bonequinha, percebendo que a adolescente não tinha gozado, a fez deitar no tapete e enfiou a cabeça no meio daquelas coxas e assisti encantada minha filha gozar enquanto se debatia sensualmente. Fomos os três para o chuveiro e ali Suzi revelou seu desejo queria primeiro experimentar um anal. Naquele momento, entendi que todas minhas confidencias tinham levado a inexperiente a sonhar diferente das demais colegas de sua idade, ela queria um macho que soubesse comer um cu e Arthur sabia melhor que ninguém. Suzi passou em seu quarto e saiu de lá com um tubo de gel, para minha surpresa, aquela inocente não colocou gel em seu buraquinho e me colocou deitada embaixo dela em posição de sessenta e nove, arrebitou o rabinho e quando deu o tudo de gel na mão de "nosso" comedor ordenou: "Passa isso no pau e me arromba sem dó".
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (4)
Rc: Sexo e tudo de bom!
Responder↴ • uid:7r02tsdxibTuga tarado: Mãe e filha juntas uma tesao de sonho.
Responder↴ • uid:b9408ou4fykAline: Nossa que conto gostoso rsrs. T its_lineee
Responder↴ • uid:1cz66qhu12fwSandra: Amei !
Responder↴ • uid:1dhfkmlps2ng