#Gay #Teen

A brincadeira de lutinha, reacendeu meu desejo de experimentar de novo

1.6k palavras | 5 | 4.77 | 👁️
MCMLXVI

Nesse momento, seu pau ficou bem no meio do meu reguinho, pressionando. Dava para sentir que meu short tinha entrado no rêgo.

Depois de perder o cabaço para o Miguel, fiquei dois dias sem sair de casa, minha mãe até estranhou, achou que eu tivesse arrumado briga na rua. Minha mãe era professora, lecionava manhã e tarde, também estava de férias.
Na minha cabeça, àquelas alturas, a vila inteira já estava sabendo, e eu ficava em casa tentando arrumar uma saída.
Pensei, pensei, e resolvi sair de casa e ir para a rua, se algum moleque viesse falar alguma coisa, eu ia dizer que era tudo mentira do Miguel. Ninguém tinha como provar nada, éramos só nós dois lá.
Cheguei meio desconfiado no grupo, que perguntou porque eu tinha sumido. Disse que estava doente.
Jogamos bola, queimada, e ninguém falou nada. O Miguel não estava com a gente.
Voltei para casa mais sossegado, e no outro dia, fui brincar de boa. O Miguel também não apareceu, e brincamos o dia todo.
No final do dia, meio receoso, perguntei do Miguel. Falei que fazia tempo que eu não o via.
O Nêgo falou que ele estava trabalhando.
_Caramba...faz tempo? Perguntei.
_Acho que uns três dias. Disse Moa.
Sentí uma coisa estranha, uma sensação esquisita, feliz por ninguém ter ficado sabendo, mas triste...porquê no fundo, no fundo, eu queria de novo.
No começo, até pensei em ceder às investidas do Nêgo e do Tuca, os mais assíduos a passarem a mão na minha bunda, mas eles eram muito falantes, faziam muitas gozações na turma. Com certeza a vila ia ficar sabendo, e se essas conversas fossem parar nos ouvidos dos meus pais...aí sim eu estaria fudido de verdade.
O tempo foi passando, e eu fui deixando esses pensamentos de lado. "É melhor assim". Pensei.
O problema é que na vila tínhamos muitas brincadeiras com contato físico, e uma delas era a de "lutinha".
Eu nunca tinha participado, sempre ficava assistindo, achava estranho aquele esfrega esfrega, até porque nessa época, os meninos mais velhos que desafiavam, e eles escolhiam sempre os mais novos ou os mais fracos, diziam que era para a gente aprender a se defender, mas eu duvidava disso.
Não era uma competicão, onde o vencedor encara o outro vencedor, era só uma disputa entre dois garotos, terminada essa, começava outra, e depois acabava.
Não pretendia participar, mas antes mesmo de começar, Tuca falou que se eu aceitasse, ele apostava que iria me imobilizar em menos de um minuto.
Tuca era moreno claro, tinha 14 anos, baixinho e bem forte.
Os meninos atiçaram, e eu, menino bobo, se sentindo desafiado, aceitei.
_Tá bom...mas tá valendo o quê? Perguntei.
_Depois a gente vê...vai topar?
_Vou!
Mais forte que eu, Tuca parte para o ataque, e consegue me virar de costas para ele, e imobiliza meus braços, mas eu ainda movia as pernas.
Caímos na grama, ele de costas, e eu por cima dele. Tuca tentava entrelaçar suas pernas na minha para me imobilizar. E foi nesse momento que eu sentí umas cutucadas na minha bundinha. O safado ficou de pau duro.
Consegui me virar de lado, mas Tuca pressionou meu corpo, e acabei ficando de bruços, com ele em cima de mim. Nesse momento, seu pau ficou bem no meio do meu reguinho, pressionando. Dava para sentir que meu short tinha entrado no rêgo.
_E aí...vai pedir água? Perguntou.
_Não.
Já tinha dado mais de um minuto, mas estava tão gostoso aquele pinto me cutucando, que resolvi continuar.
Aquele esfrega esfrega, naquela posição, despertou a atenção de um dos garotos, acabei ouvindo:
_O Tuca tá é passando bem ali.
Entendi o comentário, e achei que estávamos chamando a atenção, e mesmo querendo ficar mais um pouco, acabei pedindo água, mas ganhei a aposta.
Terminadas as lutas, os meninos não queriam brincar de mais nada, e começaram a dispersar. Resolvi ir embora também, e Tuca veio comigo, morávamos próximos.
_Caramba Dudinha...você resistiu bem na lutinha hein?
Olhei para a cara dele com desdém, e falei:
_Tá bom...sei muito bem porquê você não terminou a lutinha logo.
_Kkkkk...caramba Dudinha...não aguentei ficar deitado em cima dessa sua bundinha macia kkk sentiu meu pinto duro?
_Claro né....
_Mas e aí? Gostou?
Fiz uma careta para ele.
_Fala aí vai? Você gostou?
_Não vou responder...
_Ah...então é porque gostou...
_Você que está falando...e vamos mudar de assunto...
Tuca continuou rindo, enquanto caminhávamos.
Quando passamos em frente à um terreno baldio, ele falou:
_Dudinha...passei ontem aqui, e tinha várias gogóias madurinhas...
_Vamos lá pegar então. Falei.
Não sei se todo mundo conhece o que é gogóia, mas é um frutinho rasteiro que dá numa plantinha cheia de espinhos. Era comum naquela época, e não sei o porquê, mas a gente comia aquilo, e achava gostoso.
É...alguém passou lá antes, não tinha nenhuma. Mas Tuca não quis perder a viagem, e me agarrou por trás, já prensando seu pinto duro no meu reguinho.
_Não Tuca pára de brincadeira, aqui não...se passar alguém na rua dá para ver a gente aqui...
_Então vamos lá em casa...a gente só fica no esfrega esfrega, eu prometo...
Eu estava com vontade, e umas esfregadinhas talvez apagasse o comichão no meu anelzinho.
_Você jura?
_Juro...vamos.
Quando chegamos no portão da casa dele, ele falou:
_Só que a gente vai ficar pelado tá?
_Ehhhhh...
_Pode deixar...é só esfrega esfrega...
_Tá bom...mas aí você vai pagar a aposta, você não vai contar prá ninguém...
_Beleza então...
Tuca foi muito malandro, ele já devia ter feito aquilo com alguém. Depois que tiramos as roupas, ele pediu para eu passar margarina no anelzinho, enquanto ele lambuzava o pau. Disse que era para deslizar mais gostoso.
Deitei de bruços na cama dele, e ele deitou por cima de mim.
Realmente ficou muito gostoso o esfrega esfrega, a cabeça roçava meu anelzinho, e seu saco colava na minha bunda. Meu pinto, durinho, roçava o lençol da cama.
A "brincadeira" estava tão gostosa, que acabei abrindo mais as pernas. Esperto, Tuca se aproveitou da facilidade, encaixou a cabecinha bem na entradinha, parou de se esfregar, e perguntou:
_Tá gostando?
Cheio de tesão, não menti:
_É.. até que é gostosinho...
_Vou fazer ficar mais gostoso...você vai ver...
Tuca ainda deu duas cutucadinhas no meu cuzinho, e como não reclamei, ele não teve dúvidas, enfiou a rola.
Toda lambuzada, deslizou suavemente até a metade.
Ao invés de reclamar, abri mais as pernas, como quem pede para enfiar mais, e ele não perdeu tempo, socou o resto.
A partir daí, não tínhamos mais limites, tudo era permitido. Acabei ficando de quatro, e ficou melhor ainda, deu a impressão que o pinto entrou mais.
Tuca bombou uns cinco minutos sem parar, e falou que ia gozar.
_Já? Perguntei surpreso, já recebendo os jatos.
_Ahhhh....caramba...é muito gostoso...macio, quentinho...ahhh... mas calma que ainda tem mais.
O pau dele ainda estava duro, e sem tirar de dentro, assim que terminou de gozar, ele voltou a meter.
Dessa vez ele bombou por muito mais tempo. A porra escorria pelas minhas pernas, e ele não parava de meter.
Demorou, mas ele anunciou o gozo.
_Ahhh....ahhhh...vou gozar...ahhh...vou gozar...
Quase tão farta quanto a primeira, ele encheu meu cuzinho com sua porra.
Quando fui me desencaixar, ele segurou minha cintura.
_Calma...ainda tem mais...
Tuca descansou mais um pouco, e começou a meter novamente, e dessa vez ele demorou bastante, meu cuzinho já estava ficando assado quando ele falou que iria gozar.
No total, foi quase uma hora com o pau dele enfiado no meu cuzinho.
Tuca goza bastante de novo, aí, sinto o pau dele amolecendo. Então ele tira do meu cuzinho, e caímos estatelados na cama.
As aulas recomeçaram, e por quatro meses, Tuca reinou exclusivo, fodendo meu cuzinho, quase todos os dias.
Ele perdeu a exclusividade, mas não por sua culpa, o problema foi eu. Depois de um tempo, passei a desejar conhecer outros pintos, e o Nêgo, passou a ser o principal candidato. Discretamente, ele foi se aproximando de mim, me ajudando nas lições de matemática, e encostando seu corpo ao meu.
Um dia, em casa, eu estava de joelhos na cadeira, e ele veio por trás de mim, para ver como estava indo o exercício. O pau dele estava duro, e deu para notar que era maior que o do Tuca.
Aquilo me deu um tesão enorme, e resolvi o exercício, enquanto ele sarrava discretamente minha bundinha.
Eu estava por um fio. O que me segurava era que o Nêgo era fofoqueiro, e tinha receio que meus pais descobrissem. Mas aí, aconteceram algumas coisas em casa, que serviram como gatilho para que eu me libertasse dessas amarras.....

Comentários (5)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Kaike: Do jeito que você contou ficou muito bom, que tesão.

    Responder↴ • uid:1drte10wt70b
  • Fett Ferkel: meu é virgem ainda

    Responder↴ • uid:sjf8e0d2
  • Fett Ferkel: ola

    Responder↴ • uid:sjf8e0d2
  • Chiquinho.: Como eu gostaria de ter um cuzinho assim.

    Responder↴ • uid:v6c2t7d2opa
    • MCMLXVI: Ai Chiquinho...já faz muito tempo, mas sei que agradei alguns meninos da vila...

      • uid:1dsawba34g4s