Comi a esposa do meu amigo de natação
Eu sou casado. A patroa também trabalha e a gente se vira com a rotina. Temos dois filhos: um menino de onze e uma menina de sete. Eu nado duas vezes por semana, sempre às sete da manhã, antes do trabalho. No vestiário costumo encontrar o mesmo grupo de colegas. A gente conversa, troca ideia e cada um segue o seu caminho.
Foi numa tarde qualquer, no supermercado. Eu passava pelo corredor do café quando ouvi o barulho de pacotes e latas caindo da gôndola. Uma mulher de uniforme, cabelo preso, se abaixava rápido tentando juntar tudo. Trabalhava ali com o café.
— Deixa eu te ajudar.
Ficamos ajoelhado um do lado do outro. As mãos se roçaram sem querer. O cheiro dela era de café e perfume leve. Quando terminamos, ela se levantou e me olhou. Havia um clima no ar, daqueles olhares que demoram meio segundo a mais. Conversamos pouco. Nada além disso. Mas o clima ficou.
Dias depois eu voltei ao mesmo mercado. Quis ir logo porque estava chovendo e eu precisava de carne para um churrasco. Mais tarde, naquela noite, iria assistir o jogo do Flamengo contra o Corinthians e queria preparar tudo com calma, lembro da ocasião porque eu estava com a camisa do Mengão.
Ela estava no corredor do café oferecendo amostras. Tinha uma bandeja com copinhos. Ela me ofereceu, eu peguei, é claro, mas era um desses copinhos pequenos e justamente o que eu peguei estava rachado, o café escorreu e caiu na minha camisa.
— Meu Deus, desculpa!
— Tá tudo bem. Tenho outra camisa no carro. Não foi nada.
Ela se desculpou de novo, meio envergonhada. O clima daquele primeiro encontro voltou mais forte. Conversamos um pouco. Eu falei do churrasco e do jogo. Ela riu e disse que torcia contra o Flamengo só para me provocar. Tudo seguiu, nos despedimos, paguei minha compras, liberei o estacionamento fui para o carro.
Foi então que a chuva veio com força. Daquelas que só o Rio de Janeiro conhece. Em pouco tempo a energia elétrica acabou, a Dutra alagou e todo mundo ficou preso, ilhado, sem poder sair até a situação melhorar.
Fiquei no carro. Liguei para casa. Estava tudo bem. Dei uma carga de uns vinte e cinco minutos no celular, mexendo em redes sociais, e-mails, qualquer coisa. Depois voltei ao mercado só para encher a garrafa d’água.
Na saída ela estava sentada ao lado da cabine onde se paga o estacionamento. Se demorar muito, cobra, mas geralmente a compra abona. Ela me viu e falou:
— É, também ficou preso, né?
— Pois é.
Conversamos amenidades. Sempre naquele clima, uma tensão no ar. Em algum momento ela comentou que nem carregar o celular era possível, já que não tinha energia. Eu falei que podia carregar no meu carro. Ela disse que não precisava. Eu insisti.
O estacionamento era bem grande. Entramos no carro. A tensão (ou será que não tinha "n") aumentou de uma vez. Liguei o motor, entreguei o cabo e falei, olhando direto para ela:
— Não consigo parar de olhar para a tua boca.
Ela riu e se acanhou mordendo o lábio, enquanto a linguagem corporal falou o que as palavras não diriam.
O beijo veio lento no começo. Só os lábios se tocando, sentindo a respiração um do outro. Depois a língua dela encontrou a minha. Eu segurei a nuca dela com uma mão e puxei o cabelo com a outra, inclinando a cabeça dela para trás. Beijei a boca com força, depois desci pelo maxilar, pelo pescoço, chupando a pele quente logo abaixo da orelha. Ela soltou um gemido baixo.
Minha mão desceu pelo peito, apertou os seios por cima do uniforme, sentiu os mamilos duros. Continuei descendo, passou pela barriga e chegou entre as pernas dela. Ela começou a gemer mais alto e fez meu pau latejar direto dentro da bermuda, duro demais.
Deitei os bancos. Voltei a mão por dentro da calcinha. A buceta estava pingando. Os dedos deslizaram entre os lábios molhados, sentindo o calor. Ela tentava se controlar por causa dos movimentos do carro e do barulho, mas o tesão fazia a gente esquecer de tudo. Só pensava em gozar. Continuei massageando enquanto beijava a boca dela.
— Ai caralho, que delícia!
— Vai gostosa, solta o melzinho para mim.
Ela tremeu e atendeu. Apertou minha mão com as coxas e gozou, ofegante, o corpo inteiro relaxando de uma vez.
Pulei por cima dela. Puxei a bermuda até o joelho.
— Ai! Calma!
— Calma é o caralho. Preciso sentir tua buceta.
A cabeça do pau roçou no grelo dela, de leve, só a pincelada. Ela tremeu de novo. Empurrei devagar no começo, sentindo a buceta mastigar o pau, se abrindo aos poucos. Quando enfiei tudo, ela xingou baixinho entre os dentes, gemendo.
— Puta que pariu! Isso, me fode. Me fode.
— Que delícia, sua puta.
Comecei a socar com força. Estocadas fundas, o barulho de pele batendo misturado com os gemidos dela. O carro balançava. Ela gozou de novo, apertando em volta do meu pau. Não demorei muito. Gozei, tudo dentro, e desabei em cima dela. Ela me abraçou, riu sem ar e me xingou de novo. Meu pau ainda durão, latejando dentro dela.
Ficamos quietos alguns segundos.
— Que loucura a gente fez? — ela perguntou.
— Não sei o que deu em mim.
— Também não sei — respondi —, mas que bom você deu pra mim.
Rimos juntos. Ela perguntou se eu não ia sair de dentro dela.
— Você quer?
Ela não respondeu. Quem respondeu foi a xereca dela, sugando meu pau com força. Ao mesmo tempo ela chupou minha boca. Nos viramos. Ela montou em cima e começou a rebolar. Que mulher linda. Eu segurei a cintura dela e chupei uma teta, depois a outra, mamando forte enquanto ela acelerava.
Ela me afastou, me deu um tapa na cara e riu. Aquela mulher linda no clima da putaria fazia a cabeça do meu pau pulsar.
— Que puto gostoso!
Ela passou a mão na própria buceta e começou a bater siririca ao mesmo tempo que rebolava no meu pau. O ritmo ficou selvagem. Eu gozei de novo, segurando ela contra mim.
Ficamos um tempo sem ar, recuperando. Quando ela levantou, pingou tudo. Rimos. Nos limpamos com os lenços umedecidos que eu tinha acabado de pegar nas compras mais cedo.
A chuva não tinha dado trégua. Ainda sem energia. Mas a consciência voltou. Ela falou que era melhor voltar para o mercado, que precisava ir ao banheiro, lavar o rosto, essas coisas.
Conversamos pouco. Nada sobre nossas vidas. Já era um sinal claro de que nenhum dos dois queria detalhes. Antes de sair ela me agradeceu:
— Te falar... eu estava muito precisando de uma foda assim.
— Tu é gostosa demais para não gozar gostoso. Tu sabe que eu sempre venho aqui.
— Vem sim, quero mais desse pirocão gostoso,
Falou me olhando nos olhos, mas com a mão no meu pau.
— É, sua puta?
— Deixa eu ir, gostoso. Porque to sentindo que alguém aí quer mais.
— Fazer o que se tu é tesuda desse jeito.
— Para, vou lá.
Nos encontramos mais quatro vezes. Duas no horário de almoço dela: fomos direto para um motel naquele ritmo de foda urgente. As outras duas eu estacionei mais afastado no próprio mercado e ela vinha chupar. Daquelas mamadas profissionais, profundas, engolindo tudo até o fundo, sem pressa, até eu gozar na boca dela.
Recentemente teve uma quinta vez. Mas foi bem diferente, não só porque eu comi o cu dela.
Numa manhã de natação, estávamos numa roda de amigos indo para o vestiário. O colega comentou com outro que ia aceitar a carona porque tinha deixado o carro com a Monique (sim, é o nome dela) no mercado. Como o lugar era perto, preferia ir junto.
Eu prestei atenção. O outro perguntou como ela estava e as filhas. Ele respondeu que muito bem, falou da cirurgia da sogra e que a Monique já ia completar quatro anos na "L". Aí caiu a ficha:
Monique. Mercado. Empresa de café. Era muita coincidência.
Dias depois puxei assunto com ele, como quem não quer nada.
— Te vi outro dia no mercado. Até falei com você, mas você não ouviu. Estava com uma moça lá.
Ele respondeu:
— Ah, era minha mulher, pô. Mas nem te vi não. Eu bati com a moto dela e tô deixando meu carro com ela pra não ficar ouvindo história.
Perguntei se precisava de alguma coisa. Ele disse que não. No meio do papo pegou o celular para me mostrar como tinha ficado a moto. A proteção de tela era uma foto dele com a esposa e as filhas.
Era a mesma Monique.
Eu continuei nadando nos mesmos horários. Continuei encontrando ela quando dava. E continuei comendo a esposa do meu colega corno sem ele ter a menor ideia.
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Comentários (3)
Show: Quem perdoa é padre kkkk
Responder↴ • uid:gsv3ceyv1CasalAmigoBisex: Que delícia esse conto
Responder↴ • uid:1elr8t43gu4vLeonardo: Que delícia amigo, já comi uma esposa de um amigo tmb, ele nem sonha com isso, já comi até o cuzinho dela, é bom demais.
Responder↴ • uid:41igiywpb0j