Minha filha me seduziu e tornou-se minha amante
O clima entre eu e minha filha de dezessete anos já estava insustentável, a putinha estava esfregando a buceta na minha cara, era só eu chegar em casa e ela dava um jeito de aparecer no cômodo que eu estava enrolada em toalha ou usando uma camiseta minha e calcinha e assim que me via de pau duro dava aquela risadinha sacana e se trancava no quarto, eu estava vendo a hora que minha mulher ia sacar e certamente ia dar a maior merda. Naquele sábado a tarde aproveitando que a mãe tinha dado uma saidinha a sacana apareceu na sala usando um daqueles shortinhos de ginastica bem agarradinho e sentou no braço da poltrona que eu estava com uma perna de cada lado e não tive como evitar, olhei direto para a forquilha e salivei ao ver aquele volume com uma rachadura bem pronunciada no meio, debruçou no meu ombro e cochichou no meu ouvido: "Bem que você podia me levar para comprar um celular novo, o meu já está bem ruim". Porra, eu não tinha prometido nada, mas Suzi sabia como pedir as coisas. Concordei e ela correu para o quarto avisando que trocaria de roupa em um instante. Aproveitei para ligar para o celular de minha mulher e a comuniquei que sairia com Suzi para comprar o tal celular e que logo estaria em casa de volta. Não foi surpresa quando caminhamos no estacionamento do shopping ela encostou o peitinho no meu braço e esfregou aquele par de seios durinhos em mim. Comprei para ela o celular que ela escolheu, provavelmente o mais caro da loja e assim que sentamos no carro de volta a danadinha virou para mim , abrindo discretamente as pernas dentro da saia que ela tinha trocado pela bermuda, mostrando-me que estava sem calcinha, foi além do meu limite, com a mão direita peguei em sua nuca, grudei minha boca na dela e enfiei minha língua em sua boca no mesmo instante que minha filha acionou a alavanca fazendo o banco em que estava deitasse levei a mão esquerda direto naquela buceta que estava me deixando louco e passei a masturbar minha menina arrancando dela gemidos maravilhosos e em muito pouco tempo senti aquele corpinho inteiro tremer e meu dedos serem molhados pelo liquido vaginal daquela diabinha. Ainda arfando ela cochichou no meu ouvido: "Quando você vai arrombar minha bucetinha". Sem me dar tempo para responder minha filha levou a mão à braguilha de minha calça, sacando de lá minha piroca que não poderia estar mais dura fez a mais uma espetacular chupeta. Paramos em uma sorveteria e comprei um sorvete de pistache para ela disfarçar o cheiro de porra na boca que minha mulher ia sacar no assim que as duas se beijassem. Naquela noite minha mulher gemeu mais que o normal e quando acabei, ela reclamou que eu tinha sido muito violento no anal, mesmo assim, eu continuei tesudo. No domingo pela manhã convidei minha mulher para irmos remar, coisa que eu sabia que ela detestava fazer e Suzi se voluntariou. Chegando no clube, peguei uma baleira toda fodida e nunca coloquei tanta força nos remos como naquela manhã, chegando a uma praia onde conheço cada cantinho. Puxei minha gostoso até atrás de uma pedra que eu sabia ter uma pequena área de areia e a deitei ali, deixando-a nuazinha e matei minha vontade chupando aquela buceta novinha como se fosse a única na fase da Terra ouvindo os gemidos da danada, a fiz gozar em minha boca me deliciando com aquele suco de buceta delicioso e nos beijamos como dois namorados famintos, abri aquelas pernas lisinhas e dirigi meu torpedo para aquela rachinha virgem e empurrei, Suzi gemeu e contraiu o corpo ao sentir a primeira penetração de sua vida e em pressionei novamente e mais um pouco e mais ou pouco sentindo o abraço cada vez mais forte daquele corpinho que tremia embaixo de mim e passei a bombar ouvindo as besteiras que a adolescente cochichava em meu ouvido aumentando ainda mais meu tesão e enchi pela primeira vez a bucetinha de minha filha de leite de pai, agradecendo mentalmente a minha mulher por ter me enchido o saco para fazer vasectomia anos atrás. Não consegui parar depois de gozar e continuei devorando minha filhinha sentindo-a gozar me animei mais ainda e quando ela gozou pela segunda vez naquele segundo tempo eu a acompanhei ouvindo dela: "Agora não precisarei bater siririca todos os dias pensando em você". Passamos a nos encontrar as escondidas dando as mais variadas desculpas em casa, até que em uma tarde de um dia de semana, fomos a um motel e eu ou vez de chupar aquela bucetinha gulosa, enfiei a língua em seu cuzinho, levando minha filha a loucura e aos gritos ela exigiu que eu arrombasse seu cuzinho, puxei seu quadril deixando-a de quatro enquanto eu ajoelhava na cama e vi aquele alvo piscando pedindo rola, encostei a cabeça e empurrei Suzi gritou e se agarrou no lençol com os dedos das duas mãos e mostrando seu dom para dar o cu, mesmo com todos os músculos do corpo contraídos, empurrou a bunda para trás e aos pouco engoliu toda minha piroca, passando a rebolar como uma profissional até levar porra no canal anal. Continuamos fodendo, principalmente depois que a mãe dela saiu de casa.
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