Eu moleque na sauna e o coroa me sacou
Coroa e seus amigos armaram para me comer
Descobri minha sexualidade cedo e tive uma vida sexual ativa cedo também, sempre com coleguinhas da escola ou da rua, eles me colocavam pra mamar e revezavam para me comer.
No início da minha adolescência, minha família virou sócia de um clube perto de casa e comecei a frequentar o clube quase todo final de semana, mesmo sozinho. Um dia meu pai foi jogar bola e eu fui acompanhar, pois ficava louco vendo os amigos dele jogando com aquelas coxas grossas, quanto maior o homem mais eu curtia. Nesse dia os amigos dele o chamaram para a sauna do clube e eu não fazia ideia do que iria descobrir ali, fui junto e lá eles ficaram so se sunga com suas rolas marcando, mas como meu pai estava junto me contive e sai dali porque eu também estava de sunga, então logo fiquei excitado e não queria que meu pai percebesse, mas aquele cheiro de macho suado e as visões de tantas sungas recheadas não saiam da minha cabeça. No final de semana seguinte, voltei para o clube pensando em passar o dia na sauna, descobri que eram exclusivamente masculinas, que a feminina ficava do outro lado, ai que fiquei mais feliz. Para entrar na sauna eu tinha que entrar no banheiro, passar pelo vestiário, pelos chuveiros, abrir uma porta com um chuveiro sozinho e ai abria a porta da sauna, então ela ficava la no fundo. E quando abri a porta do banheiro não consegui disfarçar, tinham vários homens conversando entre si, todos do jeito que eu curtia. Homens grandes, sejam gordos ou musculosos, peludos e com a rola marcando na sunga e dois inclusive sem sunga com as picas balançando apontando para o chão. Fiquei gelado com os pés pregados no chão olhando para eles quando reparei que um deles ficou me encarando de volta, virei o rosto rápido e segui para a sauna. Lá não tinha ninguém, mas não demorou muito para porta abrir e 4 homens entrarem. Mesmo através do vapor eu conseguia ver seus corpos volumosos e a segunda bem recheada, ali eu achei que poderia apreciar a vista sem problema. Todos eles começaram a falar sobre coisas de homens, mulheres e futebol até que o um levantou e saiu, ele passou perto de mim e eu encarei morrendo de vontade de cair de boca na rola dele que passou um pouco acima da altura dos meus olhos, eu estava sentado e por ser pequeno, meus pés mal tocavam o chão.
- O que uma criança como você faz aqui - alguém me perguntou, olhei assustado e era o cara que tinha me encarado quando entrei, não prestei atenção que ele estava entre os recem chegados e pelo jeito ele viu que eu estava encarando a rola de todos, principalmente do cara que tinha acabado de sair.
- Gosto de ficar aqui - só soube dizer isso.
- Aqui não é lugar pra criança, moleque - ele disse me encarando de forma bem grosseira.
- Deixa o moleque, Roger - um outro homem disse - ele não ta atrapalhando ninguém.
O tal do Roger não falou mais nada, porém, ele ficou me encarando do outro lado. Embora estivesse apreensivo, não sai, aquele cheiro de macho, rola na sunga e suas vozes grossas falando palavrão estava me deixando louco de tesão, e o tal do Roger era de longe o mais gostoso deles. Ele tinha um barrigão, mas seus braços eram musculosos e suas coxas imensas e peludas, diferente da cabeça que era careca e só tinha uma barba por fazer, e ele não tirava os olhos de mim, embora parecesse mais relaxado, conversava com os amigos, mas me olhava as vezes, passado uns minutos ele começou a abrir bem suas coxas deixando seu pau bem desenhado e eu encarava, e não pude deixar de notar um sorriso sacana, quase como de um predador quando enfim encontrou sua presa. Ele começou a alisar o pau por cima da sunga e eu estava hipnotizado, agora ele nem olhava mais para os amigos, me olhava direto nos olhos enquanto eu mordia os lábios. Simplesmente esqueci dos outros caras até que um deles disse que voltaria para o bar, todos sairam, menos o Roger que disse que iria ficar mais um pouco, só iria no chuveiro esfriar o corpo e voltaria, então saiu com os caras, mas voltou logo em seguida. Ele entrou com o pau explodindo dentro da sunda, dessa vez sentou do meu lado. Eu estava parado, acho que era possível ele ouvir meu coração batendo cada vez mais rápido.
- Então você gosta de sauna - ele me perguntou. Eu não o olhava, mas sabia que ele estava me encarando.
- Sim - respondi ainda olhando para o chão.
- Cadê seus pais - ele perguntou.
- Em casa, moro aqui perto e venho sozinho.
- E como é o seu nome?
- Diego.
- E o que mais gosta na sauna, Diego?
- Acho ela gostava, me ajuda a relaxar.
- Ah, ajuda a relaxar, é?
Pelo canto do olho eu via sua mãe alisando seu pau por cima da sunga. Cada centimetro do meu corpo queria provar aquela rola, mas uma pequena parte queria correr. E se alguém aparecesse? Um amigo do meu pai?
- Você tem namorada? - ele me perguntou
- Não.
- Um rapaz bonito como você em breve deve arrumar uma namoradinha.
E quando ele disse disse tocou no meu ombro.
- Você parece nervoso, está tremendo.
- Não é nada - respondi tentando me acalmar - obrigado por me achar bonito.
- De nada - ele disse enquanto sua mão ia do meu ombro para a base da minha nuca. Seus dedos eram grossos e asperos, eles desceram pelo meio das minhas costas bem devagar e forma como ele descia arrepiava todo meu corpo. Foi descendo até um pouco acima da entrada da minha sunga.
- Gosta ? - ele perguntou.
Não respondi, confirmei com a cabeça apenas. E então seu dedo entrou na minha sunga. Senti um choque percorrer meu corpo quando seu dedo forçou minha bunda e ficar empinada e ele encontrou meu cu, ele não forçou de imediato, mas ficou massageando a borda com certo carinho e agressividade.
- É isso que gosta da sauna ? - ele me perguntou.
- Nunca fiz isso na sauna.
- Mas já fez?
- Apenas com meus amigos.
- Então é seu dia de sorte moleque, vou dar o que procura. Olha para mim, e quando me disse isso seu dedo começou a forçar a entrada e por eu ja ter dado para uns meninos entrou com certa facilidade e eu o encarei, mas não nos olhos, para a pica que já estava fora da sunga e ele se masturbava bem devagar. E então o cheiro da rola veio e eu instintivamente cai de boca, eu nunca tinha mamado um homem adulto, mas eu sabia o que fazer e fiz como um profissional. Sua rola não era grande, era média, mas grossa, e com dificuldade consegui engolir tudo enquanto ouvia ele gemendo baixinho me chamando de viadinho e seu dedo estava cada vez mais fundo no meu cu.
- Você chupa melhor que a minha esposa, viado - ouvi ele dizer lá de cima.
Do nada a porta abriu, eu tentei parar de chupar, mas ele segurou meu rosto na rola dele.
- Náo falei que o moleque queria rola - ouvi ele dizer para o recem-chegado - vai moleque, continua chupando que hoje tu sai daqui realizado.
- Os caras estão esperando também - ouvi ele dizer e reconheci a voz como de um dos coroas que estavam na sauna antes, então eles tinham armado isso para mim?.
Diego tirou o dedo do meu cu e me fez levantar.
- Não olha para ele - ele me disse com brutalidade, pois eu tentei ver qual dos caras era o que entrou - foca em mim, viadinho.
A sauna tinha umas bancos como escadas, ele subiu dois para cima e me fez ajoelhar no de baixo e abriu as pernas e disse "continua mamando e não reclama porque tu quer isso"
Onde eu tinha me metido? Aquele horário, por mais que fosse final de semana, não tinha quase ninguém no clube ainda era muito cedo, eu estava a merce deles. Então abocanhei a rola dele e continuei caprichando, queria agradar aquele homem, agora mais por medo do que por tesão. Enquanto isso o outro veio por trás e abaixou minha sunga. Senti seus dedos grossos afastarem minhas nádegas e então sua lingua invadiu meu cu e toda tensão fugiu do meu corpo enquanto aquele homem deflorava meu cu, eu gemia e rebolava sem tirar a pica da minha boca, não demorou muito e senti o homem tirar a lingua do meu cu e no lugar senti a cabeça a sua pica forçando a entrada enquanto sua mão segurava com força minha cintura. E entrou com força. Aquele macho me fudeu como um morto de fome me chamando de cadela, vagabunda, puta, de tudo o que não presta e em nenhum momento me atravi a parar a mamada do roger que segurava minha cabeça por precaução e aquela altura eu estava entregue, meu proprio pau estava duro. Eu estava realizado. Em minutos, pela primeira vez senti a rola de um macho me preencher de leite enquanto o seu dono se contorcia para não gemer alto.
- Cara, o cu desse moleque é maravilhoso - ouvi ele dizer e então ele saiu. Logo ouvi a porta abrir de novo e outro entrar.
- Porra, o Alberto deixou ele no jeito - ouvi o recem chegado falar.
- So aproveita porque esse moleque é nosso deposito de porra e ele aguenta pica - Roger disse.
Senti um mão mais grossa que a anterior segurar minha cintura enquanto uma rola começava a entrar, essa era maior e meu cu se assustou.
- Calma moleque - Roger disse segurando minha cabeça com mais força - calma que você aguenta. Olha para mim, quero ver sua carinha enquanto ele te fode.
E eu obedeci, tirei a rola da boca e o encarei e que delicia, até hoje nunca encontrei um macho que me olhasse com tanta fome.
Senti o outro forçar de novo a rola e dessa vez aguentei embora sentisse meu cu se rasgar ainda mais. Meus olhos estavam presos nos olhos do Roger que agora se masturbava bem devagar com a pica toda babada e com a outra mão fazia carinho na minha nuca e outro começava a bombar cada vez mais rapido e o susto se tornou em prazer e agora sem a pica na boca eu gemia de prazer e ele gozou com vontade no meu cu e pela segunda vez na vida senti meu cu encher de leite, quando ele tirou a rola pude sentir um alivio imenso do meu cu e senti a porra escorrendo para fora.
Assim como o anterior, ele saiu e logo outro entrou.
- Rogério, vem cá, deixa ele te mamar que eu não vou aguentar mais, preciso comer esse moleque se não vou gozar antes.
E eles trocaram de lugar. O tal do Rogério era um coroa negro com uma pica enorme, ela mal cabia na minha boca, mas eu chupei, ela entrava um pouco menos da metade.
Atrás de mim o Roger meteu sem cerimonia, me comia de forma bruta e bem mais selvagem que os outros. Sentia seu saco batendo na minha bunda e ele falava que era isso que putinha merecia e de fato, não demorou muito e ele gozou, foi o mais rápido, mas com certeza foi o que mais gozou e ele urrou. Fiquei pensando se alguém não ouviu.
- Pode gemer a vontade que não tem ninguém, os caras ainda estão lá de olho caso alguém apareça.
Roger tirou o pau devegar do meu cu e disse "é todo seu" e saiu.
- Vem cá, moleque - o rogério me puxou e eu puxe ver ele de perto. Barba cheia e cabelo crespo, boca carnuda e antes que percebesse ele me tacou um beijo e senti sua lingua invadi toda a minha boca.
- Gosto de pica, delicia, viadinho - e ele me virou. Me fez sentar na sua rola. Sem cerimonica, achei que seria fácil, mas ele era bem maior que os anteriores, ele me rasgou, ardeu enquanto entrava, comecei a me debater, mas eu não era nada no colo daquele homem. Com uma mão ele segurou meus braços e me grudou no seu corpo, com a outra tapou minha boca e começou a foder mesmo sentado enquanto falava todo tipo de obscenidade na minha orelha e como o o outro eu fui relaxando, sentindo mais prazer enquanto ele ia acelerando as estocadas até que gozou, meteu com força de uma vez e senti a pica invadir com leite. Ele apenas me jogou de lado e saiu. Aquela altura minha sunga estava jogada no chão da sauna, eu estava sem forças nas pernas, mas consegui pegar ela. A coloquei e fui no banheiro, não tinha ninguém, sentei no vaso e deixei tudo sair. Primeira foda de verdade e fui arrombado por 4 brutamontes que sequer vi o rosto ou sabia o nome, e enquanto meu cu estava ardido meu pau voltou a ficar duro. Fui no chuveiro da sauna e bati uma lembrando da rola de cada uma. Nunca mais os vi e até hoje procuro uma foda como essa, mas não encontro.
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