As Meninas do Parquinho
As Meninas do Parquinho
Dona Suzana entrou no quartinho onde eu ficava no meu trabalho um pouco nervosa.
- Boa tarde, dona Suzana!
- Boa tarde, seu Cláudio!
- Que que foi que houve? A senhora parece um pouco nervosa.
- Seu Cláudio, o senhor tem um tempinho para ir lá em casa? Preciso da sua ajuda um assunto sério, mas não queria conversar aqui embaixo. Prefiro um lugar um pouco mais reservado, mas tem que ser agora, porque daqui a uma hora as minhas filhas estão chegando da escola e aí já não vou poder mais conversar.
- Não se preocupe, Dona Suzana. Eu posso ir agora mesmo com a senhora. Tô ajeitando umas coisas aqui, mas isso pode ficar para mais tarde. A senhora quer que eu lhe acompanhe?
- Me de 5 minutos e o senhor pode subir.
- Tudo bem. Daqui a pouco vou no seu apartamento.
- Obrigado!
Dona Suzana era moradora do terceiro andar de um dos blocos de apartamento de um condomínio qual eu trabalhava. O condomínio contava com seis blocos de apartamentos, em uma área considerável na periferia de uma cidade cujo nome eu prefiro omitir. Eu trabalhava lá há pouco mais de um ano, desde que me separei. Entrei no condomínio como um zelador e acabei me tornando um faz tudo. Como tinha muita habilidade como eletricista e bombeiro hidráulico - habilidades que me foram passadas por meu pai - acabei ganhando a confiança de todos e fazendo pequenos consertos para os condôminos. Isso me gerava um pagamento extra que superava o meu próprio salário. Mas o melhor, quando comecei meu trabalho, que me foi indicado por um amigo, é que eles possuem um quartinho para o zelador, próximo à área de lazer. Eu comecei utilizando para descansar no horário de almoço, e depois, com a connivência do síndico, a dormir de um dia para o outro, chegando, por fim, a dormir vários dias seguidos no quartinho. Os condôminos não reclamavam, porque nas minhas horas extras é que eu fazia consertos para eles e ganhava meu extra. Tinha sempre uma tomada com mau contato, uma torneira pingando, um vazamento, ou qualquer outra coisa para a qual me requisitavam. As pessoas eram gentis, apesar de pequenas desavenças entre um outro condômino, de forma que o ambiente de trabalho era bem legal e receptivo. Eu preferia do que ter que voltar para casa todos os dias e assim fui transformando aquele quartinho em quase uma segunda moradia. Mas o importante para nossa história é que ele ficava bem ao lado de um parquinho onde as crianças se divertiam a noite, mas essa é outra parte que veremos depois. Vamos voltar a dona Suzana.
Esperei somente os cinco minutos e subi para o terceiro andar do bloco C, onde ela morava. Quando entrei ela me agradeceu e pediu que eu me sentasse no sofá e que precisava conversar algo muito delicado. Por motivos que vocês saberão depois, minhas pernas ficaram logo geladas de preocupação, mas tentei não transparecer nada.
- Pois não, Dona Suzana. Que foi que houve?
- Seu Cláudio, eu passei o dia completamente preocupada e mal podia esperar para chegar em casa. Eu estou recorrendo ao senhor porque eu preciso descobrir uma coisa que tá me preocupando.
- O que eu puder ajudar a senhora é só dizer!
Ela parece ser visivelmente nervosa com o que queria falar, o que me deixava preocupado também.
- Sabe, seu Claúdio. O senhor sabe que eu crio minhas filhas só desde que me separei do meu marido há dois anos. Ele até que ajuda com a pensão, mas é pouco presente, e é muito difícil para uma mãe criar duas filhas sozinha.
Dona Suzana era mãe de duas meninas gêmeas - Sara e Júlia. Elas já tinham 14 e eram um doce. Loiras como a mãe, de cabelo liso e grande. O corpo já estava despontando e elas pareciam seguir o mesmo caminho do corpo da mãe. As pernas torneadas, o bumbum redondinho e peitinhos pequenos. Quase duas Suzanas em miniatura. Quando ela falou nas filhas eu me preocupei ainda mais, mas tentei não alterar a minha fisionomia para que ela não percebesse.
Ela continuou:
- Eu tento criar minhas filhas da melhor maneira possível. Elas são meninas muito estudiosas e educadas.
Nesse momento ela encheu os olhos d'água.
- Sim. Mas por que a senhora está me dizendo isso?
- O senhor já vai entender. Ontem à noite, quando fui no quarto delas botar elas para dormir, eu ouvi uma conversa das duas. A porta tava um pouco entreaberta. Quando eu ouvi a conversa eu parei no corredor e não me aproximei para saber o que elas estavam dizendo. Mãe sempre faz isso; mas é só cuidado com as filhas. Mas o que eu ouvi acabou comigo!
Eu devia estar branco de medo nessa hora, mas mesmo assim tive forças para perguntar:
- Mas o que foi que a senhora ouviu que a deixou assim?
- A Sarinha e a Júlia estavam conversando sobre pau. Elas falavam do pau de alguém e do quanto ele era duro e quente.
Com Dona Suzana falou ‘alguém’ entendi perfeitamente que ela não sabia de quem era o pau do qual as filhas falavam. Imediatamente fiquei mais calmo, justamente, porque a não ser que eu estivesse muito enganado, o único pau que aquelas meninas estavam vendo duro e punhetando, era o meu. Acho que nesse momento até a cor voltou para o meu rosto, apesar de ainda estar preocupado por saber que alguém havia descoberto alguma coisa.
- Dona Suzana, isso é coisa de menina. No mínimo elas conversaram com alguma das amigas e ficam repetindo em casa. Não deve ser nada.
- Espera! Deixa eu terminar de falar! Não foi somente isso que me deixou assim!
Nesse momento, ela voltou a encher os olhos da água.
- Eu sempre criei as minhas filhas de maneira aberta, conversando as coisas com ela, para que elas não tivessem educação repressora como eu tive. Assim, elas passaram a ter confiança em mim e eu podia saber que elas iam ter o crescimento mais saudável. Eu sei que elas estão na idade do despertar sexual. Que tá no momento de terem namoradinhos e suas primeiras experiências.
- Então, coisa da idade. Não precisa a senhora se preocupar tanto.
- Espera! Deixa eu falar. Eu continuei no corredor, calada, ouvindo o restante da conversa. Sara perguntou o que Júlia o que ela tinha achado da primeira vez dela chupando um pau, se ela tinha gostado de pôr na boca. Júlia disse que tinha gostado, que o pau era bem quente na boca e que era bom chupar como se fosse um picolé. Sara logo disse que também adorava chupar, especialmente o melzinho que saia, e que era liguento. Elas riam o tempo todo, o que me mostrou que não foi nenhum tipo de violência que elas passaram. Logo pensei que as duas estavam de namoradinho e que tinha começado a chupar a pica deles. Nunca pensei que elas estivessem com algum menino; elas nunca me falaram nada e elas não costumam me esconder as coisas.
- Então, Júlia e Sara devem ter arrumado algum namoradinho. Até aí nada demais. As meninas que ficam ali pelo parquinho estão sempre paquerando com os garotos. Tem até uma menina do bloco A, a Marcela, que namora com aquele ruivinho do bloco E, o César, filho da Dona Judite. Eu creio que os pais sabem porque eles saem de mão dadas pelo condomínio.
- Os pais deles sabem sim! Isso não é problema. Mas não foi só isso. A conversa continuou enquanto eu ouvia no corredor. Sara disse que conseguia engolir mais o pau do que Júlia, e que Júlia engasgava logo. Julinha disse que quando tentava botar mais dava vontade de vomitar. Sara falou que ela precisava relaxar enquanto tivesse chupando e novamente elas começaram a rir. Confesso que eu não tava com raiva, pois para mim era natural que minhas filhas começassem a ter seu despertar sexual.
Ver Dona Suzana narrar, sem saber, as experiências das filhas com meu pau, fez com que ele começasse a endurecer dentro da calça. Sentado no sofá, eu mal conseguia esconder que meu pau tava endurecendo. Eu tentava me controlar, mas enquanto ela falava, eu lembrava com detalhes das meninas tentando engolir meu pau, mas sem conseguir ir nem até a metade. Sara realmente engolia mais e chupava de olhinhos fechados, segurando forte no pau - Júlia era mais desajeitada, engasgando quando tentava enfiar mais no pau na boca; ela gostava também de pegar nas minhas bolas enquanto Sarinha chupava.
Minhas memórias se dissiparam quando Dona Suzana continuou a falar:
- Logo depois, Júlia disse que a irmã, além de engolir mais pau, também conseguia beber mais leite. Eu fiquei chocada com o que eu ouvi. Além de chupar um pau, minhas filhas estavam deixando que os namoradinhos delas gozassem na boca. Eu fiquei muito surpresa que elas, tão novas, já levassem gozada na boca. Logo em seguida, Sara perguntou se Júlia tinha gostado do sabor do leite. Julinha disse que achava estranho, que era gosmento, mas também salgadinho. Sara logo completou dizendo que adorava leite e que Julinha ia gostar também; era só se acostumar.
Meu pau endureceu de vez na calça. A continuidade da narrativa da mãe tava me enlouquecendo. Afinal de contas, ela não sabia, mas era eu que estava amamentando aquelas duas bezerrinhas. Dona Suzana continuou:
- Eu fiquei surpresa demais com essa história toda, mas tinha que entender que elas estavam crescendo. Minha maior preocupação mesmo naquele momento era que tinha que começar a conversar com elas sobre gravidez e doenças. Deus me livre, de nessas condições, uma das minhas filhas engravidar.
- Mas, então, dona Suzana. Se a senhora disse que tá tudo bem, é só conversar com elas.
Eu tentava parecer sério, mas ainda tava preocupado com a história toda está sendo descoberta, embora meu pau completamente duro me lembrasse que eu estava muito excitado em ouvir que as minhas menininhas gostavam de beber meu leite.
- Mas, sabe, não foi isso que me chocou realmente. Até aí eu pensava que as meninas tinham arranjado namoradinhos e estavam tendo suas descobertas. Mas, logo depois, a Julinha disse uma coisa que acabou comigo.
Nesse momento dona Suzana desatou a chorar, colocando a cabeça entre as pernas, com a mão nos cabelos. Eu aproveitei para sair da poltrona e me sentei ao lado dela no sofá. Ela não conseguiu ver meu pau duro na calça, mas achei que a qualquer momento iria perceber. Eu a abracei, tentando confortar a mãe, cujas filhas chupavam o meu pau vez por outra, sendo bem alimentada de leitinho grosso e quente. Eu já sabia que ela não conhecia esses "namoradinhos" das filhas, - aliás era ótimo saber que ela pensava que as filhas estavam chupando o pau dos garotos do condomínio - mas fiquei intrigado com o que ela tinha ouvido que tinha deixado ela tão preocupada.
Quando eu abracei, ela ficou mais chorosa. Acho que por se sentir acolhida. Quando ela se recompôs um pouco, continuou que estava falando:
- Mas, o que foi que a senhora ouviu, então?
- Logo depois que as duas falaram do que achavam de beber leite, eu ouvi a Julinha dizer: “O pau do tio tem muito leite!”. Meu Deus, o senhor entendeu? Não é um garoto que elas estão chupando; é um adulto. As minhas filhas estão chupando e bebendo leite do pau de algum homem aqui do condomínio.
Ela desatou a chorar de novo. Entendi na hora que dona Suzana havia descoberto que as filhas chupavam o pau de homem e não um garoto de merda qualquer, mas também entendi que ela não tinha a menor ideia de quem era, se não já teria jogado tudo na minha cara. A situação toda era muito excitante, mas perigosa.
- Tentei me fazer de doido. Mas, dona Suzana, ainda não entendi porque que a senhora me chamou aqui.
- Seu Cláudio, preciso que o Senhor me ajude a descobrir quem é esse homem. Eu já pensei em ir à delegacia, mas isso iria expor minhas filhas aos olhares de todos. Por isso ainda não fui. Preciso que o senhor me ajude sem muito alarde, para que outras pessoas do condomínio não saibam. Não tô aguentando saber que as minhas menininhas estão sendo abusadas por algum canalha.
A simples menção disso fez ela chorar ainda mais e se aninhar no meu peito buscando conforto.
Envergonhada com a própria fragilidade, ela foi para a cozinha buscar um copo d'água. Eu a acompanhei. Ela havia tomado água para se acalmar, e estava encostada na mesa.
As meninas não eram safadinhas ou putinhas, e realmente a mãe as criava com muita educação. Mas, elas estavam realmente tendo suas descobertas, e eu era o sortudo que tava sendo chupado por duas ninfetinhas. Porém, não dava para negar que me sentia um pouco culpado ao ver Dona Suzana daquele jeito. Mas nada que tirasse o meu tesão e fizesse meu pau amolecer.
O problema foi que, em pé na cozinha, ela podia ver o tamanho do meu pau na calça. Em frente a ela, notei quando ela olhou para o meu pau e viu o quanto ele estava duro. Durante alguns segundos, ela fixou o olhar na minha calça. Como ela não sabia que era eu que estava dando de mamar suas filhinhas, ela ia achar que eu tava excitado pelo que ela tava me contando. E era isso mesmo, mas não podia deixar transparecer tão fácil.
Imediatamente a abracei, com a desculpa de consolá-la. Acolhida em meus braços, ela voltou a chorar. Só que logo em seguida, senti ela pressionar um pouco o púbis na minha rola. Ela estava sentindo meu pau duro pressionando sua buceta. Não havia visto Dona Suzana namorar ou ter qualquer tipo de encontro no último ano, desde que comecei a trabalhar no condomínio. Ela devia estar sem homem há muito tempo. Acho até mesmo que a história das filhas, apesar dela estar chocada, deixou ela um pouco excitada.
Quando sentia ela pressionar a buceta em cima do meu pau, passei o braço em torno da sua cintura, com outro em suas costas, de forma que ela ficasse bem alinhada em meu peito. Pressionei o pau para frente esfregando ainda mais na sua buceta, e não senti que ela recuou. Naquele momento soube que não seria somente Júlia e Sara que beberia o meu leite, mas a mãezinha também ia se fartar na minha pica.
Depois de sarrar um pouco a sua buceta, ouvindo sua respiração se alterar, dona Suzana parece que voltou a si. Soltando-se do meu abraço, ela virou de costas para mim e disse que eu podia ir e que depois lhe respondesse se eu iria ajudá-la ou não. Depois daquela sarrada na buceta, sabia que ela tava querendo. Tava sem homem há bastante tempo, e com certeza com a buceta toda melada. Decidi ser mais ousado; abracei-a por trás, com a mão em sua cintura e a outra um pouco abaixo dos seios. Ela cruzou os braços para se proteger, mas naquela posição, foi a vez de esfregar meu pau na sua bunda.
- Claro que eu vou lhe ajudar Dona Suzana. Não se preocupe! Se eu descobrir qualquer coisa, eu falo para senhora.
- Muito obrigada, seu Cláudio - ela disse com a voz trêmula.
Nesse momento, meu pau já pressionava o rabo dela e eu não senti ela recuar. Era tarde demais para voltar atrás. Desci as mãos para a cintura dela segurando bem forte, encostando ela na pia. Agora ela não tinha para onde ir. Meu corpo pressionava o seu na pia, de forma que ela não tinha como se mexer. Ao mesmo tempo sarrava com força esfregando meu pau por cima da roupa.
Dona Suzana vestia uma saia solta de um tecido bem leve, quase no joelho. A saia marcava bem a sua bunda. Assim como a das filhas, não era grande, mas era bem delineada e redondinha. Pressionando-a na pia e com as mãos em sua cintura eu esfreguei com força a minha rola no seu rabo. Ela respirou forte e por alguns segundos se entregou deixando que eu desse uma bela sarrada.
Mas, logo ela voltou a si, dizendo:
- Para, por favor! O que o senhor está fazendo? Não foi para isso que eu chamei o senhor aqui.
- Dona Suzana, a senhora tá precisando relaxar. Tá muito nervosa com tudo isso. Desde que eu trabalho aqui, não vejo a senhora com homem nenhum. E uma mulher precisa ser satisfeita. A senhora tá precisando disso. Vai lhe ajudar a ficar mais relaxada.
Eu disse isso já coloquei a mão dela em cima do meu pau por cima da calça. Ela não desgrudou os olhos de mim enquanto eu falava, mas apertou meu pau e não tentou retirar a mão. Foi aí que eu me aproveitei de vez. Segurei na bunda dela com força puxei até a mesa da cozinha, fazendo com que ela deitasse o corpo por cima da mesa. Levantei sua saia e sua bunda apareceu, deliciosa, branquinha, redondinha. Apesar dos seus 30 e tantos anos, dona Suzana era uma puta mulher. Uma loira bonita e gostosa, mas que só pensava em trabalhar e sustentar as filhas.
Imediatamente, baixei sua calcinha até o meio das pernas. Um cheiro de buceta subiu até minhas narinas. Ela estava completamente molhada. Sem sair da posição, ela ainda tentou protestar:
- Seu Cláudio, para, por favor! O que é que a gente está fazendo? Minhas filhas vão já chegar da escola.
Realmente já eram quase 5 horas, as meninas já iam chegar e elas não podiam me pegar comendo a própria mãe delas.
- Calma, dona Suzana. Dá tempo para uma rapidinha.
Antes que ela protestasse de novo, fui enfiando o pau devagarinho naquela buceta gostosa e quente. Minha rola não é nada demais, não tenho 30 cm, nem muito menos ela é da grossura de uma coca-cola, como muitas vezes se diz por aqui. Mas, tenho um pau considerável, grossinho e de uns 18 cm; mas o grande diferencial mesmo é que eu gozo muito. Minhas ex-namoradas e minha ex-esposa adoravam quando eu gozava em cima do corpo delas, porque sempre meu pau soltava seis ou sete jatos de leite quente em cima delas. Tinha uma que adorava banhar o rosto inteiro o meu leite. Eu gozava vários jatos no rosto dela, ao ponto de escorrer e ela ficar lambendo o que caia na boca dela, para depois beber o restinho no meu próprio pau. Por isso Sara bebia mais leite. Ela sempre tomava os primeiros jatos de porra; eram mais fortes e cheios; quando diminuíam um pouco, era a vez de Julinha.
Eu esfreguei a rola umas duas ou três vezes naquela buceta molhada antes de meter; pelo jeito que ela gemeu, deu para sentir que ela não levava rola há muito tempo. Com a cabeça bem molhada, introduzir devagar, mas firme, pois sabia que não podia demorar muito. Quando a rola entrou toda naquela bucetinha gostosa, eu pressionei meus quadris, enterrando até o fim, enquanto dona Suzana soltava um gemido profundo e demorado. Depois comecei a bombar, segurando-a pela cintura e com a mão em seus cabelos. Com o ritmo das bombadas e a mesa tremendo, não demorou muito para a dona Suzana ter um orgasmo que fez com que ela se tremesse toda. Sem aguentar mais ela pediu para eu parar de meter, e eu segurei ela com a rola toda dentro da bucetinha.
Ela levantou o corpo da mesa, deixando que o meu pau saísse, todo melado dos seus sucos. Ela tava de perna bamba e logo sentou na cadeira com a calcinha ainda pelo meio das pernas. Eu fiquei em frente a ela, ainda com o pau completamente duro, pois não tinha gozado.
Ela segurou no meu pau e admirou por um instante. E olhou nos olhos e começou a ensaiar uma lenta punheta. Não estava com raiva de ter sido fudida quase à força; tava so espantada em ter levado rola de forma inesperada.
- O senhor tem que ir, as meninas já estão chegando.
Realmente elas já deveriam estar chegando, mas com o pau duro daquele jeito não tinha simplesmente como eu ia embora. Pois as mãos em seu cabelo e ela entendeu tudo. Imediatamente colocou a boca no meu pau e começou uma bela chupada. Ela chupava com sofreguidão; mulher experiente, que sabe o que é ter uma rola na boca. Era uma chupada completamente diferente das filhinhas, que estavam aprendendo ainda como fazer um bom boquete.
Dona Suzana chupava e massageava minhas bolas. Não havia perdido jeito, apesar de não fazer isso há algum tempo. Sabendo que não podia demorar e lembrando do quanto as meninas - especialmente Sarinha - adoravam se lambuzar no meu leite, pedi para gozar na boca dela.
- deixa eu dar uma gozada na sua boca, para você beber meu leite.
- Goza, eu gosto.
- Mas, eu gosto bastante.
- Tem problema não.
Ela voltou a chupar. Segura ela pelos cabelos e passei a foder a sua boca com força. Quando não aguentava mais, sussurrei para ela:
- Chupa, dona Suzana. Eu vou gozar.
Não terminei de falar e meu pau começou a pulsar na boca dela. Eu podia sentir os jatos sendo despejados naquela boquinha quente. Quando viu que era muito ela tentou tirar a boca, mas eu segurei pelos cabelos, e fiz que ela bebesse tudo. Só deixei que ela tirasse a boca quando o último jato escorreu pela sua garganta. E depois de ter bebido tudo, tirei minha rola já meia bomba de dentro daquela boquinha gostosa. Ela ainda punhetava devagar e deu uma última lambida na cabeça, apanhando as últimas gotas de porra grossa.
- Você goza muito!
- É. Meu pau tem muito leite.
Nesse momento, dona Suzana olhou estranho para mim, com a cara um pouco assustada. Achei que iria me falar alguma coisa, mas ouvimos uma batida na porta e percebemos que as meninas tinham chegado. Imediatamente guardei meu pau dentro das calças. Dona Suzana ajeitou a calcinha e a saia, bem como os cabelos. Limpou a boca do que ainda restava de porra e foi abrir a porta para receber as filhas, dando a desculpa que eu estava ali para ajeitar uma torneira.
Sara e Julinha entraram e fizeram uma cara de surpresa quando me viram, mas aceitaram a desculpa que a mãe havia dado para me encontrar ali. Júlia entrou no quarto dizendo que ia ao banheiro; só Sara que me encarou um pouco e depois olhou para o meu pau; tive medo que a menina botasse tudo a perder ali. A mãe não percebeu os olhares dela, nem mesmo quando ela mordeu suavemente o lábio inferior, como se tivesse lembrando do momento que ela tentava engolir pelo menos até a metade do meu pau, mas conseguindo passar somente um pouco depois da cabeça. Já Sarinha não tinha a ideia de que eu acabara de foder a mãezinha dela, e de que assim como ela, a mãe agora, também era minha bezerrinha.
Fui embora rapidinho, mas ainda deu para ouvir Dona Suzana mandando Sarinha para o banho. Voltei para o quartinho imaginando as duas tomando banho, peladinhas, deliciosas. Um dia iria tomar um banhozinho junto com elas. Mas uma coisa ainda me intrigava: a cara de espanto de Dona Suzana quando eu disse a ela que meu pau tinha muito leite.
No dia seguinte, dona Suzana entrou no meu quartinho quase no mesmo horário. Estava visivelmente nervosa.
- Seu Cláudio, eu preciso saber!
- Saber o que é dona Suzana?
- Ontem, depois que o senhor me comeu e que eu chupei sua pica, o senhor gozou na minha boca.
- Eu sei. Foi uma gozada deliciosa e a senhora tomou tudo. E gostou, que eu vi.
- Não é isso. Ontem, o senhor disse: "O meu pau tem muito leite!".
- E tem mesmo. A senhora pode atestar. Encheu a boquinha com a minha porra quente. Mas o que é que tem? Por isso que a senhora tá nervosa?
Dona Suzana encheu os olhos d'água de novo:
- Foi a mesma coisa que a Julinha disse: " o pau do tio tem muito leite."
- E dai?
- É o senhor, não é? É o senhor que as minhas filhas estão chupando.
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Comentários (3)
Comedor: Conto muito bom, poste a continuação. Muitos anos atrás tive essa experiência de me relacionar com uma mulher mais velha que eu e depois com a filha dela. Foi uma ótima experiência, qualquer dia eu posto aqui.
Responder↴ • uid:h480xp5d4Seupadre: Ja estou escrevendo a continuação.
• uid:on96gc0ficMamãe de menina: Conte a história desde o início, como foi com as meninas… Espero que tenha conseguido gozar dentro da bucetinha das filhas da Dona Suzana
Responder↴ • uid:831at9mm9c