#Gay #Incesto #Sado #Traições

A melhor fantasia: o segredo pervertido do meu tio.

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Novinho Dudu

“Tava aqui pensando… O que você vai querer de aniversário?”

A voz do meu pai saiu natural e carinhosa. O quarto estava silencioso, a cama super confortável, nosso corpo cheirava limpo depois do banho juntos. Por um momento deitei a cabeça no peito dele e ficamos sem assunto enquanto o homem rolava a tela do celular e eu assistia o programa terrível na televisão.

A pergunta me animaria em qualquer outra situação, mas naquele instante parecia a ponta afiada de uma lança encostando no meu peito e lembrando que eu estava sendo injusto. Enquanto meu pai se perguntava qual presente o filho poderia querer, eu pensava em como fugir na fatídica noite do meu aniversário para ver o seu irmão cumprir a promessa feita no quarto bagunçado da sua casa.

Esconder um parceiro de transas arriscadas já é excitante, mas esconder esse parceiro sexual, que é meu tio, do cara que religiosamente me come quase todas as manhãs antes de sair para o trabalho, meu pai, é como alimentar a melhor das fantasias: o incesto perfeito.

É óbvio que fui procurado outras vezes depois da madrugada de sábado em que apanhei meu tio na rua e usei meu corpo como desculpa para impedi-lo de continuar fazendo merda. Na segunda me tirou de casa depois da faculdade jurando que conseguia convencer com uma história esfarrapada de que continuava necessitado mesmo depois da nossa trepada suja no estacionamento, de que estava prestes a chamar qualquer vagabunda para sua cama. Resolvi seu problema: de quatro na beira do móvel, empinado e abrindo as duas bandas do meu rabo como só uma puta de verdade saberia fazer. Me comeu lento, não precisava se apressar dessa vez, foi colocando com muito gel pra deslizar dentro de mim, para conseguir meter rebolando e provar que é realmente melhor a cada encontro. Eu não duvidaria disso.

É fácil me pegar no colo com seus braços longos. Me vejo no alto porque Caetano tem mais de 1,90 de altura. É gostoso envolver seus ombros largos com os meus braços fininhos e ser levando pela casa grudado em seu torso magro, mas definido pela natureza que ama esculpir homens bonitos e selvagens. Foi assim no meio da semana quando atravessamos o corredor do seu apartamento pequeno no subúrbio e paramos na sala. Me deixou pelado no sofá depois de uma trepada pesada, meu corpo doía muito e eu tinha certeza que aquele homem que fechava as cortinas ao anoitecer havia deixado uma marca imensa no meu pescoço quando gozou encaixado em mim, de frente, entre minhas coxas, chupando e mordendo meu pescoço como um amante indecente.

Outro dia estava na cama com meu pai. Era um final de tarde fresco, eu gemia apertado e bem fininho no ouvido do meu cara enquanto transávamos lento, mas com força. Tentei desconversar quando perguntou que mancha esquisita era aquela em minha pele. Riu da minha cara nervosa, alisou meus cabelos, beijou do outro lado do pescoço e continuou metendo com jeitinho, encaixando tão bem e tão fundo para a matar a saudade que dizia ter do meu corpo, que minha vontade era de me fundir à pele dele.

“Foi um começo de semana intenso, meu pequeno. Deixa eu aliviar meu tesão nesse rabo antes que arranje confusão por aí.”

O papo era o mesmo do meu tio, eu ria e tremia. Ria porque conseguia perceber certa ironia na fala do meu pai enquanto socava até o fundo. Eu pedi a Caetano que não contasse nada sobre nossos encontros, mesmo que o irmão desconfiasse. Tremia porque era duro aguentar meu pai metendo no mesmo rabo que o irmão tinha metido antes. Mordia o travesseiro, enfiava minha cara no peito do homem acima de mim, travava a mandíbula, mas jamais fugiria. Enquanto muitos gays lutam para ter um homem na cama, tenho dois irmãos prontos para me satisfazer até o ponto mais extremo. Eu sou o sortudo aqui.

É claro que o tio Caetano me fez sair escondido de noite para uma trepada arriscada em outra noite traiçoeira, virou costume.

“Aquele bobão nunca vai desconfiar que você saiu pra dar pro seu titio aqui” falou me agarrando por trás enquanto subíamos as escadas do seu prédio.

“Olha lá como fala do seu próprio irmão.”

“Nem briga comigo, aquele ali nasceu pra ser corninho. Mas também… quem manda criar você tão bem assim? Parece que sabia o que tava fazendo quando te ensinou a dar gostosinho esse rabo.”

“Fala baixo, tio. Olha o eco da nossa voz chegando no último andar. Se alguém escutar esse papo de pervertido, você tá ferrado.”

“Vê na minha cara se eu me importo?” Sussurrou só para entrar no clima da nossa brincadeira sem vergonha.

Eu olhei. Guardava a maior expressão de macho pronto para cometer alguns erros.

“Esse é o seu problema, tio.” Respondi.

“Qual?”

“Seu jeito de provocar me faz querer continuar.”

“Desde que continue empinado pra mim, não tem problema nenhum. Tenho o direito de abusar do meu sobrinho gostosinho.”

E enfiou de uma vez a mão dentro do pijama que eu fiz questão de manter quando fugi no meio da madrugada. Sem cueca por baixo foi fácil ir direto pro meu anelzinho e eu fui obrigado a parar entre os lances da escada pra soltar um gemido fininho. O homem gostou tanto que me agarrou ali mesmo terminando de descer meu calção e socar dois dedos cheios de saliva no meio da minha bunda. É facinho me segurar pela cintura, me fazer empinar e comer meu rabo com a mão. O homem fica enorme perto de mim, parece ainda maior do que é.

Ainda mais fácil é continuar interessado no seu corpo viril. É o tipo de magro cujo corpo se torna firme e torneado. Quando desabotoa a bermuda e desce o suficiente para sacar a pica, a penugem escura da virilha fica a mostra, no ponto de saltar pelo cós da cueca barata.

A parte boa de alugar um apartamento nesses prédios caindo ao pedaços é a chance quase nula de existir uma câmera entre os andares. Aproveitamos disso. Fiquei de joelhos degraus acima, meu tio em pé de joelhos bem abertos e calça arriada uns degraus abaixo, inteiro curvado altura perfeita para encaixar a pica enorme e dura na minha boca me fazendo mamar a força. Aguento reclamando, mas chupo com gula, meço cada centímetro da rola com a língua molhada, cuido bem da cabeça, mastigo as bolas com o empenho de um sobrinho bem criado. O homem quase goza uma série de vezes, por isso só gira meu corpo no degrau, ajusta a altura do seu quadril pra encaixar em mim e soca até o fundo percebendo que estou preparado.

“Dá pra sentir direitinho que seu pai já botou nesse rabo hoje” ele fala entre gemidos apertados. “Já conheço a tanto que a pica do mano abre seu cuzinho. Mas agora é minha vez de terminar essa obra de arte.”

“Vocês tão me dando uma canseira danada” falo com dificuldade sentindo meu corpo sofrer com as estocadas do meu tio.

“Já falei, meu gostoso… Já falei que a melhor coisa vai ser deixar seu papaizinho saber que você tá dando pra mim. Aposto que ele vai curtir em saber que o irmão tá junto nessa parada de fuder o moleque safado dele.”

“Sei que vai, mas eu quero me divertir mais assim. Também posso… Ai, caralho. Sua boca é perfeita me chupando, tio.”

“Assim como?” Ele soca de uma vez depois de tirar a cara inteira da minha bunda e vascular meus rabo com os dedos e a boca. Suspira com o queixo lisinho todo melado quando eu olho para trás. “Quer se divertir dando escondido pro seu titio?”

Não consegui responder, estava gostoso demais para fazer qualquer outra coisa além de me masturbar de joelhos na escada mal iluminada de um prédio caindo aos pedaços e gemer abafado para não chamar atenção. Gozamos assim grudados um no outro, eu melando tudo, ele deixando o leite grosso dentro do meu rabo. Subimos apressados e quase despidos para dentro do quarto. Bagunçamos lençóis, rimos enquanto Caetano me caçava pela cama e me mordia ou esfregava o queixo suado em minha barriguinha, ou quando me pegava e imeditamente girava meu corpo para provar outra vez o sabor da própria porra esquecido na pele da minha bunda.

“Seu aniversário é em algumas semanas” ele falou quando nos aquietamos melados sobre o edredom amassado. Eram baratos, não combinava com meu padrão.

“O que eu mereço de presente, grandão?”

“Você já deu uma dica do presente. Posso dizer que é bem grandão mesmo.”

Ele estava deitado com os ombros apoiados na cabeceira, braços cruzados para trás, mãos apoiadas na nuca. O suvaco lindo e brilhante de suor exposto chamava tanto minha atenção quanto o pau onde eu deitei. Era delicioso deitar no meio das pernas dele e ficar admirando a barriga seca, o peito bonito, a cara marcada de homem vaidoso e lindo, mas precisei escalar esse mesmo corpo e sentar completamente nu sobre a pica dando leves pulsadas ainda. Chafurdei os pelos da axila com meu nariz. Ele sorriu. Cheirei, brinquei com a pele, beijei e mordi o braço. Quando olhei, Caetano já estava de olhos fechados e a boca entreaberta esperando meu beijo.

O homem consegue beijar lento depois de algumas gozadas, parece amansado. Me deixa sugar sua língua, me deixar mordiscar os lábios e provar sua saliva viril. Parece querer me sufocar com seu beijo ao ponto da saliva quente escorrer da sua boca em meu queixo. Sempre chego em casa com o cheiro dessa trepada na pele. É inevitável.

“Já tenho a primeira dica do meu presente” falo após o beijo. “É grandão. O que mais? É grosso também?

“Exatamente. E pra completar gosta de entrar todinho em você” falou com os olhos grudados nos meus.

“Muito difícil adivinhar” fingi com carinha de inocente.

Acho que o tio Caetano não aguenta com essa minha cara, porque lá embaixo ele já estava caçando o rumo do meu rego. Esticou a mão, alisou a bunda melada, desceu um tapa firme e foi escorregando a cabeça da rola dura outra vez pra dentro.

“É duro, grande, adora ficar dentro de você… Não é tão difícil assim adivinhar que o seu titio quer passar seu aniversário te dando uma surra de piroca grossa.”

Eu gemi porque era lindo ver esse homem embaixo de mim falando coisas sujas com sua voz firme, mas também porque ele já estava metendo devagarinho, indo até o fundo e se contorcendo pra conseguir sair de dentro só por ter o prazer de colocar de novo. Só parou quando gozou de novo, em menor quantidade, assumo, mas ainda o suficiente para deixar o seu cheiro tão marcante impregnando na minha pele.

“Como acha que vou fugir na noite do meu aniversário pra ficar contigo? Meu pai não é o idiota que você pinta, tio.” Fui sincero enquanto me vestia.

Ele riu esticado na cama bagunçada, nada cobrindo seu corpo magro e alvo como o meu. Arrumava de um jeito encantador os cabelos pretos ondulados que deixei suados quando me agarrei neles, sorria satisfeito pela transa escondida e ainda babava em me ver ajeitar meus próprios cabelos dourados numa tentativa de disfarçar nosso erro. Pegou o celular esquecido no canto da cama e apontou na minha direção fazendo uma foto nada discreta.

“Acho justo fazer com ele o que vocês dois fizeram comigo. Enche aquele bobão de cachaça, coloca pra dormir e vem aqui pra eu te encher de porra. Irrecusável, né?”

“Que tom foi esse? Até parece que não gostou de ser abusado por nós dois. Acha que não lembro do prazer na sua cara quando meu pai bateu uma pra você?”

“Agora você tocou em terreno perigoso” e gargalhou cobrindo o rosto com um edredom gasto provavelmente cheirando ao nosso sexo.

“Acho que você tá querendo repetir aquela loucura” acusei com meu sorriso malicioso.

“Sem punheta entre irmãos até que dá pra pensar nisso… Para de tentar mudar de assunto. O que você vai fazer, que mentirinha vai contar, não me interessa. Quero seu corpo aqui, nessa cama, tomando pica do titio até desmaiar.”

“Adoro esse tipo de ameaça” sussurrei e joguei um beijinho para ele antes de fugir sem falar mais nada.

O homem não precisou me deixar na porta, nem descer as escadas comigo. Sei sair do seu prédio como uma sombra. Dirigi para casa, cansado e dolorido.

Meu pai suspirou quando arrumei o edredom pesado e cheiroso em meu corpo assim que cheguei em casa. A madrugada estava mais silenciosa que o comum, o que alimentava meu leve desespero. Me abraçou, cheirou meus cabelos, sorriu no escuro dando beijinhos na lateral do meu rosto até chegar com os lábios na altura do meu queixo onde restava o cheiro delicioso da saliva do próprio irmão. Ficou me cheirando e me beijando lento, apaixonado, como sempre é.

“Onde você estava?” Perguntou sem precisar abrir os olhos, testa grudada na minha, mão alisando meu quadril morno.

“Fui ao banheiro, pai. Você deixou porra dentro de mim, precisei me lavar rapidinho.”

“Você demorou.” Ele reclamou calmo, sonolento ainda. “Seu rosto tá com cheiro de… Tá com um perfume gostoso, meu amor.”

“Cheiro de homem?” Gemi bem baixinho.

“Sim, cheiro de macho. Meu bebê tá com cheiro de macho na cara.”

“Sua cabecinha tá ficando perigosa, papai. Não lembra que você cuspiu na minha boquinha enquanto me fodia?”

“Não lavou o rosto? Adoro quando você prefere ficar com o cheirinho do papai assim impregnando” sussurrou, safado.

“Eu não vou tirar seu cheiro de mim. É pecado, pai. Seu cheiro é delicioso.”

“Pecado é o que você faz comigo.”

Foi a chave para outro beijo. Agora mais longo, ainda lento, mas muito molhado. Um desses beijos que duas pessoas trocam quando se amam perdidamente antes de dormir profundamente em paz.

A melhor parte de um segredo bem guardado é que na maioria das vezes isso é compartilhado por baixo dos panos. Você não está sempre sozinho em uma história. Ainda mais numa tão pervertida quanto a minha.

Percebi meu pai inventando manobras para responder algumas mensagens de vez em quando. Tirando meu exagero de lado, não é como se tivesse se escondendo de alguém, mas andava cuidadoso com o celular. Não estava distante, muito pelo contrário. Quando podia, não tirava a mão de mim. Dia desses me buscou na faculdade porque resolveu tirar o resto do dia livre e no caminho não parou de provocar minha ereção dentro da calça. Alisava, ousou colocar pra fora, se esticou para me chupar no banco do carona, me beijava e me fazia rir. Quis parar no parque para tomar um sorvete comigo como fazíamos quando eu era só um moleque ao seu lado. Ele caminhando de terno sob o sol, uma imagem curiosidade e instigante, eu de moletom e regata cavada. Quando ninguém olhava, me puxava, alisava minha bunda e sussurra no meu ouvido que:

“Eu tô maluco pra arregaçar seu rabo.”

“Pai…” Tentei repreender, mas ele veio pra cima de mim com a boca cheia de sorvete e roubou um beijo gelado. Deliciosamente ousado.

“Que foi? Não posso desejar o corpinho do meu moleque? Parece até que tá dando pra outro. Olha lá, que a fase rebelde já passou. Você tá prestes a completar 22 anos.”

“Tudo bem me desejar, inclusive não faz mais que sua obrigação de pai e…” Olhei ao redor, ninguém nos ouviria. “É assim que meu pai amante faz. Mas em público?”

Ele gargalhou, me largou e continuou andando naturalmente com a rola totalmente marcada na calça social escura. Daria para ver de longe, de perto era possível assisti-la pulsar forte.

“É que eu adoro te deixar constrangido, Eduardo.”

“Pelo contrário, pai. Me dá mais tesão quando você se comporta feito um puto.”

“Não me dá ideias…” O homem ao meu lado suspirou como se deixar o próprio filho morrendo de tesão fosse um problema enorme.

Foi assim que em minutos paramos dentro do banheiro público do parque. Ele de terno encostado na parede com a piroca inteira desenhada na calça, analisando o ambiente com a maior cara de sem vergonha. Eu disfarçando no mictório, moletom arriado até as coxas, bundinha alva e empinada toda de fora. Meu pai, esperto, esperou o terceiro homem ali dentro sair para trancar a porta por dentro e nem precisar me arrastar para dentro das cabines fedorentas. Abaixou a calça, botou a pica de fora, me deixou chupar, gemeu sem medo de sermos pegos.

Um tapa no meu queixo.

“Caralho, pai!” Reclamei.

“Cala a boca, moleque. Bota a pica na boca, chupa com força. Eu sei que você adora essa rola.”

Outro tapa no meu queixo.

“Porra, pai. Aí é sacanagem comigo. Desse jeito vai ter que arregaçar meu cuzinho aqui dentro mesmo.”

“Repete.” Ele ordenou.

Tirou o celular do bolso, apontou a câmera no rumo da minha cara, deu play e o flash estourou no meu olho.

“Vai, seu puto. Fala de novo.”

“Se bater na minha cara de novo vai ter que comer meu cuzinho aqui mesmo nesse banheiro.”

Desceu o terceiro tapa, porém mais forte, de mão aberta, dedos esticados. Um pai batendo no filho de verdade. Só não ardeu mais que o efeito da pica dele entrando só com saliva no meu cuzinho, assim como eu tinha avisado para o vídeo que fez do alto. Ele encostado na parede, pernas levemente abertas, joelhos suavemente dobrados pra fazer do seu quadril um lugar onde minha bunda sentaria. Meteu agarrado à minha cintura forçando meu corpo contra o seu ainda vestidos, mas suando muito. Contaminamos o banheiro com o cheiro do nosso sexo incestuoso. Ele gozou rápido só no alto da nádega, bem no comecinho da fenda do meu rabo onde seria mais fácil limpar. Me beijou rindo, adorando cobrar de mim as suas fantasias mais deliciosas.

Quando íamos saindo depois de destrancar a porta e tentar, em vão, acomodar as rolas dentro da roupa, meu pai falou para um senhorzinho que esperava entrar e com certeza ouvia os barulhos da nossa trepada rápida.

“Cuidado com a porta, está emperrada. Uma luta pra abrir.”

“Nossa, uma luta, pai. Muito dura mesmo!” Eu concordei, debochado.

Já no carro, perguntei o que faria com o vídeo.

“Nada, filho. O que mais eu faria com um vídeo seu caindo de boca no meu pau durão? Isso aqui vai ficar na minha galeria pra toda vez que eu quiser olhar essa sua carinha linda e pervertida.”

“Eu tô bem aqui” falei ao forçar meu pai a me olhar e me beijar.

Obedeceu com um leve sorriso implicante nos lábios. Vi de canto que ele abriu o WhatsApp e mandou o vídeo. Bloqueou a tela antes que eu pudesse me atentar ao nome daquele contato. Mistérios sempre melhoram quando ficam mais sujos.

Sujos e excitantes.

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