Dei para o irmão da empregada de casa
Lidando com novas experiências e gostando muito.
Cheguei na casa do Pedro para entregar o almoço e entrei para tomar uma água. No ar, havia muita coisa. Trocando olhares, soltei um sorriso e já perguntei quando poderia aparecer por lá. Sorriu e disse pelas quatro da tarde. Ele acompanhou até o portão e voltei para minha casa. Durante o trajeto, pensei nos acontecidos das últimas duas semanas. Abri o portão e olhei a Nena, irmã dele, dando um suor no tanque lavando roupas.
Pedro é uma espécie de bilhete premiado que surge do nada. Há dois meses em São Paulo, veio procurar serviço morando com a irmã Nena, doméstica da nossa casa. A amizade veio e Pedro descobriu logo que eu precisava levar cacete. Suas olhadas deram brecha para que eu realizasse minha curiosidade e já viu! Seu caralho negro grosso, cara alto, rosto redondo com óculos, careca, quarenta e um anos, não se assustou com minha coragem ao mostrar a minha bunda branca novinha para ele, em pé na cozinha da casa da Nena, onde ele mora. Aos dezesseis, eu levaria a minha primeira rola ali mesmo. Uma esfregada do caralho na porta do meu cu e vi estrelas! Não houve mamada. A pressa era determinante. Impôs rapidez atacando fundo e seu vai e vem tirou gemidos com caretas da minha boca estando de olhos fechados. Mordi o lábio, tomei fôlego. Ágil, segurando minha cintura, mandou rola negra sem dó sendo prático. Menos de dez minutos, pau duro e sendo apertado, senti minha bunda completamente melada de esperma! Olhei, sorri e fui ao banho para sair rápido dali. Voltei arrombado e cu doendo demais. Ao menos, a entrega do almoço rendeu bem! A virgindade já era. Após este dia, emendamos mais relações e chegamos no presente precisando pintar quatro da tarde por lá.
Quinze para as quatro eu saí e deixei a Nena fazendo a janta. Acelerei e cheguei logo para detectar que ele estava com visita. Cumprimente os dois ao entrar na cozinha e achei que havia miado tudo. A visita era justamente o amigo que ele tanto falava e a ficha caiu após uma troca de sorriso. Negro e magro, Henrique já estava na casa dos quase cinquenta. O visitante soltou um sorriso e secou meu rabo na maior cara de pau! O clima se formou e ouvi dele:
- Gosta de dar?
- Muito.
Mostrou a vara negra dura e minha reação surpreendeu ao abaixar a roupa e só curvar para mamar a rola preta do Pedro também ereta. Safado, senti o Henrique só tocar a cabeça do pau negro na portinha e violar para tirar e dar uma melada. Veio e desta vez forçou para enterrar tudo e senti o poder da sua vara enquanto punhetava o Pedro para mamar pica! Caralho grosso e carnudo,ele ficou no vai e vem até sentir que podia mais. Eu apertava meu pau e chupava pau negro quando o Henrique segurou minha cintura promovendo uma surra forte de pau preto fazendo eu abrir a boca e gemer! Foram muitos segundos de rola atacando forte e fiquei entregue depois disto! Abri a bunda com as mãos e já ganhava garganta profunda para nova surra! Gaguejei com pau na boca! Ganhei um tapa e ouvi:
- Delícia!
Meu rosto corado e corpo quente denunciavam minha excitação e tara naquele momento diferente e especial. Novo, eu estava subindo de patamar fazendo com dois ao mesmo tempo! Henrique deixou meu corpo excitado e com tesão sem fazer muito esforço. Seu caralho negro quase dotado mostrou que era questão de tempo e meu cu estaria dominado. Conseguiu muito antes! Rebolei com a pica cravada e meu instinto obrigava mamar forte o pau negro do Pedro e eu já babava! Henrique fazia vai e vem sem preocupação e eu sorri pela safadeza. Falou:
- Seu cu gosta de pica.
- Come. Ai, hum!
Uma nova surra foi iniciada e gaguejei com caretas para saber como pau negro bem tarado atua diante de novinho de cu branco! Eu fui muito excitado e Pedro viu um cara desesperado mamando sua rola numa tentativa de aliviar a tara que eu estava recebendo atrás! Cada fincada do Henrique valia demais e ele tirou mostrando ao Pedro todo meu cu arrombado! Penetrou e fodeu ritmado para travar e depositar o seu leite lá dentro!
- Ah, caralho! Oh, puta que pariu!
Tirou e deixou meu cu escorrendo. Pedro mandou virar e ainda babado, penetrou e mamei a rola melada do Henrique. Limpei a pica e ganhei nova surra de pau negro para levar uma nova leitada em minutos. Pedro não resistiu a travessura do amigo na minha bunda e finalizou depressa.
- Ah, oh, toma leite cu do caralho!
Tirou e uma grossa carga de esperma formou indo ao chão! O resto escorreu pelo meu saco, pernas e estava tudo terminado! Eu passara por uma experiência nova e muito excitante. Limpei e bati uma para aliviar. Gozei espirrado. Eu respirava rápido tomando fôlego pelo cansaço.
Tomei uma ducha e caímos fora. A impressão que tive foi algo completamente fora da curva e se pintasse, eu toparia de novo! Fiquei muito excitado, entregue depressa e colaborei com tudo sem impor qualquer dificuldade. Eu descobri algo novo e percebi que só o Pedro não bastava mais! O corpo quente e rosto corado ao extremo ficaram como lembranças posteriores e meu cu doendo e arrombado foi tudo que senti pós-sexo.
Dias depois, Pedro e Henrique desmistificaram o meu medo da dupla penetração ao foderem meu cu em sintonia. Sofri, não vou negar, fui pegando gosto e acabei acostumando. Percebi rápido que meu grau de safadeza só aumentava relação após relação. Quatro meses foram suficientes para mostrar que eu não sairia mais das relações com homens. Pedro abriu meu rabo e ficaria muito tempo devorando com sua rola negra.
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