#Assédio #Estupro #Sado

Me apaixonei pelo estuprador

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gabizinhahotsey

Eu me chamo Gabriela, mas podem me chamar de Gabi, tenho 19 anos, sou morena de pele clara, cabelo longo preto, olhos castanhos escuros, magra, mas com peitos médios e bunda redondinha bem firme, moro em uma região rural de poucas casas, casas simples dessas que não tem muro, apenas cerca, um dia eu estava regando os pés de frutas em meu quintal quando um pitbull entrou correndo por entre a cerca, eu me assustei e gritei, mas veio um rapaz que eu nunca havia visto na vida.
- Moça, não se assusta, ele não morde, ele só quer brincar
- Tira esse monstro daqui, pelo amor de Deus
- Calma, to indo
Ele entrou, segurando o pitbull pela coleira, saiu pedindo desculpas dizendo que ele havia escapado mas que não ia se repetir, depois do susto entrei para beber água, e fiquei pensando quem era esse homem, um rapaz jovem, alto, sarado, branco, cabelo preto, olhos escuros, mas muito lindo, nunca o vi por aqui, eu moro sozinha com minha mãe, que já tem uma ideia avançada, ela me perguntou sobre o barulho no quintal e eu contei sobre toda confusão do cachorro, minha mãe ficou xingando a tarde inteira que "essas pessoas que tem cachorro grande não tem responsabilidade em deixar preso", a noite, minha mãe me chamou para conversar dizendo que passaria alguns meses no nordeste, visitando alguns parentes, e que eu ficaria sozinha em casa, passou-se cerca de três semanas comigo sozinha, e a vida estava até boa, já havia me acostumado a ficar só, foi quando eu precisei ir ao centro da cidade, e caiu uma chuva muito forte, como a rua de casa é de terra, voltei deslizando na lama, assim que cheguei no meu portão alguém gritou:
- Se sujou bastante hein?!
Me virei pra ver quem era, era o dono do pitbull, eu sorri e respondi:
- Pois é, não esperava que fosse chover
Ele só sorriu de longe e eu entrei, tomei um banho e fiquei ainda mais instigada com quem era ele, a noite eu já estava deitada, costumo dormir com um pijaminha fino, curtinho, era cerca de 23h30 e ouvi alguém bater palmas, fiquei assustada, abri uma fresta da janela para ver quem era, e era ele... o homem misterioso, me enrolei em um roupão e fui atende-lo, não me aproximei do portão, falei de longe.
- Boa noite...
- Oi, boa noite, desculpa te incomodar essa hora, mas na minha casa acabou a luz, queria te pedir pra colocar meu celular pra carregar, vou precisar dele amanhã... posso deixar com você e amanhã eu pego?
Pensei em não deixar... mas não me parecia ser um sujeito maldoso, pensei por alguns segundos e aceitei, fui até ele, peguei o celular e o carregador e ele disse:
- Obrigado, desculpa mesmo te incomodar, amanhã passo aqui umas 07h
Entrei, coloquei o celular na tomada ao lado da minha cama e ignorei essa situação, até que depois de alguns minutos eu tive a curiosidade de tentar mexer no celular dele, tinha senha, daquelas de unir os pontos, tentei as mais óbvias e todas deu errado, com receio de bloquear o aparelho parei, dormi instigada, acordei ouvindo ele bater palmas, eu estava com muito sono, me levantei apressadamente e levei o celular pra ele, desta vez não pus o roupão, pois eu queria só entregar e voltar a dormir, ele me mediu de cima abaixo e disse:
- Obrigado viu? Desculpa ter incomodado, que manhã maravilhosa hein?!
Trocamos um olhar safadinho e um sorriso que me desestruturou, ele estava todo arrumado, perfumado, provavelmente pra ir trabalhar, eu me virei, provavelmente o short mostrava a polpa da minha bunda, senti que ele ficou olhando, mas entrei, até porque eu sou bem tímida.
A noite, eu estava jantando e ele me gritou:
- O vizinha!
Fui até a parte e disse: Oiii?
- Vem cá
Fui, ainda preocupada em entender o que ele queria ou em quem ele era.
- Toma
Ele estendeu as mãos me entregando uma caixa de bombom.
- Obrigada, mas por que?
- Pelo favor que me fez... tudo bem por você ou seu marido vai achar ruim?
- Eu não tenho marido...
- Era o que eu precisava ouvir - disse ele com um sorriso, mas dessa vez me assustou ao invés de ser um sorriso bonito, fingi que estava tudo bem, agradeci e entrei, dessa vez fiquei preocupada dele fazer algo comigo, o que ele quis dizer com "era o que eu precisava ouvir?", eu deveria ter perguntado quem era ele, onde ele morava, mas senti tanto medo que não tive coragem, naquela noite conferi umas 10x se tranquei todas as portas e janelas, dormi pensativa, na manhã seguinte o vi passeando com seu pitbull, ele me viu e gritou um bom dia, eu respondi secamente virando o rosto para cortar qualquer intimidade que ele pensasse em ter comigo, horas depois, uma vizinha, dona Socorro me chamou, me oferecendo bolo de milho, aqui essas gentilezas entre vizinhos é normal, aceitei e ficamos na cerca conversando por longos minutos, de repente ela me solta:
- Meu filho veio morar comigo, ele se separou da mulher e tá aqui
- Seu filho é o que tem um pitbull?
- Isso, ele mesmo, foi morar com uma menina com 16 anos e separou agora, tadinho, ele tá tão chateado, mas logo ele arruma uma moça que presta
- Sim dona Socorro, logo ele dá certo com alguém, a senhora estava sem luz anteontem? - a casa dela é três casas depois da minha, por isso estranhei
- Sim, queimou um disjuntor lá menina, fiquei a noite toda só na vela
- Ah sim - percebi que ele falou a verdade - e como seu filho se chama?
- Danilo
Conversamos por mais alguns minutos e eu entrei, depois desta conversa fiquei quase uma semana sem o ver, até que um dia, o bendito cachorro entrou no meu quintal de novo, eu saí devagar para que ele não avançasse em mim, bati palma na casa da dona socorro e ele me atendeu:
- Bom dia vizinha!
- Bom dia... o seu cachorro tá lá no meu quintal de novo
- Ele gostou de lá hein, vou lá buscar ele
- Por que você não prende ele?
- Ele quebrou a corrente, eu criava ele solto, mas aqui como é cerca eu tenho que prender
Fomos caminhando lado a lado até minha casa, quando entramos não vimos mais o cachorro.
- Acho que ele saiu
- Já já ele volta pra cá, acho que ele tava comendo aqueles morangos - disse ele apontando pro pé de morango pisoteado pelo cachorro
- É capaz... quer entrar e esperar um pouco pra ver se ele volta?
- Se não for te incomodar
- Não não... entre, vou fazer um café
Começamos a conversar na cozinha, Danilo me perguntou muitas coisas e eu fiz o mesmo, ele me disse que tinha 22 anos, e que estava se acostumando a morar num lugar tão... humilde, que seu relacionamento chegou ao fim porque foi traído, estava sendo uma conversa interessante, até ele me perguntar:
- E você cuida de muitos bichos?
- No fundo do quintal tem umas galinhas, mas não sou de cuidar muito
- Já tirou leite de vaca?
- Já sim
Ele se aproximou de mim enquanto eu fazia o café e perguntou baixo:
- E leite de tora?
- Tora? Como assim?
Ele segurou firme meu pulso levando minha mão até o volume em sua calça, eu me assustei, puxei a mão e o repreendi:
- Para com isso, seu louco! Vai embora! Tarado do caralho.
Mas antes que eu pudesse esboçar qualquer grito, Danilo me prensou na pia, e me beijou a força, foi ruim, foi um beijo pesado, eu afastei o rosto e ele colocou a mão na minha boca, eu tentei me afastar dele, meu coração acelerava e eu sentia um pânico tomando conta de mim, mas ele era forte, tentei mordê-lo, mas sua mão grande praticamente me sufocava, eu não conseguia me mover para chutá-lo, eu me contorcia com ele jogando o peso em cima de mim, eu estava usando uma calça de pano, o que facilitou dele enfiar a mão dentro da minha calça, passar por dentro da minha calcinha, ele me olhava nos olhos, sério, e disse:
- Você vai fazer o que eu mandar, se gritar, vai apanhar! Você me entendeu?
Eu balancei a cabeça que sim... já sentindo as lágrimas descerem em meu rosto, ele me soltou, mas na medida em que eu me folguei ele me virou de costas colando meu rosto na parede e me pressionando de novo, ele se aproximou do meu ouvido e disse:
- Não grita hein?!
Eu estava esperando algum vacilo dele para eu correr, ele abaixou minha calça e a calcinha juntas, deixando minha bunda a mostra, mas ele não se afastava, se pressionava junto a mim, o que em partes me machucava na parede, mas que também impedia qualquer reação minha, ele apertou minha bunda, e sentir aquela mão grande me pegando me fez desejar ficar, ao invés de correr, a mão dele era quente, ele deu um tapa e disse:
- Você é muito gostosa! Vou tentar ir devagar pra você não sofrer muito!
Eu me empinei e disse:
- Me deixa sair da parede, vamos pra cama
Ele sorriu ao ver meu consentimento, me soltou e fomos, caminhamos com ele ainda apertando meu braço, mas eu via sua calça saltada para frente, ele me deitou na cama, de bruços, tirou todo o restante da minha calça e calcinha, me deixando apenas de blusa, eu ia me virar mas ele me segurou pelo ombro, eu só percebi ele tirando a roupa, mas não conseguia ver, senti ele esfregando o pau em minha buceta e entrou de uma vez, doeu, porque ele grande, grosso, mas eu estava molhada, o que valeu o susto, ele dava estocadas firmes, fortes, bem gostosas, eu gemia e mandava ele foder:
- Isssooo, fode, fooode, aiii que pauuu gostoso, aiii, aiii
Ele ficou ali por um bom tempo nesse vai e vem me preenchendo, até eu dizer:
- Deixa eu sentar em você!
Ele tirou, se deitou e eu pude ver aquela maravilhosa rola enorme, uns 24cm, branquinha da cabeça rosa, uma delícia.
Montei nele segurando sua pica e colocando em minha entrada, comecei a sentar devagar e desci para o beijar, o beijo foi gostoso dessa vez, e a foda estava mais gostosa por não parecer um abuso, embora tenha se iniciado como um, a rola dele era gostosa, e ele tinha boa pegada, comecei a me esfregar com toda a rola dentro de mim, era o maior pau que eu já tinha dado, embora eu só tinha transando umas 3x na vida, ele me tirou de cima dele e me pediu que ficasse de quatro, ele começou a bombar forte, com estocadas gostosas, eu me sentia totalmente arrombada, o pau dele ia fundo, e eu implorava cada vez por mais, mas o clima pesou quando ele disse:
- Você é a melhor garota que eu já estuprei, pelo vez você consentiu, se eu soubesse tinha te fodido no dia que pedi pra carregar meu celular...
Eu mordi a boca, estava gostoso demais, mas ele acabou de confessar que era um estuprador... eu sentia um medo, mas um tesão absurdo, como pode um cara gostoso assim fazer essas coisas? Ele tirou o pau de dentro de mim, se punhetou e gozou na minha bunda.
Eu me limpei rapidamente e disse:
- Você... você disse que já fez isso antes?
- Sim, direto, eu menti pra você, não fui traído, meu casamento acabou porque eu abusei da minha cunhada
- Você não precisa fazer essas coisas... poxa, você é bonito, pra que?
- Não adianta ser bonito e as mulheres que eu quero foder fazer cu doce, eu bolo uma estratégia e fodo mesmo, algumas nem sabem que eu quem fodi, coloquei máscara balaclava, bati e fodi, você é a quarta que eu estupro
- E você não tem medo de algum dia isso te dar algum problema?
- Não, não tenho! Eu tomo cuidado, não sou igual esses maníacos que saem pegando e fodendo, eu sei agir... ou você acha que eu não sei que sua mãe tá viajando? Eu já pesquisei toda sua vida
Isso me deu uma tensão muito forte, ao mesmo tempo eu queria ajuda-lo a sair dessa vida, mas vi que ele não se importava.
- Seu cachorro tá no quintal... vai... vai lá...
- Eu vou... a noite deixe a porta destrancada!
Eu não respondi, fiquei assustada com a ordem dele, ele saiu, e eu fiquei ali parada, refletindo o quão perigoso podia ser me envolver com ele, porém mais preocupada ainda em o que ele podia fazer se eu não fizesse o que ele queria.
Passei a tarde pensando se deveria falar com alguma amiga, se deveria chamar a polícia, mas quanto mais as horas passavam, mas eu desejava ele pelo menos uma última vez...
A noite foi chegando e eu estava ansiosa, tomada por um misto de nervosismo com vontade, eu não tinha nenhuma lingerie, mas coloquei meu melhor conjunto de calcinha e sutiã, preparei um jantar caprichado como se aquilo fosse um encontro, passei um bom perfume, e coloquei meu melhor vestido, ele não apareceu... eu jantei, e fiquei me xingando mentalmente por ter ficado esperando um abusador.
Tirei o vestido, o sutiã e coloquei meu pijama para dormir, foi quando eu ouvi a porta abrir, meu coração acelerou quase saindo pela boca, eu fui ao seu encontro, ele entrou sorrindo:
- Foi obediente hein?! Deixou a porta aberta!
- Eu tava arrumada esperando que viesse mais cedo, até preparei um jantar...
- Pra que? Eu pedi comida? Eu falei que ia vir te foder, nós não somos namorados, não confunda as coisas, agora vamos pro quarto com carinho ou você prefere que eu te obrigue de novo?
Eu não gostei... achei que ele seria amoroso talvez, mas estava enganada, fui pro quarto, ele se sentou na cama me puxando sem nenhum carinho, quase rasgando meu shorts ao tirar, ele puxou meu cabelo guiando minha cabeça com força até seu pau, eu estava mamando com carinho, mas ele em poucos segundos ele afundava minha cabeça para engolir todo seu pau, eu senti ânsia, tentou subir mas ele pressionou com o pau tocando em minha garganta me segurando enquanto eu me debatia, meus olhos encheram de lágrimas e ele não se importou, ele me virou me pondo de quatro, e já metia com força me dominando por inteira, no começo me incomodou, mas aquela rola grande me encantava e eu comecei a amar estar sendo fodida por ele, eu estava recebendo toda sua pica, até sentir que ele parou, com a rola dentro de mim, não entendi, mas comecei a sentir um líquido quente, eu não me movi assustada achando que ele estava gozando dentro de mim, mas era pior, ele estava mijando, eu me tirei de dentro dele..
- Para com isso! Pode dar uma infecção, nossa, que nojo
Ele me puxou e continuou me fodendo, eu não sentia mais prazer, só desejava que aquilo acabasse logo, ele começou a colocar o dedo polegar no meu cuzinho, e tudo isso tinha se tornado desagradável, eu não falava nada, mas torcia para que ele não desejasse fazer anal, com o tempo, voltei a sentir prazer naquilo, ele se deitou e embora o cheiro de urina estivesse forte, eu ignorei, apenas desejei sentir aquele pauzão dentro de mim e sentei nele com muita vontade, nós nos beijamos e eu disse baixinho:
- Seja amoroso, por favor, que aí eu te dou sempre.
Ele sorriu, e disse:
- Caga em mim!
- O que?! Não... tá louco?
- Você tem um cuzinho muito bonito, quero ver saindo bosta daí... caga vai...
- Não vou fazer isso...
- Você vai sim...
Eu continuei sentando, ignorando sua arte, ele enfiou um dos dedos no meu cu dizendo: - Vai... vem aqui pra minha barriga... e me puxou, eu fui... obedecendo, entendendo que quanto antes isso acabasse, melhor seria, me agachei com muita vergonha e comecei a fazer força, mas ele disse:
- Não, espera! Vira... quero ver saindo
Eu me virei, odiando aquilo, agachei, mas ele reclamou que não via meu cu, então me empinei e ele me puxou para seu rosto, comecei a cagar lentamente.
- Isso, nossa que delícia ele se abrindo, vai, caga bastante!
Eu fechei os olhos não acreditando no que estava fazendo, mas fiz... quando terminei, me virei, vendo os cocos em seu rosto, ele retirou com a mão colocando no travesseiro, e dizendo: Isso foi gostoso demais! Agora senta na minha rola.
Eu sentei, era nojento olhar pra ela com o rosto meio sujo, e o coco ao lado da sua cabeça, meu quarto fedia, depois de alguns minutos assim, ele me avisou que ia gozar, pra eu me ajoelhar no chão, eu fiz, fechei os olhos e senti os jatos de porra em minha cara, quando abri, ele ainda com o pau apontado pra mim, mijou no meu rosto, e em meus peitos, eu estava completamente humilhada com tudo isso, ele sorria de forma sinistra, se vestiu enquanto eu ainda estava tentando entender tudo aquilo e disse:
- Eu vou te deixar em paz, você foi uma boa garota, prometo que não vou te incomodar nem com um copo de água.
Passado algumas semanas, minha mãe voltou de viagem, não desconfiando de nada do que aconteceu, no mesmo dia dona Socorro veio nos visitar, e ouvi ela dizendo:
- Meu filho foi embora do nada... fugido
- O que ele aprontou?
- Mexeu com uma mulher casada, o marido foi na minha casa armado atrás dele, acredita?
Aquilo me deu um alívio no coração, em saber que Danilo estava longe e não voltaria tão cedo, foi quando minha mãe me disse que estava querendo vender a casa, e ir morar no nordeste, e me perguntou o que eu achava, eu não queria ir, mas com medo de um dia Danilo voltar e fazer algo pior, aceitei, e foi a melhor decisão que eu tomei.
Em 2 meses nos mudamos para a Bahia, e eu ainda penso em Danilo...

Comentários (2)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Nramos: Sabe Gabi, lá á no fundo,toda mulher gosta e gostaria de ser dominada por um macho que a domine com prazer e pressão (sem Scratch)

    Responder↴ • uid:ona0oroxib
  • ZandorH: Gabi dependendo onde na Bahia, posso substituir o Danilo. Me chame T ZandorH

    Responder↴ • uid:1eticmyfyu9p