Natasha: pique-esconde com os primos
Natasha, meu irmão, os primos Lucas e Fernando e a prima Júlia estavam brincando de pique-esconde na fazenda. O sol já estava mais baixo, e a brincadeira tinha se espalhado pelo quintal, estábulo e galpão.
Eu e meu irmão nos escondemos juntos atrás de um monte de feno no estábulo. O espaço era apertado e escuro. Assim que nos agachamos, ele colou o corpo no meu por trás. Senti o pau dele já duro pressionando minha bunda. Ele começou a sarrar devagar, esfregando o volume grosso entre minhas nádegas enquanto uma das mãos subia por baixo da minha blusa e apertava meu peito.
— Fica quieta… — sussurrou ele no meu ouvido, a voz rouca. — O Lucas tá vindo.
Eu mordia o lábio, rebolando de leve contra ele, a bocetinha já molhando a calcinha. O atrito da calça dele na minha bunda estava me deixando louca. Ele puxou minha saia um pouco para cima e continuou sarrando, o pau batendo direto na minha fenda por cima da calcinha.
Foi aí que ouvi passos. Fernando apareceu na entrada do estábulo. Ele parou, os olhos se acostumando com a penumbra… e nos viu.
Meu irmão não parou de sarrar. Continuou esfregando o pau grosso na minha bunda enquanto Fernando ficava parado na porta, o olhar fixo em nós dois. Eu segurei o olhar do primo e, em vez de me afastar, empinhei um pouco mais a bunda, deixando meu irmão sarrar com mais vontade.
Fernando engoliu em seco, o volume já aparecendo na calça.
— Vocês dois… — ele murmurou baixo, sem se aproximar ainda.
Meu irmão só sorriu contra meu pescoço e continuou me sarrando, como se o fato de sermos vistos só tivesse aumentado o tesão.
Não aguentamos nos controlar. Continuamos nos esfregando ali atrás do feno, o pau do meu irmão deslizando com força entre minhas nádegas, minha calcinha já encharcada. Eu gemia baixinho, rebolando contra ele, enquanto Fernando assistia tudo sem desviar o olhar.
Foi nesse momento que Lucas apareceu na entrada do estábulo e nos achou. Os três parados, eu ainda com a saia erguida e o corpo colado no do meu irmão.
— Achei vocês — disse Lucas, a voz baixa, o olhar passando por mim e pelo Fernando.
Todo mundo saiu do esconderijo. Agora era a vez do meu irmão procurar.
Na nova rodada, eu corri de volta para o estábulo. Fernando veio logo atrás e se escondeu junto comigo no mesmo lugar, atrás do feno. O espaço continuava apertado. Assim que nos agachamos, ele colou o corpo no meu.
Ele percebeu minha intenção na hora. O olhar dele desceu para minha boca e depois para o meu corpo. Com a voz baixa e rouca, perguntou:
— Quer que eu faça o que o seu irmão tava fazendo?
Eu só sorri de lado, empinando um pouco a bunda contra ele em resposta.
Fernando não esperou mais. Passou o braço na minha cintura, puxou minha saia para cima e colou o pau duro bem no meio da minha bunda. Começou a sarrar com vontade, o volume grosso deslizando para cima e para baixo na minha fenda por cima da calcinha molhada.
— Porra, prima… você tá encharcada — murmurou ele no meu ouvido, a voz rouca de tesão. — Tava precisando de pau, né? O seu irmão te deixou assim?
Eu rebolei contra ele, mordendo o lábio.
— Tava… e agora você vai continuar o serviço?
Ele apertou minha cintura com força e sarrava mais forte, o pau batendo direto no meu clitóris por cima do tecido.
— Vou te deixar ainda mais molhada. Depois a gente vê se você aguenta só o sarro… ou se vai ter que me dar de verdade aqui atrás do feno.
Eu gemia baixinho, empurrando a bunda contra ele.
— Então sarrar mais forte, primo… me deixa louca.
Fernando obedeceu. Segurou meus quadris com as duas mãos e passou a esfregar o pau com força, o barulho molhado da minha calcinha enchendo o esconderijo. Eu sabia que o Lucas estava escondido em algum lugar por perto e estava vendo tudo. A ideia de ele estar assistindo me deu ainda mais tesão. Eu rebolava mais forte, gemendo baixinho de propósito, sabendo que ele escutava.
Os três conseguimos sair do estábulo sem sermos pegos pelo meu irmão. Ele acabou encontrando a Júlia escondida atrás do galpão.
A brincadeira continuava… e eu já estava molhada demais para fingir que não queria mais.
Agora que a brincadeira ia ficar boa de verdade, eu, meu irmão e meus primos nos escondemos em um lugar que a Júlia não ia achar. Um cantinho escuro e afastado no fundo do galpão de ferramentas, longe de qualquer caminho que ela costumava usar. O espaço era apertado o suficiente para os quatro ficarmos colados… e isolado o bastante para ninguém nos ouvir.
O ar entre nós já estava carregado.
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