#Estupro #Teen #Virgem

Mara ajudando no estupro da filha.

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Thiago P.

Mara tá cheia de contas e o novo namorado não tira os olhos de sua filhinha, Livia, de 15 anos...

Mara tinha 42 anos e um cansaço pela vida, eram contas, o aluguel atrasado, gasolina. O apartamento pequeno cheirava a mofo e a comida barata. A conta de luz vinha marcada de vermelho há três meses. O dinheiro do seguro-desemprego tinha acabado e o emprego de caixa no supermercado não dava nem para o mínimo.
A filha, Livia, tinha 15 anos e só estudava. Passava as manhãs e as tardes na escola, voltava à tardinha cansada, com os livros debaixo do braço e o olhar distante. Não trabalhava. Não podia. O pouco que sobrava mal dava para a passagem e o material. Mara carregava a casa sozinha.
Foi nesse fundo do poço que entrou Ricardo.
Ele tinha 48 anos, um carro razoável, um emprego estável e a disposição de ajudar. No começo foi só um café. Depois um jantar. Em duas semanas já estava dormindo em casa algumas noites. Em um mês, pagou o aluguel atrasado, encheu a geladeira e começou a deixar dinheiro em cima da mesa “para as despesas”. Mara olhava o saldo da conta e sentia um alívio quase físico.
Ricardo olhava para Livia demais. Mara notou logo. O olhar demorado quando a filha saía do banho de toalha. O sorriso largo quando ela ria de alguma coisa. A forma como ele perguntava se ela precisava de algum livro, se a escola estava difícil, se tinha amigas, se queria um presente.
Mara viu. E, em vez de ciúme, ou ver algum crime, sentiu oportunidade.
Ela não falou nada. Não podia. Se Livia desconfiasse que a mãe estava empurrando a situação, tudo desmoronaria. Então Mara começou a agir nas entrelinhas.
Passou a elogiar a filha na frente dele, de um jeito natural:
— Olha como essa blusa fica bem em você, Livia. Ficou linda.
Quando Ricardo oferecia alguma coisa, Mara incentivava sem parecer que estava empurrando:
— Aceita, filha. Ele está sendo gentil. Não precisa ficar com vergonha.
Se Livia hesitava em ficar sozinha com ele, Mara inventava desculpas para sair:
— Preciso resolver uma coisa no mercado. Fico só um tempinho. Vocês se entretêm aí.
Ou fingia dor de cabeça e ia cedo para o quarto, deixando os dois na sala.
Pouco a pouco, as situações foram se acumulando. Ricardo começou a trazer presentes mais pessoais para Livia: um perfume, um fone de ouvido, dinheiro “para os livros da escola”. Mara agradecia com um sorriso amplo e dizia:
— Que homem atencioso. Você tem sorte de ter alguém assim por perto, Livia.
Livia não desconfiava da mãe. Achava apenas que Ricardo era generoso e um pouco intenso. Às vezes se sentia desconfortável com os olhares, mas atribuía isso à própria imaginação. A mãe parecia feliz. A casa estava mais leve. A geladeira cheia. O aluguel pago. Por que questionar?
Uma noite, depois que Livia foi dormir, Ricardo ficou na sala com Mara. Ficou em silêncio por um tempo, mexendo no copo de uísque que tinha trazido. Depois falou, baixo, sem rodeios:
— Eu quero a sua filha.
Mara sentiu o coração bater forte, mas não demonstrou. Continuou olhando para a televisão desligada.
— Como assim?
— Do jeito que você está pensando. Eu quero ela. Quero foder ela. E quero que você fique junto. Segurando ela. Vendo.
Mara engoliu em seco. O dinheiro que ele colocava em casa passou pela cabeça como um filme rápido: o aluguel, a comida, as contas, a faculdade da filha.
— E se eu disser não?
Ricardo deu de ombros.
— Aí eu paro de ajudar. Simples. Vocês voltam pro aperto de antes.
Mara ficou quieta por quase um minuto. Depois assentiu, devagar.
— Tudo bem. Mas ela não pode saber que fui eu. Nunca.
Na noite seguinte, Mara preparou o terreno. Deu um chá com calmante para Livia, dizendo que ela estava com cara de cansada da época de provas. Quando a filha começou a ficar mole, sonolenta, Ricardo entrou no quarto.
Livia abriu os olhos confusa ao sentir as mãos dele nas coxas. Tentou se mexer, mas a mãe já estava ali, sentada na beira da cama, segurando os pulsos dela com firmeza.
— Mãe…? — a voz saiu fraca, embaraçada pelo sono e pelo remédio.
— Shhh… fica quieta — murmurou Mara, o rosto próximo ao dela. — Não luta. Vai ser mais fácil.
Ricardo ajoelhou entre as pernas abertas de Livia. Mara segurava os pulsos da filha com firmeza contra o colchão, o corpo inclinado por cima dela, impedindo qualquer reação mais forte. A moça ainda estava meio confusa e mole, os olhos semiabertos, a respiração acelerada.
Ele começou devagar. Abriu os lábios da boceta quase sem pelos de Livia com os polegares e enterrou a língua ali. Lambeu de cima a baixo, chupou o clitóris com força, enfiou a língua dentro dela, comendo aquela boceta já molhada com barulho. Livia soltou um gemido abafado, as coxas tremendo. Ricardo não parou. Desceu a boca, abriu as nádegas dela e passou a língua no cu. Lambia o rabo com a mesma fome, enfiando a ponta da língua no buraco apertado, chupando, molhando tudo enquanto a boceta pingava. Ficou um bom tempo alternando entre a boceta e o cu, lambendo os dois até Livia estar encharcada e tremendo.
Só então ele se ergueu. Apoiou a cabeça grossa do pau na entrada da boceta e empurrou de uma vez, enterrando até o fundo. Livia soltou um gemido mais alto, o corpo se contorcendo, mas a mãe a manteve imobilizada, vendo a mancha vermelha da virgindade da filha indo embora, nessa hora, quase se arrependeu. Ricardo começou a foder a boceta com estocadas firmes e profundas, o pau saindo e entrando molhado, o barulho úmido enchendo o quarto. Enquanto metia, apertava os peitos pequenos dela com as duas mãos, amassando a carne, beliscando os mamilos até ficarem vermelhos e duros.
Depois tirou o pau escorrendo e desceu um pouco. Abriu as nádegas de Livia, posicionou a cabeça no cu ainda molhado de saliva e forçou a entrada. O buraco resistiu, mas ele foi empurrando devagar até enterrar o pau inteiro no rabo dela. Começou a foder o cu com estocadas longas, segurando a cintura, abrindo ela a cada investida. Alternava: tirava do cu, enfiava de novo na boceta, fodia ali com força, depois voltava pro rabo. O pau ficava cada vez mais molhado, misturando tudo.
Quando sentiu que ia gozar, Ricardo tirou o pau do cu de Livia, se ajoelhou na altura do rosto dela e enfiou na boca. Mara puxou o cabelo da filha, mantendo a cabeça no lugar e a boca aberta. Ele fodeu a garganta algumas vezes, rápido e fundo, e gozou. Jatos grossos de porra encheram a boca de Livia, escorreram pelo queixo, sujaram o rosto, os olhos, o pescoço. Ele ainda deu mais dois jatos na língua dela antes de esfregar o pau nos lábios, terminando o banho de porra completo.
Livia ficou deitada, ofegante, o rosto inteiro branco de sêmen, a boceta e o cu abertos e vermelhos. Mara soltou os pulsos devagar e passou a mão no cabelo suado da filha, como se estivesse ninando a criança.
Ricardo já se afastava, satisfeito, limpando o pau na barra do lençol.
— Amanhã eu deixo mais dinheiro.

Comentários (1)

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  • Professor FTZ: Delicia de relato, mães de novinhas de Fortaleza a r r o b a l e o 2 0 1 4

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