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Minha amada família - Um café da manhã delicioso

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Sabrinna

Minha família sempre foi diferente das demais, no fundo sempre notei isso, mas foi com o passar dos anos que fui notando isso. Meus pais sempre foram liberais, ambos foram criados em famílias naturalistas, quando se conheceram, se deram bem de primeira, os gostos dos dois eram bem parecidos, passou a ser meta formar uma família que também pudesse aproveitar dos prazeres da vida.
Eles tiveram três filhos, eu, a filha mais velha, Sabrina. Minha irmã mais nova, Samantha e meu outro irmão mais novo, Bruno. Nós éramos inseparáveis, amávamos brincar juntos e brincar com o papai e mamãe. Tudo foi ensinado com muito amor e carinho ao longo dos anos.
Normalmente, eu acordava às 06:30 da manhã por conta da escola, sentia uma cosquinha boa entre minhas pernas e quando abria os olhos via minha mãe com a mão dentro da minha calcinha. "Bom dia, meu anjo", ela sussurrou e eu resmunguei em resposta, "já está na hora?", esfreguei os olhos sonolenta.

Ela começou a bolinar com mais força meu grelinho ainda em formação, esse era uma ritual antigo da família, todo mundo se acordava fazendo carinho nas genitálias. "Você vai se atrasar se não levantar", ela disse com um tom ainda gentil. Senti seu dedo raspando a entrada da minha bucetinha, fingindo que ia penetrar, mas só fazendo carinho, já que eu ainda era virgem. A ponto do dedo voltou a massagear meu grelinho já meio duro, soltei um gemido baixo e arreganhei as pernas um pouco mais, ela afastou a calcinha para o lado e cuspiu na ponto dos dedos para massagear melhor meu botãozinho.

"Ele está crescendo tão lindinho." Mamãe falou orgulhosa, "vai ficar um grelo grande e forte, assim como todos da nossa família.", ela voltou a apertar com mais intensidade, deslizando por toda cabecinha do pingelo. Fiquei ofegante sentindo que podia gozar a qualquer momento, "mamãe..." Gemi erguendo meus quadris para aumentar a fricção, mas nesse instante, ela puxou a mão para trás.

"Parece que você já está bem acordada" falou ela rindo, observei ela chupando os dedos sujos com meu melzinho transparente "... A senhora sempre faz isso... Não é justo" resmunguei me levantando com dificuldade, senti minha bucetinha latejar, ansiando por poder gozar.

"Você sabe das regras, primeira gozada do dia é do papai" ela falou me ajudando a levantar da cama, "agora vá, seu pai já está preparando o café da manhã" ela deu um tapinha em meu bumbum e foi acordar meu irmão.

Observei por um instante ela ir até a cama dele, nós três dormiamos no mesmo quarto. Ela se sentou na beirada da cama e já foi pegando o pintinho duro dele por debaixo da cueca, me virei e fui andando em direção a cozinha, aproveitar para tirar as roupas que vestia e ficar nua, mamãe nos fazia dormir de roupa por que dizia que poderíamos ficar resfriados dormindo pelados.

Cheguei na cozinha já completamente desviada e encontrei meu pai preparando nosso café da manhã, ele estava perto da bancada, nu também, com aquela rola linda e dura sendo esfregada em cada uma das nossas fatias de pães. Ele esfregava cada fatia com cuidado na rola, passava pela cabecinha, melando os pães com bastante pré-gozo. Observei a cena já sentindo a minha xana pulsar, ele olhou para cima e sorriu ao me ver.

"Bom dia, querida" ele falou colocando a última fatia melada no prato, a mesa já estava quase posta, só falta o café pelo o que percebi "então, é você que vai dar o toque final no nosso café hoje" comentou ele sorrindo, me aproximei já entendendo o recado.

Ele me ergueu pelos braços e me fez ficar de cócoras na bancada "olha só... Sua mãe já bolinou bastante essa xoxota" senti seu rosto chegando mais perto e vendo como minha bucetinha estava babada e inchada sem gozar "deixa eu pegar a jarra de café" ele pegou a jarra de vidro e posicionou logo abaixo de mim.

Essa era outra tradição da família, o filho que primeiro acordasse, ia gozar no café e dar um toque especial da família. Em datas comemorativas, quem gozava era o papai ou mamãe, pessoalmente, eram meus dias favoritos, o gozo deles tinha um sabor mais intenso.

"Ela está quentinha", senti o dedo do papai encostar na pontinha do pingelo, ele esfregou bem devagar, endurecendo o botãozinho "adoro sua bucetinha pela manhã, tem um cheirinho de mijo maravilhoso" ele levou os dedos até a boca e provou, lambendo tudo com gosto antes de voltar para a tarefa em frente.

Seus dedos exploravam toda as minhas dobras, ele esfregava a enterrada da uretra e depois a enteada principal para retornar ao grelinho duro novamente. Eu gemia baixinho, balançando meus quadris para frente e para trás, de cócoras ali na cozinha, tendo a bucetinha acariciada pelo meu papai.

"Putinha linda do pai... Com a xoxotinha pingando, esse grelinho está cada vez maior, temos que brincar com ele sempre, para ficar ainda mais safado." Ele dizia sem parar com os dedos uma vez.

" Papai... Vou gozar... Vou gozar... Minha bucetinha vai gozar..." Gemi mais alto e ele esfregou meu gelo com mais força, posicionei a bucetinha bem em cima da jarra e gozei gostoso no café. Meu mijo e melzinho adoçaram a bebida.

Senti meu corpo ficando mole e meu pai me carregando "muito bem..." Ele falou com ternura antes de beijar meus lábios, retribui seu beijo imediatamente. Era a melhor coisa do mundo, beijar meu papai depois de gozar, sua língua entrelaçou na minha e depois um beijo molhado e obsceno ali na cozinha.

"Espero que vocês tenham terminado de preparar o café " escutei a voz da mamãe entrando na cozinha com meus irmãos, todos também nus. Papai se afastou de mim, seus lábios estavam melados pele beijo "como se eu fosse perder a chance de fazer esse bucetinha gozar", ironizou ele abrindo minhas pernas e mostrando minha buceta inteira gozada.

Mamãe apenas sorriu e deu um empurrãozinho para meus irmãos irem se sentarem, os dois ainda estavam meio sonolentos, mesmo mãe tendo tentado acordar os dois. Conseguia ver que a bucetinha de Samantha estava escorrendo melzinho pela perna e o piruzinho de Bruno estava durinho, papai me sentou na cadeira e foi servir o café misturado com meu melzinho para todo mundo.

Mamãe tomou um gole e falou satisfeita, "a buceta dessa menina está cada vez melhor, está produzindo um gozo mais grosso e espesso", de fato, quando olhei para o cade na xícara, dava para ver parte do meu melzinho sem ter se diluído no café.

"Nem me fale, daqui a pouco vai ser a hora de tirar o cabacinho dela, olhei a entrada e já está bem mais elástica para enfiar a pica." Meu pai falou bebendo seu café, seu pau deu uma pulsada e vi um pouco de pré-gozo vazar pela ponta, ele ainda não tinha gozado. Abri a boca para me oferecer para aquela missão, mas meu irmão foi mais rápido.

"Hoje é o dia de elogiar a Sabrina e ninguém me contou?" Resmungou ele visivelmente enciumado," nós estamos aqui também?" Ele apontou para si mesmo e para Samantha, minha irmã era mais cada, talvez por ser a filha do meio, as vezes que ele mais se soltava era quando chupava a buceta da vovó. Nossa vó, mãe da minha mãe, sempre nos visitava, ela amava nossas bucetinhas e piruzinho, mas Samantha era sua favorita, dizia que a bucetinha dela era a menor e mais saborosa, eu aceitava, pois queria ver minha irmã feliz.

"Tem alguém com ciúmes logo cedo?" Minha mãe zombou revirando os olhos para meu irmão "nós elogiamos todos vocês, ontem foi seu dia gozar no café e também elogiamos bastante como só porra está ficando grossinha" lembrou minha mãe.

Meu irmão cruzou os braços fazendo biquinho "... Tanto faz... Mas ainda falta fazer o papai gozar" ele lançou um verde e meu pai apenas riu levemente.

"Vem logo, garoto chato. Não pode ficar sem a pica do pai um dia" meu pai arreganhou as penas, projetando seu rolona e bolas pesadas para frente. Meu irmão foi igual um bezerrinho para o meio das pernas,se ajoelhando e já enfiando a cabeça da rola na boca. Meu pai gemeu retezeando o corpo "boquinha macia, filho... Mama devagar, não quero gozar rápido."

Meu irmão obedeceu e mamou a cabecinha com menos força dessa vez, passou alguns minutos nisso, até soltar a ponta com um barulho de sucção molhada, depois foi descendo por toda extensão da pica, melando tudo com saliva e pré-gozo. Desceu até chegar nas bolas pesadas, papai as vezes deixava os pentelhos sem aparar, nos gostávamos desse jeito porque ficava roçando na nossa cara e era macio, além de ter um cheiro de pica guardada muito bom. Meu irmão enfiou uma das bolas na boca e ficou chupando antes de passar para a próxima.

".... Isso, garoto... Chupador do papai. Mama essa rola que te fez, suga meu saco cheio de leite fresco" meu pai gemeu passando a mão pelos cabelos do meu irmão.

Por um grande, eu me esqueci de comer, fiquei observando a cena querendo particular também, levei a mão até a xana para me masturbar, mas senti a mamãe cutucando meu braço. "Nada de siririca agora" ela resmungou com um tom sério, "mas mãe..." Tentei argumentar, "sem "mas", volte a comer logo."

Voltei a comer resmungando e fiquei apenas olhando de soslaio com inveja meu irmão mamando o papai, ele agora estava se esforçando para engolir metade da jeba, aquele barulho de sucção misturado com os engasgos do meu irmão e gemidos grosso do papai misturavam preenchiam a cozinha.

"Vou gozar... Vou gozar na boquinha macia do meu filho bichinha... Boquinha de veludo, boqueteiro de merda..."eu pai gemeu grosso enfiando a rola com mais agressividade na garganta do meu irmão, ele ficava um pouco agressivo nesses momentos, mas nós já estávamos acostumados.

"Toma minha porra grossa e fresca nessa boca de buceta..." Meu pai gemeu mais alto e seu corpo inteiro tremeu, ele gozou tudo na boca do meu irmão, que tentava aguentar,as estava visivelmente se afogando, mas papai não soltou ele, pelo contrário, segurou com mais força e manteve ele firme no meio das pernas, "sem frescura agora, você pediu por isso." Meu pai resmungou com autoridade, "deu vontade de mijar, vê se não vai engasgar" vi a expressão de êxtase do papai voltar e seu corpo relaxando ainda mais, ele estava mijando na garganta de Bruno.

A garganta do meu irmão se movia com habilidade, bebendo todo o líquido sem derramar uma gota, meu pai se deu por satisfeito e empurrou meu irmão no chão. Ele caiu como um bonequinho de pano, seu piruzinho estava todo gozado, ele chegou ao clímax só pagando um boquete.

"... Esse garoto... Tem uma das melhores bocas do mundo...." Meu pai falou ofegante tomando um gole do café.

"Pelo visto todo mundo está satisfeito agora" mamãe falou sem se impressionar muito, aquela era nossa rotina diária. "Já que todo mundo já terminou, os três podem ir banhar e se arrumarem para a escola"

Eu e Bruno reclamamos, enquanto Samantha foi obedientemente banhar. Mais o dia estava começando com minha maravilhosa família.

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