Pecados familiares parte 1 a 3
Eu me chamo Arthur, 39 anos. Sou casado com a Andressa, 36. Temos uma filha, a Pietra, de 18. Tudo na nossa família mudou naquele final de semana na casa dos meus sogros.
Era sábado. Decidimos fazer um churrasco, já que no domingo voltaríamos para casa. A noite correu normal: comida, cerveja, conversa. Depois, cada um foi pro seu quarto. Eu e a Andressa no quarto que era dela quando solteira. Meus sogros no deles. E a Pietra no quarto do meu cunhado Maurício, de 29 anos. Sempre foi assim. Os dois ficavam até tarde conversando, então ela dormia no colchão no chão do quarto dele.
Eu acordei de madrugada com uma sede absurda. Olhei pro lado. Andressa não estava. Relógio marcava umas duas da manhã. Levantei, fui até o banheiro do corredor. Vazio. Continuei até a cozinha. Também vazia. Bebi água e voltei. Quando passei na frente do quarto do Maurício, a porta estava entreaberta. Ouvi um estalo úmido. Depois outro.
Empurrei a porta um pouco mais com a cabeça e fiquei paralisado.
Pietra dormia no colchão no chão, de lado, coberta até o ombro. No meio da cama, Maurício estava deitado de costas, a calça puxada até as coxas, o pau grosso e veiado completamente duro. E a Andressa… a minha esposa… ajoelhada entre as pernas dele, mamando com vontade. A boca dela subia e descia devagar, molhada, fazendo barulho. Ele segurava o cabelo dela com uma mão e empurrava a cabeça pra baixo com a outra. Cada vez que ela descia até o fundo, o pau sumia quase inteiro na garganta e ela soltava um gemido abafado.
Eu não conseguia me mexer. Aquela era a última coisa que eu esperava ver na vida. Minha mulher, a mãe da minha filha, engolindo o pau do irmão dela enquanto a nossa filha dormia a menos de dois metros. Andressa sempre foi fogosa pra caralho na cama comigo, mas aquilo… aquilo era outro nível.
Maurício arqueou as costas de repente, mordeu o lábio e soltou um gemido baixo. Eu vi o pau dele latejar dentro da boca dela. Andressa não tirou. Abriu mais a boca, a língua esticada por baixo, e recebeu tudo. Espessos jatos brancos escorreram pelos cantos da boca dela e pingaram no peito. Ela engoliu o que pôde, limpou o resto com a língua e continuou mamando devagar, chupando o resto da porra que ainda saía.
Foi nesse momento que ela levantou o olhar e me viu.
Nossos olhos se cruzaram. Eu parado no vão da porta, pau duro dentro do short. Ela com a boca ainda cheia do pau do irmão, o sêmen escorrendo pelo queixo. Ela não parou. Não se assustou. Continuou chupando, olhando pra mim o tempo todo, como se estivesse me mostrando de propósito. Como se quisesse que eu visse cada segundo.
Eu voltei pro quarto. Deitei de costas pra porta, o coração batendo forte, o pau latejando. Fiquei ali tentando fazer ele amolecer. Não dava. A imagem não saía da minha cabeça: a boca da minha mulher engolindo a porra do cunhado enquanto a nossa filha dormia do lado.
Dez minutos depois a porta abriu. Ouvi os passos leves dela. Ela deitou atrás de mim, sem dizer uma palavra. A mão passou pela minha cintura, desceu, entrou por dentro do short e encontrou meu pau já meio duro. Começou a punhetar devagar, a mão quente e úmida. Eu senti os peitos dela colados nas minhas costas, os mamilos duros. Tentei me virar. Ela me segurou e sussurrou no meu ouvido:
— Shhhh… fica assim.
A mão dela apertou mais forte. A punheta ficou mais rápida. O polegar dela passava pela cabeça do meu pau, espalhando o pré-gozo. Eu gemia baixo. Ela também. O corpo dela se esfregava nas minhas costas, a buceta quente pressionando minha bunda.
Quando eu estava prestes a gozar, ela gemeu perto do meu ouvido:
— Quer gozar na minha boca?
Eu virei. Ela já estava descendo. A boca quente, molhada, ainda com gosto de porra, engoliu meu pau de uma vez. Eu gozei na hora. Jatos fortes, um atrás do outro. Ela chupava com força, engolia tudo, a língua apertando a cabeça, a mão apertando minha bola. Foi uma das gozadas mais intensas da minha vida.
Quando terminei, ela limpou o canto da boca com o dedo, se levantou, deitou de costas pra mim e fechou os olhos. Sem uma palavra.
Eu fiquei olhando pro teto por alguns minutos, o gosto daquele silêncio pesado na boca. Depois virei de lado e dormi.
Nada foi dito na manhã seguinte. Nem no domingo. Nem na segunda. Mas desde aquele dia, toda vez que a Andressa me olha de determinado jeito, eu sei exatamente o que ela está pensando. E o pior… eu também.
Parte 2
Acordei. Nenhuma palavra. Só um “bom dia” seco. Andressa se levantou e foi pro banheiro. Fiquei alguns minutos olhando pro teto, depois desci pra cozinha. Minha sogra, Pietra e Maurício já estavam lá. Meu sogro tinha saído. Minutos depois Andressa chegou. Observei os dois. Agiam normalmente. Como se nada tivesse acontecido naquela madrugada. Conversas banais, risadas leves, café. Assim foi até a hora da nossa saída, depois do almoço.
Na viagem de volta, Andressa conversava normalmente. Falava da mãe, do trânsito, de qualquer merda. Eu dirigia em silêncio, me perguntando se ela não teria o mínimo de decência de falar comigo sobre o que eu tinha visto. Sobre o pau do irmão dela dentro da boca dela. Sobre a porra que ela engoliu enquanto a nossa filha dormia do lado.
Chegamos em casa. Pietra foi direto pro quarto. Andressa ficou na cozinha guardando as coisas que a mãe tinha dado. Eu subi, tomei banho e me deitei. Cerca de vinte minutos depois a porta abriu. Ela entrou e disse que queria conversar.
— Certo.
Ela trancou a porta, sentou ao meu lado na cama e começou a falar. Que o que aconteceu foi errado. Que não tinha sido a primeira vez.
Na hora meu mundo desabou. Se fosse a primeira, tudo bem. Podia culpar a bebida, a madrugada, qualquer merda. Mas não foi a primeira. Ela continuou. Disse que aquilo já vinha acontecendo há cerca de um ano. Que a primeira vez foi quando a namorada do Maurício terminou com ele. Ele ficou mal pra caralho. Ela foi consolá-lo. E acabou acontecendo. Depois da primeira vez, ela começou a se interessar cada vez mais por aquele assunto… “incesto”.
Pediu perdão. Disse que não faria mais. Ficou em silêncio.
Eu estava tentando processar tudo aquilo. Aí perguntei:
— Você só chupava ele?
Ela ficou calada por alguns segundos. Depois respondeu que não. Que chegou a transar com ele. Quando ela falou isso, eu vi os mamilos dela marcando o tecido fino do vestido. Ela estava excitada. A puta da minha esposa estava molhada só de lembrar.
— Você falou pra ele que eu vi vocês?
— Não.
De novo pediu perdão. Dessa vez já com a mão na minha coxa, apertando sutilmente. Perguntei por que ela tinha feito aquilo. Que era loucura. Perguntei se tinha mais alguma coisa pra falar. Ela disse que não.
Então eu perguntei direto:
— Você sente tesão nele?
Silêncio. Depois um “não” fraco.
Eu coloquei a mão na buceta dela de forma brusca, por cima do vestido, apertando forte.
— Repete.
Ela gemeu baixo:
— Sim…
A mão dela foi direto pro meu pau, por cima do short. Apertou.
— Quero você, amor…
O clima de tesão se instalou na hora. Eu olhei pra ela e perguntei:
— Quer chupar ele de novo?
Ela respondeu sem hesitar:
— Sim.
Abaixou meu short e engoliu meu pau. Uma mamada voraz, molhada, barulhenta. A mesma boca que tinha engolido a porra do irmão agora sugava a minha com fome. Eu não aguentei. Joguei ela na cama, levantei o vestido. Estava sem calcinha. A buceta escorrendo. Enfiei de uma vez.
Ela gritou:
— Isso… me come!
Meti forte. Os peitos dela balançavam. Deitei por cima, coloquei a boca no ouvido dela e, enquanto enfiava fundo, falei o nome do irmão dela. Ela me beijou com violência e começou a gemer o nome dele junto comigo.
— Maurício… mais forte… mete…
Estava intenso demais. Goçamos juntos. Uma daquelas gozadas que não aconteciam há muito tempo. Fiquei em cima dela por um tempo, ofegante. Depois rolei pro lado, exausto. Ela também.
Levantei e fui tomar banho. Quando saí, ela ainda estava deitada. Saí do quarto. Ao passar pelo quarto da Pietra, a porta estava entreaberta. Olhei.
Ela estava deitada de barriga pra baixo, usando só um shortinho curto que deixava a polpa da bunda aparecendo. Aquele rabo redondo, firme, meio aberto pelo short. Não tinha como não olhar. Fiquei parado ali, olhando.
Senti uma mão nas minhas costas. Era a Andressa. Ela também estava olhando a filha. Depois virou o rosto pra mim, deu um sorrisinho pequeno e apontou sutilmente pra Pietra. Depois saiu sem dizer nada.
Fiquei ali. Será que ela percebeu que eu estava olhando a bunda da nossa filha? Será que aquele sorrisinho e o aceno com o olhar eram só provocação… ou tinha segundas intenções?
O resto da noite fiquei pensando nisso. Não conversamos mais sobre o Maurício. Mas eu sabia. Aquilo não tinha terminado. Era só o começo. Uma hora ou outra a gente ia ter que conversar sério.
E eu já não sabia mais se queria parar… ou continuar.
Parte 3
A semana passou. Não tocamos mais no assunto. Nem transamos. O silêncio ficou pesado entre a gente, mas nenhum dos dois quebrou.
Na sexta à noite, Pietra foi pra um aniversário aqui mesmo no prédio. Antes de sair, veio até mim e perguntou como estava. Falei a verdade: que estava linda. E estava mesmo. Vestido preto, não muito curto, mas que desenhava cada curva do corpo dela. O tecido colava nos seios, na cintura, no quadril. Saí com ela, fiquei olhando a porta fechar.
Vinte minutos depois, Andressa entrou no quarto. Camisola preta, daquelas bem safadas, fina, quase transparente. Perguntou se eu queria assistir um filme com ela. Disse que sim. Ela foi pra sala. Logo depois eu desci.
Ela já estava deitada no sofá. Uma taça de vinho no chão ao lado dela, outra vazia na mesinha. Perguntou se eu queria beber. Disse que sim. Sentei, enchi a taça. Tentávamos assistir o filme, mas a atenção não ficava na tela. A alça da camisola dela caía pelo ombro, quase mostrando o peito inteiro. Sentada de lado, dava pra ver parte do rabo. Aquela mulher me provocava só de existir daquela maneira.
Quando o filme acabou, ela se levantou, veio até mim e sentou no meu colo, de frente. Os seios quase saindo. Sussurrou no meu ouvido, a voz baixa e molhada:
— Vai ficar só olhando sua irmãzinha?
O tesão subiu na hora. Segurei ela pela nuca e beijei com força. A mão desceu pro rabo… sem calcinha. A pele quente, macia. Ela colocou as duas mãos no meu peito e empurrou de leve:
— Calma… aqui não.
Levantou e foi pro corredor. Eu fui atrás. No meio do caminho ela se virou, me beijou de novo, puxou meu short e a cueca juntos, me deixando nu. Depois se afastou outra vez. Eu fui atrás, segurei ela pela cintura. Ela me empurrou e entrou no quarto da Pietra.
Fiquei parado na porta. Andressa foi até a cama da nossa filha, colocou as duas mãos no colchão e empinou o rabo na minha direção. A camisola subiu, a buceta molhada aparecendo.
— Vem… me fode.
Fiquei tenso por um segundo. Pensando no que ela estava fazendo. No lugar. No que aquilo significava. Mas o tesão falou mais alto. Entrei, segurei ela pela cintura e enfiei o pau de uma vez. Ela gemeu alto.
— Isso… pai… mete…
Aquele “pai” foi como um gatilho. Comecei a socar com mais força. A safada percebeu e olhou pra trás, os olhos brilhando, gemendo de novo como se fosse a Pietra:
— Mais forte, pai… me fode…
Eu não conseguia pensar direito. Só metia. Ela se virou, deitou de costas na cama da filha, abriu as pernas e segurou meu pau, enfiando de novo. A buceta estava encharcada.
— Mete, pai… mete…
Olhava pra mim com a mesma cara de quando a vi mamando o irmão. Aquela cara de puta sem vergonha. Apertei os seios dela com força enquanto socava fundo. Não aguentei. Gozei dentro dela, jato atrás de jato. Ela me abraçou forte e gozou junto, a buceta apertando, contrações violentas.
Foi uma foda incrível. Estávamos exaustos. Mas não podíamos ficar ali. Saí de cima dela e fomos pro nosso quarto. Tomamos banho em silêncio. Não falamos uma palavra sobre o que tinha rolado. Deitamos cada um virado pra um lado.
Depois de um tempo, percebi que ela tinha dormido. Levantei e fui até a cozinha. Logo depois ouvi a chave na porta. Pietra chegando. Perguntou pela mãe e por que eu ainda estava acordado. Respondi qualquer coisa. Ela foi pro quarto.
Ao voltar pro meu, passei de novo pelo quarto dela. A porta do banheiro estava entreaberta. Ouvi o chuveiro ligado. Ela estava no banho. O instinto gritou pra eu olhar. Pra abrir um pouco mais a porta e ver. Mas dessa vez a consciência ganhou. Continuei andando. Entrei no meu quarto e apaguei na cama.
Ainda com o gosto daquela foda na boca. E a certeza de que aquilo não tinha acabado.
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Comentários (1)
Klaus Black: Bora tarde para está família, li o conto hoje.pela manhã, adorei o enredo do conto, tema foi escrito sem enrolação, a princípio não senti muito bla bla como estamos acostumados a ler por aqui, 5 estrelas para ele conto parabéns ao escritor(a)
Responder↴ • uid:3vi2pfrpd9a