#Incesto #Teen

Natasha: provoquei o tio gêmeo do meu pai no churrasco

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Natasha

Naquela noite teve churrasco no quintal da fazenda. A carne assava na brasa, o cheiro de gordura e carvão misturava com o ar fresco do campo. Todo mundo bebia — cerveja, uísque, vinho. A conversa ia ficando mais solta a cada dose.

Eu me sentei de propósito perto do tio Márcio. Ele estava de camisa aberta até o peito, o corpo igualzinho ao do meu pai, só um pouco mais bronzeado. Toda vez que eu podia, me inclinava na direção dele, deixando a blusa cair um pouco no ombro, rindo baixo e tocando o braço dele “sem querer”.

— Tio Márcio… o senhor não mudou nada — falei, a voz já um pouco embriagada e carregada de desejo. — Continua idêntico ao meu pai… em tudo.

Ele olhou para mim por cima do copo, o olhar demorando nos meus lábios antes de descer para o meu decote.

— E você cresceu, Natasha. De um jeito que tá difícil disfarçar.

Eu sorri, mordendo o canudo do meu drink e inclinando o corpo para ele.

— Cresci em tudo, tio. Boca, peito, bunda… o senhor reparou direitinho?

Ele riu baixo, mas a voz saiu rouca.

— Diffícil não reparar quando você se mexe desse jeito. Tá me provocando de propósito, né?

Mais tarde, quando fui até a mesa de bebidas sozinha, ele apareceu atrás de mim, o corpo quase colado no meu.

— Precisa de ajuda para servir? — perguntou, a boca bem perto da minha orelha.

— Preciso de várias coisas — respondi, virando o rosto até quase encostar os lábios nos dele. — Mas por enquanto só mais um pouco de gelo… e do senhor bem pertinho.

Ele se aproximou ainda mais, o pau já duro marcando a calça contra a minha bunda.

— Cuidado com o que pede, sobrinha. Aqui na fazenda eu posso te dar exatamente o que você tá pedindo… e de um jeito que você não esquece.

Eu girei o corpo devagar, sentindo o volume dele pressionar minha barriga, e sussurrei no ouvido dele:

— Então me dá, tio. Eu tô molhada só de imaginar o senhor e o meu pai me comendo ao mesmo tempo.

Ele engoliu em seco, a mão apertando minha cintura com força.

Do outro lado do quintal, meus primos Lucas e Fernando me observavam. Lucas, o mais velho, tinha o olhar escuro e direto, como se já estivesse imaginando o que eu estava fazendo. Fernando, mais novo e mais ousado, sorriu de lado e levantou o copo em minha direção, claramente se divertindo com a provocação.

Lucas se aproximou alguns minutos depois, fingindo pegar uma cerveja.

— Cuidado, prima… o tio Márcio não é o único que tá reparando em você hoje — murmurou ele, a voz baixa e carregada de intenção.

Fernando chegou logo atrás, encostando o ombro no meu.

— E a gente também não é de ferro, Natasha. Você continua provocando assim e a gente vai acabar te pegando no estábulo depois.

Eu olhei para os dois, o sorriso safado no rosto, e respondi baixinho:

— Então me peguem. Eu tô aberta a sugestões…

Do outro lado do quintal, meu pai e meu irmão me observavam. Meu pai estava com o copo na mão, o olhar fixo em mim e no tio Márcio. O maxilar dele estava travado, os olhos escuros de ciúme e desejo ao mesmo tempo. Ele apertava o copo com força, como se quisesse quebrar. Meu irmão ao lado dele sorria de canto, claramente excitado vendo a cena, o volume já aparecendo na calça. Os dois trocaram um olhar rápido, e eu soube na hora que a noite ia ficar ainda mais perigosa.

Depois de muita provocação, comida e bebida, o churrasco chegou ao fim. Os quartos tinham sido divididos por família. Eu, meu pai e meu irmão ficamos no mesmo quarto, no fundo da casa.

Assim que a porta se fechou, meu pai virou para mim com o rosto fechado, a voz baixa e carregada de raiva e ciúme:

— O que diabos você estava fazendo com o meu irmão, Natasha?

Eu tirei a blusa devagar, ficando só de sutiã, e olhei direto nos olhos dele, o sorriso safado no rosto.

— Eu quero dois de você ao mesmo tempo, pai. Você e o tio Márcio.

O silêncio no quarto ficou pesado. Meu pai ficou parado, o maxilar travado, os olhos escuros de uma mistura perigosa de ciúme, raiva e tesão. Ele respirou fundo, o peito subindo e descendo com força. O volume na calça dele cresceu visivelmente. Por um segundo eu achei que ele ia gritar… mas em vez disso ele deu um passo à frente, agarrou meu queixo com a mão e falou rouco, quase no meu ouvido:

— Você é uma putinha sem limites, Natasha. Quer o meu irmão também? Então vai ter que aguentar as consequências.

Meu irmão, atrás de mim, soltou uma risada baixa e excitada.

Meu pai me beijou com fome, a língua invadindo minha boca enquanto as mãos arrancavam o resto da minha roupa. Meu irmão se aproximou por trás, beijando meu pescoço e apertando meus seios. Em segundos eu estava nua entre os dois.

O pai me jogou na cama e abriu minhas pernas, chupando minha bocetinha com raiva e desejo. Meu irmão se ajoelhou na minha frente e enfiou o pau na minha boca. Eu gemia abafada, chupando o irmão enquanto o pai me chupava com força.

Depois eles trocaram. O irmão me fodeu primeiro, metendo fundo e rápido, enquanto eu chupava o pai. Gozei apertando o pau do irmão, gemendo alto demais para uma casa cheia.

Quando ele saiu, o pai entrou na minha bocetinha ainda molhada e me fodeu com força, segurando meu cabelo e me chamando de putinha. O irmão se posicionou na minha frente de novo e eu continuei chupando enquanto o pai me arrombrava.

Eles me viraram de quatro. O pai me comeu por trás, metendo fundo, enquanto o irmão fodia minha boca. Os dois gemiam, me chamando de safada, de putinha da família. Gozei de novo, tremendo, as pernas fracas.

No final, o pai gozou dentro de mim e o irmão gozou na minha boca. Eu engoli tudo, ofegante, o corpo inteiro marcado e satisfeito.

Os três caímos na cama, suados e exaustos. Eu no meio, com um braço de cada um por cima de mim. Em poucos minutos, dormimos juntos, o silêncio da fazenda só quebrado pela nossa respiração pesada.

Comentários (4)

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  • Fernandinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Maluzinharsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Lou: Fazes muito tesâo a muitos homens, és uma vacaquinha no bom sentido,aquela mulher que sabe satisfazer todos os homens com prazer, quando lemos o teus contos, ficamos consulados.

    Responder↴ • uid:2o4bq4r6ic
  • Tuga tarado: Puta boa!

    Responder↴ • uid:b9408ou4fyk
  • Lucas: Muito bom

    Responder↴ • uid:1e3a36o2hyc1