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Padrasto e Enteado: Na Linha do Limite - II

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FAMILYDICK

Tensão na mesa de jantar e de madrugada o padrasto deixa claro ao enteado que nada mudou, resultando no segundo encontro quente e proibido.

A noite chega e o aroma de molho caseiro e ervas frescas dominava a cozinha de conceito aberto, um contraste acolhedor que parecia sufocar Britain assim que ele pisou no porcelanato. Helena estava de costas para a entrada, mexendo uma panela no fogão de indução enquanto cantarolava uma música baixa. Ela usava um terno de alfaiataria cinza — a calça ainda impecável, a jaqueta jogada sobre o encosto de uma das cadeiras da ilha —, marcando o fim de mais um turno exaustivo no hospital.

Quando viu o filho descer do quarto, ela desligou o fogo e virou-se, limpando as mãos em um pano de prato.

— Finalmente — disse Helena, soltando um suspiro pesado enquanto cruzava os braços. Seu olhar cansado percorreu o filho, demorando-se na camisa amarrotada e na postura levemente encurvada de Britain. — Eu ainda não consigo acreditar que você me fez passar por essa vergonha, Britain. Fumar no banheiro da escola? Com dezessete anos nas costas?

Britain travou no lugar, um peso parecendo puxar seus ombros para baixo. A dor sorda no centro do seu corpo deu um pontada forte quando ele ajustou o peso sobre as pernas, obrigando-o a segurar a borda da bancada para disfarçar a fisgada.

— Mãe, eu... — Britain começou, a voz saindo mais fraca do que pretendia.

— Ele já entendeu a gravidade do que fez, Helena.
A voz de Bishop cortou o ar com uma calma cirúrgica ao entrar na cozinha logo atrás do jovem. Ele passou por Britain, roçando o ombro no dele em um movimento rápido que fez a pele do garoto arrepiarem por inteiro, e caminhou até a esposa. Bishop depositou um beijo suave na bochecha de Helena, envolvendo a cintura dela por um segundo com a mesma naturalidade de quem não havia tirado a virgindade do filho dela no banco de trás de um SUV a poucas horas.

— Tivemos uma conversa muito longa e definitiva no caminho de volta — continuou Bishop, virando-se para encarar Britain com um olhar frio, perfeitamente ensaiado. — O Britain sabe que decepcionou a nós dois. Ele se comprometeu a cumprir a suspensão em casa, sem saídas, sem celular e colaborando com as tarefas que eu determinar. Não é, Britain?

Helena olhou do marido para o filho, a tensão em suas feições cedendo um pouco diante da postura firme de Bishop. Para ela, aquele era o retrato do homem ideal: um parceiro presente, que assumia a rédea da disciplina do enteado quando ela estava sobrecarregada pelo trabalho.

— É sim... — murmurou Britain, mantendo os olhos fixos no chão, incapaz de encarar a mãe sem sentir o estômago dar um nó violento. A mentira fluía entre eles como um veneno invisível.

— Ótimo — suspirou Helena, passando a mão pela testa. — Vá tomar um banho, o jantar vai estar pronto em vinte minutos. E nem pense em pegar o computador.

— Deixe que eu acompanho ele até seu quarto querida — ofereceu Bishop, num tom solícito. Ele deu dois passos na direção de Britain e ao fazer isso, seus dedos roçaram propositalmente nos pulsos de Britain, um aperto rápido e firme que enviou uma onda de eletricidade pelo corpo do jovem. — Vá se trocar, garoto.

Britain não respondeu. Ele apenas assentiu e virou-se em direção às escadas, subindo os degraus de forma lenta para esconder a rigidez dos seus passos, sentindo os olhos de Bishop queimarem em suas costas a cada centímetro percorrido.

A água quente do chuveiro caía com força sobre as costas de Britain, mas parecia incapaz de lavar o calor e o rastro das mãos de Bishop impregnados em sua pele. Ele encostou as duas mãos na parede de azulejos do box, deixando a cabeça pender para a frente. Cada movimento para se ensaboar trazia uma fisgada incômoda e contínua no centro do corpo, uma lembrança física, crua e incontestável de poucas horas atrás.

Quando fechou o registro, o silêncio do banheiro foi preenchido apenas pelo som das gotas pingando no ralo. Ele se enxugou devagar, vestiu uma camiseta cinza larga e uma calça de moletom preta, amarrando o cordão na cintura. Olhou-se no espelho e secou os cabelos loiros com a toalha. Seus olhos pareciam mais fundos, a respiração ainda num ritmo descompassado.
Ao abrir a porta do quarto para descer, a luz do corredor parecia excessivamente clara.

Na sala de jantar, a mesa de madeira maciça estava posta. Helena servia a travessa de massa no centro, enquanto Bishop preenchia duas taças com vinho tinto. O cenário era a perfeita representação da rotina de uma família de classe média alta, sem uma única fresta que denunciasse a podridão que corroía aquela estrutura por baixo.

— Sente-se, Britain — disse Helena, apontando para a cadeira à sua esquerda.

Britain caminhou até a mesa. O ato de puxar a cadeira e se sentar no estofado rígido fez seu corpo tencionar por completo. Ele soltou o ar devagar pela boca, disfarçando a careta de dor ao acomodar o quadril no assento.

— Tudo bem aí? — perguntou Helena, franzindo a testa ao notar o movimento rígido do filho.

— Só... cansaço, mãe. Minhas costas estão doendo — mentiu Britain, sem erguer os olhos da mesa.

— Deve ser a postura de passar o dia jogado na frente do computador — comentou Bishop de forma pausada, sentando-se na cabeceira da mesa, exatamente de frente para Britain. Ele ergueu a taça de vinho, levando-a aos lábios enquanto mantinha o olhar escuro e denso cravado no enteado. — Mas não se preocupe, Helena. Amanhã eu vou garantir que ele tenha bastante atividade física na rotina para corrigir essa postura.

O tom de Bishop era perfeitamente neutro para os ouvidos de Helena, mas trazia uma camada velada e ameaçadora que fez o sangue de Britain gelar. O garoto pegou o garfo com a mão levemente trêmula.

— Obrigado, querido, de verdade — disse Helena, sorrindo para o marido e cobrindo a mão dele sobre a mesa. — Eu não sei o que faria sem você para colocar ordem nessa casa. O Britain estava ficando descontrolado.

Britain cravou o garfo na massa com mais força do que o necessário. Ouvir a mãe agradecer ao homem que o havia violado e tomado no banco de trás do carro horas antes provocava um nó insuportável em sua garganta. Ele levantou os olhos por um segundo e encontrou o olhar de Bishop. O padrasto deu um gole lento no vinho, mantendo um sorriso sutil e quase imperceptível no canto dos lábios — a celebração silenciosa do domínio absoluto que exercia sobre os dois naquela mesa.

O restante do jantar transcorreu em um transe sufocante. A voz de Helena relatando os percalços do plantão no hospital soava distante para Britain, como se ele estivesse submerso em água profunda. Cada gargalhada que ela dava para uma piada de Bishop parecia uma lâmina cortando a pele do garoto.

A todo momento, o olhar de Bishop o perseguia. Sob a mesa, em um momento em que Helena se levantou para buscar a jarra de água na geladeira, o joelho do homem avançou devagar, pressionando a coxa de Britain por longos e tortuosos segundos. O garoto travou, o garfo suspenso no ar, o estômago embrulhando enquanto o padrasto continuava mastigando com a maior calma do mundo.

— Posso subir? Já acabei — pediu Britain assim que Helena voltou, deixando o prato pela metade.

— Mas você quase não comeu nada, Britain... — começou Helena, preocupada.

— Deixe o garoto, querida — interveio Bishop, pousando a taça vazia na mesa com um estalo suave. — Ele teve um dia cheio. O corpo precisa processar as lições de hoje. Pode ir para o seu quarto, Britain.

Britain não esperou uma segunda autorização. Ele se levantou rápido demais, sentindo uma fisgada aguda na virilha que o fez vacilar por meio segundo antes de se recompor. Caminhou com passos pressurosos até o segundo andar, entrou no seu quarto e bateu a porta atrás de si.

Ele não acendeu a luz. Na escuridão cortada apenas pelos postes da rua que atravessavam a cortina semiaberta, Britain caminhou até a cama e deixou-se cair de bruços na colcha. Ele afundou o rosto no travesseiro, soltando um gemido abafado de frustração, dor e confusão.

O silêncio do quarto era pesado. Ele tentou organizar os pensamentos, mas sua cabeça era um turbilhão. A imagem de Bishop sobre ele no SUV, o som da voz rouca do homem ditando ordens, o gosto da pele do padrasto na sua boca... nada daquilo saía da sua mente. O medo de ser descoberto pela mãe coexistia com uma antecipação sombria e vergonhosa que fazia seu peito acelerar a cada barulho que ouvia no corredor.

Ele ouviu o som da porta do quarto principal se fechar no fim do corredor. Passos abafados. O barulho de água correndo na suíte do casal.

Aos poucos, a casa foi afundando no silêncio absoluto da madrugada. Britain rolou na cama, ficando de costas, encarando as sombras do teto. Ele puxou o cobertor até o peito, o corpo ainda moído e dolorido, tentando se convencer de que o pesadelo daquele dia havia finalmente acabado. Ele não poderia estar mais enganado.

Era pouco mais de duas da manhã quando a maçaneta da porta do quarto de Britain girou. O som foi quase imperceptível, mas para o garoto, que permanecia desperto na escuridão, soou como um tiro na noite silenciosa.

O feixe de luz fraca do corredor cortou o piso de madeira por um milésimo de segundo antes da porta ser encostada novamente com extrema cautela. Uma silhueta alta e larga avançou pela penumbra.
Bishop.

O homem já não vestia a camisa social nem a calça do jantar. Usava apenas uma calça de moletom cinza e uma t-shirt preta justa, descalço, movendo-se com a precisão de um predador que conhecia cada tábua daquela casa. O cheiro de sabonete e do seu perfume amadeirado preencheu o quarto num instante.

Britain sentou-se num salto na cama, puxando o cobertor contra o peito, o coração batendo tão forte que ele tinha certeza de que o padrasto podia ouvir.

— Bishop... o que você tá fazendo aqui? — o garoto sussurrou, a voz trêmula de pavor. — A minha mãe...

— Sua mãe capotou de cansaço depois de dois plantões seguidos. Ela não vai acordar nem se um trovão cair no teto — a voz de Bishop veio num tom ultrabaixo, ríspido e aveludado ao mesmo tempo.

Ele caminhou até o lado da cama de casal de Britain. A sombra de Bishop cobriu o garoto por completo. Sem pedir licença, o homem sentou-se na borda do colchão, fazendo o estrado ranger levemente sob o seu peso.

Ele estendeu a mão grande e segurou o queixo de Britain com firmeza, forçando o jovem a erguer o rosto para encará-lo na escuridão.

— Você achou que aquele teatrinho na mesa de jantar mudava alguma coisa entre nós? — perguntou Bishop, os olhos escuros brilhando com um perigo latente na penumbra. — Achou que o que aconteceu no carro foi um evento isolado?

Britain tentou puxar o rosto para trás, mas o aperto nos seus maxilares era como uma algema de ferro.

— Foi um erro... você sabe que foi — mentiu Britain, a respiração falhando. — Se ela pegar a gente aqui...

— Ela não vai pegar — cortou Bishop, aproximando o rosto até que a sua respiração quente atingisse os lábios do garoto. — Porque você vai ficar bem quieto. E porque você pertence a mim agora, Britain. O que começou naquele SUV não acaba só porque voltamos para casa.

O padrasto soltou o queixo dele apenas para deslizar a mão pesada pela garganta de Britain, descendo até o peito do garoto, sentindo o ritmo descontrolado dos batimentos cardíacos do enteado.

— Eu vim deixar bem claro quem manda nesta casa — murmurou Bishop, puxando o cobertor do corpo de Britain com um movimento lento e definitivo. — E como você vai se comportar a partir de hoje.

O cobertor foi jogado no chão ao pé da cama. O frio da madrugada atingiu a pele de Britain, fazendo-o encolher as pernas, mas Bishop foi mais rápido. O homem segurou os tornozelos do garoto e o puxou com força para a borda do colchão, anulando qualquer distância entre eles.

— Bishop, não... eu tô dolorido de mais cedo — implorou Britain num sussurro desesperado, tentando apoiar os cotovelos na cama para recuar. — Por favor...

— Da próxima vez, pense duas vezes antes de me desafiar — murmurou Bishop contra a boca do garoto, calando qualquer protesto futuro com um beijo bruto e possessivo, afundando a língua na boca de Britain sem pedir licença.

Com uma das mãos, Bishop segurou os dois pulsos do jovem acima da cabeça dele, cravando-os contra o colchão. Com a outra, puxou o cordão da calça de moletom de Britain e a baixou com facilidade até os joelhos. O garoto soltou um suspiro entrecortado no meio do beijo quando sentiu a mão pesada do padrasto envolver sua coxa e subir lentamente, voltando a tocar a pele ainda sensibilizada pelo ato da tarde.

O silêncio do quarto tornava tudo mais amplo e perigoso. O risco iminente de Helena acordar no quarto ao lado fazia o sangue de Britain ferver numa mistura tóxica de pavor e excitação descontrolada. Ele tentou conter os movimentos do quadril, mas o corpo correspondia involuntariamente à presença opressiva do homem sobre ele.

Bishop soltou a boca de Britain, descendo o rosto até o pescoço do garoto, mordendo a pele clara na linha da clavícula com força suficiente para deixar uma marca sob a camisa. Em seguida, posicionou-se na entrada do rabo de Britain.

Sem a menor pressa, mas com uma determinação implacável, Bishop empurrou seu pau para dentro do cu de Britain.

Britain soltou um arfar doloroso que foi abafado imediatamente pela mão de Bishop cobrindo sua boca de forma firme. Lágrimas de dor e prazer involuntário acumularam-se nos cantos dos olhos do garoto. A sensação de preenchimento na pele já machucada era intensa, queimando a cada milímetro que o homem avançava, até estocar completamente fundo de seu rego.

— Fique quieto... — ordenou Bishop no ouvido do enteado, a voz rouca e entrecortada pelo esforço. — Você é meu agora, Britain. Coloque isso na sua cabeça.

Bishop começou um ritmo cadenciado, ditando o tom daquela invasão silenciosa de sua rola no cu do enteado. A cada impulso pesado, a cama gemia fraco na escuridão, fazendo o coração de Britain disparar com o medo de o barulho ecoar pelo corredor. O garoto cravou as unhas nos lençóis, virando o rosto de lado enquanto aceitava o ritmo que o padrasto impunha. A dor inicial foi gradativamente dando lugar a uma onda devastadora de submissão, fazendo-o abafar seus próprios gemidos contra o estofado do travesseiro.

O gozo veio ríspido e contido. Bishop acelerou as estocadas finais com brutalidade, segurando o quadril de Britain contra o seu até encher de porra o cu do garoto, soltando um rosnado abafado contra o ombro do jovem.

Por longos segundos, o único som no quarto foi a respiração pesada dos dois. Bishop permaneceu sobre ele por um momento, desfrutando da rendição absoluta de Britain, antes de se afastar devagar.

Ele se ajeitou com a mesma frieza calculada de sempre, olhando para o garoto trêmulo e entregue nos lençóis bagunçados. Bishop debruçou-se sobre ele mais uma vez, passando o polegar com surpreendente delicadeza no rosto de Britain para limpar uma lágrima.

— Bom garoto — sussurrou Bishop. — Amanhã temos um longo dia. Durma bem.

Sem fazer o menor ruído, Bishop caminhou até a porta, girou a maçaneta com precisão e desapareceu no corredor escuro, deixando Britain sozinho na penumbra, envolto no silêncio pesado da casa e na certeza definitiva de que sua vida agora pertencia àquele homem.

A porta do quarto se fechou sem um único estalo, mas o clique do trinco ecoou na mente de Britain como uma martelada. O silêncio voltou a tomar conta do cômodo, pesado, claustrofóbico e denso.

Britain continuou imóvel na borda da cama. Seu corpo tremia em espasmos fracos e involuntários, a pele ainda ardendo onde os dedos pesados de Bishop haviam se cravado. O ar frio da madrugada batia na sua virilha exposta, arrepiando os pelos dos seus braços. Devagar, com um gemido abafado de dor que ele prendeu na própria garganta, o garoto puxou a calça de moletom de volta para a cintura. Cada milímetro de tecido roçando na sua pele sensibilizada era um lembrete cruel do que acabara de acontecer.

Ele se arrastou até o centro da cama de casal, encolhendo os joelhos contra o peito e puxando o cobertor pesado até o queixo. O cheiro de Bishop, aquela mistura inconfundível do perfume amadeirado com o suor quente estava entranhado nos lençóis, na sua pele, no seu pescoço. Era impossível escapar.

Britain afundou o rosto no travesseiro, mas as lágrimas não vieram com raiva; vieram com o peso esmagador da confusão.

No quarto ao lado, sua mãe dormia o sono dos inocentes, exausta depois de um dia salvando vidas, sem ter a menor ideia de que, a poucos metros dali, o marido exemplar transformara o filho dela em seu segredo mais sórdido. A traição contra Helena pesava no peito de Britain como uma rocha. Mas o que mais o aterrorizava não era o medo de a mãe descobrir.

Era a constatação sombria de que, no meio da dor, do pavor e do choque, seu corpo havia respondido. Ele havia se entregado. A autoridade esmagadora de Bishop havia despertado nele um fascínio obscuro e proibido do qual não havia mais volta.

Britain olhou para a porta fechada na penumbra do quarto. O capítulo daquela nova realidade estava selado. Ele agora sabia exatamente qual era o seu lugar naquela casa, qual era a sua dívida e como teria que pagá-la.

Fechando os olhos com força na escuridão, Britain deixou o cansaço finalmente vencê-lo, sabendo que, ao amanhecer, o jogo apenas começaria de verdade.

Comentários (3)

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  • Coroa: Que pena o garoto está sendo estuprado. Se pelo menos ele estivesse gostando e curtindo. Mas sem um lubrificante e uma vez atrás da outra deve ser difícil de gostar. Estou com pena do garoto.

    Responder↴ • uid:1dak65uoij
  • Gazonie: depois do padrasto tem que ter o avô dele porfavor nem que seja o pai do Bishop preciso de mais.

    Responder↴ • uid:funszdmm3
  • Aff: Que conto maravilhoso, tmr que ele fique bem submisso logo

    Responder↴ • uid:1ehmffy8dh7o