Peguei a amiga da minha irmã sem ela querer
Peguei a amiga puta da minha irmã a força, ela gostou e me pediu mais.
Bruna, amiga da minha irmã é garota de programa e isso todo mundo sabe. Gostosa de academia, pernas torneadas, bunda redonda e empinadinha. Os programas cobra 550 a hora. Sempre reparei muito em seus peitos pequenos, cabelos cacheados, sua cor morena, de pele bronzeada quando tomava sol aqui em casa, com biquínis minúsculos.
Minha irmã sempre foi super prestativa com sua amiga, mesmo quando a amiga decidiu ser GP. Minha irmã disse que não teria nenhum problema, mas que era pra ela se cuidar se não ia pegar alguma doença.
Eu havia acabado de chegar em casa da academia e estava suado, fui direto na cozinha pegar um copo de água enquanto escutava minha irmã Nathalia falar ao telefone, e parecia ser com a amiga dela, falando sobre o namorado problemático da minha irmã, sento na cadeira e fico mexendo no celular, acertando com alguns clientes e não deixo de claro, prestar atenção naquela conversa que imaginava ser com a Bruna. Minutos depois durante a ligação observo um silencio da minha irmã e seguido de um "...claro amiga, pode vir sim. Mas quando?" Observo mais outro silencio da minha irmã e fico pensando no que podia ser. Assim que ela desliga o celular senta na mesa junto comigo e mexe no meu cabelo, bagunçado o mesmo. Coisa de irmã mais velha. Nathalia era 3 anos mais velha que eu, tinha 26 enquanto eu e a amiguinha dela tínhamos 23.
– A conversa tava boa, hein. -digo rindo dividindo a atenção do celular com minha irmã que não estava plena.-
– Você sabe que eu não escondo nada de você, né Dani...
- diz ela se mexendo na cadeira, estava super desconfortavel e se conheço ela, tensa também.
– Claro Nath. Mas o que houve? – pergunto curioso e deixo o celular em cima da mesa.-
– A Bruna quer vim aqui em casa tirar umas fotos sexy pra postar no fatal model. Disse que seria incrível se fosse na piscina ou na area da churrasqueira.
Assim que ela termina de falar fico incrédulo, sinto meu pau dar sinal na mesma hora e aperto ele disfarçadamente.
– O que? Como assim? Quando?
– Ela disse que amanhã as 14h porque sabe que amanhã é dia de você trabalhar presencialmente e não terá ninguém em casa, ja que a mãe e o pai estão viajando na trigésima lua de mel.
– Ah, ta bom então. Boa sorte com suas fotos. - digo me levantando da cadeira, enquanto escuto ela me chamando.-
– Dani? Posso falar com você sobre o Luan?
– De novo Nath? O que esse babaca aprontou?
E ficamos conversando por horas, ela me contando que o babaca do namorado dela foi um babaca, coisa que eu ja tava acostumado a ouvir, mas me compadeci a ouvir de novo, afinal ela era minha irmã. Detesto esse arrombado do Luan. Ele sempre distrata ela de todas as formas possiveis. Eu já fui buscar minha irmã de madrugada na casa dele, já bati nele. Nada adiantou. Depois de algumas horas conversando com a Nathalia, dou um abraço nela e sinto as lagrimas dela escorrer pelo meu ombro. Detesto ve-la dessa forma, mas ela não consegue sair desse relacionamento.
Depois vou para o banho, deixando que a água corresse sobre meu corpo imaginando as fotos que minha maninha iria tirar da amiguinha puta.
×× No outro dia, pós trabalho ××
Chego em casa em torno das 16:30. Geralmente chegava às 18h quando trabalho presencial, mas hoje resolvi sair mais cedo. Eu assumo esse risco.
Assim que chego em casa vou ate a cozinha tomar um copo de água e acabo observando a amiguinha da Nath em cima da bancada que ficava próxima a churrasqueira de quatro, de frente pra cozinha, que era onde eu estava. Mordo meu lábio inferior e sinto meu pau dar sinal de novo. Ela parecia estar super confortavel com a situação, bom, ela é puta né. Assim que ela me vê me acena e eu acabo fazendo o mesmo. Termino meu copo de água e vou me aproximando delas, passando pela piscina e estacionando onde elas estavam. Diferente de antes, agora Bruna estava constrangida, assim como Nathalia.
– o que você está fazendo aqui, Daniel? Porra. Não ia chegar as 18h?
– Me liberaram mais cedo. Vim acompanhar seu trabalho artístico, maninha.
Digo rindo e desviando meu olhar pra Bruna. Porra, ela tava muito gostosa, mesmo visivelmente sem graça. Vestia uma langerie vermelha, daquelas com fitinha nas duas pernas. Aquela barriga chapadinha, aqueles peitinhos pequenos, tudo que eu queria na minha boca agora.
Nathalia da os ombros quando eu falo e pergunta pra Bruna se quer parar um pouco de fotografar. Bruna assente que sim e coloca um roupão. Que desperdício. Minha irmã senta e recebe uma ligação. Minutos depois leva a mão na boca e lágrimas começam a rolar pelo rosto.
– Tô indo na casa do Luan. Ele terminou comigo de novo.
– meu Deus amiga. -diz Bruna- eu vou com você!
– De jeito nenhum, amiga. Obrigada. Eu vou resolver isso de uma vez por todas. Sozinha.
Diz se levantando revoltada e entrando pra dentro de casa. Escuto algumas portas baterem e presumo que seja a da sala e depois da garagem. Escuto o barulho do carro sendo ligado e dou os ombros. Ela é grandinha, sabe se virar.
– Bom Dani... eu ja vou indo... -diz se levantando da cadeira e eu coloco a mão no ombro dela, empurrando pea cadeira.-
– Indo pra onde? Você não vai a lugar algum, sua puta!
Você vai fazer o seu trabalho.
Com uma mão segurava o ombro dela com força e com a outra abaixava minha calça de moletom, estava sem cueca, então meu pau pulava pra fora e podia ver ela arregalando os olhos.
– Sabe Bruninha...hoje estou precisando relaxar.
Tiro a mao do ombro dela e levo até os cabelos cacheados daquela puta e enrolo na minha mão, empurrando a cabeça dela sobre meu pau de 18cm. Grossura média.
– Eu não vou fazer isso.
– Você não vai o que???
Digo empurrando a cabeça pra mais perto do meu pau e enrolando mais minha mão no cabelo dela, apertando bem. Vejo ela fechar a boca ao maximo que conseguia então pego a mão que antes estava no meu pau duro e coloco na bochecha dela, apertando e fazendo ela abrir a boca. Assim que abre começo a encaixar meu pau. Eu sei que ela gostava disso. Ia sentindo sua boca molhada no meu pau e ia soltando varios gemidos.
– Que boca gostosa, sua puta. Vou comer seu cú.
De tanto insistir ela começa a ceder e sei que estava gostando.
– Eu não dou o cu. -diz ela cuspindo no meu pau-
– Hoje você vai! -dizia socando mais meu pau na boca daquela puta e ia empurrando com força, fazendo ela se engasgar.-
Vou tirando o roupão que ela estava vestindo e tiro meu pau da boca dela, observando ele todo babado. Pego ela no meu colo e num jogo rapido, viro ela de cabeça pra baixo, fazendo um 69 em pé. Coloco a calcinha (aquela que tem pérolas que ficam roçando no grelo) pro lado e começo a linguar aquela buceta, fazendo ela soltar alguns gemidos que eu sentia como vibração no meu pau, que agora ela fazia garganta profunda.
Passo minha língua naquela buceta deliciosa, principalmente no grelinho dela e vou aumentando a velocidade ali em cima, sabendo que ela estava adorando. Sua bucetinha estava toda babada e seu grelo latejando de tesão, ela estava louca pra me dar. Faço questão de passar toda minha língua na extensão daquela buceta gigante e fico provocando deixando bastante saliva em cima daquele grelo ja babado.
Mudo a posição, agora coloco ela em cima da bancada e roço meu pau na buceta molhada dela, que fecha a perna pra fazer charme.
– Vamos parar Daniel, por favor...
– Você não quer parar, Bruninha. Ta louca pra me dar.
– Não! Eu não quero!
– Sua buceta fala outra coisa.
Faço força pra ela abrir as pernas e enfio meu pau todo de uma vez, sentindo as paredes bucetonicas dela fechar e empurrar meu pau. Ela dá um gemido bem alto ao ser invadida e eu sorrio sentindo o calor e aperto daquela buceta no meu pau.
– Caralho, nunca comi uma puta tão apertadinha assim. Que delícia.
Começo os movimentos de vai e vem com força, ouvindo os barulhos do meu pau na polpa da bunda dela. Vou delirando nas socadas e sentindo a buceta dela esticando. Aos poucos aquela putinha começa a se soltar, gemendo algumas putarias que eu adorava escutar.
– Mete assim nessa putinha, mete. Da piroca, vai amor.
– Eu sabia que você queria. É assim que você pede? Então pede! Alto caralho!
– AIINNN, METE ASSIM NA MINHA BUCETA VAI! QUE PIROCA GOSTOSA. AIIIN.
Dizia ela levando o dedo no grelo e massageando ele enquanto sentia minha pica entrando e saindo de dentro dela.
– safada filha da puta. Agora vou comer seu cu!
Digo virando ela de costas e colocando de quatro como ela estava inicialmente tirando as fotos.
– No cu não... você sabe que eu não dou o cu.
– Cala a boca.
Cuspo no cuzinho dela e coloco um dedo, sem resistir acabo me abaixando e chupando aquela buceta que estava pingando. Dou varias chupadas naquele grelo e escuto ela gemer alto, enquanto socava o dedo mais fundo no cu dela.
– De chupada na buceta você gosta, safada
– Aiin, eu adoro... mas no cuzinho não. - diz entre gemidos.
Dou um sorriso malicioso e tiro a boca da buceta dela e o dedo do cu. Roço minha cara naquela buceta sentindo aquele aroma delicioso de buceta molhada e empino mais aquela bunda enorme, distribuindo vários tapas em cima da bunda dela, fazendo barulho alto de plaft plaft.
Aponto meu pau no cuzinho dela e começo a introduzir aos poucos, sentindo uma certa resistência do mesmo enquanto ouvia ela gemendo. Coloco as duas mãos dela uma em cada polpa da bunda e mando ela abrir aquele cu pra mim, porra que visão deliciosa. Aos poucos que penetrava naquele cu sentia um tesão inexplicável.
Vou arrombando aquele cu agora sem pena e escutando os gemidos dolorosos dela, misturado com choro, mas que aos poucos ia se tornando de tesao, ja pedindo pra socar mais firme naquele cu.
– AII CARALHO, ASSIM VAI DANI. FODE MEU CU!! QUE DELÍCIA CARALHO.
– Fala que não era isso que voce queria sua puta! Fala que não queria me dar esse cu, fala! -batia na bunda dela-
– Eu sempre quis te dar. Me fode vai!!
E assim vou metendo no cuzinho gostoso daquela puta. Logo depois ela veio por cima de mim e começou a dar aulas de sentada. Nenhuma mulher nunca sentou daquela forma. Caralho, que delícia de cu. Que delicia de puta. Era só o que faltava agora: me apaixonar pela amiga puta da minha irmã.
Ao sentir aquele cuzinho se abrindo pra mim a cada estocads vou tombando a cabeca pra tras e sentindo varios espasmos no meu corpo. Tiro meu pau do cu dela e sem mistério soco na buceta. Sinto a buceta dela se contrair e ela gemer bem alto, anunciando que tinha gozado. Sem aguentar acabo gozando dentro daquela buceta gostosa. Minutos depois ela tira o pau de dentro da buceta e eu observo a buceta dela cuspindo todo leitinho que eu deixei la. Sorrio e ela se deitar em meio peito. Depois tomamos um banho, transamos mais 2 vezes.
Fomos pra cozinha e mando Bruninha fazer o jantar. Depois de ter esvaziado tudo naquela puta, o mínimo que ela poderia fazer é servir meu jantar pra encher minha barriga. Minha irmã chegar e conta que se resolveu com o namorado e que dessa vez seria diferente. Aham, sei.
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