#Assédio #Gay #Traições

Marquei encontrou no motel e dei de cara com meu concunhado

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Fazassim

Eu branco e baixinho 26 anos comecei a bestir roupas femininas as escondidas ate q resolvi que deveriam ter um homem ao menos 1 vez

Eu sempre fui um cara que gostava de me exibir, principalmente com aqueles shorts justinhos que mal cobriam minha bunda redonda e lisa. A calcinha por baixo só fazia aumentar o atrativo, e eu adorava a ideia de que estranhos pudessem me olhar com desejo. Mas nunca imaginei que meu exibicionismo me levaria até ele: Abreu, marido da irmã da minha namorada.

Aos 45 anos, negro e forte, ele tinha um jeito de me pegar pelo braço ou pela cintura que fazia meu corpo inteiro tremer. Sempre que ele me abraçava, seus dedos apertavam minha bunda de um jeito que me fazia querer gritar de prazer. Eu já tinha imaginado mil vezes ele me fodendo, mas nunca achei que isso realmente fosse acontecer.Nos encontros de família, eu disfarçava o tesão, mas ele parecia saber. Sempre me abraçava apertado, as mãos descendo sorrateiras até a minha bunda, apertando com uma firmeza que me deixava duro na mesma hora. Eu gemia baixinho, disfarçando com uma tosse, mas ele ria, aquele riso grave que me fazia imaginar coisas sujas.

“Tá cada dia mais gostoso, hein?”, ele sussurrou uma vez no meu ouvido, enquanto todo mundo estava distraído na sala. Eu corei, senti o pau pulsar dentro da calça e não respondi nada. Mas a verdade é que eu passava noites me tocando pensando nele, imaginando aquelas mãos enormes abrindo minhas nádegas, aquele corpo me dominando
Até que eu fiz a merda. Estava no meu perfil secreto, aquele onde eu postava fotos da minha bunda de calcinha, e um número desconhecido começou a me mandar mensagens. O cara falava putaria pesada, descrevia exatamente o que faria comigo, e eu, excitado, marquei um encontro. Só quando cheguei no motel e vi a placa do carro estacionado é que me dei conta: era o carro do abreu. Meu coração disparou. Eu quase fugi, mas minhas pernas tremeram e eu entrei.

Ele abriu a porta do quarto e me olhou de cima a baixo. Eu estava parado, mãos suando, uma vergonha ardendo no rosto. “Achei que era você mesmo”, ele disse, a voz calma, sem surpresa. “Sempre soube que essa bundinha redonda era minha.”

Eu tentei gaguejar uma desculpa, dizer que foi um engano, mas ele me puxou para dentro e fechou a porta. “Relaxa”, ele falou, passando a mão no meu cabelo. “Você não precisa fingir aqui. Eu sei o que você quer. E eu vou te dar.”
Até aquele maldito momento no motel.

Cheguei suando, com o coração disparado, porque sabia que ia ser minha primeira vez com um homem — e não qualquer homem, mas ele. Abreu abriu a porta antes mesmo de eu bater, como se já estivesse esperando. Seu sorriso safado me fez tremer ainda mais.

— Você veio, garoto — ele disse, puxando-me para dentro com um abraço apertado. Seus dedos deslizaram pela minha bunda, apertando-a com força, e eu soltei um gemido involuntário. — Eu sabia que você ia aparecer.

— Eu… eu não devia estar aqui — gaguejei, mas minhas pernas não pareciam querer me obedecer.

— Claro que devia — ele rosnou, fechando a porta com um chute. — Você gosta quando eu te aperto assim, não gosta? — E sem esperar resposta, ele me girou e me jogou na cama, seu corpo grande me cobrindo instantaneamente.

Eu não conseguia respirar direito. Ele cheirava a colônia barata e suor, uma mistura que me deixava louco. Suas mãos foram direto para a minha cintura, puxando meu short para baixo num movimento bruto.

— Porra, você é mesmo uma bunda de invejar — ele murmurou, afundando o rosto entre minhas nádegas, sua língua quente lambendo meu cu de cima a baixo. Eu gritei, agarrando os lençóis, enquanto ele me abria com os dedos, lambendo e chupando até eu estar gemendo como uma puta.

— Você gosta disso, seu putinho? — ele perguntou, cuspindo na minha entrada antes de empurrar dois dedos grossos dentro de mim. — Você quer que eu te encha com meu pau?

— Foda-me, por favor — implorei, minha voz tremendo.

Ele não precisou de mais incentivo. Em segundos, seu pau enorme estava na minha entrada, empurrando devagar, esticando-me até eu sentir que ia explodir. Abreu não foi gentil. Ele agarrou meus quadris e me puxou de volta contra ele, fodendo-me com força, cada estocada me levando mais fundo.

— Você é minha putinha agora — ele rosnou, batendo na minha bunda com tanta força que deixei marcas vermelhas. — Minha propriedade.

Eu não conseguia mais pensar direito. Só conseguia sentir: o pau grosso fodendo meu cu, as mãos dele me apertando, os gemidos roucos que ele soltava no meu ouvido. Quando ele gozou, enchendo meu cu com jatos quentes de porra, eu também não segurei meu orgasmo. Meu pau jorrou porra por todo o meu peito enquanto eu tremia embaixo dele.

Abreu não saiu de mim. Ele continuou me fodendo lentamente, prolongando meu prazer, até que finalmente se afastou, deixando-me todo molhado e exausto na cama.

— Da próxima vez, você não vai usar shorts — ele disse, dando um tapa na minha bunda novamente. — Eu quero te ver sempre assim, nu e pronto para mim.

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