Natasha perdendo a virgindade para o pai
Naquela manhã, eu ainda dormia profundamente quando senti alguém me sacudindo de leve. Abri os olhos e vi meu pai sentado na beira da minha cama, olhando para mim com uma expressão intensa. O sol da manhã entrava pela janela.
— Natasha… eu vou voltar mais cedo hoje — disse ele baixinho, a voz rouca. — Quero ver o seu filme favorito ao seu lado. Aquele de pai e filha que você gosta tanto.
Meu coração disparou no peito como nunca. Uma mistura forte de excitação, vergonha, medo e desejo me invadiu. Senti um calor intenso subir pelo meu ventre, minha bocetinha latejando forte e molhando a calcinha instantaneamente. Sentei na cama, só de camisola fina, os mamilos duros marcando o tecido, as mãos tremendo levemente. Olhei para ele com os olhos arregalados, o rosto queimando de vergonha, mas com um sorriso safado e ansioso se formando nos meus lábios. Meu corpo inteiro vibrava de tesão só com a ideia do que poderia acontecer naquela manhã.
Assim que meu pai saiu do quarto, eu me levantei com as pernas fracas de tanta excitação. Fui me arrumar de um jeito bem safado para ele. Escolhi uma camisola curta de renda branca, quase transparente, que mal cobria minha bunda e deixava os bicos dos meus seios bem visíveis. Por baixo, só uma calcinha fio-dental branca. Penteei o cabelo de forma solta e bagunçada, passei um gloss brilhante nos lábios e um perfume doce no pescoço e entre os seios.
Antes de descer, fui até o quarto do meu irmão. Entrei rápido e procurei a coleção de DVDs. Encontrei três novos títulos que eu ainda não tinha visto: “Irmã Safada”, “Fodendo a Irmã Mais Nova” e “Segredo Entre Irmãos”. Todos com capas explícitas de irmãos transando. Meu clitóris latejou ainda mais forte.
Peguei o meu favorito: “Perdendo a Virgindade com o Papai”. A capa mostrava uma garota jovem sendo deflorada pelo pai, com close no momento da penetração. Meu clitóris latejou ainda mais forte só de segurar o disco na mão.
Eu olhava para o relógio a cada minuto, lutando contra a vontade de colocar o filme e me masturbar sozinha. A espera estava me deixando louca de tesão.
De repente, ouvi a porta da casa se abrindo. Senti minhas pernas ficarem bambas, o coração disparado, imaginando o que iria acontecer.
Meu pai entrou na sala e parou ao me ver. Seus olhos percorreram meu corpo devagar, parando nos meus seios quase à mostra pela camisola transparente e na curva da minha bunda. Notei claramente o volume grande crescendo dentro da calça dele. Ele engoliu em seco e perguntou com a voz rouca:
— O DVD já está no aparelho?
— Sim, papai… — respondi baixinho, a voz tremendo de tesão. — Já posso dar o play?
Ele respondeu com a voz rouca:
— Pode sim.
Ele se sentou no sofá. Eu me sentei bem pertinho dele, colando meu corpo no dele, sentindo que o momento que tanto desejava estava próximo.
Apertei o play. O filme começou com uma loirinha virgem de 18 anos deitada na cama do quarto, nervosa. O pai dela se aproximava devagar, beijando o pescoço dela, tirando a camisola e revelando o corpo jovem. A garota gemia baixinho enquanto o pai chupava seus seios e descia a boca até a bocetinha virgem. Meu pai ao meu lado respirava mais pesado. Quando a última cena do filme começou — a filha sendo completamente deflorada e gemendo alto “papai, me fode mais forte” —, eu percebi que ele não tomaria a iniciativa. Morrendo de medo, mas tomada de desejo, coloquei a mão timidamente sobre o pau dele por cima da calça. Ele não tirou. Senti ele pulsar forte sob meus dedos. Tomei coragem e comecei a acariciar devagar, sentindo o tamanho e a grossura. Depois, deslizei a mão para dentro da calça, segurando o pau quente e duro. Por fim, desabotoei a calça dele e tirei o pau para fora, revelando um pau grande, grosso, lindo e muito gostoso — exatamente como eu imaginava que seria.
Comecei a masturbar ele de leve, subindo e descendo a mão devagar pelo pau grosso. Após uns minutos, ele me pegou pelo queixo com firmeza, levantou meu rosto e me deu o beijo que foi adiado dias antes. Foi um beijo mais gostoso do que eu imaginava enquanto me masturbava pensando nele — profundo, faminto, a língua dele dominando a minha, o gosto dele me deixando ainda mais molhada.
Quando o beijo terminou, ele olhou nos meus olhos com a respiração pesada e disse com a voz rouca:
— Chupa o pau do papai, Natasha.
— Sim, papai… — respondi, quase sussurrando.
Ele me beijou de novo, ainda mais intenso, e eu me ajoelhei entre as pernas dele. Comecei a chupar tentando imitar o que via nos vídeos, mas meio sem jeito por ser minha primeira vez. Coloquei a cabeça na boca, sentindo o gosto salgado e quente da pele, o cheiro forte de homem me deixando tonta de desejo. Lambi devagar, explorando a cabeça grossa com a língua, tentando engolir o máximo que conseguia. No começo eu era desajeitada, engasgava, babava demais, mas ele segurou meu cabelo com carinho e foi me instruindo com a voz rouca:
— Assim, filhinha… devagar no começo… usa mais a língua na cabeça… isso… agora mais fundo… relaxa a garganta… que boquinha gostosa…
Cada elogio dele me enchia de confiança e tesão. Fui pegando o jeito aos poucos, chupando com mais vontade, sentindo o pau pulsar na minha boca, o gosto dele me deixando cada vez mais molhada entre as pernas. Eu olhava para cima, vendo o prazer no rosto do meu pai, e isso me deixava ainda mais excitada.
Depois de alguns minutos, ele me puxou com carinho para cima, me deu outro beijo profundo e apaixonado, e começou a me despir. Tirou minha camisola devagar, revelando meus seios firmes, depois abaixou minha calcinha. Me deitou no sofá e foi beijando todo o meu corpo: pescoço, seios, barriga, coxas. Quando chegou aos meus seios, chupou um mamilo com vontade, depois o outro, mordendo de leve e fazendo eu gemer alto de prazer. Por fim, abriu minhas pernas e me deu o primeiro oral da vida. A língua quente dele lambeu minha bocetinha molhada, circulou o clitóris inchado e enfiou dentro de mim. Eu tremia, segurava a cabeça dele, gemendo sem parar, o prazer era tão intenso que gozei pela primeira vez na boca do meu pai, tremendo inteira.
Ainda ofegante, ele se posicionou entre as minhas pernas. O pau grande e grosso roçava na entrada da minha bocetinha virgem. Ele olhou nos meus olhos com carinho e desejo ao mesmo tempo.
— Tem certeza, filhinha? — perguntou baixinho.
— Sim, papai… eu quero você… me fode — respondi, a voz tremendo de ansiedade e tesão.
Ele empurrou devagar. Senti a cabeça grossa abrindo minha entrada apertada. A pressão aumentou, até que, com um empurrão mais firme, ele rompeu meu hímen. Uma dor aguda e quente me atravessou, me fazendo gemer alto e cravar as unhas nas costas dele. Senti um leve ardor e uma sensação de estar sendo completamente preenchida. Meu pai parou, me beijando com carinho, sussurrando “calma, filhinha… vai passar… você é tão apertadinha”.
A dor foi diminuindo aos poucos e dando lugar a um prazer profundo. Ele começou a mover devagar, estocadas suaves que foram ficando mais fortes. Eu gemia “papai… mais forte… me fode”, rebolando contra ele. Ele me fodeu gostoso no sofá, aumentando o ritmo, apertando meus seios enquanto metia fundo. Eu gozei de novo, apertando o pau dele dentro de mim. Pouco depois, ele gemeu alto e gozou dentro da minha bocetinha, enchendo-me de porra quente.
Ficamos abraçados, suados e ofegantes. Eu finalmente havia perdido a virgindade para o meu pai.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (2)
Futchamp: Caralho que delícia de conto , já ouvi falar sobre isso , acontece muito por ai rsrs T futchamp111 papais etc.
Responder↴ • uid:1czqkrav1411Tuga tarado: Pai e filha lado a lado vendo porno e se comendo, tesao demais!
Responder↴ • uid:b9408ou4fyk