Eu Ariana amo o sexo (continuação)
Maria se mostra uma safada e a luta aquece.
Na manhã do dia seguinte, quando tomávamos o café da manhã, eu não resisti. Olhei pra Maria com aquele sorriso de canto e, imitando o jeito deles, soltei:
"Ôia, fia, cê gosta do leite quentinho?"
A safada riu na minha cara. Sem vergonha nenhuma, respondeu:
"Gosto, sim... Ruben não te falô?"
Fiquei de boquiaberta. Olhei pro Ruben, que tava sorrindo igual um bobão, enquanto o Teodoro ria estridente, aquele som agudo que parecia ecoar pela cozinha toda.
"Vamo na cachoeira", disse o Ruben, vendo que a coisa tava ficando preta.
"Tá", respondi, ainda olhando pra Maria com raiva, os olhos cravados nela.
A cachoeira era pequena, mas dava pra se estar bem. Água cristalina caindo devagar entre as pedras, um mato verdinho em volta, o sol quentinho batendo na pele. Tava tudo tranquilo — nadando, rindo, jogando água um no outro — até que a Maria, saiu da água devagar, a água escorrendo pelos seios grandes, os biquinhos durinhos por causa do frio. Ela passou a mão nos cabelos molhados, jogando pra trás, e foi andando em direção ao Ruben com um rebolado lento, a bunda empinada balançando a cada passo. O sotaque dela arrastado, manhoso:
"Uai, Ruben... cê é bonito dimais, sô..."
Ela se ajoelhou na frente dele, na areia molhada da beira da lagoa. As mãos dela subiram pelas coxas dele, devagar, os dedos deslizando pela pele molhada. Ela olhou pra cima, os olhos penetrantes fixos nos dele, e mordeu o lábio inferior.
Inclinou o corpo pra frente e puxou o short dele com os dentes. Mordeu o cós do short, puxou devagarinho, os dentes arrastando o tecido. O short foi descendo, revelando a virilha, a pele molhada. A mão dela ajudou, puxando o short até os joelhos. O pau dele apareceu, duro, latejando, brilhando com os respingos de água.
Ela parou por um segundo, só olhando. A língua passou pelos lábios devagar, num gesto quase teatral. Depois deu uma lambida na cabeça, bem devagar, só com a ponta da língua — um toque quente e molhado que fez ele tremer inteiro.
Ela segurou a base do pau com a mão direita, os dedos envolvendo firme. Abriu a boca e engoliu tudo de uma vez. Os lábios deslizaram pelo comprimento inteiro, a cabeça dela chegou na base, o nariz afundando nos pelos. Ela parou ali por uns segundos, com ele todo dentro, a garganta contraindo. O barulho: um som molhado, abafado — glup.
Ela começou a se mover. Cabeça pra cima: os lábios sugando forte, a língua enrolando em volta. Cabeça pra baixo: engolindo de novo até o fundo.
Os movimentos eram precisos. Subindo, os lábios apertados, língua pressionando a parte de baixo. Descendo, boca bem aberta, engolindo inteiro, a garganta relaxada. No topo, a língua girava ao redor da cabeça, lambendo devagar. Na base, ela pausava por dois segundos, a garganta contraindo, os olhos fixos nos dele.
Ela alternava ritmos. Ritmo lento: subia e descia devagar, a boca sugando com força, fazendo ele gemer baixinho. Ritmo acelerado: a cabeça dela bombando rápido, o som tchoc-tchoc-tchoc ecoando, a baba escorrendo pelo queixo.
O som preenchia o ar — tchoc... tchoc... tchoc... — o barulho molhado da boca dela. Os gemidos abafados do Ruben: "Ah... Maria..." A respiração ofegante dele, cada vez mais rápida. A água caindo ao fundo, como uma trilha sonora distante.
A visão era de tirar o fôlego. A cabeça dela se movendo pra cima e pra baixo, os cabelos molhados balançando. Os seios enormes balançando com o movimento, as pontas durinhas, rosadas. O pau brilhando de baba, entrando e saindo da boca vermelha. Os olhos dela sempre fixos nos dele, desafiadores, safados. A baba escorrendo pelo queixo dela, pingando na areia.
A mão dela na base do pau apertava no ritmo. A outra mão deslizou entre as próprias pernas, se tocando por cima do biquíni — dedos pressionando a calcinha molhada, se esfregando enquanto mamava. A boca quente e molhada envolvendo ele, a língua pressionando, a garganta relaxada engolindo cada centímetro. A água da cachoeira escorrendo pelos corpos, o sol quente batendo nas costas dela, os lábios vermelhos, molhados, brilhando.
Ela foi acelerando. A cabeça bombando mais rápido, os lábios sugando com mais força, a mão apertando a base, subindo e descendo junto com a boca. Os gemidos do Ruben ficando mais altos, a mão dele enroscada nos cabelos dela, apertando os fios molhados.
Ele tentou segurar, puxando a cabeça dela pra trás, ofegante:
"Maria... para... vou gozar..."
Ela não parou.
Pelo contrário, segurou a mão dele, forçou a cabeça dele pra baixo de novo, e acelerou mais. A boca sugando sem piedade, a língua pressionando a veia pulsando, a cabeça bombando rápido, fundo, sem parar.
Ela sentiu o pau pulsar na boca.
Ele gemeu forte, o corpo arqueando, as mãos apertando os cabelos dela. O corpo dele tremeu inteiro, os joelhos quase dobrando, um gemido rouco escapando da garganta.
Ela não tirou a boca.
Ela engoliu tudo. Sentiu o jato quente escorrendo pela garganta, o gosto salgado e quente enchendo a boca. Continuou sugando enquanto ele gozava, os lábios apertados, a língua pressionando, a garganta engolindo cada gota. Só parou quando ele parou de tremer, quando o corpo dele relaxou.
Ela levantou a cabeça devagar. Os lábios estavam vermelhos, brilhando, inchados de tanto sugar. Passou a língua nos lábios, limpando o canto da boca. Engoliu o resto devagar, com um sorriso.
"Uai... gostoso dimais, sô..."
Ela se levantou devagar, se esticando como uma gata, os seios apontados pro sol, a água escorrendo pelo corpo. O olhar safado, os olhos brilhando.
"Mais tarde cê qué repeti?"
Eu tava ali, parada que nem uma estátua, os olhos arregalados, a boca seca. A mão tremia, o coração batendo tão alto que eu jurava que todo mundo tava ouvindo. Sentia um nó na garganta — mistura de raiva, ciúme, e um tesão doido que subia pela barriga, molhando minha calcinha por baixo do biquíni.
O Teodoro, do meu lado, tava se rachando de rir, os dentes brancos brilhando no sol:
"Uai, fia, cê qué tomá um gole também? Num fica com ciúmes, num..."
Eu olhei pro Ruben, que ainda tava ofegante, os olhos meio perdidos, o pau ainda meio duro, brilhando, e não soube se ria ou se chorava. Minha xaninha pulsava, molhada, e meu coração disparava. Aquela safada tinha virado o jogo, e eu não sabia mais se queria matar ela ou agradecer.
A Maria se virou pra mim, com aquele olhar penetrante que parecia ler minha alma, e deu uma piscada:
"Uai, fia... próxima vez é cê que vai mamar, hein?"
Eu engoli em seco, sem saber o que responder.
A raiva subiu pela minha garganta que nem fogo. Aquela safada tinha mamado o MEU homem na minha frente, tinha gozado na boca dele, tinha me humilhado. E agora vinha com essa? "Próxima vez é cê que vai mamar"? Quem ela pensava que era? A rainha da cachoeira?
Meus olhos se desviaram pro Teodoro, que tava deitado na areia, os braços atrás da cabeça, aquele sorriso besta estampado na cara, se divertindo com a situação. Olhando pra ele, o corpo magrelo mas definido, a pele morena brilhando de sol e água, e um volume na bermuda que não deixava dúvida do que ele tava sentindo.
E eu pensei: "Ah, é? Então pronto."
Fui andando na direção dele, o coração acelerado, a respiração pesada. A areia molhada apertando sob meus pés. Ele me viu chegando, o sorriso ainda na cara, sem entender nada.
"Uai, fia, qué qué cê vai fazê?"
Eu não respondi.
Me ajoelhei na areia na frente dele, com a mesma raiva que eu tava sentindo. Minhas mãos tremeram quando puxaram a bermuda dele, os dedos enroscando no tecido molhado e puxando com força. A bermuda desceu até os joelhos, e o pau dele pulou pra fora, já duro, já latejando.
O Teodoro arfou, surpreso.
"Ôia, fia... cê num precisa..."
Eu olhei pra ele com raiva:
"Cala a boca."
E enfiei a boca nele.
Foi bruto. Foi com raiva. Eu engoli ele inteiro de uma vez, sem jeito, sem delicadeza, sem aquele dengo que a Maria tinha feito com o Ruben. Eu queria era mostrar pra ela, pra todo mundo, que eu também sabia.
A cabeça dele bateu no fundo da minha garganta e eu engasguei, mas não parei. Minha mão apertou a base do pau dele com força, os dedos cravando na pele. Comecei a mamar que nem louca — subia e descia com raiva, a boca sugando com força, os dentes arranhando de leve.
A Maria tava rindo ali do lado, a voz arrastada:
"Uai, fia... num vai com tanta raiva, num... vai quebrá o pau do meu irmão..."
O Ruben tava olhando, mudo, os olhos arregalados.
Eu não ligava pra eles.
Eu só queria tirar aquela raiva, provar que eu também podia. E quanto mais eu mamava, mais a raiva ia dando lugar a outra coisa. O gosto dele na minha boca, o calor, o tamanho preenchendo minha garganta. Minha xaninha começou a pulsar, molhada, a calcinha grudando na pele.
Eu fui diminuindo o ritmo sem perceber.
Dei uma lambida na cabeça dele, devagar, sentindo o gosto salgado na língua. Passei a mão nas bolas dele, apertando de leve, sentindo o peso. Enfiei de novo na boca, mas agora com calma, os lábios deslizando, a língua enrolando ao redor.
"Uai... assim, fia..." — o Teodoro gemia, a mão afundando no meu cabelo.
Eu fui acelerando. A cabeça dele começou a bombar na minha boca, o som molhado, meus lábios sugando cada vez mais forte. Minha mão apertava a base, subindo e descendo junto com a boca.
Eu senti ele pulsar. Ouvi o gemido rouco, senti a mão dele apertar meu cabelo.
Ele ia gozar.
Eu não tirei a boca.
Queria provar pra Maria que eu também engolia.
Quando ele gozou, foi quente, foi intenso. O jato encheu minha boca — quente, salgado, grosso. Minha garganta contraiu, engolindo tudo, enquanto ele tremia inteiro na minha boca, as mãos apertando meus cabelos, o corpo arqueando.
Eu continuei sugando até ele parar de tremer.
Quando levantei a cabeça, meus lábios estavam vermelhos, brilhando, a baba escorrendo pelo queixo. Passei a língua nos lábios, devagar, limpando o canto da boca. E engoli o resto, olhando fixo nos olhos da Maria.
Ela tava parada, a boca entreaberta, os olhos brilhando. Por um segundo, aquele sorriso de canto dela sumiu.
Aí ela riu. Aquele riso estridente, os dentes brancos brilhando no sol.
"Uai, fia..." — ela disse, a voz arrastada — "cê também gosta de leite quentinho, hein?"
Ela deu uma piscada, os olhos penetrantes, e completou:
"Num falei que cê ia gostá?"
Eu fiquei ali, ajoelhada na areia, ofegante, o gosto dele ainda na boca. Olhei pro Ruben, que tava me olhando com uma mistura de choque e tesão. Olhei pro Teodoro, que tava deitado, ofegante, o pau ainda meio duro brilhando de baba. Olhei pra Maria, que ria com aquele jeito de quem sabia de tudo.
E não soube se ria ou se chorava.
Minha xaninha pulsava, molhada, e meu coração disparava. Aquela safada tinha virado o jogo de novo, e eu não sabia mais se queria matar ela ou se queria beijar ela.
"Uai, fia..." — a Maria levantou, se esticando, os seios apontados pro sol — "a semana só tá começando..."
Ela virou de costas, a bunda empinada balançando, e foi andando em direção à água com aquele rebolado lento. Antes de entrar na lagoa, olhou por cima do ombro:
"Vão fica aí de boca aberta o dia inteiro, uai? Vem... a água tá uma delícia..."
E mergulhou.
O Teodoro se levantou, puxou a bermuda, rindo:
"Uai, fia... cê é doida dimais, sô..."
O Ruben veio até mim, me puxou pra cima, os olhos ainda arregalados:
"Ariana, cê tá bem?"
Eu olhei pra ele. Olhei pra água onde a Maria tava nadando, os seios boiando na superfície. Olhei pro Teodoro, que já tava entrando na lagoa de novo.
E dei um sorriso amarelo.
"Tô... acho que tô ótima."
Porque a verdade é que, apesar da raiva, da humilhação, da confusão, eu tava sentindo um tesão doido, uma adrenalina que corria nas veias.
E aquela semana de férias, que parecia que ia ser um tédio mortal, tinha acabado de ficar muito, muito mais interessante.
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Comentários (2)
Jhon Winchester: Adoro esses contos Continua Ariana
Responder↴ • uid:ona23eqd9jMike: adoro duas safadas disutando por vara.
Responder↴ • uid:grkqent0a