#Incesto #Traições #Voyeur

Irmãos no sítio parte 5 & 6 Final

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Maquik

Tarcísio mandou Ana me beijar. Ela veio prontamente, ficando por cima de mim. De quatro, ela me beijou lentamente e pediu que eu olhasse para o meu cunhado. Virei o rosto um pouco e vi Tarcísio atrás dela, entrando devagar. Assim que ele meteu, Ana soltou um gemido longo, soltando o ar quente contra minha boca. Seus seios pesados tocavam os meus e começaram a balançar a cada estocada que Tarcísio dava.
Ela abaixou a cabeça e começou a chupar meus mamilos. Tarcísio metia olhando fixo para mim. Eu queria tanto senti-lo dentro de mim… Comecei a pedir:
— Mete mais forte nela…
Ele obedeceu, acelerando o ritmo. Ana apertava meus peitos com força. Enfiei dois dedos na minha própria buceta, acompanhando o ritmo dele. Ficamos assim por alguns minutos até ele tirar o cacete de Ana e colocar na minha boca. Senti o gosto dela misturado ao dele. Ana deitou ao meu lado e começou a me tocar enquanto eu chupava.
Com aquela voz rouca, Tarcísio mandou:
— Fica de quatro.
Obedeci. Ana abriu as pernas na minha frente e se tocava. Senti ele entrando em mim devagar, depois aumentando a intensidade. As estocadas foram ficando fundas e fortes. Meus braços fraquejaram e apoiei nos cotovelos. Quando levantei o olhar, estava com o rosto bem na buceta de Ana. Ela segurou minha cabeça e me puxou. Comecei a chupá-la. O gosto e o cheiro dela eram deliciosos.
Depois, subi em Tarcísio. Por mais que tentasse, não conseguia descer até o fim — parecia que ia encostar no bebê. Mesmo assim, as estocadas dele por baixo eram brutais. Ana tocava meu cuzinho, o que me deixava ainda mais louca. Toda vez que eu gemia alto, ela me beijava para abafar.
Não aguentei ficar por cima por muito tempo. Levantei. Ana imediatamente começou a chupar ele. Tentei recuperar o fôlego, mas Tarcísio não deixou: mandou eu abrir as pernas e começou a me chupar, alternando entre buceta e cuzinho.
Ana deitou na minha frente e me beijou. Tarcísio se posicionou atrás de mim, de lado, e enfiou o cacete na minha buceta. Parecia ir ainda mais fundo nessa posição. Ana alisava minha barriga com uma mão — ela já tinha percebido que aquilo me deixava completamente entregue — enquanto a outra abria minha bunda. Senti ele tirar da buceta e forçar a entrada no meu cuzinho.
No reflexo, coloquei a mão para trás. Ana pegou minha mão e levou até o peito dela. Tarcísio continuou forçando. Quanto mais ele empurrava, mais eu apertava o seio dela. Até que ele entrou. Mordi o ombro de Ana.
— Isso… relaxa, você aguenta — ela sussurrava.
Foi doloroso no começo, mas o prazer veio junto. Ana dedilhava minha buceta enquanto pedia:
— Geme pro seu cunhado… geme, puta!
Gemi alto. Ele metia cada vez mais fundo. Ana se tocava freneticamente. Quando Tarcísio avisou que ia gozar, ela incentivou:
— Isso, mete na mulher do teu irmão… mete, cachorro!
Gozei forte. Ele e Ana gozaram junto. Senti o cacete dele latejando dentro do meu cu, muito mais do que das outras vezes. Um calafrio percorreu meu corpo inteiro.
Ele não saiu logo. Ficou ali, latejando. Depois de um silêncio, começou a meter devagar de novo. Pedi para parar. Ele respondeu:
— Só mais uma…
Aumentou o ritmo. Ana segurou meus seios e chupou enquanto ele socava. Não aguentei:
— Vou gozaaaar!
Gozei novamente, me contorcendo. Ele gozou junto. Quando o cacete saiu, meu cu piscava sem controle, latejando.
Ficamos um bom tempo recuperando o fôlego. Levantei e fui ao banheiro. Ao sentar no vaso, uma quantidade grande de porra grossa e branca escorreu. Fiquei ali uns cinco minutos antes de tomar banho no banheiro de Ana.
Ela veio logo depois. Não falamos nada — não por estar errado, mas porque estávamos exaustas. Tarcísio também. Depois dei boa noite e voltei para o quarto, onde apaguei ao lado de Mateus.

Parte 6

Na manhã seguinte acordei bem dolorida, mas leve. Que noite! Uma experiência que eu jamais esqueceria e que só me deixou querendo mais. Enquanto relembrava cada momento, Mateus já havia levantado. Tomei um banho bem relaxante, pensando em como seria encarar os dois depois de tudo.
Quando cheguei na cozinha, os três já estavam conversando e tomando café. Ana foi a primeira a me dar bom dia, seguida de Tarcísio e Mateus. Parecia que nada tinha acontecido. Eles agiam com tanta naturalidade que fiz o mesmo. Enquanto tomava café, Mateus me lembrou que voltaríamos para casa naquele dia. Eu não queria ir. Queria mais deles. Mas, como dizem, tudo que é bom dura pouco.
Depois do almoço arrumamos nossas coisas. Nem tive oportunidade de me despedir do jeito que gostaria. No caminho de volta, só conseguia pensar nos dois: no que estariam aprontando, onde estariam fazendo… “Ana, sua sortuda… deve estar aproveitando cada centímetro desse cacete.”
A rotina em casa voltou ao normal. O tempo passou até o dia do nascimento do nosso bebê — um menino lindo, saudável, com 5,5 kg. Tudo seguia bem desde a viagem ao sítio.
Três semanas depois, Tarcísio apareceu para nos visitar. Quando o vi, senti uma fraqueza nas pernas e o coração acelerou. No primeiro dia (domingo) tudo correu normalmente. Ele parecia tranquilo. Mas na segunda, depois que Mateus saiu para o plantão no hospital, as coisas mudaram.
Eu tinha acordado cedo, feito café e conversado com Mateus até ele sair, por volta das 6h40. Quando voltava para o quarto, vi a porta do quarto de Tarcísio aberta. Olhei devagar: ele dormia totalmente nu, o lençol cobrindo apenas uma perna. O cacete descansava grosso sobre a coxa. Pensei em entrar e acordá-lo mamando, mas o bebê acordou chorando para mamar. Encostei a porta e voltei.
Enquanto amamentava, não conseguia parar de pensar nele ali, pelado. Depois de colocar o bebê no berço, fui tomar banho. Ao sair, dei de cara com Tarcísio na porta do quarto, sem camisa e de short.
— Bom dia — disse ele.
Perguntou pelo bebê. Respondi que já tinha mamado e dormido de novo. Ele veio até mim, segurou minha cintura, cheirou meu pescoço e mordeu devagar. Meu corpo esquentou na hora. Pegou minha mão e colocou sobre o cacete dele, já duro:
— Estamos com saudades…
Apertei. Ele apertava minha bunda. Em um momento de lucidez, pedi para parar — não podíamos fazer aquilo ali. Ele disse que entendia, mas que eu não escaparia. Saiu do quarto. Minhas pernas tremiam. Fazia tempo que não transava e eu sabia que não resistiria por muito tempo.
Fui para a cozinha. Conversamos sobre o sobrinho, papo leve. Depois fui para a área de serviço colocar roupa na máquina. Ele veio por trás, me abraçou e enfiou a mão dentro do meu short, tocando minha buceta. O volume dele pressionava minha bunda. Puxou minha blusa para baixo, deixou meus seios à mostra e apertou — saiu leite. Virou-me, chupou com vontade e, sem pudor, tirou meu short, puxou a calcinha de lado e meteu.
Foi delicioso senti-lo novamente. Entrou devagar e foi aumentando o ritmo. Eu gemia baixo, segurando na máquina. O som das estocadas ecoava. De repente, o bebê chorou. Parei tudo e corri para o quarto, deixando ele ali, duro.
O bebê não dormiu mais. Fui para a sala com ele no colo. Tarcísio tomou banho e depois brincou com o sobrinho. Depois do almoço, o bebê finalmente dormiu. Levantei e fui terminar o que tínhamos começado.
Na sala, tirei o short dele e comecei a chupar. Não demorou para ficar duro. Ele me comeu ali mesmo, intenso, e gozou na minha boca. A porra escorreu pelos meus seios. Ficamos deitados no sofá conversando. Perguntei por Ana. Ele disse que ela estava bem e que mal podia esperar eu voltar.
À noite, depois do banho do bebê, jantei e respondi mensagens de Mateus dizendo que estava tudo bem (rs). Por volta das 20h, estava amamentando de lado quando Tarcísio deitou atrás de mim. Perguntou se o bebê tinha dormido. Enquanto respondia, senti a mão dele subindo pela minha perna até minha buceta — eu estava sem calcinha. Os dedos me massagearam.
Pedi para esperar. Ele disse que não aguentava mais. Segurou minha cintura e meteu. Começou a me comer devagar enquanto eu amamentava. Olhou por cima do meu ombro, viu o bebê mamando e apertou o outro peito — leite jorrou. Continuei puxando ele contra mim, relaxando.
Quase gozando, ele tirou. Reclamei chamando-o de cachorro. Ele sorriu e abriu minha bunda, forçando o cacete no cuzinho. Entrou a cabeça e depois mais da metade. Mordi o travesseiro. O bebê já dormia. Ele meteu cada vez mais forte até gozar dentro de mim. Gozei junto.
Ficamos encaixados até ele amolecer. Coloquei o bebê no berço e fui tomar banho. Ele entrou no box. Brincamos até eu chupá-lo novamente. Depois fomos para o quarto dele e adormeci.
Acordei por volta das 2h da manhã com Tarcísio por cima de mim, já metendo. Fiquei quietinha. Sabia que seria a última vez. Ele gozou dentro da minha buceta, deitou e apagou. Voltei para o meu quarto, tomei banho e dormi.
De manhã, Mateus me chamou dizendo que o bebê tinha acordado. Mais tarde Tarcísio foi embora. Acabei dando para Mateus… só para aliviar a consciência pesada.

Comentários (1)

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  • Torres: Continua tá cada vez melhor

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