#Incesto #Traições #Voyeur

Irmãos no sítio parte 1 a 4

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Maquik

Meu nome é Bruna, tenho 28 anos e sou casada com Mateus, de 31. Quando tudo isso aconteceu, eu estava grávida de seis meses. Nosso relacionamento estava ótimo e a gravidez também corria muito bem. Decidimos viajar para o sítio do meu cunhado Tarcísio, de 39 anos. Ele mora lá sozinho desde que meus sogros faleceram. É separado e não tem filhos. Sempre gostei muito daquele lugar, um sítio tranquilo no interior. Depois que meus sogros morreram, fazia quase dois anos que não íamos.
Fomos recebidos por Tarcísio, que como sempre foi muito simpático e atencioso. Chegamos perto do meio-dia, almoçamos juntos e passamos a tarde na varanda, conversando. Por volta das 17h, Tarcísio trouxe uma cachaça artesanal que ele mesmo fazia. Mateus adora e não recusou. Os dois começaram a beber e a conversa ficou animada. Lá pelas 18h resolveram assar umas carnes para tira-gosto. Tarcísio pediu para Ana preparar uma salada e farofa.
Ana trabalha no sítio há anos. Podemos dizer que é a mulher da casa. Ela é baixa, morena, com cabelos escuros cacheados. Depois de trazer as coisas, perguntou se precisávamos de mais alguma coisa. Dissemos que não, e ela avisou que ia para o quarto dela, mas que podíamos chamá-la se fosse necessário. O quarto dela fica nos fundos da casa, mas tem uma entrada interna que dá acesso à casa principal.
Ficamos na varanda conversando e bebendo até tarde. Tarcísio perguntava bastante sobre minha gravidez e passava a mão na minha barriga com carinho. Quase às 23h, Mateus já estava visivelmente alterado, mal conseguia falar direito. Aquilo foi o sinal para irmos dormir. Tarcísio ajudou a levar Mateus para o quarto e o colocou na cama. Despediu-se e saiu.
Fui tomar banho. Quando voltei, Mateus já dormia pesado, roncando. Deitei, fiquei um tempo no celular, mas não conseguia dormir. Acabei levantando para beber água na cozinha. Enquanto tomava a água, ouvi um som estranho, como algo velho rangendo. Fui andando devagar pelo corredor e percebi que o barulho vinha do quarto de Ana.
A porta estava encostada. Coloquei a mão de leve e ela abriu um pouco, o suficiente para eu ver o que estava acontecendo. Ana estava de quatro na cama e Tarcísio atrás dela, comendo ela com força. Pela cara dela, o negócio estava muito bom. Só conseguia ver da barriga para cima de Tarcísio: o corpo molhado de suor, brilhando, os músculos tensos enquanto ele metia com potência. Os seios de Ana balançavam a cada estocada, os bicos duros roçando na cama. Ele segurava firme na cintura dela e não parava.
Senti um calor subir imediatamente. Desci a mão devagar e toquei minha buceta por cima da camisola. Estava encharcada. Fazia tempo que não sentia tanto tesão. Nunca tinha visto ninguém transando, ainda mais com aquela intensidade.
Tarcísio saiu de trás dela e então pude ver o pau dele por inteiro. Nossa… nunca tinha visto algo assim. Grosso, duro, apontando para cima, com a cabeça grande e inchada. Como o irmão podia ser tão diferente? Ele caminhou para o lado da cama e mandou:
— Vem, chupar!
Ana, deitada de barriga para cima, se levantou um pouco, segurou firme na base daquele cacete e começou a chupar com vontade. Eu estava hipnotizada. Enfiei a mão dentro da calcinha e comecei a me tocar, os dedos escorregando fácil.
Ele então mandou ela deitar novamente, abriu as pernas dela e começou a esfregar a cabeça grossa na buceta molhada. Ana pediu gemendo:
— Chupa… chupa pra mim.
Tarcísio abaixou e chupou com gosto. Eu esfregava o bico do meu peito no batente da porta, o tesão estava insano. Ele se levantou e ela pediu:
— Mete… mete nela.
Ele colocou devagar, até onde ela aguentava, e começou a meter. Alternava forte e devagar, depois acelerou o ritmo. Ana gemia abafado, mas gostoso. As pernas dela se entrelaçaram na cintura dele, as mãos cravadas nas costas. Ele não diminuiu em nenhum momento. Até que ela gozou forte, o corpo tremendo.
Tarcísio não saiu de dentro. Continuou metendo devagar. Achei que ele também tinha gozado, mas quando ele levantou, o pau ainda estava duro como uma rocha. Aquele homem não era normal. Ele a puxou para sentar, colocou na boca dela. Ana chupava, sentindo o próprio gosto. Estava visivelmente cansada, mas ele não parava.
Colocou ela de quatro novamente e voltou a foder com força. Foram uns cinco a oito minutos socando fundo, até que ele tirou e gozou por cima da bunda dela. Um gozo branco, grosso, muito gozo mesmo. Depois sentou ao lado dela, respirando pesado.
Aquilo foi minha deixa. Voltei pé ante pé para o quarto, lavei as mãos e me deitei ao lado de Mateus, que continuava dormindo. Fiquei acordada por um bom tempo, pensando neles dois, no que eu tinha visto… e me perguntando se um dia contaria isso para o meu marido.

Parte 2

Acordei com Mateus me abraçando por trás, o corpo dele colado no meu. Na mesma hora lembrei da cena da noite anterior: Tarcísio metendo com força em Ana. Senti um calor subir e comecei a me mexer devagar, esfregando minha bunda contra ele. Não demorou muito para sentir que Mateus já estava duro.
Ele veio com a mão no meu peito, apertando bem devagar. Coloquei a mão para trás, segurei o cacete dele por cima do short e apertei. Estava latejando. Puxei para fora e ele logo enfiou a mão na minha calcinha, puxando ela para baixo. Quando colocou, soltei um “ummm” baixinho… que gostoso. Ele deslizou devagar para dentro e segurou firme na minha cintura, começando aquele vai e vem gostoso.
Enquanto ele metia, eu só conseguia pensar em Tarcísio socando Ana com força. Cada estocada forte que eu imaginava me deixava mais molhada. Comecei a gemer baixinho. Mateus desceu a mão pela frente e começou a massagear meu grelinho. Estava delicioso. Virei o rosto, beijei ele e pedi:
— Mete mais forte…
Queria que ele fizesse igual ao irmão. Ele até se esforçou, aumentando o ritmo, mas nunca seria a mesma coisa. Enquanto ele tentava, peguei a mão dele e coloquei em cima da minha barriga. Aquilo me dava um tesão diferente. Ele tirou. Coloquei de novo. Ele tirou mais uma vez. Voltei a gemer, pedindo mais força. Pouco depois ele gozou, o pau dando aquelas pulsadas dentro de mim. Tirou logo em seguida, ofegante.
Eu ainda estava ardendo, queria mais. Olhei para ele deitado de barriga para cima, respirando pesado, e já sabia que dali não ia sair mais nada. Levantei e fui tomar banho.
Quando saí do banheiro, ele já estava mexendo no celular. Fui para a cozinha fazer café. Ana já estava lá, com quase tudo pronto. Ela estava leve, com um sorriso de orelha a orelha. Perguntei por Tarcísio e ela disse que ele tinha saído cedo. Comecei a tomar café olhando para ela, ainda impressionada com o que tinha visto na noite anterior.
Mateus chegou logo depois. Tomamos café juntos. No final, Tarcísio apareceu. Ficamos os três conversando e depois saímos para andar pelo sítio. Enquanto caminhávamos, eu olhava bastante para Tarcísio, relembrando cada detalhe da noite passada. Ficava imaginando se eles fariam de novo mais tarde.
O dia passou rápido depois do passeio. Ana e Tarcísio agiam normalmente, como se nada tivesse acontecido. Depois do almoço, fui deitar um pouco. Não demorou para Mateus chegar e se jogar na cama, dizendo que Tarcísio tinha saído.
Estávamos tranquilos quando ouvimos um carro chegando. Mateus levantou para olhar e não reconheceu. Fomos até a frente da casa e vimos Ana com um homem. Ela veio falar com a gente e disse que era o esposo dela. Fiquei sem jeito na hora. Ele nos cumprimentou educadamente. Ana então explicou que ele tinha vindo buscá-la.
— Vou hoje e depois de amanhã eu volto — disse ela.
Eu respondi que estava tudo bem e, sem conseguir me conter, comentei:
— Eu achava que você era solteira…
Ela sorriu e falou naturalmente:
— Não, já tô casada há nove anos com ele. Temos dois filhos, um de 10 e outro de 6.
Fiquei ainda mais chocada. Dois filhos e aquele corpo? Fora que era uma safada traindo o marido bem debaixo do nariz dele. Ana pegou suas coisas e foi embora com o esposo.
Horas depois Tarcísio chegou. Perguntou se Ana já tinha ido. Contamos que sim. Mateus comentou que não sabia que ela era casada. Tarcísio respondeu com calma:
— É rapaz, eu esqueci de falar com vocês. Ela tem dois filhos mesmo.
Fiquei pensando: “safado… pegando a mulher dos outros”.
No final da tarde fui tomar banho. Mateus já estava saindo do box quando entrei. Enquanto eu tirava a roupa, ele olhou e disse, brincando:
— É essa peludinha aí?
Eu respondi:
— O que é que tem?
Ele riu:
— Não vai cortar não? Deixar lisinha?
— Pra quê você quer lisinha?
— Pra mais tarde… — respondeu, com um sorrisinho.
Eu ri e provoquei:
— Tu não vai querer nada, já te conheço. É uma só no dia.
Ele deu de ombros e falou, rindo:
— Nunca se sabe…

Parte 3

Naquela noite decidi provocar Mateus para ver se conseguia ao menos diminuir um pouco o fogo que ainda estava sentindo. Fui ao banheiro, depilei minha buceta bem lisinha. Depois que engravidei ela ficou mais inchadinha e sensível, o que só aumentou meu tesão. No quarto, escolhi um vestido de alcinha, decotado, não muito curto, mas dependendo da posição dava para ver bastante. Não coloquei calcinha. Tirei uma foto no espelho e mandei para Mateus com a legenda: “Vai dar conta? 😏🔥”
Enquanto terminava de me arrumar, ele respondeu: “Linda… tá uma verdadeira putinha 😈”. Fiquei surpresa com o jeito dele. Logo em seguida mandou uma foto já bebendo e me chamando. Sabia o motivo: toda vez que ele bebia ficava bem assanhadinho.
Fui encontrá-los na varanda, onde ficava a mesa da churrasqueira. Tarcísio estava sem camisa, só de short, e Mateus já estava bem alegre. Quando cheguei, Tarcísio me olhou de cima a baixo, deu um sorrisinho e disse:
— Chegou ela, minha cunhada favorita.
Eu ri e perguntei:
— Tem outra?
Mateus se levantou para pegar mais cerveja e Tarcísio respondeu, olhando nos meus olhos:
— Posso até ter… mas igual a você, não.
Senti um frio na barriga, mas sorri. Me sentei e começamos a conversar. Mateus, do meu lado, colocou a mão na minha perna e foi subindo devagar. Quanto mais eles bebiam, mais ousado ele ficava. Logo a mão dele subiu o suficiente para descobrir que eu não estava de calcinha. Ele tocou, olhou de lado para mim e sorriu. Começou a brincar com a entrada da minha buceta bem ali, na frente do irmão, enquanto conversávamos.
Mateus olhou para o meu decote e fez uma cara de quem estava gostando muito. Passou o braço pelo meu pescoço e, disfarçadamente, puxou a alça do vestido para baixo, deixando um dos meus seios quase à mostra. Depois voltou a mão para a minha perna. Eu estava sendo exibida para Tarcísio, que não tirava os olhos de mim. Fiquei sem jeito em alguns momentos, mas não vou mentir: estava gostando.
Eles continuavam bebendo. Mateus, cada vez mais bêbado, perdeu a noção. Segurou minha perna e colocou por cima da dele. Se Tarcísio abaixasse, veria tudo. Eu estava tão molhada e excitada que simplesmente deixei.
Tarcísio se levantou para pegar mais cerveja. Aproveitei, puxei Mateus e o beijei com vontade. Ele enfiou o dedo na minha buceta na mesma hora. Estava delicioso. Queria arrastá-lo para o quarto, mas fomos interrompidos por Tarcísio, que apareceu do nosso lado. Com certeza viu o irmão com o dedo dentro de mim. Paramos rapidamente, tentando disfarçar.
Mateus se debruçou sobre a mesa para falar com Tarcísio. Foi quando Tarcísio, com um garfo na mão, “deixou cair” e abaixou. Tentei fechar as pernas, mas pela cara dele quando levantou, vi que ele tinha visto tudo. Sorri para ele. Ele sorriu de volta.
O clima estava pesado. Em um momento de pura ousadia, relaxei, puxei a perna que estava sobre Mateus contra o meu peito, deixando minha buceta exposta. A alça do vestido já estava caída. Puxei mais um pouco o vestido, mostrando boa parte dos meus seios. Tarcísio se ajeitava no short o tempo todo. Eu desci a mão devagar e comecei a alisar minha bucetinha melada bem ali. Estávamos nos provocando abertamente.
O silêncio foi crescendo. Tarcísio então disse:
— Já viu como ficou o depósito?
O depósito ficava atrás da churrasqueira. Respondi que não. Ele se levantou:
— Vem ver como ficou.
Senti um frio na barriga, mas fui. Ele abriu a portinha e me mandou entrar primeiro. Estava escuro. Perguntei onde acendia a luz. Ele disse que o interruptor ficava mais à frente. Entrei um pouco mais e, de repente, ele me abraçou por trás.
Gelei. Uma mão segurou minha barriga de grávida e a outra minha cintura. Ele me puxou com força contra o corpo dele e falou com aquela voz grossa no meu ouvido:
— Quero você.
Meu corpo inteiro arrepiou. Eu queria também, mas ainda tentei resistir:
— Para com isso, homem… Você tá doido?
— Tô doido por você.
Senti o volume dele pressionando minha bunda. Ele subiu a mão entre minhas pernas e enfiou dois dedos grossos na minha buceta. Soltei um gemidinho. Ele sussurrou:
— Isso… geme baixinho.
Empinei mais. Em segundos ele já tinha o cacete na entrada. Tentei segurar a mão dele, mas não adiantou. Ele segurou meu pulso atrás das minhas costas e empurrou. Senti ele me abrindo inteira. Coloquei a mão na boca para abafar o gemido alto que escapou.
Ele começou a meter com estocadas firmes, profundas. Uma mão subiu e apertou meu peito com força, puxando o vestido para baixo. A pegada dele era forte, dominante. Me encostou na parede, segurou minha barriga com as duas mãos e socou com vontade. Minhas pernas começaram a tremer. Gozei forte, me contorcendo no cacete dele.
Ele não parou. Continuou metendo devagar enquanto eu me recuperava.
— Gozou gostoso? — perguntou.
— Sim!!!
— Agora é minha vez, puta.
Começou a socar rápido e fundo. Colocou o dedo no meu cuzinho, massageando e enfiando aos poucos. O tesão voltou com tudo. Ele empurrou com força e gozou dentro de mim. Senti o jato quente me enchendo. Gozei de novo, cravando as unhas na perna dele.
Ficamos encaixados por alguns segundos. Quando ele tirou, senti a porra escorrendo pelas minhas coxas. Ele vestiu o short rapidamente e disse:
— Vou voltar.
Voltei para a varanda depois de tomar fôlego. Mateus continuava praticamente apagado na cadeira. Tarcísio tomava cerveja com a cara mais safada do mundo, me olhando. Chamei Mateus para o quarto e fui na frente tomar banho.
Dentro do box, ainda saía porra de mim. Precisei usar a mangueirinha para lavar tudo direito. Mateus apagou na cama assim que chegou e eu também acabei dormindo, exausta.

Parte 4

Na manhã seguinte acordei e Mateus já tinha levantado. Fiquei na cama um tempo, pensando no que tinha feito com Tarcísio. Havia um sentimento de culpa, sim… mas não conseguia ignorar a sensação prazerosa que ainda pulsava no meu corpo. O jeito como ele me pegou, o beijo, a pegada forte, o cacete dele me preenchendo… tudo tinha sido muito bom. Fazia tempo que eu não me sentia tão leve e satisfeita.
Não resisti. Deslizei a mão por baixo do lençol e comecei a me tocar, relembrando cada detalhe. Foi exatamente nesse momento que Mateus entrou no quarto. Ele não viu o que eu estava fazendo. Sentou ao meu lado, me deu bom dia e colocou a mão carinhosamente sobre minha barriga. Fechei os olhos e respirei fundo. Conversamos um pouco: ele perguntou se eu tinha dormido bem, disse que tinha apagado feio. Respondi que sim e que, apesar da bebedeira dele, tinha sido uma noite boa.
Ele me chamou para tomar café, mas pedi para tomar banho primeiro. Depois do banho, fui para a cozinha. Ainda não tinha ninguém. Fiquei pensando como seria o momento de encontrar Tarcísio. Foi quando ele entrou pela porta dos fundos.
— Bom dia — disse, com um sorrisinho safado.
Perguntou por Mateus. Respondi que ele estava tomando banho. Tarcísio veio direto em minha direção, passou a mão pela minha cintura e me abraçou. O cheiro dele era delicioso. Segurou minha nuca e me beijou. Eu simplesmente deixei. Não lutei, não resisti. A língua dele tomou conta da minha boca enquanto a mão acariciava minha barriga com carinho. Foi um beijo longo, intenso.
Ele parou, me deu um selinho e perguntou baixinho:
— Dormiu bem?
— Sim… — respondi, com a voz trêmula.
Tomamos café juntos, trocando olhares cúmplices e sorrisos de canto de boca. Quando Mateus chegou, voltamos a agir com naturalidade, como se estivéssemos falando de coisas banais.
Mais tarde, eu estava na pia lavando a louça e os dois estavam do lado de fora. Tarcísio entrou sozinho. Olhei para ele e, sem dizer nada, ele veio por trás, me abraçou e mordeu de leve minha nuca. Arrepiei inteira. Senti o volume dele pressionando minha bunda. Queria ele ali mesmo. Ele me soltou e saiu, me deixando ainda mais desejando.
Passei o dia inteiro pensando nele. Depois do almoço, fui deitar um pouco. Mateus veio para o quarto também. Conversamos, mas minha vontade de ver Tarcísio era grande. Disse a ele:
— Amor, vou pra rede um pouco.
— Sério? Queria ficar aqui com você e o neném…
— Depois… quero tomar um ar fresco.
Ele concordou. Saí do quarto, fechei a porta e fui procurar Tarcísio. Encontrei ele no galpão, tirando a cela da égua.
— Ela é macho? — perguntei, me aproximando.
— É uma égua — respondeu ele, sorrindo.
— Gosta de égua? — provoquei.
Ele sorriu com malícia:
— Sim… adoro uma égua.
Quando me virei como se fosse sair, ele me pegou por trás:
— Quer ser tratada como uma?
— Quero… — respondi.
Ele me virou, me beijou com fome e me fez ajoelhar em um banquinho. Colocou aquele cacete grosso na minha frente. Não perdi tempo: coloquei na boca e comecei a chupar. Quanto mais eu mamava, mais duro ele ficava. Estava suado, com gosto salgado. Não me importei.
Ele me levantou, me levou mais para dentro do galpão e me colocou inclinada sobre uma mesa cheia de ferramentas. Levantou meu vestido, cuspiu na mão, passou na minha buceta e meteu de uma vez. Dessa vez não foi devagar. Socava forte, com vontade. Gemendo cada vez mais alto, deixei ele usar meu corpo. Depois virou-me de frente, sentou em um banco e me puxou para sentar de frente para ele.
Sentei devagar. O cacete dele me alargava inteira. Comecei a subir e descer, ajudada pelas mãos dele na minha cintura. Ele chupava meus seios com intensidade enquanto apertava minha bunda. Um dedo foi parando na entrada do meu cuzinho, até entrar. Apertou meu pescoço. Gozei forte, me contorcendo em cima dele. Ele me puxou contra o corpo e gozou também, enchendo minha buceta.
Ficamos encaixados por um tempo. Quando levantei, a porra escorria pelas minhas pernas. O pau dele ainda estava melado e meio duro. Depois de uns cinco minutos me recompondo, ele me abraçou, me beijou e eu voltei para casa.
Mateus estava chegando na cozinha quando entrei na sala.
— Já vai entrar? — perguntou.
— Já. Vou tomar banho.
— Nem tá calor… por que você tá com essa cara de suada, acabada?
Eu ri e respondi:
— Tô acabada mesmo… tava cavalgando.
— Você tá doida de cavalgar grávida? — ele questionou, preocupado.
— Relaxa, amor… foi com seu irmão.
— Mesmo assim, podia ter acontecido alguma coisa.
— Deixa de coisa, amor. Só incomodou no começo.
Dei um beijo nele e fui para o banheiro.

Comentários (2)

Regras
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  • Lex75: Adorei. Nota 5.

    Responder↴ • uid:5vaq00qb0c
  • cobra: muito delicioso ler seu conto

    Responder↴ • uid:y8i5kd9i