#Lésbica #Traições #Voyeur

A mulher do meu amante

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Cláudia

Já fazia uma época que eu estava chifrando meu marido com o colega dele de serviço e nosso vizinho marido da minha amiga Suzi. Não dava para segurar sempre que eu o via minha buceta babava e meu cuzinho piscava. Eu estava me esbaldando naquela piroca sempre que dava. Mas como nem todo bem dura para frente, meu marido e meu amante receberam ordens para fazer um curso de oito meses no exterior e não podiam levar as famílias, para piorar as coisas, meu marido pediu para seu pai vir morar em casa enquanto ele estivesse fora, o que me deixou alerta, o coroa era um cara esperto, tinha sido polícia por trinta anos e conhecia tudo de putaria e para Arthur ter feito aquele pedido podia estar desconfiado das minhas puladinhas de cerca. Nos quinze primeiros dias tudo se passou tranquilo, mas comecei a sentir falta de sexo e tentava me distrair com tudo. Uma manhã sem nada para fazer resolvi "pescar" as folhas que estavam na piscina com a redinha que o piscineiro normalmente usava e Suzi chegou entrando pelo corredorzinho lateral e enquanto falávamos alguma besteira, uma de frente para outra, olhei por cima de seus ombros e vi que meu sobro tinha parado de ler o jornal e estava secando a bunda de minha amiga, ela foi embora e o safado levantou, só então vi a marca na sua tanguinha preta, uma cabeça de piroca enorme marcando o pano e um cilindro grosso e comprido, nossa além de ficar toda arrepiada, imaginei que Sr. Jorge tinha herdado todos os cacetes da família. Moramos em Manaus um lugar muito quente, por isso nunca fechamos as janelas durante o dia, só no fim da tarde para evitar os caraKanãs (mosquitos) . Parei minha tarefa e resolvi combinar com Suzi o que faríamos para o almoço, entrei também pelo corredorzinho da casa dela tencionando entrar pela porta da cozinha, mas estranhei a janela fechada e por curiosidade, encostei o ouvido nas frestas de madeira e ouvi:
Suzi choramingando - Aí Jorge, não estou aguentando, seu pau é muito grosso. Aí, aí tira só um só um pouquinho, você me rasgando.
Jorge com voz de tesudo- Relaxa, só dói na primeira vez, relaxa gostosa, não assim não, relaxa.
Ouvindo em seguida Suzi chorando voltei para minha casa com a buceta toda melecada e entrei embaixo da agua fria, mas ao tentar limpar minha buceta passei a me masturbar e me imaginar com meu sogro e gozei gostoso. Ao acabar o banho, não resisti a tentação, tirei a chave da porta do banheiro e a escondi no armarinho. Não demorou muito Jorge entrou e ouvi a agua caindo, logo depois Suzi apareceu mancando e não pude evitar , perguntei:
Eu- O que aconteceu, por que você está mancando?
Suzi- Eu escorreguei e dei um jeito na virilha.
Eu- Quer que eu faça uma massagem?
Suzi- Não
Fizemos um almoço rápido na minha cozinha mesmo e almoçamos os três. Suzi não apareceu a tarde todo como era seu habito e ouvi novamente a agua do chuveiro caindo e não resisti, abri a porta toda em um tranco só e através do box transparente vi aquele mangueirão caído, grosso, comprido, impressionantemente lindo . Jorge não perdeu o rebolado, colocou a mão no pau, puxou a pele e exibiu a cabeçorra. E aconteceu o que eu não contava, fiquei hipnotizada por aquele caralho e o safado abriu o box, caminhou em minha direção ainda todo molhado e colocou minha mão naquilo que eu tanto estava precisando. Se ele estava disposto a trair o filho, não seria eu que passaria oito meses sem meter tendo a disposição uma piroca que era duas vezes maior que as que eu tinha usado nos últimos anos. Segurando o cajado e sentindo ele crescer e endurecer em minha mão, nos beijamos lascivamente. Jorge baixou minha bermuda e calcinha deixando as duas peças presas em um de meus pés e mandou eu apoiar o corpo com as duas mãos na pia, senti ele flexionar os joelhos atrás de mim, eu queria sentir aquilo dentro do meu cuzinho, mas tremi sabendo o que tinha acontecido com Suzi, felizmente o empalador invadiu minha buceta carente com aquela tora, pareceu no inicio que eu estava sendo descabaçada novamente mas aquelas cabeçadas lá no fundo onde nenhum outro homem tinha atingido me proporcionou uma de meus orgasmos múltiplos e só não cai ali por Jorge estava segurando firme na minha cintura com as duas mãos. Recebi o leite de sogro que eu nunca imaginei receber. Sentei na tampa do vaso com as pernas tremulas e ouvi:
Jorge - Acho que você tem todo o interesse que meu filho não saiba disso. E agora que sei que você gosta de sexo, podemos fazer todos os dias.
Eu - Foi isso que você propôs para Suzi?
Jorge - Foi, ela também é bem gostosa. Vocês já fizeram uma "brincadeirinha" juntas? Será uma delícia nós três juntos.
Naquele momento fiquei indignada, mas fiquei calada.
Preocupada, fui ver como Suzi estava e a encontrei deitada na cama com a bunda para cima. Sentindo pena e necessidade de ajudar minha amiga fui direta: "Tira a calcinha, deixa eu ver o quanto ele te machucou". Suzi fez cara de susto e eu não sei se por pena dela, por amizade ou por pura safadeza lhe dei um selinho e nos olhamos dentro de nossos olhos, ela segurou minha nuca e trocamos nosso primeiro beijo lésbico e nos acariciamos como duas namoradas. Puxei a lateral da calcinha da enferma e mandei ela ficar de joelhos vendo que seu anelzinho estava bem vermelho mas não pude deixar de ver sua bucetinha pequeninha raspadinha e levei um dedo indicador em riste no meio da rachinha e comecei a massagear deixando só a parte gordinha de dentro do dedo escorregar nos lábios vaginais de Suzi e perguntei:
Eu - Pelo menos você gozou?
Suzi - Das outras duas vezes, sim, muito, ele é uma delícia, mas hoje ele exigiu fazer anal.
Eu - Eu sei acabei que fazer sexo com ele também.
Meu dedo começou a produzir os efeitos esperados, pois já estava todo molhado com o liquido que saia daquela bucetinha e eu passei a lamber as nádegas de Suzi sentindo algo tão gostoso na língua que torci para ela demorar para gozar, mas ela foi rápida em um gemido prolongado e com jatos de liquido vaginal molhando o lençol ela gozou.
Sai de carro e fui a uma farmácia distante, por sorte era uma mulher que estava atendendo e eu expliquei o que tinha acontecido e ela me deu uma pomado com aplicador ensinando-me como aplicar, mas recomendando que eu levasse a paciente para ser examinada por um médico, aproveitei e pedi um segundo tubo e outro aplicador. Voltei e entre carinhos e beijos apliquei a pomada em minha amiga. Quando cheguei dentro de casa, Jorge estava deitado na minha cama assistindo televisão e resolvi colocar meu plano diabólico em marcha. Entrei no banheiro abri o outro tubo de pomada carreguei o aplicador e o esvaziei três vezes o mais fundo que consegui e fui para cama. Sem pedir autorização puxei o calção do cinquentão e passei a chupar aquela cobra, babando, mordiscando, chupando, deixando-a do jeito que gosto, dura o sufiente para penetrar, mas não como pedra para machucar o canal. Fiquei de cócoras e sentei devagarinho naquela piroca e fui engolindo aos pouco. O pirocudo parecia não acreditar que eu estava aguentando sua geba, gemendo, rebolando mais engolindo. Bem empalada primeiro ajoelhei com uma perna e depois com a outra e passei a movimentar para cima e para baixo sentindo mais um jato no canal certa de que meu sogro acabara de descobrir como eu gosto de dar o cu, dali sai todo melecada de porra e pomada e sentei na cara do comedor falando: "Agora chupa sua nora"
Na manhã seguinte acordei com um beijo na boca e abracei a mulher do meu amante e a puxei para minha cama fazendo-a deitar entre eu e meu sogro/amante e ouvi:
Suzi - No cu não
Jorge - Seu marido não gosta de rabinho
Eu - Ele adora e conhece muito da arte
Percebi a surpresa no rosto de meu sogro e foi a vez da Suzi o surpreender
Suzi - Os dois são amantes já a algum tempo, o único chifrudo inocente nessa história e seu filho.

Comentários (1)

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  • JT: Adorei... Sua delícia! Gostosa

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