Minha irmã é uma puta
O dia em que comi a putinha da minha irmã.
Sou filho de uma brasileira e de um americano. Meu pai engravidou minha mãe em uma viagem que fez para o Brasil nos anos 90. Eu cresci no Rio de Janeiro e meu pai vinha me visitar de tempos em tempos e eu também viajava muito para os Estados Unidos, conheci toda a minha família por parte de pai, todos muito bem sucedidos e com vidas perfeitas. Aos 15 anos fui morar com meu pai para cursar a escola americana e fiquei por lá morando na casa dele junto com minha madrasta e meus irmãozinhos pequenos.
Porém o meu pai tinha um segredo que acabou sendo revelado um tempo depois da minha formatura do ensino médio. Eu não era o único filho que ele havia feito no Brasil. Em uma das idas ao Rio para me visitar, ele acabou engravidando uma outra mulher e teve uma filha chamada Stefanie. Ele nunca contou para ninguém, pois nessa época já estava namorando minha madrasta. Entretanto, ele não conseguiu mais esconder, pois a menina havia feito 16 anos e estava pedindo para morar com ele nos Estados Unidos para estudar e ele não conseguiu negar o pedido.
A minha madrasta não gostou da situação e tiveram muitas brigas em casa, mas depois de alguns meses ela acabou aceitando que a minha meia-irmã, até então desconhecida, se mudasse para nossa casa. Meu pai me pediu para acompanhá-lo ao aeroporto para buscá-la, pois ela não falava inglês muito bem e ele não falava português. Eu não estava me importando com nada daquilo, na verdade, achava que seria muito chato, pois eu iria servir de interprete até a garota aprender a falar inglês. Fora que eu teria que levar ela para cima e para baixo e ensiná-la como as coisas funcionavam nos Estados Unidos. Estávamos esperando no aeroporto quando eu vi uma menina que chamou minha atenção imediatamente.
Ela tinha menos de 1,60 de altura, magrinha, com a cintura bem desenhada mas com uma bundinha empinada e seios redondos que destacavam suas curvas. Tinha longos cabelos pretos ondulados, uma pele bronzeada e olhos verdes. Estava usando uma blusinha branca bem justinha e uma calça de moletom folgada que fazia a bunda dançar dentro dela. Fiquei encarando de longe, vendo ela arrastar a mala pelo aeroporto. Foi quando meu pai levantou e foi abraçá-la. Aquela era minha irmã Stefanie.
Confesso que não foi fácil no começo. A menina era muito atraente e fazia um tipo muito sedutor, ela era tímida, meiga e tinha um jeitinho de quem estava perdida. Eu ajudava ela com tudo, servia como interprete, motorista, guia... E a cada dia que passava nós dois ficávamos mais próximos. Com o passar do tempo eu comecei a ficar um pouco obcecado por ela. Não conseguia olhar pra ela como uma irmã. E Stefanie também não ajudava, ela usava pijaminhas curtos, saias apertadas e estava sempre ao meu redor. Eu não conseguia parar de pensar nela e comecei a ter ideias...
Foi então que meu pai, minha madrasta e meus irmãos menores foram fazer uma viagem para o aniversário da mãe da minha madrasta. Passariam todo o final de semana fora e eu e Stefanie ficaríamos com a casa só para nós. Era o momento perfeito para colocar minhas fantasias em prática. Eu estava no auge dos meus 19 anos, jogava futebol na faculdade local e sabia que ela devia me achar atraente também. Só precisava de uma pequena abertura.
Na sexta-feira, logo após o resto da família sair de casa, convidei a Stefanie para assistir um filme. Me atirei no sofá usando apenas uma bermuda e ela veio para a sala com um short minúsculo de pijama e uma camiseta. Ela foi até a estante da televisão procurar o controle remoto e ficou de costas para mim. Seu short era tão curtinho que dava para ver as dobrinhas da bundinha dela e eu só conseguia pensar em espancar aquela bunda até ela gritar.
Ela se sentou ao meu lado no sofá e nós começamos a assistir um filme de terror qualquer. Ela parecia assustada e eu a chamei para mais perto. Aquela cadelinha veio. Sentou bem do meu lado, encostando a coxa na minha perna. Para mim, aquilo era um sinal de que ela queria algo a mais. Nenhuma mulher faria aquilo na inocência. Coloquei a mão em cima da coxa dela, estava gelada.
- Você está com frio? - Perguntei.
- O ar-condicionado está muito forte - Ela respondeu.
- Então venha mais para perto, deixa eu te abraçar - Puxei ela pela cintura e a coloquei sentada no meu colo.
- O que você está fazendo? - Ela perguntou assustada.
- Te deixando mais quentinha, não está melhor? - Apertei ela com os braços. Stefanie não respondeu, apenas ficou paradinha ali, como uma boa vadia submissa.
Deixei ela ficar mais a vontade, ela se aconchegou no meu colo e ali eu tive certeza que de que minha irmãzinha estava louca por mim tanto quanto eu estava por ela. Lá pelas tantas comecei a acariciar as pernas dela e ela deixou. Fui subindo a mão lentamente até chegar perto do seu shortinho.
- Para com isso, mano. - Ela disse bem baixinho.
- Você não está gostando? - Perguntei. Ela não respondeu, só ficou parada imóvel.
Quanto mais eu passava as mãos nas coxas dela, mais forte a sua respiração ficava. Comecei a apertar um pouco e dar pequenos beliscões na sua pele. Ela não se mexia, só respirava cada vez mais fundo.
- Abre um pouco essas pernas. - Ordenei. Sem reclamar, ela abriu, deixando as minhas mãos subirem até sua bucetinha.
Comecei a acariciar sua buceta por cima do short. Ela não falava nada, nem se mexia. Só olhava para a televisão fingindo que não estava sentindo minhas mãos.
Perdi a paciência com Stefanie. Já que ela não estava retribuindo, resolvi ser mais firme. Apertei sua buceta com força e dei um tapa em sua coxa.
- Aiii! - Ela gritou. - O que você está fazendo!? Para com isso! - Ficou brava, mas não saiu do meu colo.
- Cala a boca, sua puta! - Respondi. - Fica de pé! - Ordenei.
Deu para ver a expressão de medo no rosto dela, mas ela não tentou sair de perto. Apenas obedeceu e ficou em pé na minha frente.
- Tira o short. - Mandei. Ela relutou. - Mandei tirar o short, cadela! Vai querer que eu arranque? - Gritei e ela obedeceu.
Bem devagarinho ela foi descendo o short, parecia que estava fazendo só para me provocar. Ela usava uma calcinha cor-de-rosa com rendinhas, bem coisa de putinha.
- Vai querer que eu tire a blusa também? - Ela perguntou baixinho. Eu tinha certeza que aquela puta estava querendo algo. Agora estava confirmado.
- Pode tirar. - Falei.
Ela tirou a blusa e deixou a mostra seus peitinhos redondinhos de adolescente. O frio deixava os biquinhos bem duros e ela estava toda arrepiada.
- Tá feliz agora que me viu sem roupa? - Ela perguntou com raiva.
- Você ainda está de calcinha, pode tirar. - Respondi.
- Não. A calcinha eu não vou tirar. Assim já está bom. - Ela respondeu me desafiando.
Eu levantei e fiquei bem pertinho dela. Ela era bem baixinha, então eu imagino que ela deva ter ficado intimidada. Segurei ela pelos cabelos e beijei sua boquinha. Minha irmãzinha retribuiu o beijo e até passou a mão na minha barriga. Aquela vadia só estava se fazendo de difícil. Sentei novamente no sofá.
- Tira essa calcinha logo antes que eu perca a paciência contigo. - Mandei. Dessa vez ela obedeceu e tirou a calcinha deixando a mostra sua bucetinha depilada e carnuda. Ela ficou tentando esconder com a mão, mas ainda me deixando ver um pouquinho.
- Pra quantos tu já deu? - Perguntei. Queria saber quão rodada a puta da minha irmã era.
- Eu não vou dizer. - Ela respondeu.
- Para de se fazer. Virgem você não é! Me fala pra quantos caras você já sentou!
- Só pra três. - Ela respondeu.
Fiquei bem decepcionado, confesso que nas minhas fantasias eu tirava a virgindade dela. Mas tudo bem, puta do jeito que era, impossível ainda ser virgem com 16 anos.
- E eles comeram teu cu? - Perguntei.
- Não. Eu nunca fiz isso. - Ela respondeu envergonhada.
- Deixa eu ver se você esta falando a verdade, vira de costas. - Ela obedeceu.
Afastei as nádegas dela e olhei para o seu cuzinho. Coloquei a pontinha do dedo bem na entradinha e ela gemeu baixinho. Todas as preguinhas intactas. Com certeza era um cuzinho virgem.
Agarrei os cabelos dela e fiz com que ela se ajoelhasse. Meu pau ja estava explodindo dentro da bermuda e eu fiz ela me chupar. Ela reclamou um pouco, tentou virar a cabeça pro lado, mas eu agarrei seu rosto e fiz com que ela mamasse tudo. Enfiava a boca dela contra meu pau com força e só parava quando ela ficava com falta de ar. Depois de um tempo joguei ela no sofá.
Ela deitou no sofá meio encolhida. Eu puxei ela e abri bem suas pernas. A bucetinha gordinha dela ficou toda exposta e aberta. Comecei a enfiar um dedo, depois dois, depois três. Ela se contorcia e gemia igual uma cadela no cio. Eu fui bombeando os dedos dentro dela até ela ficar bem molhadinha, pronta para o meu pau.
Quando eu fui enfiar o meu pau dentro dela, essa puta se virou e saiu pelas costas do sofá.
- Não, mano. Acho melhor não. Eu posso te chupar, ta bom? - Ela disse enquanto tentava fugir de mim.
- Vem pra cá, Stefanie. Agora não tem mais volta, eu vou te comer.
A puta virou as costas e foi para a cozinha. Eu fui atrás.
- Você tá maluca, é? Me provocou e quer me deixar assim? - Perguntei furioso.
- Mano, você sabe que não é certo. Se nosso pai ficar sabendo? Ele vai me mandar embora. - Ela falou com voz de choro.
- Ele não vai ficar sabendo, eu não vou contar pra ninguém. - Acalmei ela. Mas ela não veio até mim, ficou parada no meio da cozinha.
Eu não estava mais aguentando. Fui até ela e dei um tapa forte em seu rosto. Segurei ela pelo cabelo e encostei ela na mesa da cozinha de bruços. Comecei a bater na bunda dela, um tapa atrás do outro, ela gritava e gemia, bati tanto que a bunda dela foi ficando vermelha e lá pelas tantas ela ficou paradinha naquela posição. Agarrei ela pela cintura e enfiei meu pau dentro daquela bucetinha apertada. Comi ela com força e com muita raiva. Ela gritava e se contorcia, gemia e rebolava. Desfaleceu quando gozou e tremeu as pernas. A bucetinha latejando no meu pau.
Quando eu estava quase gozando, lembrei do cuzinho virgem. Não tinha como deixar passar, eu precisava gozar naquele cu. Puxei minha irmãzinha pelos cabelos e arrastei aquela puta de volta pro sofá. Coloquei ela de quatro no sofá e fiz com que ela abaixasse a cabeça. Estava toda empinada pra mim, com aquela bundinha toda aberta pedindo por pau.
- Você vai ficar quieta e paradinha. Se você tentar correr eu vou te pegar e vai ser pior. - Falei firme.
Abri as nádegas dela e dei umas chupadas naquele cu para lubrificar. Enfiei logo um dedo, para ela se acostumar. A minha irmãzinha deu um grito de dor.
- CALA A BOCA, CADELA! - Berrei com ela. Dei vários tapas em sua bunda de novo, como já estava machucada, doeu bastante, mas ela ficou quieta finalmente.
Fui enfiando meu pau bem devarinho naquele cuzinho virgem. Aproveitando aquelas preguinhas que iam se abrindo. Quando eu consegui enfiar a cabeça, soquei o resto com força. Minha irmã berrava e se contorcia, e quanto mais ela pedia para parar, mais tesão me dava. Comi aquele cuzinho com a maior vontade do mundo, enquanto a puta se tremia e urrava de dor. Gozei com muita facilidade. O sofá ficou todo sujo de porra e pingou um pouco no chão. Ordenei que ela se ajoelhasse e limpasse todo o chão com a boca. Ela já nem reclamava mais, obedeceu como a boa puta que era. Agora a irmãzinha fazia tudo que o irmão mais velho ordenasse.
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