AS novinhas de hoje
Em casa as coisas aconteceram de modo bem diferente do tradicional. Casei-me virgem aos vinte e dois anos com Arthur que na época contava com 28 anos. No inicio do casamento eu era bem tímida, lembro bem que no terceiro ou quarto dia de lua de mel eu ainda pegava no cacete com as pontas do dedo e fiquei com uma tremenda vergonha do meu marido quando vi que ele me surpreendeu estudando sua rola e quando ele tentou me ´perguntar o que eu estava pensando eu disse: "Que lindo seu Piu-Piu ". Não o culpo pela gargalhada que ele produziu logo em seguida e ainda encantada com o cacete, passei a ponta da cabeça em meus lábios. Bom, evoluí e no nosso primeiro aniversário de casamento Arthur confessou que não estava mais conseguindo apagar meu fogo, pois eu queria anal quase todos os dias e me deliciava fazendo garganta profunda e adora receber leitinho durante uma espanhola. Virei realmente uma devassa, mas nem imaginava deitar com outro homem e passado alguns meses da confissão de Arthur, ele sugeriu que poderíamos levar para nossa cama outra pessoa. A sugestão mexeu comigo, mas não do modo que ele imaginava, passei a fantasiar ver meu marido comendo outra mulher, a ponto de ao ver nossas amigas, eu as imaginava quicando na piroca de Arthur e comecei durante nossas fodas pedir para ele imaginar que eu estava me masturbando no canto do quarto enquanto ele comia fulana ou cicrana pedindo para ele falar o nome sugerido enquanto eu gozava. Aquilo tornou-se uma obsessão para mim, até o dia que eu falei de uma colega do trabalho que ele conheci e que é dona de um corpo espetacular e ele traído pelo sub consciente enquanto gozávamos juntos com aquela voz que ele faz quando está gozando pronunciou : "Delícia Suzi". Cortou imediatamente meu gozo e o olhei dentro dos olhos ainda com a tora dele enfiada toda dentro minha buceta e pedi: "Repete meu amor". Ele muito sem jeito pediu para eu deixar para lá, mais eu insisti e finalmente ele abriu o coração: "Você fala tanto em ter outra mulher no seu lugar que sua irmã não sai da minha cabeça". Nossa nunca tinha imaginado que meu maridinho queria comer minha irmãzinha de dezesseis anos e que eu sabia ser cabaço. Passei a noite em claro ouvindo o ronco dele vendo inúmeras vezes o filme de Suzi e Arthur na cama. Pela manhã estava decidida, bem cedinho liguei para casa da minha mãe, sabendo que Suzi deveria estar se preparando ir para o colégio e acertei em cheio, ela mesma atendeu minha ligação e combinei que eu a pegaria na saída e a levaria para almoçar. Ela entrou no carro curiosíssima, pois eu nunca tinha feito aquilo. Trocamos a selinho habitual e só então reparei em seus seios cheinhos, no caminho do restaurante fiquei por algum tempo vendo suas pernas bem esculpida e quando ela desceu, vi seu bumbum, tive que dar razão para Arthur a menina realmente estava com um corpinho fenomenal. Durante o almoço fiz aquelas perguntas sacaninhas, mas ela só ficava vermelha e não respondia se já tinha esfregado a bunda no pau do namorado, ou se tinha passado a mão na piroca de algum garoto essas coisas que eu vi muitas colegas de escola fazerem, mas vendo que ela não respondia, passei a fazer a propaganda de Arthur, de como ele fazia isso e aquilo vendo que ela ouvia tudo com vivo interesse e encontrei a abertura para colocar meu plano em ação convidando-a para passar o feriadão de quatro dias conosco em um hotel que eu conhecia no interior, a gostosinha se animou. Chegando em casa expus meu plano para meu maridinho que me comeu me chamando de Suzi e gozei forte como nunca. Na quinta feira ainda antes do nascer do sol estacionamos na frente da casa de nossos pais e nos colocamos na estrada em direção ao interior, mais especificamente para o hotel que eu tinha assistido um cliente reclamando que no chalé não cabia outra cama além da cama de casal . Teríamos que dormir os três na mesma cama. Arthur já na viagem não perdeu uma chance, ainda na saída da Cidade ele fez questão que eu tirasse uma foto do sol nascendo ao fundo e ele trocando um selinho com Suzi. Na estrada após uma parada para reforçar o café da manhã dei a desculpa que queria dormir um pouco e fui para o banco de trás e entre abrindo os olhos vi meu esposa alisar as pernas da virgem e ela fazendo aquela carinha de inocente. Chegarmos lá constamos que a queixa era procedente, o chalé era uma gracinha, como eu lembrava, mas apertadinho. Saímos para uma caminhada e eu tesuda imaginando o que aconteceria a noite e qual não foi minha surpresa quando paramos para observar a paisagem e Arthur todo assanhado abraçou minha irmãzinha por trás e pela cintura e ela rebolou esfregando a bunda no pau que rapidamente ficou duro, naquele instante minha bucetinha babou. Voltamos para o hotel e logo depois do almoço eu sugeri dormirmos um pouco e fomos para o chalé fiz questão que o macho ficasse no meio e passado alguns instante como eu tinha combinado anteriormente com o meu tesão, enchi minha mão com aquela rola e mesmo por cima da cueca fiz o movimento de masturbação, Suzi olhou com os olhos arregalados e eu falei baixinho: "Ele já dormiu, quer dar uma pegadinha?". A safada não vacilou me ajudou na simulação da masturbação e eu tirei o bruto para fora da cueca olhando para a cara da adolescente que se iluminou, sentei na cama e engoli a metade da piroca, parei e ofereci para Suzi que falou baixinho: "E se ele acordar?". Vendo nos olhos dela a vontade de chupar a rola respondi: "Não se preocupe, o máximo que pode acontecer é ele querer te comer". Assim que falei isso ela ajoelhou na cama e passou a chupar aquele cacete como uma profissional até que Arthur não aquentou mais e gemeu alto, levando as mãos aqueles peitinhos lindos e Suzi me surpreendeu, parou de chupar e arrancou a camiseta pela cabeça, acabando com a farsa voltou a chupar Arthur que já de olhos abertos retesava o corpo indicando que ia gozar na boquinha de Suzi. Fiquei perdida e tesuda vendo ela recebendo aquelas golfadas na boca e ainda com a boca cheia de leitinho falou: "Você acha que eu não saquei a de vocês?". Rimos e Suzi falou com todas as letras: "Agora eu quero gozar". Sem nos dar tempo para assimilarmos o contra golpe, minha irmãzinha até então tida por nós como inocente, sentou na cara do afortunado esfregando a buceta para ser chupada, vendo que a piroca estava dura, sentei nela e passei a quicar, depois de gozarmos perguntei: "Suzi você realmente é cabaço". Ela com cara de safadinha respondeu: "Por enquanto na frente sou, mas espero que meu cunhadinho resolva isso antes de voltarmos".
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Comentários (2)
Marly: Meu marido também é louco para comer minha irmã, e ela sabe kkk
Responder↴ • uid:1cknz3mgt7s5Luz: Você deixaria ele comeu sua irmã Marly ?
• uid:1du39o63gtjy