Eu Ariana amo o sexo #2
As ferias na fazenda e como descobri que adoro sexo
Desde que provei vara, meu tesão me deixou doida demais. Só acalmava quando o Ruben metia gostoso, mas em casa não era fácil e eu queria mais.
A semana de férias na fazenda de Dona Lúcia, irmã do Roberto — que parecia que ia ser um tédio mortal — terminou numa semana doida de sexo. Roberto e minha mãe levaram a gente pro fim de semana, mas no domingo deram tchau e sumiram, me deixando com o Ruben e os gêmeos. "Vai ser bom se conectar com a natureza", disseram. Eu só queria me conectar com o Ruben, mas ok.
A fazenda da Dona Lúcia, viúva, com dois gêmeos de 17 anos — o Teodoro e a Maria — era um lugar sem sinal, sem TV, sem nada. Só mato, bicho e silêncio.
Dona Lúcia nos recebeu com um abraço: "Uai, sô, chegaram!" Os gêmeos apareceram atrás. O Teodoro, moleque alto e magrelo, e a Maria, que era o oposto completo do irmão. Ela tinha uns seios grandes, daqueles que pareciam querer escapar da blusa, um par de pernas grossas e firmes de quem trabalhava na roça desde pequena, e uma bunda empinada que fazia qualquer um virar o pescoço pra olhar. O que me fez estremecer na primeira vez foram seus olhos penetrantes, que pareciam ler a alma da gente. Os dois falavam com aquele sotaque mineiro que enrola as palavras: "Ôia, fia, cê vai gostá do leite quentinho", disse o moleque com um sorriso estranho.
Na primeira noite que ficamos sozinhos, não aguentei mais. Deitei na cama, a xaninha já pulsando, molhada só de imaginar as mãos dele no meu corpo. Fiquei me tocando devagar, os dedos deslizando no clitóris, mas não bastava — eu precisava sentir ele dentro de mim.
Levantei na ponta dos pés, o coração acelerado, atravessei o corredor escuro e entrei no quarto dele sem bater. Ele tava deitado. Não precisei falar nada — abri o lençol e me enfiei na cama, colando meu corpo nu no dele, a boca já encontrando a sua num beijo abafado, a língua se enrolando na dele com fome.
A mão dele deslizou pela minha cintura, apertou minha bunda com força, enquanto eu sentia o pau dele duro contra minha coxa, latejando. Ele me virou de lado, sem fazer barulho, e passou a mão na minha buceta, sentindo o quanto eu tava escorrendo. Os dedos dele entraram devagar, mexendo com calma, me fazendo morder o lábio pra não gemer. Eu apertava o braço dele, ofegante, enquanto ele dedava minha xaninha, o polegar roçando no clitóris.
Depois passou a mão no pau, e encostou a cabeça na minha entrada. Eu senti a ponta quente roçando, e meu corpo inteiro tremeu. Ele entrou devagarinho, enquanto eu enterrava a cara no travesseiro, os dentes mordendo o tecido. Cada milímetro me preenchendo, uma sensação tão gostosa que parecia que eu ia explodir.
A madeira rangeu leve, e eu congelei — mas ele continuou, entrando fundo até o corpo dele colar no meu, o pau todo dentro de mim, pulsando. Começou a estocar devagar, num ritmo lento e profundo, cada movimento fazendo meu corpo tremer em silêncio. Eu segurava no lençol com tanta força que os dedos doíam, mordia o braço pra não soltar um gemido, enquanto ele me comia com cuidado, a respiração pesada no meu ouvido, o hálito quente.
"Silêncio, amor... não faz barulho..." — ele sussurrava, enquanto acelerava o ritmo devagarinho.
Eu sentia o pau dele deslizando na minha xaninha, cada estocada mais funda que a outra, a cabeça roçando no fundo, me fazendo revirar os olhos. Meu corpo todo suava de tesão. A cama rangeu mais forte e eu apertei a mão dele, fazendo ele parar por um segundo, os dois imóveis, escutando o silêncio da casa, o coração batendo tão alto que parecia um tambor.
Depois ele continuou, mais devagar ainda, me fazendo gozar em silêncio — uma onda que subiu da ponta dos pés e me deixou mole, abraçada nele, o corpo tremendo inteiro, a boca aberta num gemido mudo. Ele sentiu eu apertar, e gozou logo depois, quente dentro de mim, pulsando, com um gemido abafado no meu ombro.
Ficamos ali, ofegantes, colados, os corpos suados, sem falar nada, só ouvindo os grilos e o coração acelerado um do outro. Quando voltei pro meu quarto, as pernas ainda bambas, a xaninha latejando, a porra escorrendo pela coxa, deitei na cama com um sorriso bobo e pensei: "Caralho, isso foi a melhor transa silenciosa da minha vida."
No dia seguinte, a Maria me olhou com um sorriso de canto, aquele olhar penetrante que parecia ler minha alma: "Uai, fia, cê dormiu bem? A noite tava tão calma... ouvi uns barulhinho estranho, viu?" Quase engasguei com o pão de queijo, o pedaço entalado na garganta enquanto eu tentava disfarçar com um sorriso amarelo. Dali em diante, jurei que os gêmeos sabiam de tudo — cada gemido abafado, cada rangido da cama, ela tava de olho.
Terminei o café com o coração na mão, suando frio, e puxei o Ruben pro canto da varanda, longe de qualquer ouvido: "Ô, tô pirando! A Maria sabe de nós, eu juro! Ela vai entregar a gente pra Dona Lúcia, a gente vai rodar!"
Ele me olhou com aquele sorriso safado, balançou a cabeça e falou baixinho: "Relaxa, Ariana. Você nem imagina o que eu vou te mostrar."
No final da tarde, o Ruben me puxou: "Vem comigo, que os dois vão tratar dos animais." Me levou pela lateral da casa, contornando o terreiro. Ele colocou o dedo na boca pedindo silêncio e apontou pra uma fresta na madeira. Me ajeitei, a respiração presa, e olhei.
Lá dentro, os gêmeos tinham largado o balde de ração no chão e já estavam se pegando feito dois loucos. A Maria tava encostada numa pilha de feno, a blusa já arrancada, os seios enormes à mostra, as mãos do Teodoro apertando eles com vontade, a boca dele sugando os mamilos enquanto ela gemia baixinho. O Teodoro desceu a mão pela barriga dela, enfiou por dentro da calcinha e começou a mexer, os dedos entrando e saindo num ritmo que deixava a Maria ofegante, a boca aberta num gemido mudo.
"Uai, Teodoro... assim... num para..." — ela sussurrava, a voz trêmula, enquanto ele apertava a bunda dela com a outra mão.
Ele a virou de bruços no feno, com um jeito bruto, levantou a saia dela e puxou a calcinha pro lado, revelando a bunda empinada e a xaninha já molhada, brilhando. Ele cuspiu na própria mão, passou no pau — grosso, duro, latejando — e, sem pressa, enfiou devagar na xaninha dela. Ela mordeu o braço, o corpo arqueando, enquanto ele entrava até estar todo dentro. Aí ele começou a estocar num ritmo lento e profundo, a mão na bunda dela apertando a cada estocada, o som molhado preenchendo o celeiro.
"Uai, Maria... sua xaninha é quente demais..." — ele gemia baixo, enquanto acelerava o ritmo, as estocadas ficando mais fundas, mais rápidas.
Ela gemia, os seios balançando, a cara enterrada no feno, enquanto ele a comia com vontade. "Assim, Teodoro... me fode... me come gostoso..."
Eu tava paralisada, os olhos grudados na cena, a boca aberta, sentindo minha própria xaninha pulsar de tesão. O Ruben, do meu lado, segurava minha cintura, o pau dele duro contra minha bunda, enquanto a gente assistia os gêmeos se comendo no celeiro.
Teodoro foi acelerando mais e mais, até que eu vi a Maria tremer inteira, um gemido alto escapando, enquanto ela gozava. Ele continuou estocando, mais forte, até gozar dentro dela com um gemido rouco, os dois caindo no feno, ofegantes.
O Ruben sussurrou no meu ouvido, a voz quente: "Entendeu agora? Eles tão enrolados quanto a gente. Tamo no mesmo barco."
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Comentários (4)
Ricardão21x5: Também adoro sexo .desde a primeira vez que penetrei uma vagina sentindo o calor a umidade dela o colo do útero e tudo delicioso ,ver meu pênis deixando uma rachinha linda redondinha visto de cima e muito bom ..só não foi muito pra ela mas ela gozou no final tipo um orgasmo mesmo. Mas nada se compara aos meus amores elas fazem muito bem. vivo cheio de vontade delas..
Responder↴ • uid:ayekiziJhon Winchester: O que eu não daria pra ver uma transa entre parentes
Responder↴ • uid:ona23eqd9jMaluzinharsk: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Brunarskk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkMike: cada vez mais gostoso. continue
Responder↴ • uid:grkqent0a