#Bissexual #Grupal #Incesto #Teen

Família nova - Primeira vez com Samara

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Sun tzu

Continuação da série de contos. Leia as outras partes clicando no nick.

Ezequiel deflorou Samara sem que eu soubesse, e depois transou com ela bem na minha frente. E logo depois, eu a limpei.

Isso foi humilhante, baixo e cruel.

Porém, eu me sentia ainda mais humilhado por outro motivo. Não conseguia parar de bater punheta pensando neles. Revivendo a cena na minha mente. Vez após vez.

No fundo, Isa tinha razão. Eu gostava muito de porno cuckold. Mas a experiência real foi melhor. Muito degradante e bem mais excitante. Eu não prestava. E Samara agora sabia disso, e fazia questão de jogar na minha cara.

Uma coisa porém me passou despercebida.

Quando estávamos os quatro no quarto, havia mais alguém na casa, no andar de baixo. Minha mãe, ocupada em seus afazeres.

Apenas sendo muito sonsa, não perceberia o que estávamos fazendo, e com quem. Assim, quando o outro dia veio, ela já sabia o que tinha acontecido, e Weverton também. Desse modo, me vi sentado ao lado de Isa e Ezequiel no sofá, tendo de explicar o que aconteceu.

Ezequiel levou um senhor sermão do pai sobre seu comportamento. E ficou quieto a maior parte do tempo. Isa foi achincalhada por minha mãe também. Embora ela tenha aproveitado para brigar por conta de outros assuntos com minha irmã. O motivo disso era bem simples: se nossa intimidade entre quatro paredes caísse nos ouvidos errados, teríamos de dar adeus àquele estilo de vida, e à nossa privacidade.

Para nossa sorte, porém, Samara manteve a boca fechada. Não falando aos pais, nem a mais ninguém.

Por fim, meu padrasto virou-se para mim e perguntou se estava tranquilo com o que tinha acontecido. Pois era a minha namorada, e aceitá-la fazendo parte daquilo significava que ela seria como Isa e minha mãe.

Poderia ter dito que Ezequiel a tinha manipulado, e que ele e Isa usaram Samara para brincar comigo.

Mas não disse.

Agi feito um covarde. Como o corno manso que Samara havia me feito naquele dia.

Respondi que sim, estava tudo bem.

Depois disso, a vida pareceu continuar, comigo não trocando nenhuma palavra sobre o ocorrido com Samara. Ela continuava na escola e na casa dos pais, agindo como a boa moça que sempre foi, e como uma namorada certinha para mim.

Ela se mantinha ao meu lado e conversava normalmente, mas não se mostrava disposta a nenhum contato físico. Seja beijos, abraços ou mesmo segurar as mãos. Não fazia mais qualquer coisa mais ousada por vontade própria e eu tampouco tinha coragem de pedir.

Parecia que tocá-la era o mesmo que alisar um gato arisco e irritadiço.

Meus amigos de escola perceberam isso e perguntaram o que que tinha feito para receber tal tratamento de gelo. E tive de desconversar da melhor forma possível.

No entanto, quando foi novamente para minha casa, no fim de semana seguinte, as coisas mudaram. Mesmo que um pouco.

Ela não queria que os pais desconfiassem, então, desde algum tempo, fez do fim de semana o dia oficial para dar escapadas. Indo primeiramente para casa de Aline, encontrar-se com Ezequiel, depois para a minha casa. Além do apartamento de Ravi, a qual eu ainda não tinha conhecimento.

Assim, sábado Samara chegou após o almoço.

O clima com minha mãe foi um tanto estranho, uma vez que foi ela a mais incomodada pelo ocorrido no outro dia, e imagino que só não tenha dito nada quando acontecia, pois quem o fazia era Ezequiel.

Por sinal, ele próprio não estava naquele momento.

Samara quis ficar no quarto de Isa, para não ter de ficar suportando o comportamento passivo agressivo de minha mãe. Então fomos para lá. Isa estava bem empolgada naquele dia, preparando-se para um encontro com um garoto de sua escola, que dizia ser boa pinta.

Isa se trocava na nossa frente, experimentando vestidos. Depois perguntava o que achávamos. E Samara e eu, deitados na cama, dávamos o veredito.

Até que num momento, Isa se cansou e desabou em cima de Samara. Usando apenas calcinha e sutiã.

— Caralho, que cansativo. Como tu faz isso toda a vida, amiga?

Samara me olhou e respondeu.

— Eu sei os gostos dele, então é fácil. Ei, pera — dizia ela, até que Isa começou a se agarrar em seus peitos.

— Preciso relaxar um pouco — disse e então avançou sobre Samara, beijando-a.

Fiquei pasmo, olhando aquilo, até que minha irmã parou e virou para mim, se inclinando e me oferecendo a mesma coisa.

Quando nos desgrudamos, notei que Samara ficou com uma expressão emburrada ao ver-me com Isa. Puxou-a de volta e deu outro beijo de língua

Isa tirou o sutiã e passou as pernas sobre as de Samara, abraçando seu pescoço em meio a um beijo profundo. Puxou a camisa por cima de sua cabeça, deixando-a apenas de sutiã bege, e depois voltou a beijá-la. Demonstrando uma intimidade entre as duas que até então eu estava alheio.

Me aproximei um pouco e minha irmã se virou para me beijar novamente. Samara nesse meio tempo começou a chupar os seios de Isa, que com uma mão tocava meu rosto, e com a outra alisava o cabelo de sua cunhada.

No momento seguinte, Isadora se virou completamente para mim retirando me ajudando a tirar a blusa, e puxando meu short.

Olhei para Samara que nos observava a poucos centímetros de distância, parecendo indecisa por um tempo, até que deu de ombros e abriu o zíper da calça, retirando-a junto da calcinha. Libertando também os seios cor de chocolate ao leite.

Se moveu de joelhos até nós. Beijou Isa mais uma vez, que nesse momento já estava com meu pau na mão punhetando, então se virou para mim, respirou profundamente e depois suspirou, avançando contra meus lábios.

Beijou-me de uma forma estranha, hesitante, como se nossas línguas fossem desconhecidas uma da outra.

Tive vontade de tocar em seus peitos, mas me contive. Não sabia o quanto ela me deixaria fazer, e não queria correr o risco de ser relegado novamente ao relacionamento à distância em que havíamos passado aquela semana.

Senti algo quente e úmido na minha glande. Isadora me sugava, alheia a pequena tensão entre mim e Samara. E essa aparentemente preferia estar mais próxima da boca da cunhada do que da minha, pois se juntou a ela. Chupando e lambendo-me.

Mesmo oprimido com aquela indiferença da parte dela, ainda desfrutei de duas novinhas peladas na cama, me fazendo uma chupeta dupla.

Samara mais lambia do que chupava. Parecia mais concentrada em tocar seus lábios nos de Isadora, do que no boquete. Ainda assim, era gostoso ver as duas se beijando e me mamando ao mesmo tempo.

Várias vezes quis fazer-lhe um carinho na cabeça, mas me contive. Contentando-me em passar a mão em Isa. E ela, ao contrário de minha irritada namorada, mamava com vontade. Ao ponto que eu tinha de me controlar para não gozar em cima das duas.

— Isa, calma — pedi.

Minha irmã parou, me olhando com seus olhos ávidos e brincalhões.

— Aguenta mais um pouco, que eu ainda quero minha foda antes de sair.

— Deixa eu te chupar.

— Vem — Isa deitou de bruços e abriu espaço entre as pernas para que minha cabeça passasse.

Dei a volta nela e abri sua bunda, com meu rosto afundando-se nela. Lambi sua rachinha amarela retribuindo a mesma vontade com que ela me chupava antes.

Samara ficou de lado para Isa, com o corpo apoiado no cotovelo.

Talvez estar sobrando, talvez por ouvir os gemidos abafados pela respiração entrecortada de minha irmã, ela deu um tapinha na minha cabeça e ficou na mesma posição.

— Em mim também — disse, com a voz meio ríspida.

Inclinei meu corpo para o lado, me pondo entre suas pernas e beijei sua bunda.

— Ei, esquece de mim não, põe nem que seja o dedinho — avisou Isa, e eu comecei a dedá-la, e isso, lambendo Samara. Alternando entre as duas, que seguiram trocando saliva.

— Tá bom, Anderson, me come logo — pediu Isa.

Olhei para Samara, que me encarava até nossos olhos se encontrarem. Voltando sua atenção de volta para minha irmã.

Decidi deixá-la em seu canto.

Me posicionei atrás de Isa e comecei a meter com ela de bruços. Fui no meu ritmo, cadenciado as estocas. Com uma mão em sua bunda e a outra apoiada na cama.

Sabia que ela amava ser comida com força por Ezequiel e por meu padrasto. Porém havia desistido de tendar ser como eles. E naquele momento queria apenas curtir o aperto em de Isa em volta do meu membro.

Não havia gritos ou gemidos estridentes, mas sentia algo sensual na respiração ofegante dela.

Tive o desejo de tocá-la mais, então me debrucei, abraçando-a, passando os braços em volta de seu corpo e acabando por nos virar de lado. Metendo de conchinha.

Ouvia seus gemidos fracos a cada metida, e beijava seus ombros, acariciando os peitos com uma das mãos, enquanto a outra massageava seu clitóris. Sentia a bunda dela fazendo pequenos movimentos contra mim, com a xota melada engolindo meu pau. Então, veio algo que havia passado a ocorrer mais vezes em nossas fodas. Algo que meses antes seria impossível.

Isa gemeu alto se contraindo em meu pau e encolhendo em meus braços, reagindo ao orgasmo.

Eu a tinha causado o gozo.

Ainda conectada a mim, ela se virou, beijando-me. Então olhou para o lado e perguntou:

— Quer participar?

Virei na direção que olhava e vi Samara, deitada de lado, siriricando a buceta com os dedos melados. Assistia-nos.

A pergunta pareceu despertá-la e por um momento não obteve resposta. Seus olhos foram de um canto para o outro e Samara deu uma leve levantada de ombros, inclinando rapidamente a cabeça para um lado.

— Deixa eu sentir seu gosto — declarou.

Saí de dentro de Isa, que liberou espaço para minha namorada, sentando com as pernas abertas. Samara a chupou, lambendo o mel da xerequinha de Isa. Saber que ela também devia estar saboreando o gosto da minha pica, misturado a goza de minha irmã, deu-me um tesão indescritível.

Tanto que eu não consegui me controlar.

Samara estava de quatro na cama chupando Isadora. E eu me posicionei do mesmo jeito atrás dela, encaixando minha boca em sua xota carnuda.

— Ei, pera ai — tentou reclamar, mas Isa a fez continuar a chupá-la e deixar seguir o fluxo.

Babei sua buceta, sentindo-a tremer em meus lábios. E quando a senti mole o bastante, levantei o corpo e aproximei os quadris. Num momento a cabeça do meu pênis pressionava-se contra os lábios inchados de Samara. No outro, estava tudo deslizando para dentro, sentindo seu calor.

Samara tentou relutar, mas Isa a prendeu no mesmo lugar, dando-lhe beijos, e fazendo-a se acalmar.

— Só aproveita a trepada, Samara. Depois tu bate nele — brincou Isa, e a novinha gostosa entre nos pareceu ouvi-la. Baixando a cabeça e empinando mais a bunda, recebendo minha pica de forma mais aberta.

Segurei suas ancas e arremeti contra sua buceta, sentindo a firmeza de seu interior.

Samara, como Isa antes dela, também não gemia de forma estrondosa. Soltava pequenos sons que pareciam espasmos arrancados de sua garganta. Ela levantou a cabeça e avançou um pouco mais sobre Isadora, pondo os braços em volta dela, apoiados na cama. As duas ficaram se pegando. Metia em Samara ouvindo os sons dos beijos entre as duas. Isadora brincava com seus peitos e minha namorada retribuía abocanhando os da cunhada.

Aquele clima de desejo entre as duas, somado ao aperto firme e molhado de Samara eram demais para mim. E após um tempo, anunciei o gozo.

— Fora! Goza fora — mandou Samara.

Tirei meu pau, e jorrei o leite em cima de sua bunda. Samara se deitou e eu fiquei olhando para seu rabo melado, me dando conta do que tinha acabado de fazer.

Havia transado com minha namorada pela primeira vez. E no entanto, não parecia ter sido muito especial, como sempre pensei.

Isa e Samara ficaram conversando e saiu para tomar banho, pois ainda iria sair, deixando-nos sozinhos no quarto. Ficamos em silêncio por um tempo na cama. Sequer parecia que tínhamos acabado de ter o maior tipo de intimidade carnal que um casal podia expressar. Nada vinha na minha mente para falar. E Samara tão pouco parecia ter vontade de dizer qualquer coisa.

Mesmo assim, eu abri a boca.

— Samara — chamei sua atenção e ela virou os olhos na minha direção, e depois olhou para outro lado. — Mesmo que você fique com raiva e nunca me perdoe, só quero dizer que sinto muito por ter te enganado. De verdade, não queria que as coisas fossem assim.

Ela apenas me ouviu, olhando para as mãos e coçando os dedos. Continuei.

— Sei que as coisas não vão voltar a ser como antes entre nós. Mas eu ainda gosto de ti. Não quero ficar agindo como se fossemos estranhos. Se possível… se você deixar, quero voltar a ficar do seu lado e dessa vez só te fazer bem, de verdade.

— Mesmo que eu tenha dado pro teu irmão? — perguntou com um meio sorriso.

Engasguei por um momento, mas rapidamente me recompus.

— Sim, mesmo com isso, eu ainda gosto de ti.

Ela soltou um suspiro profundo

— Eu também. E acho que é por isso que fiquei tão chateada.

Apenas assenti, engolindo em seco.

— Acho que só queria ficar com raiva pra não me sentir culpada.

Ergui uma sobrancelha.

— Como assim?

— Eu te traí, antes de descobrir tudo. Foi só depois que soube toda a história do que acontecia com tua mãe e irmã — Ela me olhou, um tanto intimidada. — Desculpa.

Pisquei os olhos algumas vezes. Um peso grande surgiu no meu peito, como também na minha cabeça. Mas não queria ficar com raiva. Não tinha o direito.

— Tudo bem — me aproximei, e ela se mostrou surpresa, um pouco relutante, mas não se afastou.

Nos beijamos, e dessa vez, foi mais como era antes.

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