De alguma forma, meu subconsciente me guardou para o meu tio
No meio da noite, sinto uma mão deslizando pelo meu corpo. Suavemente, ela vai puxando o lençol, dexando-o nos meus pés
Há sete anos não via o meu tio, ele morou nos fundos da nossa casa, que naquele momento estava alugada.
Ele voltou a São Paulo, para um curso, se eu não me engano, que duraria uma semana. Meus pais o convidaram para que ficasse em casa nesse período, e ele concordou.
Não sabia direito o porquê, mas estava ansioso para revê-lo.
No aeroporto, onde fomos buscá-lo, vejo um homem quarentão, moreno, alto, sorridente, vindo ao nosso encontro.
Não lembrava mais do rosto dele, a única coisa na minha memória, eram as vezes em que ele me colocava no colo, e me fazia cócegas.
_Nossa como o garotinho cresceu. Disse ao me abraçar forte.
No caminho de casa, muita conversa no carro, eu estava no banco de trás com o meu tio, que a todo instante, colocava a mão na minha coxa e apertava, dizendo que eu tinha crescido mas ainda tinha carinha de menino.
Chegamos em casa, já no início da noite. Meu tio foi tomar banho, depois jantamos e eles conversaram bastante na sala.
_Já está tarde Guto (Gustavo, meu nome), você tem aula amanhã cedo. Disse minha mãe.
Era domingo, e na segunda, teria uma prova. Me despedi deles, e fui me deitar.
Costumava dormir pelado, mas como meu tio iria dormir no meu quarto, resolvi colocar meu pijama.
Nossa...por muito pouco meu tio não me vê pelado no quarto, assim que coloquei o short do pijama, ele entrou, dizendo que estava cansado da viagem, e que também iria dormir.
Ele sentou na beirada da minha cama, e perguntou se estava tudo bem comigo.
Me aproximei dele, dizendo que estava tudo bem, e nesse momenro, meu tio me puxou, me fez cair sentado no seu colo, e já foi me fazendo cócegas.
_Lembra quando a gente brincava assim? Falou.
_Kkkk...é a única coisa que lembro do senhor, eu era pequeno, agora tenho 14 anos, já estou grandinho para o senhor brincar assim. Falei.
_É verdade...mas pára de me chamar de senhor, não estou tão velho assim...me chame de tio, tio Nildo ou só Nildo...tá bom?
_Tá bom tio.
Meu tio parou de fazer cócegas, mas continuei sentado no seu colo, conversando.
Num dado momento, meu tio acariciou minhas coxas, e deu alguns apertões.
_Essa pele morena, essa sorrisinho bonito, essas coxas grossas...você tá bonitão garoto, as meninas devem estar dando em cima né não?
_Não tio...não é bem assim não. Falei com um sorrisinho tímido.
Nesse instante, notei uma pontada na minha bunda, o pau do meu tio estava duro. E acho que esse foi o gatilho para uma outra parte da memória, vir à mente. Na hora me lembrei que quando ele brincava me colocando no colo e fazendo cócegas, isso sempre acontecia. E eu gostava disso, gostava de ficar esperneando no seu colo, sentindo o pinto duro dele, roçando minha bundinha, meu reguinho...talvez por isso a lembrança de estar sempre no seu colo.
Me lembrei também, de num certo dia, ter comentado com ele, que o seu "pipiu" estava duro na minha bundinha, e ele disse que ficava assim, quando ele queria brincar. Na época, não entendi essa resposta, mas se ele me dissesse naquele momento, acho que saberia o que estava querendo...só que dessa vez, preferi não comentar, mas não fiz menção de sair do colo, até porque estava gostosinho.
_É melhor você dormir né...tem aula amanhã cedo. Disse ele, acariciando minha coxa.
_É...e tenho prova...
Saí do seu colo, apoiando levemente minha mão na sua coxa, e um dos meus dedos roçou suavemente no seu pinto duro. Meu corpo ficou quente.
_Guto...eu não trouxe roupa de dormir...você se incomoda se eu dormir só de cueca?
_Não tio...tá tudo bem. Falei, deixando escapar um leve sorriso no rosto.
_Não entendi esse sorrisinho. Comentou.
_Não é nada demais tio...é que eu sempre durmo pelado...mas por causa do senhor...quer dizer...por causa de você, coloquei o pijama.
_Ah tá...por mim também tudo bem, pode ficar à vontade.
Meu corpo estava quente, um foguinho me consumia. Tirei a camisa do pijama, e sob o lençol, tirei meu short. Meu pinto estava durinho.
_Tio...depois apaga a luz do quarto tá? Deixa a do abajur acesa...
_Tá bom...
Não estava conseguindo dormir, ainda estava acordado quando meu tio se levantou do colchão, deu a volta na minha cama, e veio acender o abajur, de frente para mim.
Disfarcei e abri os olhos, só um pouquinho, e fiquei vislumbrado quando vi a silhueta do seu pau, marcada sob a cueca boxer branca que ele usava. Era grande, e grosso.
Meu tio acendeu o abajur, apagou a luz do quarto, e foi dormir.
Depois daquela visão, demorei ainda mais para dormir.
No meio da noite, sinto uma mão deslizando pelo meu corpo. Suavemente, ela vai puxando o lençol, dexando-o nos meus pés. A mão volta a subir, acariciando minhas pernas, minhas coxas, e chega ao meu bumbum. Todo arrepiado, com o pinto duríssimo, evito abrir os olhos, fico curtindo cada toque. Uma boca toca minha bandinha, e começa a beijá-la. A língua desliza pelo meu reguinho, me arrancando gemidos. Sinto o peso do corpo sobre o meu. Enquanto a cabeça de uma rola grossa cutuca meu reguinho em busca da minha entradinha. Sua boca beija meu rosto. Resolvo abrir meus olhos, e me alegro ao ver meu tio deitado sobre mim. Quando a cabeça da rola encontra a entradinha, solto um gemido.
_Ahhhhh tio....que gostooooso...
Suas pernas abrem as minhas, a cabeça do pau fica bem encaixada, e então ele força.....
_Trrrrrriiiiiiiiimmmmmmmmm
Meu rádio relógio desperta, e eu acordo assustado, coração disparado, suado, com o lençol nos tornozelos. Meu tio dorme tranquilamente no seu colchão..."calma...foi só um sonho". Pensei.
Me enrolo numa toalha, e vou ao banheiro tomar banho. Volto para o quarto, coloco o uniforme da escola, e vou para a cozinha, tomar café com meus pais, que já estavam arrumados para o trabalho.
_O tio não vai levantar agora cedo? Perguntei.
_Não Guto...ele vai sair mais tarde. Disse meu pai.
Na saída para o trabalho, eles me dão carona até a escola.
A visão do meu tio com aquela cueca boxer, e o sonho que tive, não saíam dos meus pensamentos, me atormentavam na aula. Sei que não fui bem na prova.
Saí chateado da escola porque sabia que tinha ido mal na prova. Cabisbaixo e quieto, entrei em casa, tirei a roupa da escola, me enrolei na toalha, e fui tomar meu banho.
Ao abrir a porta do banheiro, um susto:
Meu tio estava peladão, de frente para o espelho, fazendo a barba.
_Ai....ai...des...desculpa tio...não sabia que você estava aqui...
Ele também pareceu ter se assustaso ao me ver:
_Nossa...me desculpe Guto...achei que chegasse mais tarde...ainda vou tomar um banho.
_Tá....tá...tá tudo bem tio...eu espero lá no quarto....
Naquele breve tempo, ali na porta do banheiro, não pude disfarçar o olhar, a rola era enorme, uns 20cm, e grossa. Sei que ele percebeu, mas não tinha como evitar.
No quarto, inquieto, espero ele sair, para tomar meu banho.
Tio Nildo sai do banheiro, e entra no quarto. Ele está sem camisa, e com um calção daqueles de jogador de futebol, notadamente sem cueca por baixo. Pede desculpas novamente, vai até sua mala, e começa a retirar as roupas, para colocá-las no guarda roupas.
_Tudo bem tio, eu não sabia que você estava aqui. Não tinha o curso hoje?
_Não..hoje era só o cadastro, fui lá, fiz, e voltei... o curso mesmo é de terça a sexta...
Bem, fui tomar meu banho, e não pude resistir a uma bela punheta em homenagem ao meu tio. Ahhhh....gozei gostoso.
Putz...lembrei que minhas roupas ficaram no quarto. Ah...agora eu vou me exibir para ele. Pensei.
Fingindo naturalidade, entrei no quarto, peguei minhas roupas na gaveta, tirei a toalha, coloquei na cama, e lentamente comecei a colocar as roupas. Em nenhum momento olhei para o meu tio, meu desejo era o de que ele estivesse me observando.
Terminei de me arrumar, peguei a toalha para colocá-la no varal, e perguntei para o meu tio:
_Você vai almoçar aqui? Vou fritar uns bifes.
_Vou sim Guto...já estou terminando aqui, aí vou lá te ajudar...
_Não precisa tio...fica tranquilo.
Saí do quarto, com um sorrisinho no rosto, o calção do meu tio estava num formato de barraca, ele estava com o pau duro.
Almoçamos, e enquanto eu recolhia os pratos e talheres para lavar, meu tio se levantou, me abraçou por trás, me prensando contra a mesa, deu uma fungada no meu pescoço, e falou:
_O almoço estava muito bom...mas deixa que eu lavo a louça...
Ele ainda estava sem camisa e com aquele calção de jogador...e o pau, estava durinho colado na minha bunda.
_Não tio...não precisa se preocupar...é só um prato a mais...dou conta de boa...
_Tem certeza???
_Tenho...tá tudo bem...
_Bom...então vou assistir um pouco...se precisar de algo me chama...
_Tá bom tio...
Ele saiu de trás de mim, raspando seu pau na minha bunda, e foi para a sala.
Estávamos nos insinuando um para o outro, e estávamos excitados.
Lavei a louça, limpei a cozinha, e fui para a sala. Minha vontade era a de sentar no colo dele, naquele sofá maior. Mas me contive, e fui sentar no sofá menor.
_Vem cá...senta aqui do meu lado. Disse.
Soltei um sorriso, e fui.
Fui até o sofa que ele estava, mas não sentei, deitei de ladinho, e coloquei a cabeça na coxa dele. Aninhado no seu colinho, fiquei assistindo o vídeo show que passava na tv.
Sua mão me faz um cafuné, e vai para o meu braço, fica me acariciando. Inquieta, sua mão segue descendo, passando pela lateral do meu corpo, indo repousar na lateral da minha bunda. Ela acaricia suavemente a região, sobe um pouquinho, e volta a descer, só que agora, por dentro do meu short. Ao mesmo tempo em que apalpa e acaricia minha bundinha, sua mão vai empurrando meu short para baixo, e logo, fico com a bundinha exposta. Viro de bruços, para facilitar a ação de sua "mão boba", e aproveito para enfiar minha mão pela parte de baixo do seu calção, e pegar a sua rolona.
Pela parte da perna, coloco sua rola para fora, e fico alisando.
_Dá uma chupadinha. Diz ele, quebrando o silêncio.
_Nunca fiz isso...
_É simples...faz de conta que é um picolé...e não deixa raspar os dentes...
Segui sua orientações, e abocanhei.
Acho que ele estava gostando, pelo menos, estava gemendo.
Sua mão aperta minha bundinha, e seu dedo médio entra no meu reguinho. Quando a ponta toca meu anelzinho, meu corpo estremece, e me arrepio todo. Solto meus primeiros gemidos no instante em que a ponta do seu dedo me penetra.
_Vai...tira a roupa, e fica de joelhos no sofá. Pediu.
Me posiciono como pediu, e quando olho para trás, vejo meu tio alisando a rola, admirando meu corpo.
_Que delícia de corpinho...e que bundinha você tem sobrinho...é linda...
Não quero ser convencido, mas esse elogio não me surpreendeu, sabia que minha bunda era objeto de desejo de alguns amigos da escola, já os havia flagrado fazendo comentários dessa minha região. Até nosso inquilino, cheguei a notar olhares maliciosos nos dias em que eu lavava o quintal.
Mas por incrível que pareça, eu nunca dei trela, sempre fiquei na minha, é estranho, mas parece que no meu subconsciente, eu estava guardado para o meu tio...ele tinha que ser o primeiro...e sentí isso, desde que o vi no aeroporto...da memória que tinha, brincando sentado no seu colo. Desde sua chegada, fomos nos aproximando, nos tocando, nos sentindo... parecíamos já esperar por isso.
Agora, completamente nú e de joelhos no sofá, recebo suas carícias. Meu corpo é totalmente explorado por suas mãos, por sua boca, mas sua língua queria mais, queria meu orifício. Suas mãos abrem as bandinhas, e sua língua vai fundo, e toca meu anelzinho. Eu, que até então soltava gemidinhos, passo a urrar de prazer, e chego ao primeiro orgasmo...só no toque de sua língua. Uma coisa indescritível.
_Ahhhh tio...ahhhh...nossaaaa....ahhhhh ai tio tô gozando....ahhhhh...ahhhhhh.....
Enquanto retomava o fôlego, meu tio foi e voltou rapidamente da cozinha, ele veio com uma colher cheia de margarina.
Sem entender o porquê daquilo, vejo-o lambuzar seu dedo médio na colher. Em seguida, seu dedo me penetra, desliza gostoso, até o talo.
Enquanto tomava dedada no rabo, sua língua passeava, circundando meu anelzinho. Era muito bom, meu pinto ficou duro novamente.
Um tempo depois, um segundo dedo me penetra, e a coisa fica ainda mais gostosa, até que um terceiro dedo entra, e aí começo a sentir um incômodo. E foi nesse instante que percebi o que estava acontecendo, ele estava me lubrificando, e me preparando para receber sua rolona.
O irmão do meu pai lambuza a rola com a margarina, e coloca a cabeça bem na portinha. Sinto um calafrio.
_Vai doer um pouquinho, mas depois você vai gostar. Disse ele, quebrando o silêncio.
Meu tio ficou cutucando de leve, aí, ele me pegou firme pela cintura, e forçou. Ainda lembro dele dizendo "aguenta firme", no momento em que aumentou a pressão.
Sinto minhas pregas se rompendo, e a cabeça da rola entrando. Uma dor aguda me faz jogar a mão para trás, e segurar o corpo dele.
_Aiiiiiiiiii tio.....aaaaiiiiii...tá doendo...e muito.... pára...espera um pouquinho....
_Calma...calma...já já vai passar...relaxa...
Suas mãos voltam a desfilar pelo meu corpo, tocam meu peitinhos, minhas bandinhas, e eu vou relaxando.
_Ainda está doendo?
_Não tio...tá melhor, mas espera mais um pouco.
Ele aguarda um instante, passa a balançar meu corpo lentamente, de um lado para o outro, e, aos poucos, vai enfiando o restante da rola
Quando enterra o último centímetro, ele me abraça forte, debruça seu corpo sobre o meu, da um beijo no meu rosto, e fala:
_Tá tudo guardado Guto...você aguentou tudinho...parabéns...ahhhh...tá doendo?
_Só um pouquinho tio...dá para aguentar...
Não sei descrever direito o quê eu estava sentindo, apesar da dor, era uma sensação maravilhosa estar com aquela rolona toda dentro de mim, me deixando todo preenchido. Meu corpo envolto pelo dele naquele abraço apertado, as bolas coladas na minha bunda, suas carícias, suas mordidas no meu pescoço...ahhh eu estava em transe, inebriado de tanto tesão. Meu pinto duro, pulsava doido para gozar.
Ainda agarradinho ao meu corpo, apertando meus mamilos, tio Nildo inicia o vai e vem, bem curtinho, e bem devagarinho...foi o suficiente, entrei em êxtase, e gozei....gozei muito.
Meu corpo fica amolecido, ele me pergunta se está doendo, e eu digo que dá para aguentar.
No entra e sai, sua rolona passa a percorrer um caminho maior dentro de mim, a velocidade também aumenta, as estocadas passam a ser mais firmes. Alguns minutos depois, ele fala:
_Ahh..ahh...ahh...Empina bem a bundinha, quero gozar lá no fundo..ah..ahh..ahh...
A essas alturas, eu gozava novamente.
_Vai tio...goza...goza...pode gozar...gozaaaaahhh.
Em seguida seu pau pulsa, recebo uma cravada, e o seu líquido quente é despejado no meu reto.
Com os corpos suados, ficamos agarradinhos, até a rola parar de pulsar, recebo um beijinho, e aí então, ele tira a rola de dentro de mim.
Com as pernas toda lambuzada da porra que escorria, falei que iria tomar um banho.
Minutos depois, tio Nildo entra no banheiro.
_Tá tudo bem? Perguntou.
_Tá ardendo bastante agora...tá queimando tudo.
_Já saí com várias mulheres que não aguentaram no cú...você foi maravilhoso...
Mesmo com o cú ardendo demais, deixei escapar um sorriso.
Meu tio acabou me dando banho, e em troca, eu acabei mamando o pau dele.
Minha boca já estava doendo quando ele falou que iria gozar. Apesar de ser a segunda dele, me assustei com o volume, deixei escapar uma boa parte, que acabou caindo no chão e escorrendo pelo ralo.
Após o banho, meu tio disse que ia sair um pouco, e eu fui para o quarto, fazer minha lição de casa. Mais tarde, meu tio voltou com uma pomada, disse que era boa para as fissuras.
_Deixa eu passar essa pomada...vai ver como fica bom rapidinho. Disse ele.
Me deitei de bruços na cama, e abaixei meu short. Ele abriu minha bundinha, e com todo carinho, passou a pomada. Só de sentir seu dedo tocando meu cuzinho arrombado, meu pinto ficou duro.
À noite, quando meu tio veio se deitar, eu já estava coberto com o lençol, tentando dormir.
Ele tirou a roupa, e só de cueca, sentou na minha cama.
_Tá tudo bem? Perguntou.
_Tá tio...só tá ardendo...mas já diminuiu a dor.
_Adorei hoje viu?
_Eu também tio...
_A gente vai poder fazer de novo?
Dei um sorrisinho, e falei que sim. Ele então, tirou meu lençol, e passou a acariciar meu corpo nú. Meu pinto ficou duro na hora. Notei que o pau dele também estava duro. Eu abaixei sua cueca e o pau saltou duro, apontado para cima.
_Só não vai poder ser hoje. Falei, já abocanhando seu pau.
Mamei até ele gozar na minha boca. Dessa vez, mais preparado, não deixei escapar nada.
No outro dia, meu tio chegou em casa, depois dos meus pais, e à noite, como meu cuzinho ainda estava ardendo um pouco, ele passou mais pomada, e eu mamei novamente sua rola, até que gozasse na minha boquinha.
Na quarta-feira, não sentia mais nada, estava totalmente recuperado, só que novamente, meu tio chegou depois que meus pais.
À noite, quando ele entrou no quarto para dormir, eu já o esperava, tirei o lençol do corpo, e me exibi todo nú para ele.
Tio Nildo tirou sua roupa, pegou um tubinho no meio de suas coisas, e veio se deitar na minha cama.
Ele pediu para eu me virar de bruços, colocou o travesseiro embaixo da minha linha de cintura, pegou o tubinho, que na verdade era um lubrificante, passou no meu cuzinho, e se deitou sobre mim. Assim que a cabeça da rola acertou meu buraquinho, ele empurrou com força.
_Ai...ai tio.
Não doeu como da outra vez, foi mais o incomodo na passagem da cabeça. Depois de enfiar até o talo, recebo carícias, e logo me acostumo com o invasor, e meu tio passa a foder meu cuzinho. Eu mordia o travesseiro para não soltar gemidos.
Tínhamos que acordar cedo no outro dia, por isso não demoramos muito, acho que foi meia hora. Acabei gozando numa camiseta velha, que havia deixado por baixo, para não sujar o lençol.
Usei a mesma camiseta para limpar meu cuzinho lambuzado.
Quinta-feira, foi bem parecida com a quarta, já na sexta, assim que cheguei da escola, meu tio já estava em casa, era o último dia dele, ele iria embora no sábado, às 10h.
Assim que sai do banho, completamente nú, encontro meu tio também nú, sentado na beirada da minha cama.
_Vem cá. Pediu.
Me aproximei, ele me puxou, me fazendo cair sentado no seu colo, e começou a me fazer cócegas.
_Kkkk...ah não tio...essa brincadeira não kkk...
_Foi assim que tudo começou...
_Eu sei tio..eu sei. Falei deslizando meu reguinho na sua rolona.
Ele parou de me fazer cócegas, pediu para eu me levantar um pouquinho, passou lubrificante na rola, e pediu para eu sentar nela.
Desci bem devagarinho, depois quiquei e rebolei na rola. Meu tio me agarrou e me virou para a cama, onde apoiei as mãos, e com a bundinha empinada. Ele socou sem dó.
Tio Nildo me abraça novamente, e senta na cama, me deixando sentado no seu colinho. Me virei, sem deixar a "estaca" escapar, e fiquei de frente para ele.
_Vou sentir saudade. Disse, me dando um selinho.
_Eu também tio...
_Foi estranho...quando seus pais me convidaram para ficar aqui nessa semana, eu não queria incomodar...e mesmo com a verba para estadia, eu sentí que precisava vir...você era uma criança muito atraente quando morei aqui, eu te desejava e me sentia mal..foi um dos motivos pelo qual resolvi me mudar. Achei que tivesse superado esse desejo, mas quando te vi no aeroporto, parece que tudo voltou, e mais forte ainda...tive medo do que sentí, mas aí, encontro você receptivo...cara é loucura...
_Tio...eu não me lembro de praticamente nada daquela época, a única coisa que ficou na minha mente, era eu no seu colo...e lembro que gostava de sentir seu pinto duro na minha bundinha...
Tio Nildo me agarrou pela cintura, puxou meu corpo contra o seu, enterrando mais um pouquinho sua rolona, e me deu mais um beijinho. Em seguida, de forma voraz, ele me levanta, e me coloca de costas na cama. Ficando fora dela, ele coloca meus pés nos seus ombros, e mete fundo no meu cuzinho. Minutos depois gozamos, quase que ao mesmo tempo.
Deitamos de conchinha na cama, e tio Nilton ficou acariciando meu corpo.
Depois de descansar um pouco, me virei para a parte de baixo da cama, e abocanhei a rola dele.
Quando o pau ficou duro, me posicionei de quatro, e recebi mais rola. Meu tio soca como um bate estacas, e me leva ao gozo. Mas não acabou, ele ainda socou por um bom tempo, até gozar.
Ainda rolou uma putariazinha na hora do banho, depois almoçamos, e na sala, acabei cochilando deitado no colo dele. Meu tio me acordou quando meus pais estavam para chegar.
_Nildo...já que é sua última noite por aqui, vamos sair, vamos a uma pizzaria. Disse meu pai ao chegar do serviço.
Eu, meu pai, minha mãe e meu tio, fomos à pizzaria. Sentei do lado da minha mãe, de frente para o meu tio. Em meio à cerveja e garrafa de vinho, acabei acompanhando minha mãe no vinho. Meu corpo ficou quente. Fiquei um pouco tonto.
Por baixo da mesa, meu tio roça sua perna na minha, e me deixa excitado.
Voltamos para casa por volta das 22h. Tonto, fui direto para a cama, fui dormir. Meus pais e meu tio ficaram na sala conversando.
No meio da noite, acordo com meu tio deitado na minha cama, enterrando a rola no meu cuzinho. Mesmo sonolento, viro um pouco mais o meu corpo, para que ele possa enterrar tudo.
_Ahhh...tio...fica aqui vai...
_Não posso...tenho que voltar para o serviço...
_E quando você volta??
_Não sei...isso eu não sei...
Mesmo sem fazer muito barulho, meu tio me virou para tudo quanto é lado, e meteu muito no meu cuzinho, me lembro que estávamos de ladinho, quando ele gozou. O rádio relógio marcava 3h da manhã, eu estava exausto, e adormeci com o pau dele enfiado no meu cuzinho.
Acordei por volta das 8h, meu tio não estava mais no quarto, e sua mala já estava arrumada, ao lado da minha cama.
Tomei um banho, e depois fui com meus pais, levá-lo para o aeroporto.
_Se cuida. Disse ele, ao me abraçar, antes de seguir viagem para Natal.
_Você também tio...
Um tempo depois, soube que ele tinha se casado por lá....
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)