Apostei e perdi
Apostei meu cu em um jogo de sinuca e perdi...
Era mais ou menos nove da noite quando entrei no bar perto da faculdade que eu frequentava quando não tinha uma matéria. Era sexta-feira, e meu grupo de amigos tinha combinado de se encontrar lá. O bar era bonito a sua maneira, era informal com paredes revestidas de madeira escura e uma meia luz em cima das mesas de sinuca.
Eu tinha saído do meu estágio e estava vestindo um short jeans surrado e justo junto uma botinha preta e uma blusa branca. Meu cabelo loiro escuro solto caia sobre meus ombros enquanto eu caminhava até o balcão do bar onde já estavam sentados dois amigos.
— Ei, Gabriela! — disse Alan me olhando dos pés à cabeça com um sorriso sacana no rosto. Ele era um pouco mais velho já tinha seus 30 anos e era bastante alto; seu corpo magro se destacava dentro da camisa social branca meio folgada em algumas partes enquanto sua calça jeans clara marcando bem a bunda redonda.
— Oi, Alan! Tudo bem com você? — respondi sorrindo. Eu já tinha cruzado com ele outras vezes no bar e sempre batíamos um papo amigável sobre as coisas mais variadas como política ou esportes enquanto bebíamos nossas cervejas.
— Tudo bem e você? Chega ai, estou acabando essa daqui ai você entra para jogar também. — ele falou apontado para a mesa de bilhar que ficava ao fundo.
— Claro! Adoro uma partidinha depois do inferno no escritório. Mas vou só tomar um drink antes — respondi enquanto me sentava na cadeira vazia próximo a ele e ao outro sujeito que estava calado observando o jogo com atenção, segurando sua cerveja pela metade.
Alguns minutos se passaram até Alan terminar sua partida contra seu adversário desconhecido. Eles trocaram alguns tapas nas costas antes de saírem dali rumo à saída enquanto eu terminava uma caipirinha com limão.
— E ai? Preparado pra perder? — falei debochando, ao ver Alan se aproximando novamente da mesa. Ele riu me passando um dos taco e bebericando seu uísque puro.
— Já que você está tão confiante que tal uma aposta? — ele disse sorrindo e tomando mais alguns goles.
— Apostar que você vai perder com certeza! — eu disse rindo. — Eu aposto o que você quiser! Nesse jogo eu sou melhor que você.
Alan me encarou com um brilho de desafio nos olhos. Ele assentiu em resposta ao meu convite, largando seu copo sobre a mesa e pegando sua carteira no bolso da calça.
— Se você ganhar... pago a sua conta hoje à noite toda e ainda te dou carona pra casa depois — ele propôs sorrindo com uma certeza absoluta em sua voz.
Eu ri alto demais da proposta absurda dele, balançando negativamente a cabeça enquanto respondia sarcástica:
— Se você ganhar eu dou meu cu! — falei em tom de brincadeira.
— Muito bem! Então estamos combinados — ele disse pegando as bolas do suporte e começar a organizar sobre feltro verde da mesa, enquanto eu tomava mais uns goles na minha caipirinha tentando conter minhas risadas. Eu achado que não teria problema em perder para Alan afinal de contas sempre ganhávamos ou empatávamos nos poucos jogos anteriores.
Alan começou o jogo e estava jogando muito bem como se estivesse possuído por algum espírito, acertava cada tacada com uma precisão milimétrica enquanto eu errava a maioria das minhas. Ele foi encaçapado todas as suas bolas em um tempo recorde deixando só quatro para mim.
Eu tentei fazer o meu melhor mas estava meio atrapalhando por conta dos drinks que tinha tomado antes, acabei errando uma tacada importante e assim Alan conseguiu a última bola preta.
Eu fiquei completamente estupefata olhando para as bolas coloridas encaçapadas ao redor da mesa, ainda segurando meu taco na mão enquanto tentava entender como tinha perdido daquele jeito tão humilhante. Alan deu um sorriso sacana ao perceber a minha expressão e começou rir alto.
— E então? O combinado é combinado! — ele disse me encarando fixamente enquanto eu tentava desviar o olhar tentando encontrar uma forma de escapar daquela situação constrangedora. Meus pensamentos corriam loucamente por entre os meus ouvidos, mas não conseguia pensar em nenhuma solução a altura para aquele impasse.
— Ah Alan... você sabe que era só brincadeira né? — eu falei meio sem graça enquanto saía de perto da mesa e ia me sentar novamente na cadeirinha próxima ao bar. Ele veio atrás, se aproximando devagar até encostara no balcão bem próximo a mim.
— Era mesmo Gabriela ou você já esqueceu do nosso acordo? — ele disse com um tom sério olhando firme para os meus olhos enquanto eu tentava fugi daquele olhar intenso e penetrante que parecia atravessar todos as minhas defesas psicológicas. Eu não sabia mais como escapar daquela situação tão constrangedora.
— Mas Alan... isso é meio absurdo! — respondi tentando encontrar uma saída qualquer mesmo sabendo muito bem onde tinha me metido por conta própria com aquele desafio maluco que fiz pra ele no calor do momento entre um drink e outro. Não esperava de jeito nenhum perder daquele modo tão humilhante, mas agora teria pagar o preço combinado pela minha aposta irrefletida.
— E ai Gabriela? Vai fugir das suas palavras?! — Alan disse em tom firme enquanto eu permanecia calada com a vista fixa no copo vazio na mesa. Eu não tinha saída alguma além de aceitar as consequências daquela situação que me colocara sozinha por conta própria, mesmo sem ter ideia do rumos dos acontecimentos.
— Tudo bem... você ganhou justamente e merece seu prêmio — falei baixinho tentando esconder meu constrangimento com a voz meio trêmula enquanto sentia minhas bochechas corarem de vergonha. Alan sorriu satisfeito por finalmente ter me feito ceder ao acordo que fizéramos antes do jogo, sem hesitar em cobrar o prêmio combinado pela minha derrota.
— Ótimo! Vamos embora então... — ele disse com um tom decidido enquanto já ia pegando sua carteira e pagava a conta de ambos no balcão. Eu não tive outra opção senão aceita resignada aquele desfecho inevitável, apenas balancei minha cabeça em concordância antes me levantar para seguirmos até o carro dele.
Eu estava extremamente nervosa enquanto caminhávamos lado por meio da calçada rumo ao estacionamento do outro quarteirão. Alan ia alguns passos largos a frente de mim com uma expressão confiante e satisfeita no rosto, como se já estivesse saboreando mentalmente as delícias que iria desfrutar em breve.
Chegamos até o carro dele um Honda Civic prateado meio antigo mas bem conservado. Alan abriu a porta do passageiro pra mim com uma galanteria exageradamente forçada, eu entrei sem dizer nada olhando fixa pro chão sentindo meu rosto queimar de vergonha por ter me metido naquela situação tão embaraçosa.
Ele entrou no carro e deu partida acelerando rapidamente pela rua escura. Eu estava completamente tensa com o rumo dos acontecimentos, sem saber exatamente como iria enfrentar os fatos inevitáveis que viriam em seguida ao chegarmos na casa dele ou sei lá onde mais ele pretendia me levar.
Alan estacionou o carro na frente da casa dele e desligando a ignição. Ele saiu do veículo me olhando fixamente por alguns instantes antes de contornar até abrir minha porta dessa vez com um gesto sincero de cavalheirismo para que eu saísse. Eu obedeci sem dizer nada ainda completamente atordoada, enquanto ele pegava sua chave pra abrirem o portão da entrada e logo em seguida a própria casa.
A residência era simples porém confortável: tinha uma pequena sala decoradinha no estilo masculino de cores escuras com um sofá grande junto à parede lateral. Logo após entrava-se na cozinha também não muito ampla, mas equipada para dois ou três ocupantes morarem ali sem muitas dificuldades.
Alan fechou a porta atrás si e se aproximando rápido pra mim me pegar pelo pulso puxando-me logo em direção ao corredor que levava aos quartos. Não tive opção senão segui-lo até chegar à sua suíte no final do mesmo, onde ele acendeu uma luz fraca deixando o ambiente bem iluminado.
— Fica a vontade e vai tirando suas roupas devagar — Alan disse sorrindo enquanto se sentava na cama olhando fixamente pra mim com aquele brilho malicioso nos olhos. Eu fiquei completamente sem reação parada no meio do quarto tentando encontrar uma saída daquele impasse tão constrangente, mas não tinha escapatória possível a altura.
— Não vai me deixar em paz até conseguir seu prêmio né? — perguntei baixinho olhando pra baixo ainda segurando minha bolsa nas mãos que tremiam de nervosismo. Alan apenas balançou negativamente com um sorrisão sacana no canto da boca antes responder:
— Não mesmo! Eu vou te foder bem gostoso, pode apostar nisso — Alan disse sorrindo enquanto me observava parada ali como uma estátua esperando minha reação. Senti um arrepio percorrer toda a extensão da espinha ao ouvir aquelas palavras ditadas com tanta segurança por ele.
— Tudo bem... mas pelo menos podemos ir devagar? — perguntei hesitante ainda segurando firme na alça de couro preta que me ligava à minha bolsa, como se isso fosse impedir qualquer movimento em falso do meu corpo. Alan assentiu calmamente sem deixar seu sorriso sacana sumir dos lábios sequer por um segundo.
— Claro! Vou te fazer gozar gostoso antes mesmo tocar num fiozinho de cabelo da sua cabeça — ele disse com uma certeza absoluta na voz, enquanto eu começava a desabotoar os primeiros botões do meu vestido jeans curto que usara naquela noite no bar. Minha respiração estava acelerada e ofegante pelo nervosismo crescente dentro mim.
Eu tirei o casaco devagar deixando-o cair sobre meus tornozelos com um movimento quase imperceptível, revelando assim minha blusa preta justa de alças finas que mal cobria meu sutiã do mesmo tom escuro. Alan ficou me encarado intensamente enquanto eu ia desabotoar cada botão daquela peça íntima até deixá-la completamente aberta sobre o colchão macio.
— Gostou? — perguntei timidamente olhando pra baixo tentando esconder meu constrangimento pelo fato de estar praticamente nua na frente daquele homem. Alan assentiu enquanto se aproximava lentamente até encosta a ponta do seu nariz no meio da minha barriga, aspirando fundo o cheiro doce e almiscarado emanada por cada centímetro quadrados de pele expostas ali.
— Muito! — ele disse enfim em um tom rouco antes me beijara intensamente na boca explorando-me toda com sua língua quente dentro da minha cavidade bucal. Eu correspondi aquele selinho ardoroso sem hesitar, sentindo minhas pernas fraquejarem sob o peso do meu próprio corpo enquanto Alan começava a descer suas mãos pelas laterais das coxas deixando um rastro de arrepios por onde passavam.
— Agora é sua vez... — falei ofegante entre os beijos intensos que nos consumiam cada segundo mais, até ele parar pra me encarar com aqueles olhos cheio do desejo. Alan concordou e começou a desabotoar o cinto de couro marrom da cintura deixando seu jeans cair no chão junto aos seus sapatos e meia preta.
Eu fiquei completamente estupefata olhando pras partes íntimas dele, mas já conseguia sentir meu corpo inteiro reagir positivamente ao ver tamanho do membro ereto apontando diretamente pra mim. Alan sorriu percebendo minha expressão de surpresa e logo depois se aproximou novamente até encostar seu pênis na entrada da boceta ainda coberta por um pedacinho minúsculo tecido.
— Relaxa... vai ser gostoso — ele sussurrou com a voz rouca enquanto começava penetrar devagar, centímetro após centímetro em meu interior úmido e quente. Eu mordi o lábio inferior tentando conter qualquer gemidos que pudesse escapar involuntariamente de minha garganta quando Alan foi fundo dentro mim até estocar sua pélvis na base da bunda.
— Ahhh! — não pude evitar gritar baixinho ao sentir a extensão daquele pau me preencher completamente, enquanto ele começava mover seus quadris em um ritmo cada vez mais acelerado. A sensação de prazer era quase insuportável demais para eu aguenta sem perder o controle sobre minhas reações físicas e emocionais.
Alan segurou firme nos meus cabelos loiros puxando minha cabeça pro lado enquanto me beijava intensamente na boca sugando-me toda com sua língua quente dentro da cavidade bucal. Eu correspondi aquele selinho ardoroso sem hesitar, sentindo minhas pernas fraquejarem sob o peso do meu próprio corpo quando ele começou a aumentar ainda mais seu ritmo acelerado de estocadas.
— Ai Alan... vai devagar! — pedi ofegante entre os beijos intensos que nos consumiam cada segundo em uma espiral sem volta rumo ao ápice máximo daquele momento tão único e inesquecível. Ele apenas sorriu sacana antes continuar me fudendo com toda força possível, até chegar no limite extremo da minha resistência física.
Eu não aguentava mais sentir aquele pau gigante dentro mim batucando fundo em meu ponto G sem dó nem piedade alguma enquanto Alan segurara firme na base dos meus cabelos loiros mantendo-me completamente imóvel sob o seu domínio total e absoluto. Senti um orgasmo avassalador tomar conta do corpo inteiro, fazendo minhas pernas tremerem descontroladamente de tanto prazer intenso.
— Goza gostoso Gabriela... quero sentir sua boceta apertar meu pau todinho — Alan disse ofegante no meio dos gemidos altos que escapavam involuntariamente da minha garganta a cada estocada certeira dentro mim. Eu não tive opção senão obedecer aquele comando e me deixar levar pela onda de sensações prazerosas crescendo exponencialmente ao longo do tempo.
Acabei gozando intensamente sobre o pau dele sem conseguir segurar mais nada, enquanto meu corpo inteiro tremia descontrolado pelo orgasmo avassalador que tomou conta total dos meus sentidos. Alan não parava de me foder com toda força possível mesmo depois da minha chegada naquele clímax máximo tão intenso e inesquecível.
— Por favor goza! — exclamei ofegante enquanto tentávamos recuperar o ar perdido durante todo aquele sexo selvagem entre nós dois ali naquela cama bagunçada.
— Claro que sim... — Alan sussurrou enquanto saía devagarinho pra fora daquela cavidade quente e apertada, me deixando completamente vazia sentindo o ar do rombo que ele me fez. Mas não demorou muito tempo até ele se ajoelhar atrás mim na cama com um brilho de malícia no olhar.
— Vira! De quatro — ordena em tom firme enquanto eu obedecia. Eu me virei devagar, apoiando minhas mãos sobre o colchão macio antes de erguer meus quadris até ficarem no nível certo para Alan penetrar fundo dentro mim.
— Não se preocupe... vou te fuder bem gostoso! — ele disse com um sorriso sacana ao ver meu rosto corado pelo nervosismo enquanto passava sua língua quente sobre as costas expostas da minha bunda. Eu mordi os lábios tentando controlar qualquer gemidos que pudessem escapar involuntariamente dali a frente quando aquele pau enorme deslizou pela fenda até parar na entrada apertada.
— Ahhh! — não pude evitar um gritinho de susto ao sentir o membro grosso estocar fundo dentro mim sem dó nem piedade alguma, enquanto Alan segurava firme nas laterais da minha cintura iniciando um movimento de vai-e-vem intenso e acelerado. A sensação era completamente diferente do que eu estava acostumada a experimenta em qualquer outro tipo sexo até então.
— Relaxaa... — ele disse com voz rouca ao perceber meu corpo inteiro tenso pelo desconforto da situação, antes continuar me fodendo sem dó nem piedade alguma naquele ritmo cada vez mais rápido e forte. Eu não tinha escolha senão aguenta firme enquanto tentava controlar minhas reações físicas incontroláveis dentro mim.
— Por favor Alan... vai devagar! — pedi ofegante entre os gemidos altos que escapavam involuntariamente da minha garganta a medida em crescia o nível do prazer sentida ali no meio das nádegas. Ele apenas sorria sacana antes aumentar ainda mais seu ritmo acelerado de estocadas certeiras dentro mim, me levando cada vez próximo ao ápice máximo daquele momento tão único e inesquecível.
Eu não aguentava sentir aquelas bolas quentes batucando fundo na entrada apertada sem dó nem piedade alguma enquanto Alan segurara firme nas laterais da minha cintura mantendo-me completamente imóvel sob seu domínio total. Senti um orgasmo avassalador tomar conta do corpo inteiro, fazendo minhas pernas tremerem descontroladamente de tanto prazer intenso.
— Goza gostoso Gabriela... quero sentir sua bunda apertar meu pau todinho — Alan disse ofegante no meio dos gemidos altos que escapavam involuntariamente da minha garganta a cada estocada certeira dentro mim. Eu obedeci aquele comando e me deixar levar pela onda de sensações prazerosas crescendo exponencialmente ao longo do tempo.
Acabei gozando intensamente sobre o pau dele sem conseguir segurar mais nada, enquanto meu corpo inteiro tremia descontrolado pelo orgasmo avassalador que tomou conta total dos meus sentidos. Alan não parava de me foder com toda força possível mesmo depois da minha chegada naquele clímax máximo tão intenso e inesquecível.
— Por favor goza! — exclamei ofegante e suplicante já não aguentando mais. Senti seu membro pulsar forte dentro mim antes esguichara jatos quentes de sêmen em todas direções possível, me deixando completamente encharcada pelo liquido pegajoso daquele orgasmo tão intenso e avassalador.
— Porra! — gritei alto ao sentir aquele pau enorme gozar fundo na minha bunda apertada sem dó nem piedade alguma enquanto Alan segurava firme nas laterais da cintura mantendo-me imóvel sob o domínio total dele.
— Obrigado por me deixar te fuder bem gostoso assim... — ele sussurrou com um sorriso sacana ao sair devagarinho pra fora daquela cavidade quente ainda pulsante pelo orgasmo recente. Eu só conseguia sorrir fraco demais enquanto tentava recuperar o ar perdido durante todo aquele sexo selvagem.
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Comentários (1)
Lex75: Pela maneira excepcional como descreveste cada pormenor do conto, fiquei com uma dúvida...quem ganhou a aposta...tu ou ele??? É que o jogo de snoker foi ele, mas na cama parece que foste tu... beijo 💋
Responder↴ • uid:5vaq00qb0c