Rapidinha com a sogra de madrugada
Antes de tudo, preciso informar que essa é uma história real, razão pela qual não vou expor nomes e nem detalhes que ajudem a nos identificar. Sou um homem moreno, tenho cabelo no estilo militar e aproximadamente 1,75 m de altura.
Sempre me surpreendi com a beleza da minha sogra. Ela é uma mulher de 50 anos, porém de aparência jovial e muito atraente. Ela tem por volta de 1,60 m de altura, pele branca, cabelos loiros e o corpo um pouco cheinho, com seios médios e uma bunda grande e redondinha.
Desde quando conheci minha esposa, sempre a achei linda, porém, mantive o respeito e nunca passei do ponto.
Apesar disso, já rolaram algumas situações safadas onde eu acabava demonstrando minha atração, e diversas vezes parecia ser correspondido. Trocas de olhares, um abraço apertado demais, um beijo no canto da boca “sem querer” e contato físico excessivo. Momentos como estes que sempre afloraram a tensão sexual entre nós. Tensão essa que nunca alimentamos, seja por respeito ou por falta de oportunidade.
Porém, a oportunidade acabou chegando.
Tudo começou numa noite de sexta-feira após sair do trabalho e buscar minha esposa. Havíamos combinado de passar o final de semana na casa dos meus sogros, pois estávamos há bastante tempo sem visitá-los. Como seria somente um final de semana, levamos pouca coisa, apenas duas mochilas com roupas e itens de higiene pessoal.
Em razão do horário, pegamos engarrafamento e acabamos chegando na casa deles mais tarde do que o esperado. Porém, isso não mudou o entusiasmo deles ao nos receber. Meus sogros nos receberam com um sorriso no rosto e um abraço apertado, agradecidos pela nossa visita.
Nos acomodamos e deixamos nossas coisas no antigo quarto dela, que agora havia se tornado praticamente um quarto de hóspedes.
Depois disso, ficamos conversando e vendo televisão na sala de estar, quando minha sogra decidiu preparar o jantar. Me levantei de prontidão para ajudá-la, enquanto minha esposa ficou na sala assistindo TV e conversando com meu sogro.
Preparamos o jantar e conversamos despretensiosamente. Contei sobre a nossa vida, nossos projetos e o que temos feito ultimamente. Assim que a comida ficou pronta, jantamos em família, conversamos mais um pouco e depois fomos tomar banho e dormir.
Durante a madrugada, acordei sem sono e me levantei para beber uma água e espairecer um pouco. Eu estava vestindo somente uma regata branca e cueca boxer preta, porém tinha certeza que todos estariam dormindo, então não me preocupei em ir assim até a cozinha.
Ao chegar lá, encontrei minha sogra sentada na mesa e mexendo no celular. Ela vestia uma camisola comprida de cor azul, e claramente não estava usando sutiã.
Fiquei constrangido ao ser visto por ela, mas ela sorriu e me convidou para fazer companhia:
Sogra: “Vem cá querido, fica aqui comigo.”
Eu: “Foi mal estar vestido assim, sogra… achei que todos estariam dormindo.”
Sogra: “Fica tranquilo, não precisa ter vergonha de mim.”. Ao falar isso, abriu espaço e puxou uma cadeira para o lado dela, cruzando as pernas logo depois. Me sentei ao lado dela e continuei a conversar.
Eu: “Me desculpa mesmo pela falta de cuidado, sogra.”
Sogra: “Já disse que não tem problema, eu até gosto.” Disse e depois riu baixinho.
Enquanto ela falava e sorria, eu não conseguia parar de reparar em seu decote e nos biquinhos dos seus peitos marcando o tecido fino da camisola. Pelo visto, ela realmente estava gostando daquilo, então decidi ser mais ousado e coloquei minha mão sobre a dela em cima da mesa, fazendo um leve carinho enquanto perguntava olhando em seus olhos:
Eu: “A senhora sempre tem dificuldade para dormir?”. Ela aproximou-se de mim um pouco mais e respondeu:
Sogra: “Ultimamente sim. E eu acabo ficando sozinha aqui todas as noites. Mas hoje tem um rapaz muito bonito me fazendo companhia.”. Respondeu brincalhona com um sorriso, apertando minha mão.
Eu: “E esse rapaz está adorando ser sua companhia.”. Retribuí o sorriso e me inclinei em direção a ela.
Ficamos nos observando. A essa hora eu já estava excitado. Ao olhar para baixo ela percebeu a minha ereção e ficou encarando o pacote. Eu também secava aqueles peitos lindos, me segurando muito para não arrancar aquela camisola.
Então nos olhamos nos olhos. Sabíamos que seria errado, mas não conseguimos nos conter. Tudo começou com selinhos, que aos poucos foram evoluindo para um beijo mais intenso. Nossas línguas se entrelaçando com paixão e desejo, enquanto trocávamos carinhos. Suas mãos tiraram minha camisa bem devagar, enquanto minha mão esquerda repousava em sua cintura e minha mão direita brincava com seus seios.
Meus beijos foram descendo pelo seu pescoço. Entre mordidas e leves chupões, fui descendo até chegar nos peitos dela, chupando e apertando os biquinhos, enquanto ela arranhava minhas costas e gemia baixinho.
As coisas esquentavam cada vez mais. Coloquei minhas mãos por baixo da camisola e tirei sua calcinha. Ficamos de pé e ela apoiou as duas mãos na mesa, olhando pra mim com cara de safada.
Sogra: “Me fode, querido.”
Não esperei. Tirei logo minha cueca e o coloquei a cabeça do meu pau na entrada da sua bucetinha, que estava encharcada. Fui enfiando aos poucos, e ela teve que cobrir a boca para não gemer alto.
Sogra: “Vai, meu amor, me fode. Rápido, antes que alguém acorde.”
Ao ouvir isso, comecei a meter com intensidade, puxando seu cabelo e agarrando sua bunda. Ela rebolava, gemia e se deliciava de tesão na minha pica. Até o momento em que começou a tremer e sua buceta encharcou ainda mais. Ela tinha gozado no meu pau.
Me sentei de volta na cadeira e a puxei para o meu colo, dando um beijo apaixonado e agarrando sua bunda.
Eu: “Isso foi uma delícia… eu quero mais!”
Sogra: “Querido, há muito tempo eu não me sinto mulher desse jeito. Mas você sabe que não podemos.”
Eu: “Sempre fui louco de tesão por você, não quero mais me segurar.”
Sogra: “Querido… foi uma delícia, mas é errado. Ninguém pode nem suspeitar do que aconteceu aqui” Ela olhou para baixo, percebeu que ainda estava de pau duro e sussurrou no meu ouvido: “Agora é minha vez de cuidar de você.”
Ela distribuiu beijos pelo meu queixo e meu pescoço, desceu beijando meu peito e chupando meus dois mamilos, traçando um caminho de beijos e mordidas pelo meu abdômen até chegar no meu pau.
Ela começou lambendo da cabeça até a base bem devagar, saboreando cada parte. Chupou minhas bolas e me punhetou devagar, olhando nos meus olhos com cara de safada.
Ela engolia e fazia garganta profunda num ritmo acelerado que me fez perder o controle e gozar na sua boca. Ela engoliu tudo e depois sentou-se novamente em meu colo. Ficamos um tempo nos beijando, trocando carinhos e conversando baixinho, até a hora que ela sugeriu voltarmos pros nossos quartos antes que minha esposa ou meu sogro pudessem acordar e perceber nossa ausência.
Caminhamos juntos, completamente pelados, carregando nossas roupas nas mãos. Deixei ela na porta de seu quarto, dando um último beijo e uma palmada leve na sua bunda.
Enfim retornei para o meu quarto, onde minha esposa dormia profundamente, sem desconfiar de nada. Me deitei ao lado dela e fiquei acariciando sua bunda, enquanto pensava no que havia acabado de acontecer e tentava pegar no sono.
Esse foi apenas o começo deste final de semana…
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