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Ciúmes de Filho: Meu pai engoliu minha porra por engano! Pt. 1

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GarotosDosPapais72

Tenho fetiche por comida gozada, e meu pai engoliu meu leite quente por engano! (Parte 1)

[conto erótico gay com drama, putaria, e romance sentimental entre homens. fetiches e temas como exibicionismo, cheiro forte de macho, chuva dourada, beijo molhado de língua, sexo suado no pelo, incesto, ciúmes possessivo, e outros mais como romance gay poliamoroso, serão abordados ao longo dos capítulos. não leia se não gosta]
[aviso: todos os personagens tem 19 anos ou mais]

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Eram quase 11h da manhã e o papai ainda não tinha acordado. Fui no quarto dele novamente conferir se tinha se levantado e ainda parecia bem acabado da noite de ontem.
“Se ao menos tivesse me levado junto, eu podia ficar de olho no senhor...” falei baixinho, e papai continuava lá, dormindo desajeitado na cama com os lençóis bagunçados, e claro, usando apenas cueca jockstrap, fazendo volume do seu saco peludo e a bunda fodidamente grande exposta.

[...]

Me chamo Felipe e tenho 19 anos. Sou um cara de corpo levemente atlético, poucos pelos, uma altura mediana pra um homem da minha idade, e sem querer me gabar, com um pênis bem grande entre as pernas.
Eu sou gay versátil, e apesar de viver com meu pai desde quando nasci, ele ainda não sabe que curto homens e que não estou nem aí pra mulheres. Não me leve a mal, nunca precisei provar mulher nenhuma pra entender que o que gosto é de um bom corpo peludo de macho grande, de preferência de meia idade e rabo fodidamente grande.
Eu já tive minhas experiências no sexo, mas nada além de boquetes. Um primo meu já até quis foder no pelo sem camisinha, e apesar de ter ficado muito tentado, eu só desistir. Eu guardo um segredo comigo já há muito tempo, e toda vez que eu bato uma punheta e gozo pensando ‘nele’ eu me sinto culpado e com medo de rejeição caso ele um dia descubra.
Sempre foi só eu e o papai, não tenho mãe, e nossos parentes moram 2 horas daqui. Atualmente moramos num apartamento com 2 quartos, 1 banheiro, sala, sacada, cozinha, e pequena área de serviço. São poucos minutos daqui pra praia, onde tem bastante homem de sunga bronzeado, alguns magros, musculosos e até mesmo com barriguinha. E independente de já receber convite pra sexo, não tem homem nessa cidade que me dê mais tesão do que--
*Bip! Bip!*
Era a porra do micro-ondas apitando. Eu estava usando apenas um short fino daqueles de futebol, quando fui na cozinha e decidi terminar de preparar o almoço meu e do papai antes que ele acordasse. Papai gosta da comida pronta assim que acorda, e eu faço de tudo por ele. Ele só está dormindo ainda, porque infelizmente saiu sem mim ontem, e um certo amigo dele estava lá, daí ele chegou de madrugada embriagado e eu tive que ajudá-lo a se trocar e a deitar. Como é final de semana, não tinha problema ele acordar tarde já que não vai trabalhar nos próximos 2 dias.
“Porra...” eu tinha acabado de preparar meu prato, quando minha rola começou a ficar dura. “Eu devia ter batido uma punheta quando acordei. Será que o papai vai demorar pra acordar ainda?”
Voltei no seu quarto só pra vê-lo se virando na cama, ainda dormindo. Ele era maior do que eu, mais peludo, mais forte, muito mais macho, e mesmo assim as vezes parecia que era eu quem cuidava dele, embora ele tenha 45 anos e eu 19.
“Caralho...” falei baixinho vendo minha piroca brutalmente dura por cima do short fino sem cueca. Eu tinha que bater uma punheta, tinha que gozar antes do papai acordar.
E o papai estava ali deitado, com sua bunda peluda de macho virada pra mim como se quisesse carinho. Eu me peguei demorando ali, e foi quando o papai se virou na cama e eu pude ver seu saco pela cueca jockstrap, era grande, e sua virilha de macho pentelhudo fazia os pelos escaparem da cueca, que devia está suado.
“Ah não, de novo não...”
Ele é meu pai, aquilo era errado! Eu encostei sua porta e caminhei pra cozinha de pica balançando até que cheguei e fiquei com a pica na altura do prato de comida. E caralho, eu estava puto de tesão pra fazer aquilo!
“Só espero que dê tempo de gozar e comer antes que ele veja”
Botei a pica pra fora e comecei a bater uma punheta pensando em homens de meia idade do rabo grande e cuzinho apertado pronto pra levar pica até o talo. E caralho, meu pau já estava babando de tanto tesão que eu tava! Agarrei a piroca com as duas mãos e fui me punhetando com força, cada vez mais forte, com o corpo começando a suar e ficando ofegante com a boca escorrendo baba.
Puta que pariu! Eu queria meter minha pica enorme no rabo de algum macho gostoso desses, só pra gozar bem no fundo e encher seu rabo com meu leite quente e grosso. Eu queria mais, eu precisava meter e meter...
*Bzz Bzz*
Caralho, meu celular vibrou e a tela acendeu.
“Papai... aah” olhei pra tela do meu celular e era uma foto minha com o papai na praia, ele apenas de sunga, e eu com meu short. Eu amava aquela foto de nós dois juntos, molhados, tão próximos, com ele dando aquele sorriso lindo com sua barba feita e lábios carnudos.
E porra, os amigos dele não estavam brincando quando diziam que eu e papai somos idênticos, como se eu fosse uma versão mais jovem sua. Eu só sei que continuei me punhetando, enquanto olhava aquela foto de nós dois juntos, e meu pau parecia explodir de tesão.
Só homem sabe a sensação deliciosa que é quando gozamos e sentimos o leite do saco saindo pela cabeça da pica! E eu estava quase lá! Comecei a ofegar mais forte, o corpo todo suado, até deixei cair baba da boca e escorrer pelo pescoço. E eu ia gozar, gozar na porra desse prato com a minha comida e deixar todo melado só pra comer depois! Foda-se, eu queria isso, eu era um puto safado qu--
“Felipe?” caralho, meu pai tinha acordado e tinha chamado por mim com voz de sono!
Eu ouvir um barulho no seu quarto de como se ele estivesse se levantado! E eu com a pica pra fora tocando uma ali na cozinha! E a porra da minha rola só ficava mais dura, e eu nervoso, suando!
Toda manhã o papai acorda, se alonga e vai pro banheiro escovar os dentes. E eu estava torcendo pra dar tempo de gozar! Foi quando o ouvir sair do quarto, e abrir a porta do banheiro que é bem antes da cozinha. Eu fiz silêncio, mas minha rola emitia som erótico por causa das minhas mãos meladas ainda me punhetando.
E caralho, ele ia sair do banheiro e me ver ali, batendo uma na cozinha com a piroca em cima do prato com comida! Eu não sei porquê, mas porra, a adrenalina foi tanta que nem consegui segurar quando minha rola começou a jorrar leite quente e grosso, direto no prato de comida!
“Hhmmm!!!” cerrei os dentes de tesão enquanto enfiava a piroca na comida com o leite do meu saco jorrando da cabeça da minha pica!
Puta merda! Eu não parava de gozar, e continuei gozando e gozando, enchendo aquele prato de porra de macho, sem me dar conta que meu pai havia aberto a porta do banheiro e em 5 segundos ia flagrar me masturbando!
“Filho?” ele chamou por mim com a voz fraca, mas eu estava de costas, já escondendo meu pênis melado de gozo e comida pra dentro do short.
Meu coração estava a mil, e fiquei nervoso de me virar e o papai ver meu corpo suado, virilha marcando a pica que ainda estava amolecendo, e o prato de comida que mais parecia ter mais porra do que comida ali! Eu estava fodido!
“Oi... p-pai” falei trêmulo ainda exausto da gozada forte.
Eu achei que ele fosse perceber o óbvio, mas o papai só fez se aproximar de mim e beijar minha cabeça.
“Desculpa por lhe fazer ficar até tarde ontem me esperando” ele disse com a voz cansada, provavelmente da ressaca de ter bebido todas ontem, e ainda dava pra sentir um pouco do seu hálito de cerveja.
“Não f-foi nada...” eu estava exausto demais pra discutir com ele agora.
Papai estranhou minha resposta, porque eu sempre demonstrava me preocupar quando ele chegava tarde. Mas caralho mano, eu havia acabado de gozar, e meu próprio pai estava ali, me encarando e eu forçando um sorriso falso pra ele não desconfiar do porquê meu corpo está todo suado enquanto tento esconder minha pica marcando no short fino todo babado.
“Pai, eu--” mas ele me interrompeu.
“Essa comida é sua?” ele analisou o prato de comida e estranhou está todo bagunçado. “O que você colocou aqui Felipe?” ele disse com seu hálito de cerveja e nem me deu chance de pegar o prato da sua mão que já foi pegando o garfo e enfiando a comida na boca.
Caralho! Meu pai tinha enfiado minha porra quente e pegajosa na boca junto da comida que devia ser minha!
Ele mastigou, e mastigou, e quando engoliu, disse:
“Tá bem quente, que tipo de molho é esse?” ele pegou mais comida com porra e enfiou na boca.
“Pai, é melhor o senhor nã--"
Mas ele impediu que eu pegasse o prato da sua mão e foi em direção ao sofá comer lá. Foi quando percebi que ele ainda estava com a cueca jock e não colocou nenhum short pra sair da cama.
Ele piscou pra mim e sorriu como sinal de desculpa, e continuou comendo, enquanto eu o assistia sentado no sofá com a TV já ligada e ele comendo a comida cheia da minha porra grossa e pegajosa sem nem questionar no que podia ser aquilo. Vai ver a ressaca pegou ele de um jeito que o fez perder a noção da realidade.

[...]

Meu pai se chama Fernando e tem 45 anos, é um homem forte, com músculos na medida e bem peludo no saco, e levemente peludo pelo corpo. Obviamente ele é maior do que eu, e temos algumas diferenças dada a idade de cada um, mas todos sempre dizem que temos a mesma cara, além de que na primeira vez que vi foto do meu pai mais jovem, era como olhar pra um irmão gêmeo.
Sempre pensei na possibilidade de ter um irmão, mas desde menino, sempre foi só eu e papai. Ele as vezes sai com algumas mulheres, mas nunca é caso sério, e ainda bem, porque não ia suportar vê-lo com outra pessoa. Foda-se se sou ciumento, mas sou tão apegado a ele, que mesmo com 19 anos, ainda dormimos juntos as vezes. O papai só dorme de cueca, e ele sempre levou numa boa o fato de quase sempre andar seminu pelo apartamento que já não é muito grande. Ele diz que somos só eu e ele, ambos homens, e que não há razão de ter vergonha. Eu fico me perguntando se ele já se trocou na frente de algum amigo, mas é melhor não pensar no meu pai pelado outra vez, antes que eu cause algum acidente e fique de pau duro na sua frente.
Depois do papai pegar meu prato de comida, gozado e todo lambuzado pela minha rola, eu fiz outro prato pra mim almoçar junto dele no sofá.
Eu tentei almoçar de boas, mas ficava difícil quando o papai estava literalmente do meu lado apenas de cueca, comendo aquela comida toda gozada na maior naturalidade... mas bem, ao menos tinha proteína extra.
Eu também passei a andar mais livre dentro de casa depois dos 18, mas claro que sempre que chegava alguém, eu colocava ao menos um short. Já o papai começou a usar essas cuecas jockstrap graças a um amigo dele da academia que o convenceu dizendo que ficava mais flexível pra movimentos com a perna em treinos mais intensos. Não sei se ficava grato por ele andar pela casa com a bunda exposta, porque as vezes eu tinha que me esconder no banheiro pra ele não ver meu pau duro.
“Não tá com fome, filho?” papai perguntou desviando o olhar da TV pra mim.
Porra, ele tinha acabado de comer tudo, enquanto eu não parava de pensar no meu leite de pica dentro dele nesse momento. Aquilo era como um boquete indireto?
“Acho que vou comer mais um pouco” falei nervoso, vendo ele se levantar e ir lavar o prato na pia.
O bom do apartamento ser pequeno, é que ele não ia muito longe quando se afastava de mim, e assim eu podia ter visão do seu rabo.
“Porra...” xinguei baixinho vendo aquela bunda fodidamente grande e peluda de macho. Eu estava com fome, mas não era de comida.
Eu sabia que era errado ter sentimentos sexuais por alguém da própria família, mas ficava difícil me descobrir gay e conviver com ele todos os dias, ficando cada dia mais provocativo e tentador. Mas quem dera fosse apenas desejo sexual, porque assim eu podia só me acabar na punheta ou transar com qualquer outro macho e ele nunca iria saber que desejo o seu corpo. Mas a verdade era que...
“Ei Felipe, vai terminar de comer isso aí? Daqui a pouco vou no mercado comprar umas coisas pra amanhã, e queria você comigo”
Droga, eu amava quando ele precisava de mim!
Foi quando eu engolir mais um pouco da comida e fui na pia me juntar ao papai.
“O senhor tem certeza que quer sair amanhã? A praia vai tá cheia de gente, e o Augusto vai levar o filho dele junto, e eu não gosto muito de como ele trata o senhor”
Papai riu achando que eu tava brincando, mas a verdade é que o filho do Augusto as vezes ficava assediando meu pai, e eu era forçado a vê-lo tocando meu pai em lugares que não devia. E pra piorar ele tinha minha idade de 19 anos, e papai era amigo do pai dele há muito tempo.
“E o que você quer fazer amanhã? Passar o domingo aqui trancado assistindo suas séries?” ele tinha acabado de lavar os dois pratos e talheres, quando foi enxugar as mãos.
“Tava pensando em filme. O senhor e eu podíamos assistir no seu quarto, e eu faço algo pra gente comer”
Eu estava esperançoso de que ele ia aceitar, mas daí papai riu achando graça e disse:
“Você devia arrumar uma namorada, quem sabe saísse mais de casa”
Se ele ao menos soubesse que eu curto macho, mas mesmo que soubesse, não tem homem que eu esteja interessado além...
Mas algo aconteceu.
“Droga, e eu acabei de lavar” papai falou após o talher cair no chão e ele decidir curvar o corpo pra pegar.
Puta merda! Ele não devia ter feito aquilo! Meu pênis queria ficar duro de novo, porque o rabo do meu pai estava aberto na minha frente como se quisesse que eu enfiasse o pau bem no fundo e gozasse pra deixá-lo todo melado! Seu cuzinho estava bem ali na minha frente, e imaginar minha piroca enorme destruindo aquele buraquinho minúsculo me deixou puto de tesão!
“Caralho...” falei baixinho vendo minha pica crescer no short ainda babado da última gozada.
Papai pegou o talher e jogou na pia, mas eu não podia deixar ele me ver assim.
“Vou já colocar uma roupa pra-- ei Felipe, aonde vai?”
“Me trocar!” foi quando tranquei a porta do meu quarto e botei a pica pra fora.
Mano, eu precisava muito foder! Talvez papai tenha razão e eu devesse arrumar alguém pra namorar e tentar esquecer ele. Mas porra, por que ele precisava andar pelado o tempo todo? Não é culpa minha se quero foder meu pai, é culpa dele por ser um macho gostoso e lindo, e carinhoso comigo.
Amanhã iríamos pra praia novamente com o Augusto e seu filho, e meu pai provavelmente iria está de sunga, pra todo mundo ver seu corpo lindo e bunda grande na sunga cavada, quando na verdade ele deveria ser apenas meu.
Porra, acho que eu estava realmente fodido agora, porque estava me apaixonando pelo meu próprio pai.

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