#Gay #Teen #Virgem

Eu novinho aprendendo a treinar com o personal safado

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Grok_o_perv

Quando fiz 14 anos entrei na academia e meu personal resolveu me ensinar uma forma de ganhar mais massa: treinar com tesão para aumentar a testosterona.

Eu tinha acabado de fazer 14 anos quando entrei na academia. Surfista desde novinho, corpo já marcado pelo mar, mas ainda magro pra caralho. Queria ganhar massa, ficar mais grosso, mais denso. O personal que me pegou no primeiro dia se chamava Ricardo. Uns 26 anos, corpo de quem treina sério há muito tempo: peito largo, ombros arredondados, braços grossos cobertos de veias, e uma calça de academia que marcava o volume sem vergonha nenhuma. Voz grave, sorriso de canto de boca, e aquele jeito de olhar que já fazia a gente se sentir pelado.

Na primeira semana ele só me ensinou os movimentos básicos. Supino, agachamento, remada, desenvolvimento. Eu suava, tremia, e ele corrigia a postura colocando a mão quente nas minhas costas ou no quadril. Sempre um toque a mais do que o necessário. No final da segunda semana, depois de um treino de peito e tríceps em que eu quase não conseguia levantar os braços, ele me chamou pro canto perto dos espelhos.

— Escuta aqui, moleque. Você é novo, testosterona ainda tá no auge. Tem um protocolo que eu uso com alguns alunos pra potencializar. Não é pra todo mundo, só pra quem aguenta.

Eu olhei pra ele, ofegante, camiseta colada no peito suado.

— Que protocolo?

Ricardo se aproximou mais, quase colado. O cheiro de suor e desodorante dele invadiu meu nariz.

— Antes de treinar, você bate uma. Mas não goza. Edging. Fica no limite, deixa o pau duro, as bolas cheias, a cabeça quente. A excitação sobe a testosterona na hora. Você treina com o sangue fervendo, com fome de peso. Depois, no final, você goza no banho. Relaxa o músculo, libera a tensão, ajuda a recuperação. Entendeu?

Eu engoli seco. A ideia sozinha já fez meu pau mexer dentro do short.

— É sério isso?

— Testa. Amanhã. Me conta como foi.

Naquela noite eu quase não dormi. De manhã, antes de sair de casa, fiz exatamente o que ele mandou. Deitei na cama, puxei o pau pra fora, já meio duro só de pensar. Comecei devagar, espalhando a pré-porra pela glande, subindo e descendo a mão. Quando senti o tesão subindo forte, parei. Respirei fundo. Continuei. Outra vez. Fiquei uns vinte minutos naquilo, o pau latejando, as bolas pesadas, a mente só no Ricardo. Quando parei de vez, o pau estava tão duro que doía, a cabeça vermelha e sensível. Coloquei a roupa e fui pra academia com aquela pressão gostosa entre as pernas.

O treino foi diferente. Cada repetição eu sentia o sangue pulsando mais forte. O pau ficava semi-duro o tempo todo, roçando no short. Ricardo notou. Ele passou a mão no meu ombro depois do supino e murmurou:

— Tá sentindo, né? Olha o foco. Olha a veia no pescoço. É isso.

No final do treino ele me acompanhou até o vestiário comum.

— Hoje você resolve sozinho no chuveiro. Amanhã a gente conversa.

Eu entrei no box, liguei a água quente, e na mesma hora a mão foi pro pau. Duas, três bombadas e o orgasmo bateu — o corpo inteiro tremeu, o pau latejou forte, mas não saiu leite nenhum. Só aquela contração gostosa e vazia. O relaxamento veio logo depois. Dormi feito pedra naquela noite.

Na semana seguinte o protocolo virou rotina. Eu fazia edging em casa ou no banheiro da academia antes de começar. Às vezes Ricardo me puxava pro canto e perguntava baixo:

— Já fez o aquecimento hormonal hoje?

Eu só acenava com a cabeça, o rosto quente. Ele sorria aquele sorriso safado.

Foi na quarta semana que ele subiu o nível. Eu tinha acabado um treino de perna brutal. Agachamento livre, leg press, stiff. As coxas tremiam. O pau estava duro de novo por causa do edging da manhã. Ricardo se aproximou enquanto eu guardava os pesos.

— Vem comigo. Vestiário dos funcionários. Tem mais privacidade. Hoje o protocolo tem um upgrade.

Meu coração disparou. Segui ele pelo corredor estreito atrás da recepção. Ele abriu uma porta com chave, puxou pra dentro e trancou. O vestiário era pequeno: dois armários de metal, um banco de madeira, um chuveiro separado por cortina. Cheiro de sabonete barato e suor velho.

Ricardo se virou pra mim. Os olhos escuros, a respiração um pouco mais pesada.

— Tira a camiseta.

Eu tirei. Ele passou a mão quente pelo meu peito, pelos mamilos, desceu até a barriga.

— Ainda precisa de massa. Agora o short.

Puxei pra baixo junto com a cueca. O pau saltou pra fora, duro, vermelho na cabeça, uma gota clara brilhando na fenda. Ricardo soltou um som baixo na garganta.

— Porra… você realmente segurou tudo. Olha o tamanho das bolas. Cheias pra caralho.

Ele se sentou no banco e me puxou pela cintura até eu ficar em pé entre as pernas dele. A mão grande dele fechou em volta do meu pau. Quente, calejada, firme. Começou a subir e descer devagar, espalhando aquela gotinha.

— O protocolo original é você resolver sozinho depois. Mas tem alunos que merecem um serviço extra. Relaxamento muscular completo. Eu ordenho. Você só sente.

Eu gemi. As pernas já tremiam. Ele apertou um pouco mais na base, depois deslizou até a glande, girando o polegar em círculos na cabeça sensível. A outra mão dele desceu e pegou minhas bolas, pesando, massageando com carinho bruto.

— Isso… deixa eu sentir elas latejando. Você segurou quanto tempo hoje?

— Uns… vinte minutos — consegui responder, a voz falhando.

— Bom menino. Agora segura. Não goza ainda.

Ele continuou no ritmo lento, torturante. Às vezes apertava mais forte, às vezes só a ponta dos dedos roçavam a glande. Eu balançava o quadril sem querer, tentando foder a mão dele. Ricardo riu baixo.

— Ansioso. Calma.

Ele cuspiu na própria mão e voltou a bater, agora molhado, o som molhado enchendo o vestiário pequeno. Meu pau latejava, as veias saltadas. A mão dele era maior que a minha, mais firme, e ele sabia exatamente onde apertar. Quando eu gemia mais alto, ele parava, apertava a base com força e esperava o tesão baixar um pouco.

— Respira. O protocolo é testosterona alta no treino e relaxamento depois. Eu só tô otimizando a segunda parte.

Depois de uns minutos eternos ele acelerou. A mão ficou mais rápida, mais apertada. A outra massagava minhas bolas com mais força.

— Agora. Pode gozar. Joga tudo.

O orgasmo veio violento. Eu gemi alto, a cabeça jogada pra trás, as pernas fraquejando. O pau latejou forte, contrações uma atrás da outra… mas não saiu leite nenhum. Só aquele pulsar intenso e vazio. A vergonha bateu na hora. Meu rosto pegou fogo. Baixei a cabeça, a voz saindo fraca:

— Porra… não saiu nada… desculpa…

Ricardo não parou de segurar meu pau. Continuou acariciando devagar, sentindo cada latejo. A voz dele saiu calma:

— Ei. Olha pra mim. Isso é normal na sua idade. Tem cara de 14 que ainda não jorra leite direito. O corpo tá só acumulando. Quer dizer que quando a testosterona subir de verdade e começar a produzir mais, o potencial vai ser absurdo. Mais massa, mais força, mais tudo. Relaxa. Eu tô aqui pra isso também.

Ele apertou a base mais uma vez, puxando pra cima, e depois soltou com carinho. Minha visão estava embaçada, o corpo inteiro mole, a vergonha ainda queimando, mas a voz dele tinha acalmado um pouco.

Ele limpou a mão numa toalha, passou os dedos pelos meus cabelos e deu um tapinha na bunda.

— Vista-se. Vai pro chuveiro normal agora. E não conta pra ninguém.

O protocolo virou rotina. Duas, três vezes por semana, depois do treino mais pesado, ele me levava pro vestiário dos funcionários. Sempre a mesma coisa: eu nu, ele sentado no banco, a mão grande e calejada me ordenhando até o corpo tremer e o pau latejar forte… sem nunca jorrar leite. Toda vez a vergonha vinha, e toda vez ele repetia baixo enquanto continuava o movimento:

— Normal. Na sua idade ainda. Isso só mostra que quando começar de verdade, o potencial vai ser foda. Continua o protocolo.

Com o tempo meu corpo foi mudando. Os ombros ficaram mais largos, o peito começou a ganhar volume, as pernas engrossaram. Mas o ritual continuava igual. Eu fazia edging antes, treinava com o pau latejando, e no final ele me levava pro vestiário escondido e me ordenhava — mesmo que o leite ainda não viesse.

Até a noite em que tudo mudou.

Foi depois de um treino pesado de costas. Ricardo me levou de novo pro vestiário dos funcionários, trancou a porta, mandou eu tirar a roupa. Eu já estava duro pra caralho, bolas pesadas de tanto edging. Ele se sentou no banco, me puxou para entre as pernas e fechou a mão em volta do meu pau como sempre.

Começou devagar, depois acelerou. Cuspe, pressão na base, polegar girando na glande. Eu gemia, o quadril balançava, o tesão subia diferente daquelas outras vezes — mais fundo, mais quente, quase assustador.

— Olha pra mim hoje — ele mandou, a voz rouca.

Eu abri os olhos. O rosto dele estava bem perto, concentrado na minha pica, a boca entreaberta. A mão dele ia e vinha rápido, molhada, perfeita. O orgasmo veio sem aviso. O pau latejou uma, duas, três vezes… e de repente jorrou.

Leite grosso, quente, em jatos fortes. O primeiro acertou o queixo dele. O segundo bateu direto na boca e no nariz. O terceiro sujou a bochecha e a sobrancelha. Ricardo abriu os olhos arregalados, travou a mão no meio do movimento, completamente pego de surpresa.

— Porra…!

Eu continuei gozando, as pernas tremendo, gemendo alto, mais jatos escorrendo pela mão dele e pingando no chão. A vergonha misturou com um alívio absurdo. Finalmente tinha saído.

Ricardo ficou olhando pra mim alguns segundos, o rosto sujo de porra, a respiração pesada. Depois passou a língua no lábio inferior, provando, e soltou um som baixo e gutural. A mão livre dele foi direto pro cós da calça. Puxou pra baixo junto com a cueca. O pau dele saltou pra fora — grosso, veias saltadas, cabeça já brilhando de pré-porra. Maior do que eu imaginava.

Ele não falou nada. Só começou a bater com força, a mão suja do meu leite deslizando no próprio pau, os olhos fixos em mim. Eu ainda estava ofegante, o pau latejando na mão dele que não tinha soltado completamente. Em menos de um minuto ele gemeu rouco, o corpo inteiro tensionou, e gozou.

Jatos quentes e grossos acertaram meu peito, minha barriga, meu pau ainda sensível. Ele continuou bombeando, pintando minha pele, gemendo baixo a cada contração até esvaziar. Quando parou, os dois estávamos ofegantes, o cheiro de porra enchendo o vestiário pequeno.

Ricardo passou a mão no rosto, limpando parte do que eu tinha jorrado nele, e riu pela primeira vez de verdade — baixo, safado, satisfeito.

— Então era isso que tava guardado… Porra, moleque.

Ele me puxou pela nuca, encostou a testa na minha por um segundo, depois soltou.

— Chuveiro. Agora. E amanhã a gente conversa sobre o próximo nível do protocolo.

Eu saí dali com o corpo coberto da porra dos dois, as pernas ainda bambas, e a cabeça mais leve do que nunca. O leite finalmente tinha vindo. E ele tinha vindo junto.

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