Filminho de madrugada com o papai
O pai de Aurora acorda a garota para assistir um pornô enquanto a mãe dela dormir.
Capítulo 1
Aurora abriu os olhos sem saber o que a tinha acordado. A casa estava imersa naquele silêncio profundo que só a madrugada conhece. Não havia o rangido dos pisos, o chiado distante da geladeira, nem a respiração ritmada da mãe. Apenas o vazio sonoro que parecia engolir cada som.
Ela sentiu o sopro antes de compreender. Uma corrente de ar quente, tão leve que poderia ser imaginação, roçou a pele da bochecha. Seu corpo se arrependeu antes que a mente entendesse o que estava acontecendo. Os pelos do braço se eriçaram. A nuca formigou. Algo dentro dela sabia que não era um sonho.
— Acorda, princesinha.
A voz veio como um fio de seda, grossa e sussurrada, escorrendo diretamente para o ouvido dela. Aurora sentiu o ar quente das palavras na pele, e um calafrio desceu pela coluna como água gelada. Seu coração começou a bater mais rápido, não de medo ou talvez sim, mas de uma forma que ela não sabia nomear. O sono ainda pesava nos olhos, mas o corpo já estava desperto, atento, a pele mais sensível, como se cada célula tivesse acordado antes dela.
Ela virou o rosto lentamente, os olhos ainda turvos. A penumbra do quarto desenhava os ombros largos do pai, a curva forte do pescoço, o brilho dos olhos fixos nela. Ele estava ao lado da cama, tão perto que ela sentia o calor irradiando do corpo dele, a respiração calma e medida de quem já estava ali há algum tempo, observando.
— A mamãe já dormiu? — A voz de Aurora saiu rouca, ainda embaralhada pelo sono. As palavras pareceram estranhas na sua própria boca.
— Sim. Eu dei o remédinho para relaxar. Ela só vai acordar amanhã.
A resposta foi suave, mas carregada de uma certeza que fez o estômago de Aurora se contrair. Ela piscou, tentando processar o que aquilo significava. O remédio? Sim o remédio que a mãe tomava para conseguir dormir.
Por um momento, ela sentiu o peso da própria inocência. Aquela sensação de estar à beira de entender algo que ainda não tinha forma. Como se estivesse prestes a atravessar uma porta sem saber o que havia do outro lado.
Ele estendeu a mão para ela. A palma aberta, os dedos longos e quentes, esperando. Não havia pressa no gesto. Apenas uma paciência calma, como se ele já soubesse que ela ia aceitar.
Aurora olhou para a mão dele. Depois para o próprio corpo. Vestia apenas o babydoll rosa, um presente da sua madrinha a alça fina tinha escapado do ombro enquanto dormia, o tecido cor de rosa quase transparente modelava os seios planos, a saia curta terminava no início das coxas. A calcinha combinava, um laço na frente, quase ingênua demais. Uma mistura de inocência, pureza e sensualidade inapropriada para idade jovem.
Ela se sentiu exposta. Mas não quis se cobrir.
A mão dele ainda estava estendida. O olhar dele esperava.
Aurora colocou a mão na dele.
Os dedos dele se fecharam em volta dos dela, firmes, quentes. Ele a puxou para cima com uma facilidade que a fez sentir leve, quase flutuando. A mão dele segurou a dela enquanto ela se levantava, os pés descalços tocando o piso frio.
Os dois caminharam em silêncio até a sala. Ela sentia o coração batendo nas costelas, cada batida mais alta que a anterior. O babydoll balançava contra as coxas, a brisa da madrugada roçando a pele descoberta. Atrás dela, a respiração do Pai era a única prova de que aquilo era real.
Os dois se sentaram no grande sofá retrátil. Aurora se acomodou na almofada, os pés encolhidos sob o corpo, o babydoll rosa subindo um pouco mais nas coxas. O pai sentou-se ao lado dela, próximo o suficiente para que ela sentisse o calor do corpo dele. Ele pegou o controle da TV, os dedos navegando pelos menus com a familiaridade de quem já fez aquilo muitas vezes.
O coração de Aurora batia acelerado, um tambor descompassado dentro do peito, era o ritual deles de madrugada assistir pornografia juntos
Foi o Pai quem a apresentou àquele mundo. Quem, numa madrugada silenciosa, a encontrou paralisada na porta da sala e, em vez de se esconder, a convidou para entrar. Ele não a assustou. Não a fez sentir vergonha. Ele apenas abriu a porta e a deixou entrar no território proibido.
Agora, sentada ao lado dele, prestes a assistir ao conteúdo que ele escolhera, ela se sentia como uma exploradora prestes a adentrar um território desconhecido. O coração acelerado era o único som que ela ouvia.
Ela lembrou de quando tudo começou.
Uma noite, há algumas semanas, ela acordara de madrugada com um som estranho vindo da sala. Um gemido abafado, um ritmo que ela não reconhecia. Levantara-se, os pés descalços no piso frio, e fora até a porta da sala. O que viu a paralisou.
O Pai estava nu no sofá, o pênis ereto na mão, os olhos fixos na tela da TV. Um filme pornô passava, os corpos se movendo num ritmo que ela nunca tinha visto. A mão dele deslizava pelo comprimento do pau, a cabecinha rosada aparecendo e sumindo entre os dedos. O som dos gemidos na televisão preenchia a sala.
Aurora não sentiu medo. Não sentiu vergonha. Sentiu apenas uma curiosidade quente que subia pelo corpo, um formigamento entre as pernas que ela nunca tinha sentido. As coxas se apertaram, tentando aliviar aquela sensação estranha e gostosa. A buceta latejava, pulsava, pedia algo que ela ainda não sabia nomear. A calcinha começava a ficar úmida, e ela não entendia por quê.
O Pai viu. Por um segundo, o rosto dele se contraiu em surpresa, quase vergonha. Mas logo o olhar mudou. Ele viu a curiosidade nos olhos dela. A inocência. A oportunidade de realizar o desejo que ele guardava há meses o sonho incesto de todo pai pedo. A mão que segundos antes estava no pau parou, mas o pênis continuou duro, pulsando.
— Vem cá, princesa.
A voz dele era macia, convidativa, como um pai chamando a filha para um abraço. Ela foi como se fosse guiada por um fio invisível, os pés descalços no chão frio. Ele a puxou para o colo, o pênis ainda duro contra a coxa dela, o calor da pele dele atravessando o tecido fino do babydoll. Aurora sentiu a rigidez contra a perna, o volume, a temperatura. Sentiu o próprio corpo responder com um aperto no peito e um calor úmido descendo pelas coxas.
— Já assistiu a esses filmes? — ele perguntou, a voz grossa de desejo, mas ainda macia, como quem não quer assustar. O pai sabia que não ele a criará para ser uma doce menina inocente e nunca teve acesso a nada disso. A mão que segundos antes estava no pau subiu para o cabelo ruivo dela, afastando uma mecha para trás da orelha. O gesto era íntimo, quase carinhoso. Como se ela fosse especial.
Ela balançou a cabeça, os olhos fixos nele.
— Quer assistir comigo?
Aurora fez que sim. Não se importava com a nudez dele. Não se importava com o que era certo ou errado. Só queria continuar sentindo aquele corpo, aquele calor, aquela sensação que a fazia tremer por dentro. Queria ver o filme. Queria vê-lo se masturbar. Queria entender o que estava acontecendo com ela. Queria descobrir por que a buceta pulsava daquele jeito.
— Tá bom — ele disse, a mão agora na barriga dela, acariciando o tecido fino do babydoll. O polegar deslizava em círculos lentos, quase hipnóticos. — Mas isso vai ser nosso segredo.
Ele deu play no vídeo. Aurora assistiu hipnotizada.
A tela mostrava uma garota jovem, cabelos ruivos como os dela, corpo magro e curvas suaves. Estava deitada de pernas abertas, a buceta rosada e molhada brilhando sob a luz. O homem era grande, moreno, o pau grosso e preto. Ele se ajoelhou entre as pernas dela, inclinou a cabeça e começou a chupar a buceta da garota.
Aurora viu a língua dele deslizando pelos lábios vaginais, viu a garota arquear as costas, viu os dedos dela se enterrarem nos cabelos do homem. O gemido que saiu da televisão era agudo, molhado, cheio de um prazer que Aurora nunca tinha ouvido.
Ela sentiu a própria buceta pulsar. A calcinha estava molhada agora, o tecido grudando na pele, a umidade escorrendo pela coxa. A mão do Pa iainda estava na barriga dela, mas descera um pouco, os dedos roçando a borda do babydoll.
— Você gosta de ver ela sendo chupada? — a voz dele era baixa, quente, como se estivesse ensinando.
Aurora assentiu, sem conseguir falar. Os olhos não saíam da tela.
A garota no vídeo gemia cada vez mais alto. O homem alternava entre chupar o clitóris e enfiar a língua dentro dela, provando o líquido que escorria. A buceta da garota estava inchada, vermelha, brilhante.
— O que você sente quando vê isso? — ele perguntou, os dedos descendo mais, encontrando a borda da calcinha.
Aurora sentiu os dedos dele roçarem a pele da coxa. A respiração falhou.
— Não sei — ela sussurrou. — Só sei que dói. Uma coceira que não passa. E fica molhado.
O Pai sorriu. O sorriso era paciente, de quem sabia que estava no controle.
— Isso é tesão, princesa. Seu corpo tá pedindo pra ser tocado.
A mão dele deslizou por dentro da calcinha. A pele molhada encontrou os dedos dele, e Aurora gemeu, o som escapando sem permissão. A mão dele tocou a buceta pela primeira vez a pequena fenda pulsando, os lábios vaginais inchados, o clitóris duro escondido sob a pele.
— Quer que eu te mostre como aliviar essa coceira? — ele perguntou, a voz ainda baixa, ainda paciente, como se estivesse oferecendo um copo de água.
Aurora olhou para ele. Os olhos dela estavam marejados, o rosto vermelho, a respiração curta.
Ela assentiu.
— Sim. Quero.
O Pai sorriu. O sorriso de um lobo que finalmente encontrou a presa. Os dedos começaram a se mover, devagar, círculos molhados em volta do clitóris.
— Relaxa, princesa. O papai vai te ensinar tudinho.
Aurora lembrou desse dia vividamente.
— A gente pode assistir aquele que tem a ruiva e o homem negro? — ela perguntou, a voz ainda tímida, os olhos brilhando com uma mistura de vergonha e curiosidade.
O Pai sorriu. O sorriso era lento, confiante, o sorriso de quem já sabia a resposta antes mesmo de ouvir a pergunta. Os olhos dele brilharam na penumbra da sala, e Aurora sentiu um arrepio que não tinha nada a ver com o frio.
— Sim, com certeza. — A voz dele era macia, mas tinha uma ponta de algo mais, algo que ela ainda não sabia nomear. — É o seu favorito, não é?
— Sim.
O sorriso de Aurora foi pequeno, quase envergonhado, mas genuíno. Ela se sentia descoberta, exposta, mas de uma forma que não a assustava. Pelo contrário, a excitava.
O Pai navegou pelos arquivos, os dedos se movendo com a precisão de quem conhece cada vídeo de cor. Ele selecionou o filme e deu play.
— Esse também é o meu favorito — ele disse, a voz mais baixa, mais íntima. — Porque me lembra você.
O beijo na testa veio depois, macio, paternal. Aurora sentiu o calor dos lábios dele na pele e fechou os olhos por um segundo. Quando os abriu, o filme já tinha começado.
O Pai tirou a samba-canção com um movimento rápido. O pênis ereto saltou para fora, duro, a cabecinha rosada brilhando sob a luz da TV. A mão dele envolveu o membro quase que por instinto, os dedos deslizando de cima para baixo num movimento lento e rítmico.
Aurora assistia ao filme, mas os olhos dela se desviavam para a mão dele, para o pau que pulsava, para os dedos que subiam e desciam. A excitação subia, quente e molhada. As pernas dela se abriram devagar, quase sem perceber, a calcinha rosa agora totalmente visível, o tecido molhado marcando a umidade que escorria.
O Pai observou.
A mão livre dele subiu até a boca. Ele lambeu os dedos lentamente, a língua deslizando entre eles, molhando cada centímetro. Aurora assistiu hipnotizada, a respiração falhando.
A mão desceu, entrou por dentro da calcinha.
Os dedos encontraram a pele quente, macia, molhada. Deslizaram pelos lábios vaginais, sentindo a textura, a temperatura, o pulso que latejava sob a pele. Eles encontraram o clitóris com uma precisão que só a experiência dá direto no ponto, sem hesitação.
Aurora gemeu. O som escapou sem permissão, um gemido baixo, surpreso, molhado.
Os dedos começaram a se mover. Círculos lentos em volta do clitóris, a pressão exata, o ritmo certo. A mão do Pai conhecia aquele corpo melhor do que ela mesma, sabia onde apertar, onde aliviar, onde pressionar.
Ela sentiu a coceira aumentar, o prazer subir como uma onda que não tinha nome, a buceta pulsando contra os dedos dele, o líquido escorrendo, molhando a mão dele, molhando a calcinha, molhando o sofá.
O Pai não desviava os olhos do rosto dela. Cada contração, cada gemido era uma resposta que ele esperava.
— É isso, princesa — ele sussurrou, a voz ainda baixa, ainda paciente, como se tivesse todo o tempo do mundo. — Relaxa. O papai vai te fazer gozar rapidinho.
Os dedos dele trabalhavam com precisão na buceta de Aurora. O polegar deslizava em círculos lentos sobre o clitóris enquanto os outros dedos descansavam sobre os lábios vaginais, sentindo o calor, a umidade, as pequenas contrações que anunciavam o prazer que se aproximava. A ponta do polegar roçava o botão sensível com uma leveza que fazia Aurora prender a respiração, depois pressionava um pouco mais, desenhando círculos que iam do centro para fora.
Aurora ainda assistia ao filme, mas a cabeça já estava inclinada no encosto do sofá, os olhos se abrindo e fechando num ritmo que não era mais controlado. Ela via a mão grande do pai dentro da calcinha, os dedos se movendo, e depois via a tela da TV, onde a ruiva do filme chupava o pau preto e grosso com uma fome que ela começava a entender.
A boca da garota deslizava sobre o comprimento, a língua pressionando a cabecinha, os lábios sugando a cada descida. O homem gemia baixo, a mão nos cabelos ruivos dela, guiando o ritmo. A saliva escorria pelos cantos da boca da ruiva, descendo pelo pau, molhando as bolas do homem. Aurora sentiu o próprio corpo responder, a buceta pulsando contra os dedos de Márcio.
— Tão bom, papai… é tão gostoso — Aurora gemeu, a voz mais alta agora, sem vergonha. Ela sentia os dedos dele deslizando pelo clitóris, a sensação subindo pela barriga, descendo pelas coxas, fazendo todo o corpo vibrar.
— Isso, princesa — o pai respondeu, a voz satisfeita, o sorriso que ela não via mas sentia na forma como os dedos se moviam.
Ela gemia, os dedos apertando o tecido do sofá. Queria ficar ali para sempre, queria que aquele momento nunca acabasse. Tinha esperado o dia inteiro por aquilo. Durante o almoço, quando ele passou pela cozinha e roçou o ombro nela, o simples contato fez o corpo dela esquentar. Já estava molhada, a calcinha grudando na pele, a buceta pulsando só de sentir o cheiro dele. Durante a tarde, enquanto fazia seus deveres de casa e ela ouvia os passos dele pela casa, as mãos do pai tocando as maçanetas, os pés pisando nos mesmos lugares que ela pisava, a excitação crescia como fogo sob a pele.
Até que, sozinha no banho, não conseguiu resistir. As mãos desceram entre as pernas, os dedos tentando imitar o que ele fazia. Mas não era igual. A mão dela não era grande como a dele. Os dedos não tinham a mesma segurança, a mesma confiança. E a sensação era boa, mas não era aquela. Não era o suficiente.
Nada era igual aos dedos do seu pai.
A primeira vez que ele a tocou, sentada no colo dele, o pênis duro contra a coxa, a mão calosa descendo pela barriga, entrando na calcinha, encontrando a buceta virgem. Aurora lembrava de cada segundo. Lembrava do choque, da sensação nova, do mundo inteiro se reorganizando em volta daquele toque.
Os dedos dele encontraram o clitóris com uma precisão que a deixou sem fôlego. Ela nunca tinha sido tocada ali. Nem sabia que aquele lugar existia. Só sabia que quando o dedo do seu Pai roçou aquela pequena saliência, o corpo ardeu, as pernas tremeram, a boca abriu num gemido surpreso. E a sensação que veio depois — aquela coceira profunda, aquele pulsar, aquele desejo de não parar nunca — fez o mundo dela mudar.
Não foi apenas bom. Foi melhor do que tudo que ela já sentira antes. Foi como se o corpo dela tivesse sido programado para aquele momento, como se os dedos do pai fossem a chave que destravava algo que sempre esteve ali, esperando.
Desde então, ela estava viciada. O corpo pedia mais, sempre mais, e a mão do seu pai era a única que sabia como dar.
O vício era quente e escorregadio como a buceta molhada. Ela pensava nele o tempo todo. Durante as aulas, se distraía imaginando a mão dele entre as pernas. Durante as refeições, ficava hipnotizada com a forma como os dedos dele seguravam o garfo. À noite, sozinha, se tocava tentando copiar o que ele fazia, mas nunca chegava perto.
Ela era a presa. E o homem era o caçador paciente, a figura paterna que a protegia e a devorava ao mesmo tempo.
Os dedos dele conheciam o corpo dela como se tivessem sido feitos para isso. Sabiam onde apertar, onde deslizar, onde parar e recomeçar. Cada movimento era uma nota numa música que só ele sabia tocar. A sensação era viciante, uma droga quente e molhada que escorria pela buceta dela e se espalhava pelo corpo inteiro, uma fome que crescia e pedia mais.
Os dedos dele aceleraram, o polegar pressionando o clitóris em círculos mais rápidos. Aurora sentiu a coceira se transformar em fogo, o fogo em onda, a onda se espalhando como líquido quente pelas veias. As mãos dela se agarraram no braço dele, a respiração presa, o corpo todo tenso.
— Mais, papai… ahh, papai, mais.
Pai aumentou o ritmo. Os dedos se moviam mais rápido, mais firmes, o polegar pressionando o clitóris em círculos. O corpo de Aurora arqueou, as coxas tremendo, a buceta se contraindo.
— Olha, princesa. Sua parte favorita.
Ela olhou para a tela. A ruiva estava deitada, as pernas abertas, enquanto o homem se ajoelhava entre elas e começava a chupar a buceta dela. A língua deslizava pelos lábios vaginais, provava o líquido, enfiava-se na entrada pequena e molhada. A garota gemia, os dedos nos cabelos do homem, os olhos revirados de prazer.
Era igual. Igual à primeira vez que os dedos do seu pai entraram na buceta dela, deslizando pelos lábios, provando o líquido, encontrando o clitóris. Naquela primeira noite, no colo dele, enquanto assistiam juntos, ele fez exatamente o que o homem do vídeo fazia. Ele a abriu com os dedos, lambeu a própria mão, tocou cada centímetro da buceta dela como se estivesse descobrindo um território novo.
Aurora lembrou da sensação. A língua imaginária do seu Pai na buceta, os dedos que a seguravam aberta, o olhar faminto que percorria cada detalhe. Lembrou de ter gozado pela primeira vez naquela noite, sentada no colo dele, os dedos dele dentro da calcinha, a tela da TV iluminando os corpos em êxtase.
Lembrou de ter sentido que aquilo era o que ela sempre esperou. Como se a vida inteira tivesse sido um prelúdio para aquele toque.
O orgasmo veio como uma onda. O clitóris pulsou sob o dedo de Márcio, a buceta se contraiu, o líquido quente escorreu pela mão dele. Aurora arqueou as costas, a boca aberta num gemido que não tinha forma.
— Aaaah, sim!
Ela assistiu à última cena da garota gozando enquanto o homem ainda chupava, e gozou junto. O corpo tremeu, as pernas tremeram, a mão dela apertou o braço do Pai com uma força que a surpreendeu.
O corpo relaxou. Os olhos se fecharam. A respiração voltou devagar, ofegante, os pulmões ainda queimando.
Paitirou a mão da calcinha, os dedos brilhando de líquido. Ele levou os dedos à boca, chupou lentamente, provou, os olhos fixos nela.
— Boa garota, agora é hora do papai gozar.
—Sim papai. — ela respondeu.
O homem tirou o babydoll dela com um movimento lento e deliberado. O tecido rosa subiu pela cintura, passou pelos seios pequenos que mal preenchiam a mão dele, escapou pelos braços e caiu no chão. Aurora ficou completamente nua sob a luz suave da TV, a pele branca e macia brilhando, os seios pequenos erguidos na direção dele, os mamilos já duros e sensíveis.
Ele a deitou no sofá, o corpo grande cobrindo o dela como uma sombra quente e pesada. O peso dele era uma certeza que a envolvia, a prendia, a protegia. Não havia espaço para dúvidas. Apenas ele, e o desejo que crescia dentro dela como uma flor que se abria devagar.
Ele beijou a boca dela.
Aurora sentiu os lábios quentes pressionarem os seus, macios, insistentes, como quem tem tempo. A boca dele se moveu contra a dela, ensinando, guiando, devorando. A primeira vez que se beijaram, ela achou estranho. Cresceu assistindo filmes de princesa, onde o beijo era guardado para o grande amor, para o príncipe encantado que aparecia no final da história. Não era para ser o próprio pai, não era para ser ali, na sala escura, com o som de gemidos saindo da televisão.
Mas a boca de seu pai mudou tudo. O beijo era doce, proibido, e também amoroso, como se ele estivesse dizendo sem palavras que ela era especial, que a escolha dele era ela. A língua dele deslizou pela boca dela, roçando a sua, um toque macio que a fez tremer. Ele a ensinou a beijar,a abrir a boca no ritmo certo, a deixar a língua dançar com a dele, a sentir o prazer de ser beijada por alguém que sabia exatamente o que fazer. Um pai a ensinando como tinha a ensinando a andar de bicicleta.
Aurora se entregou ao beijo, a boca colada na dele, sentindo o calor, o sabor, o cuidado.
— Papai — ela murmurou contra os lábios dele, a voz saindo como um fio de ar quente.
— Oi, minha filhinha? — Ele beijou os lábios dela, a voz macia, rouca, cheia de uma ternura que a desmontava.
— Eu te amo.
As palavras saíram sem pensar, mas quando chegaram ao ar, Aurora sentiu que eram verdade. Mais verdade do que tudo que já dissera. Um amor de filha para pai mais puro e forte, como de um homen e sua amante.
— Eu também te amo, filhinha.
A boca dele desceu. Beijou o pescoço dela, a clavícula, a curva dos seios. A mão subiu até o seio pequeno, os dedos encontrando o mamilo, roçando, apertando leve. Ele adorava os peitos dela, adorava o fato de serem pequenos, delicados, perfeitos do jeito que eram. Ele já tinha dito, em outras noites, que os peitos da mãe eram grandes demais, exagerados, mas os de Aurora, os de Aurora eram feitos para caberem na boca dele. O que ele mais amava.
A boca dele encontrou o mamilo. A língua deslizou em volta do botão rosado, lenta, molhada, desenhando círculos perfeitos. Ela sentiu a ponta da língua pressionar o biquinho, depois aliviar, depois pressionar de novo. A sensação se espalhou pelo corpo como uma chama que crescia devagar. O mamilo endureceu ainda mais sob a língua dele, a pele se arrepiou, e Aurora gemeu baixo, os dedos nos cabelos dele, puxando, guiando.
— Papai… — o sussurro era um pedido.
Ele sugou o mamilo com vontade, a boca se fechando em volta da pequena auréola, a língua pressionando o bico contra o céu da boca. O gemido de Aurora foi mais alto, o corpo se arqueando, os seios pequenos se oferecendo.
Ele alternava entre os dois, a boca quente e molhada, os dedos beliscando o mamilo que não estava sendo sugado, a língua desenhando círculos, a sucção suave que fazia os olhos de Aurora revirarem.
Quando finalmente ergueu a cabeça, os olhos dele encontraram os dela.
— Você é tão apertada, amor — ele sussurrou, a voz cheia de admiração. — Tão gostosa. E é tão bom saber que só eu te tive.
O pau duro pressionava a buceta dela. A cabecinha se empurrava contra a entrada, molhada, quente, a lubrificação escorrendo pelas coxas.
— Só as boas meninas fazem sexo com o papai — ele disse, a voz rouca, como se estivesse contando um segredo. — E você é uma boa menina, não é?
Ela abriu as pernas mais, convidando, pedindo.
— Sim, papai. Só com você.
Ele entrou devagar. O pau deslizou para dentro, centímetro por centímetro, esticando a buceta pequena, preenchendo cada espaço. A lubrificação abundante, o orgasmo anterior, o corpo que já conhecia aquele caminho tudo facilitava, e o que antes era uma estranheza agora era uma espera ansiosa, um querer.
Ela sentiu a cabeça do pau ultrapassar a entrada, a haste grossa se acomodando dentro dela, a base finalmente encostando na sua pele. Ele estava completamente dentro. Preenchia cada parte, cada centímetro. O corpo de Aurora se abriu para recebê-lo, a buceta se contraiu em volta dele, abraçando, apertando, pedindo mais.
— Papai… — a voz falhou, os olhos se fecharam.
Ele começou a se mover devagar, os quadris encontrando o ritmo, o pau deslizando para fora e voltando a entrar. A boca dele encontrou o mamilo de novo, sugando, lambendo, como se os dois estímulos tivessem que acontecer juntos.
— Você é tão apertada, filhinha — ele murmurava entre as lambidas. — Tão gostosa. Ninguém nunca vai te ter assim. Só eu.
O pau entrava fundo, a buceta apertava, os mamilos eram lambidos, sugados, brincados. Aurora sentia cada parte do corpo sendo tocada, preenchida, amada. Os dedos se enterraram nos cabelos dele, as pernas se abriram mais, os calcanhares pressionaram as costas dele, puxando-o para mais fundo.
— Mais, papai. Quero mais.
Ele acelerou o ritmo. O pau entrava e saía, a boca continuava nos seios, a língua desenhava círculos nos mamilos duros. A buceta de Aurora se contraía a cada estocada.
— Só com você, papai — ela sussurrou, os olhos fechados, a voz falhando. — Só com você. Sou sua. Só sua.
Aurora gemia e virou a cabeça para a tela. O filme ainda continuava. A ruivinha estava deitada de bruços, a bunda levantada, o rosto enterrado no travesseiro. O pau preto e grosso entrava e saía de dentro dela, esticando a buceta a cada estocada. A garota gemia, a voz aguda e molhada, o corpo balançando com o ritmo da foda.
Aurora assistia como se fosse um espelho. A garota na tela era igual a ela cabelos ruivos, corpo magro, seios pequenos. E ela estava ali, na mesma posição, sentindo o pau do pai entrar e sair, a boca ainda quente nos mamilos que ele tanto amava.
Era como se o vídeo tivesse sido feito para ela, para aquele momento, para aquela noite.
— Aaaa, papai, eu vou gozar — ela gemeu, a voz mais alta, os olhos fixos na tela.
— Isso, goza no meu pau — o pai respondeu, a voz rouca, os quadris acelerando o ritmo. — Goza pra mim, filhinha. Mostra como você gosta.
Aurora sentiu os espasmos vindo. O clitóris pulsou contra o pau que a preenchia, a buceta se contraiu, o líquido quente escorreu pela pele.
Ela gozou junto com a garota do vídeo.
O corpo tremeu, as mãos se agarraram no sofá, a boca se abriu num gemido que se misturou com o gemido da ruivinha na tela. Os dois sons se fundiram, e Aurora sentiu que estava dentro do vídeo, que era ela mesma a garota sendo fodida, que aquele prazer era o mesmo.
O homem continuou se movendo dentro dela, sentindo cada contração, cada aperto. A boca dele encontrou a dela, o beijo molhado, profundo.
— Boa garota — ele sussurrou, a voz cheia de orgulho. — Gozou tão lindo. No pau do papai.
Aurora ainda tremia, o corpo quente, a buceta pulsando em volta do pau que ainda não tinha saído. Ela olhou para a tela. A ruivinha também estava gozando, o corpo arqueado, os olhos fechados.
Era lindo. Era perfeito.
— Te amo, papai — ela sussurrou, os olhos fechados.
— Te amo, filhinha.
O pai começou a se mover de novo. Dessa vez mais devagar, como se estivesse saboreando o momento. Mas não tinha pressa.
Aurora deixou o corpo relaxar, os olhos ainda na tela, o som do vídeo preenchendo o silêncio. Ela estava cansada, satisfeita, completa. A respiração voltava devagar, o peito subindo e descendo num ritmo calmo, o corpo mole no sofá.
Foi quando sentiu o gozo do homem.
O primeiro jato quente veio como uma confirmação, uma recompensa. A sensação de satisfação se espalhou pelo peito, pela barriga, por cada centímetro da pele. Era exatamente isso que ela queria. Os jatos quentes de esperma preenchiam a buceta, escorrendo pelas paredes internas, deixando um rastro quente que fazia o corpo todo relaxar.
O homem empurrou mais fundo, os quadris pressionando contra a bunda dela, a base do pau encostando na pele macia. Ele queria garantir que cada gota fosse depositada dentro dela, que não sobrasse nada. O corpo de Aurora se contraiu em volta dele, como se estivesse abraçando o gozo.
Depois de longos segundos, ele finalmente saiu. O pau deslizou para fora com um som molhado, e ela sentiu o vazio, seguido pela sensação do esperma escorrendo pela coxa.
O Pai se sentou na borda do sofá, ofegante, os olhos fixos no corpo nu de Aurora. Ele apreciou a obra. A ruiva deitada, as pernas abertas, a buceta brilhando com a mistura do gozo e do prazer. O líquido escorria devagar, um fio branco e grosso que deslizava pela pele macia.
Ela estava linda. Perfeita. Era tudo o que ele queria ver.
Ele levou o polegar ao grelinho dela. O toque foi lento, macio, quase paternal. O polegar deslizou em círculos suaves, acariciando a pele sensível de um pai que acaricia a filha depois de uma tarefa bem feita.
— Boa menina — ele disse, a voz baixa, cheia de orgulho. — Você é tão boa para o papai.
Aurora sentiu o toque, um arrepio que desceu pela espinha. O corpo ainda quente, a buceta ainda pulsando, o grelinho sensível sob o polegar dele. Ela não queria que ele parasse.
Os olhos dela encontraram os dele.
— Eu quero ser boa para você sempre, papai.
Ele sorriu, o polegar continuando o movimento.
— Você é, filhinha. A melhor menina que um pai poderia ter.
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Comentários (1)
Lodive0: Muito obrigada pelo comentário, mas eu sou uma garota 😅
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