#Gay #Teen #Trans

Escravo transforma menino em sua Esposa

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Contos55

Esta é uma obra de ficção histórica.

Hummm, lá vem ele. Joãozinho era grande consolo aos meus olhos após horas de trabalho árduo. Nós, escravos, eram frequentemente orientados a não olhar diretamente nos olhos do filho do patrão e tínhamos que tratá-lo com o máximo de respeito, não fazer isso, era motivo para uma surra imediata.

João tinha 15 aninhos e era o filho do patrão, e mesmo sendo o único filho dele, Joãozinho era tratado com bastante desdém, pois o menino havia nascido normal como todo mundo imaginava, mas com o início da adolescência, os peitos do menino começaram a crescer, como o de uma menina, isso com certeza mudou algo na cabeça do patrão, que não via mais seu filho como um "homem de verdade" para comandar a fazenda e disciplinar os escravos. O patrão não sabia, mas já rolava boatos entre os escravos que o seu filho dele, não era um homem de verdade. Boatos rolavam soltos, principalmente quando os peitos do João estavam bem grandes, impossíveis de esconder nas vestes do garoto.

Por Joãozinho ser bem solitário na fazenda, ele costumava caminhar por aí, mas seu pai sempre mandava ele colocar umas fitas em seus peitos para escondê-los, para não envergonhar o nome da família.

Já eu, era o Pedro, todo mundo me chamava de Pedrão, por eu ser um dos escravos mais altos e fortes da fazenda, por isso, eu realizava os trabalhos mais pesados. O patrão me comprou justamente por causa dessa característica, além de também eu poder dar filhos que também poderiam ser fortes igual a mim.
Mas ser grande igual eu, claro que significava mais trabalho para mim, mais sofrimento de um trabalho miserável. Mesmo sendo um trabalho horrível nessa fazenda, ainda assim era melhor estar aqui do que ser escravo de algum sádico, que era o que mais tinha.

Além disso, também valia a pena ver o garoto João caminhando por aí. Alguma coisa naquele garoto me chamava a atenção. Os boatos dele não ser um homem de verdade como os outros escravos falam, só aumenta mais ainda minha vontade. Ver aquele garoto branquinho andando igual a uma femeazinha despertava o interesse de qualquer negão como eu.

Certo dia de caminhada normal, João deixou cair um item importante fora de casa. Quando eu achei, eu sabia que o risco de alguém me ver com aquele item era enorme, passível de pena de morte. Eu estava em um forte dilema, pois eu temia em contar para o patrão, porque ele certamente pensaria que eu o havia roubado!. Mas se eu não contasse, ele nos interrogaria a todos até confessarmos tudo! Maldita seja essa escravidão demoníaca.

Meu destino foi selado no dia em que nasci, filho de uma escrava. Ela era uma mulata de pele clara, fruto do estupro de sua mãe por um homem branco. O mesmo aconteceu com minha mãe estrupada por um homem branco, com ela me carregando por meses, o fruto de seu estrupo. Como eu ainda era adolescente, eu acabei sendo vendido para o meu patrão atual, e desde então nunca mais vi minha mãe, mas mesmo sendo um escravo, eu tenho orgulho de minha pele escura.

Tive a ideia de devolver item diretamente para as mãos do próprio João que o perdeu, pois ele nunca pediu para chicotiarem algum escravo daqui, então, imaginei que ele fosso um dos poucos brancos bons que existem. A maior dificuldade seria encontrar um momento certo para falar e entregar o item para ele a sós, para que ninguém visse e pudesse falar para o patrão. Se alguém soubesse seria um escândalo, e provavelmente eu seria morto, mas meu deus devia estar me protegendo, porque no dia seguinte, por volta do meio-dia, surgiu a oportunidade perfeita.

Eu estava lavando ferramentas num riacho que cortava a fazenda, com as calças e a camisa velhas jogadas no chão, quando o garoto João apareceu descendo a margem do riacho. Eu não tinha ouvido ele chegar e fiquei surpreso quando o vi ali.

Eu: oh, bom dia, vc me assustou

Entrei no rio para não envergonhar o menino com a minha nudez.

João: oi, Pedrão

O garoto riu, me encarando com curiosidade. Fiquei pensando por quanto tempo ele havia chegado e ficado ali me observando, e se ele tinha visto, bem ...o meu pauzão preto.

Eu: o que o senhor tá fazendo aqui? precisa de alguma ajuda?

João: ah nada, só dando um passeio por aí.

Aquele garoto branquinho era sim bem solitário na fazenda, mas eu nunca tinha o visto perto do riacho. Vi o jeito como ele me olhava, com aquela expressão de curiosidade, como se quisesse ver mais...sabe. Eu logo lembrei dos boatos e pensei: "se ele tem seios de menina, será que ele tem uma xexeca também?". Logicamente que não, mais minha curiosidade estava explodindo em minha cabeça. "E se ele for realmente uma menina, e se confundiram no nascimento?", eu pensei, mas uma coisa era certa, se ele for uma menina mesmo, naquela idade com 15 aninhos, é quando uma garota mais precisa de um homem de verdade, e já parecia que o meu corpo forte tinha despertador o interesse nele. Então, testei minha teoria em meus pensamentos, e comecei a sair lentamente da água.

Primeiro vieram meus ombros largos como bolas de canhão, repletos de músculos. Eles se ligavam a bíceps volumosos e peitorais robustos, todos cultivados por anos de trabalho árduo, algo que seus parentes brancos jamais haviam experimentado. Aquele menino provavelmente nunca vira um corpo tão trabalhado, tão forte e musculoso de um macho de verdade igual a mim.

Os lindos olhos do menino escureceram e suas bochechas coraram quando meus músculos abdominais ficaram à mostra, porém seu olhos se arregalaram assim que viu meu pauzão preto surgindo da água. O menino João não conseguia desviar os olhos de meu pauzão. Com certeza ele nunca tinha visto nada parecido com um pauzão de um homem de verdade em sua frente. Eu sempre me gabei do quão eu sou abençoado. Meu pauzão sempre foi grande até mesmo na minha infância, e foi por isso, que eu fui comprado pelo pai do João, pela minha alta virilidade.

Eu: há algo que o filho do patrão queira?

Olhar para aquele garoto branquinho em minha frente, fez meu sangue correr para meu pau, o fazendo crescer e ficar completamente ereto e duro na frente do Joãozinho. Meu pauzão estava durasso igual de um touro e apontando diretamente para o garoto.

João: por favor Pedrão, pode me chamar de João ou Joãozinho como vc quiser

Eu: tem certeza? Eu não quero ser inconveniente sabe

João: sim, e que eu te conheço desde sempre e eu te considero como se fosse da família

Eu: nossa sério mesmo?

Continuávamos firmes em nossas posições, a cerca de 3 metros de distância um do outro.

João: sim, eu acho que gosto de você, Pedrão

Não sei o que me deu, mas eu me sentia ousado e atrevido. Sabia dos riscos de agir de forma imprópria perto de uma garoto branco, e ainda por cima filho do patrão, mas naquela hora não se tratava de cor de pele. Tratava-se de dois animais que precisavam estar juntos da maneira que só um macho e uma fêmea conseguem. Eu podia ver em seus olhos, ouvir em sua respiração entrecortada — a necessidade de acasalar.
Comecei a acariciar meu pauzão lentamente, mais por instinto do que por qualquer outra coisa. Ele não conseguia parar de olhar para meu pau, completamente fascinado.

Eu: Joãozinho, porque vc não faz algo para mim?

João: oq?

Uma pequena parte de mim estava apavorado, mas o resto não se importava. Eu precisava transformar aquele garoto branquinho em uma menina por completa.

Eu: pq vc não tira essa roupa? Está tão quente aqui, vem entrar na água

De alguma forma, ele ficou ainda mais branco ainda, petrificado como um fantasma. Como ele ainda não tinha fugido, então imaginei que eu ainda tinha uma chance.

Eu: me ouviu? Está tão fresquinho a água pode vir, ninguém vai ver além de mim

João: tem certeza...?

É claro que não, mas eu já não ligava! Já tínhamos ficado sozinhos tempo suficiente para que ser pegos significasse uma surra, então pensei: "Que se dane, posso muito bem ver as tetas que os boatos falam!".

João: é que...

Eu: pode vir, vem, a água tá maravilhosa

Era um risco enorme fingir que eu tinha alguma autoridade naquela situação, mas meu tamanho imponente naturalmente me dava alguma. E pareceu funcionar, porque lentamente vi a garoto mover as mãos. "Isso mesmo..." murmurei enquanto ele delicadamente tirava as peças de roupas. Eu acenei com a cabeça para que ele continuasse, então, assim que ele tirou uma segunda blusa que estava vestindo, pulou para fora duas tetas branquinhas lindas.

Deve ter sido libertador estar com os seios ao ar livre, provavelmente a primeira vez desde o nascimento. Mas também humilhante, já que o Joãozinho aprendeu a ser civilizado, e também o seu próprio pai o ensinou a ter vergonha de seus peitos e sempre o escondê-los.
Enquanto ele se inclinava para a frente, para tirar as calças, seus seios firmes e jovens balançavam. Eu nunca tinha visto seios tão brancos e cremosos, nem mamilos rosados, e admito que a visão maravilhosa. Eu não entendia como um menino podia ter peitos assim igual de uma mulher, mas eu não me importava, buraco era buraco.

Assim que ele tirou a parte de baixo, ele se endireitou e seus seios firmes também se ajeitaram, seus mamilos rosinhas perfeitos sob meu olhar de macho. Desci meus olhos, vi que ele escondia sua virilha com sua mãos. Ele tava com muita vergonha por se expor assim, mas quando eu balancei a cabeça negativamente. Ele implorou com os olhos desesperado para preservar o único resquício de pudor, mas eu continuei a repreendê-lo.

Eu: pode mostra bebê, vc vai viu o meu, nada mais justo que eu também ver o seu

Ele estremeceu de vergonha, mas acabou cedendo. Enquanto suas mãos se moviam para trás das costas, fui agraciado com a visão de adorável pintinho pequeno de uns só 7 a 8 cm. Além do pau minúsculo, o João também não tinha nenhum pelo na região, o fazendo parecer realmente com uma menina.

Eu: Vire-se para mim, e me mostra sua preciosidade

Pedi me masturbando com a visão dele peladinho. O Joãozinho deu um gemido e empinou a sua bunda em minha direção. Ele podia estar com vergonha, mas estava adorando se exibir para um homem, agindo como uma fêmea no cio. E fêmea no cio é que mais precisa de um macho.

Eu: vai me mostra esse seu buraquinho, sua bucetinha quero ver

O Joãozinho fez isso com relutância, mas com suas mãos ele abriu bem suas nádegas branquinhas lindas e expôs um cuzinho rosinha mais lindo que tinha visto em todo minha vida. Ver aquele cuzinho me fez sentir como um homem de verdade, que o próprio Deus me fez ser.
Ele tremia freneticamente de vergonha enquanto abria ainda mais sua bunda e deixado exposto seu cuzinho. Eu não conseguia acreditar na facilidade com que eu o dominei, mas, em seu estado virgem, não deveria ter me surpreendido. Um garoto igual ele com peitos assim como ele, precisa de um homem de verdade que o trate e o transforme em mulher de vez. Sinto que esse é meu destino imposto por Deus, fazer esse muleque virar uma menina por completo.

Me masturbando como um louco, eu saio do rio definitivamente e pisei na terra. Sua bundinha branquinha era meu alvo, com minha lança preta me guiando até mais perto. Eu mal podia esperar para arrombar aquele cuzinho rosinha, virgem e apertadinho. Mas quando eu estava me aproximando de sei cuzinho rosado e brilhante, ouvi de longe: "João?"

Eu e o Joãozinho fomos arrancados de nossa fantasia e jogados na realidade. Se um homem negro for flagrado com um garoto branco, isso seria motivo de linchamento. Por causa disso, o João agarrou suas roupas e saiu correndo. Com a sua agilidade, ele sumiu antes que eu pudesse me virar. Eu estava frustrado, mas já sem medo, eu mergulhei de volta no rio e peguei minhas ferramentas e só pude pensar: "merda, como eu queria arrombar aquela bundinha e engravidar aquele branquinho". Mas meu pau ainda estava durasso igual pedra, e com a imagem da bundinha branquinha do Joãozinho, eu batia uma bela punheta no rio e gozei todo o meu leite viril na água. Eu prometi a mim mesmo, da próxima vez, eu gozaria meu leite dentro do Joãozinho.

Ao retornar, fiquei com medo de que o jovem me dedurasse. A qualquer momento, ele poderia correr até o pai ou para o capataz e contar que eu tentara seduzi-lo. Naquela noite em minha cabana, fiquei em constante alerta, esperando que um bando de brancos viesse a cavalo para me atacar. Eu já tinha visto isso acontecer antes e rezei a Deus para que ele não contasse. Mas então me lembrei dos olhares que ele me lançou, e de como foi fácil fazer ele me mostrar seu cuzinho, e soube que o Joãozinho precisava de um homem. Sim, o senhor João, filho do dono da fazenda, precisava desse enorme pau preto dentro dele, desejava ardentemente e não ousaria me punir até que o recebesse. Disso eu tinha certeza agora.

Nos dias seguintes, Joãozinho me evitou, o que era fácil, dada a sua vida. Mas na sexta-feira, seus desejos devem ter retornado, porque o flagrei me espiando, lançando olhares furtivos enquanto eu trabalhava. Fingindo que não percebi, aproveitei a oportunidade e tirei a camisa. Isso deve tê-lo excitado, porque ele não conseguiu mais se esconder, espiando frequentemente enquanto eu cortava lenha. Percebendo o quanto ele precisava daquilo, aventurei-me pelo caminho em direção a um velho celeiro onde guardávamos ferramentas. Era um lugar pouco frequentado, o que o tornava perfeito para atrair o filho do patrão. Desci assobiando e pude ouvi-lo se movendo pelos arbustos atrás de mim. Entrei no celeiro e bastou cerca de um minuto para que ele enfiasse a cabeça pela janela. Quando o vi e ele a mim, ele se escondeu.

Eu: vem, pode entrar.

Lentamente, ele se levantou novamente e olhou para mim através da janela quebrada. Até que começou a andar e entrar pela porta do celeiro lentamente.

Eu: vem, não tem ninguém aqui

João: tem certeza?

Eu não respondi e só acenei positivamente. Eu estava sentado em uma cadeira de madeira no meio do celeiro completamente pelado, pois assim que entrei no celeiro tirei toda minha roupa rapidamente. Quando ele se aproximou de mim, ele tremia de medo, com seu corpinho quase ficando da minha altura enquanto eu estava sentado na cadeira.

Eu: não quer tirar a roupa?

Notei que ele estava usando menos roupa como a primeira vez no riacho. Provavelmente ele usava blusas grossas ou mais de uma, para esconder os seus peitos, mas agora ele não tava com uma blusa como antes, e sim era menor, com certeza ele ficou mais confiante desde a última vez.

Eu: nossa blusinha pequena né

Assim que ele tirou a calça, eu segurei sua coxa e o virei de costas pra mim. Soltei um suspiro ao sentir sua pele macia, diferente da minha depois de anos de trabalho árduo. Até seu cheiro me deixava louco, e enquanto eu passava minhas mãos por suas coxas, João não conseguiu mais resistir à nossa conexão. Num instante, ele tirou toda a sua roupa e olhou para mim todo apaixonado.

Inseri meu primeiro dedo lentamente em seu cuzinho apertadinho. Não conseguia acreditar que eu era o primeiro homem a entrar naquele buraquinho precioso e senti um orgulho imenso por saber. Eu, um homem negro, era o seu macho, para sempre e sempre, e ele jamais poderia mudar isso.
Ele por ser baixinho estava na ponta dos pés agora, enquanto eu mergulhava e retirava meu dedo de seu cuzinho rosadinho. Joãozinho olhava para trás, enquanto seu cuzinho engolia meu dedo, e assim que eu vi seu rostinho de prazer, eu não me aguentei e mergulhei meu rosto em sua bunda e comecei a lamber e chupar seu cuzinho maravilhoso.

Com seu cuzinho totalmente acessível, eu agora só consiga lamber e chupá-lo. O sabor era irresistível e eu não tinha intenção de parar. Sem pedir permissão, puxei o Joãozinho para o meu colo. Seu cuzinho molhado pela minha baba pairava sobre meu pau, mas eu sabia que penetrá-lo com força não adiantaria. Não, eu precisava que ele gostasse, para que implorasse por mais. Ele tremeu assim que sentiu a enorme cabeça preta do meu pau tocando seu cuzinho rosado intocado. Ele parecia nervoso agora que tudo estava se tornando real, mas eu não me importava. Isso só poderia terminar de um jeito.

Eu: esta tudo bem, não se preocupe com nada, eu vou te fazer sentir muito bem

Eu empurrava ele lentamente para mais baixo, enfiando meu pauzão preto enorme em seu cuzinho apertadinho. Eu gamei loucamente quando a cabeça do meu pauzão entrou e rompeu o lacre de seu cuzinho.

Eu: meu deus, vc é tão gostosa

Assim que falei isso, pude ver que deixou o Joãozinho feliz, pois ele com certeza adorava ser tratado como menina.

João: mesmo?

Eu: vc nem imagina, meu amor. Quente e apertadinho seu cuzinho, ou melhor, sua bucetinha

João: adoro quando vc me trata no feminino

Eu: mas é isso que vc é, uma menina

Eu estava em um estado eufórico, pois meu pau nunca havia entrado dentro de um menino antes, e era muito mais apertado que uma garota de verdade. Parecia que eu estava transando com um anjo, devido a sua pele, seu tamanho e seu cuzinho mágico. Joãozinho estava com dificuldade para respirar enquanto eu metia cada vez mais fundo, por isso, eu dei uma pausa e deixei ele se recuperar um pouco. Mas dessa vez o coloquei em meu colo, e como ele era baixinho, seus pés nem tocavam no chão enquanto estava sentado em meu colo.

Voltei a enfiar meu pauzão preto no seu cuzinho, mas dessa vez enquanto eu enfiava meu pau nele, eu ficava cara a cara com ele, olhando seu rosto com prazer e dor enquanto meu pau entrava. Para aumentar o seu prazer, eu agarrei seus seios e comecei a chupá-los como se eu fosse um bebê. Pela surpresa dele, com certeza ninguém nunca havia tocado em seus peitos na vida. Seus seios eram tão lindos, que eram impossível não abocanha-los.
Continuei enfiando cada vez mais fundo em seu cuzinho, o colocando no limite para acomodar um pau tão grande dentro dele.

João: é muito grande, não dá

Eu: é grande sim, mas é exatamente do que vc precisa

Mais da metade do meu pau já estava dentro e eu quase já conseguia ver a silhueta do meu pau dentro de sua barriga. Eu o estava empalando com meu mastro, mas o nosso contraste só tornava tudo ainda melhor. Meu pauzão preto entrando em um cuzinho rosinha de um branquinho. Naquela época isso era um tabu tão forte, mas eu não me importava desde que eu transformasse o Joãozinho em minha mulher.

Continuei a chupar seus seios. Era bom estar no comando pela primeira vez, ser um homem, especialmente com a filho/filha do patrão. E era excitante vê-lo se contorcer, vê-lo tão impotente e frágil, diante de um negão macho alfa como eu. Poucos minutos depois, quando finalmente meu pau entrou por completo, eu o parabenizei com um beijo de língua, sendo nosso primeiro beijo.

Eu: viu só, o Pedrão já totalmente dentro de vc, gostou?

Ele tentou desviar o olhar, mas eu virei a cabeça dele de volta para mim.

Eu: te fiz uma pergunta, quando seu macho te faz uma pergunta, você responde entendeu?

Percebi que ele estava desconfortável com meu tom de voz, mas eu realmente não me importava. Eu havia tirado sua virgindade, invadido seu templo sagrado, e não havia como voltar atrás. Ele agora era uma menina e era minha e, por Deus, eu juro que farei ele ser mulher e esposa.

João: sim, adoro quando vc tá dentro de mim

Eu: isso mesmo...

Apertei um dos seios dele e voltei a chupá-lo como recompensa.

Eu: agora, Joãozinho, vd precisa me ouvir quando eu mandar vc fazer alguma coisa, entendeu?

Um sorriso surgiu em seu rosto confirmando que ele entendeu.

Eu: diga agora que vc é minha, preciso ouvir vc dizendo isso

João: mas...

Eu: sem mas, diga que vc é minha agora vai

João: eu sou todinha sua

Soltei um suspiro furioso quando ele finalmente admitiu o que nós dois sabíamos. Assim no auge do tesão passei a enfiar e martelar meu pau em seu cuzinho. Passei a estocar fortemente em seu cuzinho, demonstrando minha dominância como o macho da relação. Meu tesão estava nas nuvens por estava fudendo como um animal no cio com o filho do patrão, que agora era uma menina nas minhas mãos.

João: eu sou sua garota, sou toda sua

Eu: sim vc é minha, toda minha

João: aaiii, pode me estrupar com esse pauzão todos os dias

Eu: toda dia eh gostosa? Vou te encher de leite e te engravidar tá ouvindo?

João: sim, sim, me engravida quero ser a mãe dos seus filhos

Eu tinha virado uma verdadeira fera fudendo aquela bundinha branquinha. O Joãozinho tremia todo enquanto seu pequeno pênis tinha um orgasmo sem as mãos. Além de tudo era lindo ver as tetas dele pulando de cima pra baixo, como uma fêmea, até que eu não aguentei e descarregei meu leite fértil dentro daquele cuzinho divino. Eu gozei tanto, que chegou a vazar do cuzinho do muleque e formar uma poça de esperma branco no chão do celeiro.

Ele também soltou um gritinho, um som que eu esperava reproduzir em muitas outras ocasiões. Depois que finalmente relaxamos, a gravidade da situação ficou evidente. Eu havia tirado a virgindade do filho do patrão, inundado suas entranhas com meu leite e, se ele for uma menina de verdade como eu suspeito, muito provavelmente, eu teria o engravidado.
Passamos por uma gama extrema de emoções enquanto nos olhávamos, mas, uma coisa eu podia afirmar, eu tava gamado no Joãozinho, eu o via como uma menina mesmo. Até porque os seios, o pinto minúsculo e a altura ajudava.

No dia seguinte, eu acordei estressado. Claro, tinha medo de ser linchado por isso caso alguém saiba que transformei o filho do dono em uma menina louca por pau. Foram se passando os dias e a nossa relação começou a ficar estável. O celeiro antigo virou nosso antro de amor.

João: me fode com seu pauzão preto

O Joãozinho estava de quatro em cima do feno dentro do celeiro enquanto eu o fodia brutalmente como um animal em seu cuzinho. Eu dava surra de piroca quase que todos os dias no Joãozinho, que agora virou minha menina.
Eu batia com força na bunda branquinha cremosa dele, cada tapa uma pequena vingança pelas milhões de chicotadas que meu povo havia sofrido. Eu batia na vadia até a bunda dele arder, saboreando o poder que eu tinha sobre ele, mesmo que apenas nesses breves encontros. E eu não me sentia mal pelo tratamento bruto, pois o Joãozinho voltava correndo para mim todas as noites, entrando sorrateiramente em minha cabana para provar minha carne máscula.

Foram-se meses fazendo Joãozinho minha namorada no celeiro, mas certo dia eu tava esperando ele normalmente como de costume nesse meio tempo, quando eu chegou em silêncio e um pouco atordoado.

Eu: oq querida?

João: promete pra mim, que não vai ficar chateado?

Eu: claro amor, eu te amo tanto

João: olha... acho que tô esperando um bebê seu

Nisso, o menino levanta a blusa e me mostra sua barriga meio saliente, mas já estava assim das outras vezes que eu o tinha visto nessa semana.

Eu: sua barriguinha tá um pouco maior sim, mas o que te faz pensar que tá grávida?

João: hoje quando eu acordei senti meus peitos muito sensíveis, mas pensei que era da nossa última transa, mas quando eu toquei no meu mamilo saiu uma gota de leite assim ó..

Nisso, ele aberta em de seus seios e saiu um fio de leite daquele mamilo rosinha. Era uma visão linda aquilo, pensar que eu realmente tinha transformado um garoto em uma menina de verdade e a engravidado. Além da certeza da gravidez, veio o medo, pois o pai do bebê era um escravo negro. Mesmo com o fim da escravidão mais próximo do que nunca, o medo ainda era grande, pois além disso, Joãozinho era um menino e um menino engravidar deveria ser impossível, como explicar isso.

Tentamos pensar em algo ainda no celeiro, mas tudo o que pensamos sempre envolvia um terceiro homem, e isso pra mim não dava. Meu sangue fervia de ciúmes, só de pensar no Joãozinho, a minha menina, com outro homem. Eu estava completamente apaixonado e ele era a única coisa que eu controlava neste mundo inteiro e eu não queria perdê-lo.
No dia seguinte, Joãozinho chegou radiante no celeiro, pois ele falou que sonhou com um plano que podia dar certo. Não tínhamos muitas opções, então, decidi ouvi-lo, pois caso tivéssemos um plano tínhamos que fazê-lo logo, pois a barriga do Joãozinho já estava aparecendo.

João: eu sonhei que nós dois fugimos juntos

Eu: fugir é isso que vc quer?

João: não só isso, bem longe daqui eu poderei ser esposa e ninguém iria saber que eu nasci menino

Eu: verdade, longe daqui ninguém iria nos conhecer

João: até podemos nos casar, assim eu serei sua esposa

Eu: isso que eu mais quero, vc sendo minha mulher, nossa casa, nos dois dormindo juntinhos

João: também quero

Eu: tenho um amigo que pode me ajudar a conseguir um lugar temporário pra nós até conseguirmos ir para o mais longe possível

João: sério mas pra quando?

Eu: vou falar com ele assim que sair daqui querida

João: tá bom

Eu: bom, como vamos agir que vc sempre foi menina, vc tem roupas femininas pro dia que a gente fugir?, assim vai ser mais fácil

João: infelizmente não

Eu: não se preocupe amor, eu vou conseguir roupas pra vc, só não garanto que vão ser novas

João: não importa, eu só me importo em fugir com vc

As semanas seguintes só foram eu arranjando um lugar pra ficar. Meu amigo que também era escravo aqui, me disse que tinha família morando bem longe, longe suficiente para nenhum senhor escravocrata nos achar. Ele só estava agindo como escravo nessa fazenda para conseguir roubar o máximo possível sem ser percebido, pois já era óbvio que a escravidão iria acabar e ser abolida, era só questão de tempo, então, ele estaria roubando para conseguir sobreviver após o fim da escravidão.
Como a situação da escravidão estava dando bastante problemas para os senhores escravocratas, o pai do Joãozinho teve que viajar para a capital tentar e ajudar a manter a escravidão, para os seus negócios não serem afetados. Eu e o Joãozinho vimos nisso, a oportunidade perfeita para fugir.

Durante essa semana, eu e o meu amigo José conseguimos roupas femininas. Eu não contei o motivo óbvio, mas elas eram para o Joãozinho fugir comigo, enquanto o José continuaria na fazenda. Quando me encontrei com o Joãozinho no celeiro de sempre falei.

Eu: já tenho tudo arranjado, podemos fugir agora se quiser

João: sério? Eu quero vamos agora então

Eu: aqui nessa mala tem as roupas só vestir elas

O muleque assim que viu os vestidos e roupas femininas brilhou os olhos, ele sempre quis se vestir como menina, mas nunca teve chance, mas agora além de se vestir como uma, também grávida como uma. O menino foi tirando suas roupas de menino, e assim que ele ficou totalmente peladinho, dava pra ver como o corpo dele me dava tesão. Com a barriga crescendo devido a gravidez progredindo, dava pra ver que os seus seios estavam bem maiores e só de ver ele se arrumando me deu um tesão. Devido a barriga, o seu pintinho pequeno atrofiou e começou a entrar para dentro da pele, e realmente começou a parecer com uma bucetinha de uma garota.

Eu: vc tá tão linda com esse vestido

João: obg

Eu: suas tetas estão explodindo nesse vestido

João: sempre quis usar, vc acha que ficou bom?

Eu: que amor? Vc tá belíssima, só me fez amar ainda mais vc

João: eu também te amo

Nos beijamos apaixonadamente, eu sabia que aquele muleque era minha alma gêmea, por isso iremos fugir e construir nossa vida juntos. Nessa mesma noite roubamos uma carroça e fugimos rumo ao norte. No dia seguinte chegamos em uma cidade, mas preferimos não fixar para não levantar suspeitas. Assim continuamos rumo ao norte, que era a direção de uma pequena vila de ex-escravos que haviam fugido, e construíram uma vida no simples do campo.

Como o Joãozinho tava carregando meu filho, ele não fazia esforço durante a viagem. Foram semanas dormindo sem um teto, apenas na natureza, mas valeu a pena, por estar junto com a minha futura esposa. Transar a luz da lua era maravilhoso, principalmente quando suas tetas estavam pulando enquanto ele sentava no meu pirocão, visão essa que qualquer macho iria querer de sua fêmea.
Depois de longas semanas indo de cidade em cidade, finalmente conseguimos chegar na vila que José mencionou. E realmente lá só tinha negros iguais a mim, que me viam como irmãos. Sinto que lá eu fui realmente acolhido.

Para contar nossas histórias para ninguém aqui também não suspeitar. Joãozinho concordou em começar a se chamar Joana para ninguém descobrir que ele é na verdade um menino.

A vila era pequena com certa de umas 10 casas, e várias famílias. Assim que chegamos eu falei que foi o José que mandou vir para cá, e só assim que garantir a amizade deles, pois como eles eram ex-escravos fugidos, ninguém poderia saber onde eles estavam. Eles concordaram e deixar a gente ficar, desde falaremos com o líder da vila, que era um senhor de uns 60 anos que comandava tudo ali. O líder deles ficou surpreso que uma branca tenha se apaixonado por um negro, mas sabe ele que a minha amada era um menino, mas ninguém nunca irá descobrir isso.
Ele nos deixou ficar assim que soube que eu tinha engravidado minha amada, que uma branca estava carregando um bebê de um de seus irmãos negros. Passamos a morar juntos em uma casinha pequena, mas só de estar com minha amada valia a pena. Só de acordar e vê-la ao meu lado era uma realização. Construi minha nova vida nessa vila com minha esposa e ao longos dos anos passamos a ter vários filhos e eu, Pedrão, virei o pai com mais filhos da vila. Por eu ser bem forte e másculo, passei a trabalhar nas plantações de comida para a vila. Esse era a vida que qualquer homem iria querer, depois de um árduo dia de trabalho, chegar em casa e a ter uma esposa te esperando em casa para me aliviar o tesão.

Continuo perdidamente apaixonado pela minha Joãozinho/Joana. Chega momentos que eu simplesmente esqueço que minha amada nasceu um menino e que foi eu que a transformei na mulher que ela é hoje. Eu só tenho agradecer por ela ser uma boa esposa e uma boa mãe, para os nossos mais de 30 filhos que tivemos em toda nossa vida. Uma coisa também agradeço pelos meus filhos nunca terem vivido os horrores da escravidão.

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