#Coroa #Gay #Traições

A enchente me serviu um pastor casado

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It_opalhaço

Quando a oportunidade bate na sua porta, você vai dizer não? Eu nem respondi, só cai de boca.

Cara, honestamente, eu sou veado para um caralho.
Se tem uma coisa que me deixa fraco, é macho. Gosto de todo tipo de homem, mas os que realmente me encantam, não são os galãs, musculosos e tudo mais, são os homens do dia a dia. Aqueles que você vê no metro, no mercado, no açougue, na vizinhança. E tem um na rua dos meus pais que é exatamente esse estereótipo: Negro, corpo normal, tem dois filhos (um deles é um sabor, inclusive), e as duas cerejas do bolo, casado e PASTOR.
Essa delicia mora em frente a casa dos meus pais, nosso primeiro contato foi quando ele recebeu uma encomenda minha (sempre ponho a casa dos meus pais porque na minha casa não fica ninguém), e a partir dai, toda vez que me via, me cumprimentava sempre muito animado, muito sorridente. De uma forma geral, eu sou mais na minha, porém todo mundo que me conhece sabe que sou gay, acredito que com ele não fosse diferente.
Em um sábado aleatório, estava no shopping dando um role e na volta decidi ver meus pais. Passei no mercado que é bem perto da casa deles para comprar algumas coisas para comermos. Assim que desci a escada do estacionamento, vi um homem de social entrando, na hora reconheci: Era o Irmão Valdemar, conhecido assim pelo bairro dos meus pais. Na hora que ele bateu o olho em mim, abriu um sorrisão e veio me cumprimentar. Trocamos algumas palavras cordiais e cada um seguiu seu caminho dentro do mercado. Agora vamos a dois detalhes muito importantes: Naquele sábado estava chovendo MUITO, o dia todo e praticamente sem trégua e na rua dos meus pais tem um córrego que se chover por 5 minutos, alaga e deixa a rua intransitável.
Pois bem, voltando ao mercado, estava terminando de passar minhas compras quando vi que novamente, desabava o céu. Ao passar pela entrada, o Irmão Valdemar estava encostado na porta esperando a chuva diminuir, segurando duas ou três sacolas. Ofereci uma carona para ele, afinal, estava chovendo forte e ele morava de frente aos meus pais, ele aceitou de bom grado.
O percurso leva menos de 10 minutos, porém, assim que virei a esquina e entrei na descida que leva a rua de destino, vimos que estava muito alagada. Irmão Valdemar me perguntou o que faríamos, disse que ia encostar o carro e aguardaríamos o nível da agua baixar e assim o fiz. A rua que estávamos tem algumas oficinas de concessionaria, e por ser sábado, estavam todas fechadas, tornando a rua vazia.
Começamos a conversar, ele perguntou com o que eu trabalhava, onde estava morando e coisas do tipo, retribui também com perguntas do dia a dia e o assunto foi desenvolvendo, até que ele perguntou quem era o rapaz que andava sempre comigo até um tempo atrás e sem pestanejar, respondi que era meu namorado, mas que tínhamos terminado há um tempo. Ele assentiu e disse que achava legal que a juventude de hoje em dia vivia sem se rotular e sempre de forma livre, que curtiam como queriam. Concordei e perguntei se na juventude dele foi diferente, e ele logo alegou que trilhou o caminho padrão dentro da igreja: Na juventude namorou com uma moça, casou e assim estava há mais de 30 anos.
Fiz uma cara de surpresa e ele percebeu, me perguntando o por que da expressão e eu respondi que é por que sempre fui muito liberal e não me imaginava tendo uma vida sexual tão padrão. Foi ai que ele fez e expressão que entregou todo o jogo: Aquela cara de quem concorda mas não podia dizer. Ali eu pesquei que o irmão Valdemar queria ter vivido e curtido mais, mas não podia por causa da vida que tinha montado. Aproveitei o rumo do assunto e perguntei se nesses 30 anos, nunca tinha dado uma fugida ou uma desviada e ele prontamente respondeu que não e que sempre foi muito correto. Naquele momento ele me olhou e disse:
- Você que costuma se relacionar com homens, como funciona? Me conta um pouco.
Eu, obviamente, comecei a contar a parte que sabia que seria interessante no momento:
- É pratico, homem com tesão se alivia e já era, não importa se é casado, se tem filhos. Sempre vai ter um outro homem pronto pra satisfazer e manter sigilo.
Ele não me respondeu, e eu emendei:
-Inclusive tenho certeza que não faltaria isso pro senhor, caso se desse a oportunidade.
Ele deu um sorriso sacana e me disse que na época que trabalhava como motorista, tinha um passageiro que vivia se jogando para cima dele, mas ele nunca deu moral, eu dei uma risada e pensei alto "O passageiro tem bom gosto" ele me olhou surpreso e foi direto na pergunta:
- Você me acha atraente?
Ali meu espirito de puta atacou e na lata respondi que achava demais, que se tivesse uma chance eu estaria mostrando tudo aquilo que estava contando, e não só falando. Ele riu e disse que não podia por ser casado, mas eu já tinha sacado o pau meia bomba na calça e ali eu dei bote: Enchi a mão na pica dele por cima da calça e disse que a cabeça de baixo dele estava pensando diferente da cabeça de cima. Ele colocou a mão por cima da minha e disse que era melhor parar, mas não fez nenhum esforço pra tirar minha mão dali. Então em um rápido movimento, virei por cima dele e puxei a alavanca do banco, o deixando deitado a minha disposição. Ele fez uma força para levantar, mas segurei ele com uma mão enquanto com a outra, abria a calça dele. Quando finalmente consegui colocar o pau dele pra fora, ele disse que era melhor ele ir embora. Eu olhei no fundo dos olhos dele e disse:
- O senhor que me desculpe, mas eu não ia sossegar enquanto não engolisse esse cajado
E literalmente engoli, fui com muita fome ao pote, senti bater no fundo da minha garganta. Em um movimento rápido, fiquei de quatro no banco do motorista que já estava deitado também, puxei o braço dele e coloquei sobre a minha bunda que não é nada humilde. Voltei a mamar com gosto aquele pau delicioso, preto, da cabeça roxa, tamanho normal porém perfeito pra engolir, ele começou a se soltar e empurrar minha cabeça, falando frases do tipo "Isso garoto, engole essa pica", o modo como ele me chamava de garoto, aquele jeito de pai, deixava meu lado puto mais puto ainda.
A chuva caia forte lá fora, quem passasse do lado via um carro estacionado e não imaginava que dentro dele, no banco de trás, seis sacolas de mercado e uma bíblia estavam sendo amassadas pelo banco da frente deitado e que por cima desse banco, o pastor exemplar do bairro estava socando dois dedos no cu do viado do bairro e empurrando forte a cabeça dele em direção a sua pica.
E que pau gostoso, como pode, Deus é perfeito em tudo que faz. Eu gemia, suava e empinava cada vez mais para que aquele pai de família sentisse o que um viado pode fazer por ele. E foi nesse momento que meu tesão chegou ao ápice: O celular dele começou a vibrar, era a esposa, ele se assustou e eu disse pra ele ficar calmo, atender e contar a verdade, que ganhou uma carona do filho do vizinho devido a chuva mas que estava preso no alagamento. Assim ele fez, e enquanto ele contava toda a verdade, a esposa não imaginava que o filho da vizinha estava engasgando na pica do pastor, marido dela. Ele tentava me segurar mas eu não parava de mamar, naquele momento eu não pararia nem se me pagassem. A esposa desligou o telefone, pedindo para ele me agradecer pela carona, e eu sorrindo respondi que ele estava pagando a carona com a pica.
Eu estava com tanto tesão, voltei a chupar, desci a língua por todo aquele mastro até chegar nas bolas. Estava chupando o saco dele enquanto batia uma, bem gostoso, ele gemendo e me dedando, anunciou que ia gozar. E eu não perdi tempo, voltei a mamar como uma cadela no cio. segurando o saco com uma mão, batendo com a outra e mamando ao mesmo tempo. Não tem macho que resista ao boquete de um viado, ainda mais um esfomeado por pica.
Ele começou a gemer forte, me deu um tapa na bunda que estralou, certeza que ficou vermelho, e começou a jorrar na minha boca. Como um bom bezerro, não deixei escapar uma gota daquele leite abençoado, engoli tudo, deixei o pau dele limpinho.
Após nos recompormos, ele se arrumou e disse que eu era doido, e eu só respondi que sempre fui doido pela pica dele e que estaria a disposição sempre. Passei meu telefone e disse para me procurar quando precisasse.
A chuva estava fraca e o alagamento já tinha passado, sai com o carro e dois minutos depois, chegamos no nosso destino. A esposa estava na garagem, buzinei e acenei, dando um sorrisinho. Mal sabia ela que aquele sorriso era de felicidade por ter acabado de engolir o leite abençoado do marido dela.
Esperando ansioso pelo contato do irmão Valdemar, quem sabe ele não vem em casa me por de joelhos de novo.

Comentários (1)

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  • Novinho Dudu: A dinâmica é clássica, né? Todo religioso é doido por uma mamada.

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