Relaxando e aproveitando a vida
Um jovem em busca do prazer visando relaxar e descarregar os problemas do cotidiano.
Eu precisava de tempo e agir era necessário. O corpo exigia pausa. Eu sabia onde relaxar e a cabeça pedia um pulo lá. Reservei o Domingo e acordei cedo. Um banho, conferi tudo e saí. Não tinha hora para voltar.
No trajeto, pensei milhares de coisas. Por quê eu estava abrindo mão da minha felicidade? Isto afetava o meu cotidiano. Desci do Metrô e tomei um café antes de rumar ao meu destino.
Cheguei e entrei. Procurei um lugar e estiquei o corpo. Olhei e fiquei na minha não precisando fazer muito esforço e entender que não era só eu que estava ali m busca de paz e relaxamento.
Uma meia hora e levantei indo ao banheiro. Entrei e logo fiquei ligado. Urinei no mictório e recebi um sinal de sobrancelha. Dirigi rapidamente ao fundo e fui acompanhado. Tranquei o box.
- Chupa.
A minha jovialidade branca contrastava a experiência negra que estava na minha frente e tomei atitude. Agachei e segurei firme para as primeiras chupadas! Hum! Tudo que eu precisava estava diante de mim!
Tomei coragem e ajoelhei pra boquetear o pau preto. Necessitado, engoli tudo e fui preparando o terreno. A tora se formou, enrijeceu, ganhou tara! Abracei a causa indo ao talo e melei para ficar em pé.
Um negro magro e altura média, óculos, estando na casa dos cinquenta precisava do jovem audacioso de dezoito. Desci as poucas peças, bermuda e cueca, empinei a bunda! Uma salivada, forçou, hum!
- Ai.
A zonzeira veio trazendo uma rola preta invasiva e rasgando tudo. Bastaram segundos vindo enterrada. O domínio sobre minha bunda foi natural e aquele pau preto começou a desfrutar do cu jovem branquinho e rosado.
Fechei os olhos e abri a boca algumas vezes. Fiz careta e mordi o lábio. Gemi tão baixo em contraste com gente em outro box que só faltava urrar! O pau preto colocou velocidade e prazer. Era aquilo que eu procurava.
- Ai, ai!
O pau começou a esquentar a entrada e mordi o lábio, gemi com caretas. A fome do pau preto pelo cu branco merecia registro. Mãos na parede, eu entregava para aquele experiente obtendo excitação e tesão. Delícia!
A velocidade aumentou e seguro pela cintura eu levava fundo! Quente, gostoso, sendo excitado, eu aguentei as investidas rápidas. Gemi e mais caretas. O meu cu estava sendo fodido e sem camisinha.
- Gostoso do cacete.
A tensão alterna com o prazer. O desejo em dar, fazer putaria, é algo enraizado e esta entrega explica muito o meu gosto por rola. Olhos fechados e começando a gaguejar baixo, eu estava matando a tara dele.
- Ai, ai, nossa, ai, ai!
Após uma sequência de três enterradas senti o pau preto jatear dentro. Olhos fechados, curti tudo passando a língua nos lábios. Tirou e aquele líquido viscoso tomou conta. Realizado, saiu fora e tranquei o box.
O esperma tem um significado sagrado para mim. Escorrendo, ele dá aquela paz que alivia corpo e mente. Ele é oposto do meu cu em dor dando latejadas e esta marca registrada do sexo é estimulante para manter ativo.
Quando eu bebo, sinto uma sintonia profunda com os valores eróticos. Aproveito ao máximo, dissolvo, engulo, sinto reenergizado para o dia a dia. Sinto uma nova pessoa, valorizada e revitalizada.
Limpei bem e saí do box voltando para a poltrona. Relaxei bem antes de sair e retomar a minha vida. O cheiro de sexo feito é inevitável e tomo um banho em casa. Relaxo e deito em minha cama.
Meus pais nem sonham com esta minha coragem. Não mostro socialmente, não deixo questionamentos. Para o mundo hétero e neste lugar eu manifesto meu gosto total por pica. Amo dar. Faz bem. Gostoso demais.
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