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Meu Padrasto Me Fudeu Por Fumar

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Garotão Incestuoso

Reescrevendo um conto que postei um tempinho atrás.

O cheiro de fumaça barata de cigarro ainda grudava no colarinho da minha camisa quando passei pelos portões de vidro da escola. A suspensão de três dias estava dobrada no bolso da minha jaqueta, um papel inútil que parecia pesar uma tonelada. Mas o verdadeiro problema não era a diretora com cara de poucos amigos; era o sedan preto estacionado no meio do meio-fio, com o motor rugindo baixo.
Bruno estava ao volante.

Aos quarenta e quatro anos, meu padrasto não era o tipo de homem que você fazia esperar. Ele ocupava o banco do motorista com uma presença esmagadora ombros largos ajustados num terno cinza escuro impecável, os cabelos grisalhos nas fontes alinhados, as mãos grandes apertando o volante de couro com tanta força que os nós dos dedos estavam brancos.

Abri a porta do carona e entrei, engolindo em seco. O ar-condicionado do carro estava no máximo, mas o clima lá dentro parecia um forno.

— Aperta o cinto — a voz dele veio como um rosnado grave, sem sequer olhar na minha cara enquanto acelerava o carro com violência para fora do estacionamento.

— Bruno, olha, foi só um cigarro no banheiro... — comecei, tentando manter o tom de voz neutro que eu usava quando queria parecer indiferente.

— Cala a porra da boca, Bernardo — ele cortou, a voz caindo uma oitava, carregada de uma raiva ríspida que me fez travar no banco. — Você tem ideia do que eu estava fazendo quando a merda do seu colégio me ligou? Eu estava no meio de uma reunião de conselho. Tive que largar investidores na mesa para vir buscar um garoto mimado de quatorze anos que não consegue segurar a porra do vício no banheiro da escola.

Fiquei em silêncio, encarando a estrada pelo vidro lateral. O trânsito da cidade foi ficando para trás à medida que Bruno pisava fundo no acelerador, pegando a alça de acesso para a rodovia secundária. Ele não estava indo em direção à nossa casa.
O carro cortou a pista até entrar numa estrada de terra batida, cercada por árvores densas e fechadas. Ele avançou mais alguns metros até estacionar em uma clareira completamente isolada, longe de qualquer olhar. Ele desligou o motor, o silêncio da mata engolindo o ronco do carro.

O barulho do cinto de segurança dele sendo destravado estalou no ar. Bruno virou o corpo na minha direção, me prensando contra a porta do carona apenas com a imponência da sua postura.

— Você fez eu perder a porra do meu tempo e do meu dinheiro hoje, moleque — ele disse, o olhar escuro cravado no meu, sem piscar. — E você vai pagar por essa merda. Agora.

Minha respiração acelerou. O medo e uma onda estranha e quente de adrenalina se misturaram na minha garganta.

— Pagar... como? — perguntei, a voz saindo falhada. — Eu não tenho dinheiro, Bruno.

Ele deu um riso seco, sem um pingo de humor, e desabotoou o primeiro botão do colarinho da camisa social, soltando a gravata com um movimento lento e dominador. Em seguida, levou a mão até a fivela do cinto de couro e a abriu com um estalo seco.

— Quem falou em dinheiro, caralho? — ele rosnou, puxando o zíper da calça e expondo o pau grosso e ereto, pulsando contra o tecido da cueca. — Tira essa jaqueta e cai de boca. Você vai me me chupar até eu mandar você parar.

O impacto da ordem dele reverberou pelo meu peito como uma descarga elétrica. Eu encarei o membro ereto que sobressaía da cueca dele, pulsando forte a centímetros do meu rosto. Minha mente gritava que aquilo era uma loucura, mas o meu corpo travou, completamente subjugado pela aura brutal que ele exalava. A raiva nos olhos dele deu lugar a uma fome fria e predatória.

— O que foi, caralho? Tá surdo? — Bruno rosnou, cravando a mão grande na minha nuca com força, os dedos se embrenhando pelos meus cabelos e empurrando minha cabeça para baixo sem margem para protesto. — Puxa essa cueca pra baixo e coloca essa boca de merda pra trabalhar.

Liguei o foda-se. Tirei a jaqueta de qualquer jeito, deixando-a cair no assoalho do carro. Com as mãos trêmulas, puxei o tecido da cueca dele para baixo, libertando o pau grosso, quente e completamente ereto. O cheiro dele, uma mistura de perfume caro com o suor forte de homem, invadiu minhas narinas e fez minha virilha dar um tordo doloroso.

Aproximei os lábios da cabeça avermelhada e dei a primeira lambida tímida.

— Isso... abre a porra da boca e engole — Bruno ordenou, a voz saindo falhada e mais grave enquanto ele empurrava o quadril para a frente, enfiando a cabeça do pau no fundo da minha garganta.

Eu engasguei de leve, os olhos lacrimejando, mas fechei os lábios ao redor do tronco grosso e comecei a chupar. O ritmo era ditado pela mão dele, que não soltava a minha nuca. Ele me usava como um objeto, me prensando contra o console do carro enquanto ditava o movimento de ir e vir. A cada chupada mais funda, eu soltava gemidos abafados contra a pele dele, sentindo o pau dele enrijecer ainda mais dentro de mim.

— Porra, Bernardo... você chupa como uma putinha experiente — ele arfou, apertando o couro do banco com a outra mão. — Fala a verdade, moleque, você já fez essa merda antes? Quantos caras já meteram nessa sua boca?

Puxei a cabeça para trás por um segundo, buscando o ar que me faltava, os lábios brilhando de saliva.

— Nenhum! — soltei num fio de voz, o peito subindo e descendo descontrolado. — Eu nunca fiz nada disso com ninguém, Bruno... Eu sou virgem, porra!

A revelação pareceu cair como uma bomba dentro do carro. Bruno parou o movimento do quadril por um segundo e me encarou. O olhar dele escureceu ainda mais, tomado por uma mistura sombria de surpresa e uma posse ainda mais doentia.

— Virgem? — ele murmurou, a voz virando um rosnado baixo e perigoso. — Você tá me dizendo que essa sua bunda intocada é minha?

Antes que eu pudesse responder, ele me puxou pela gola da camisa, me fazendo virar de costas no banco do carona. Ele levantou a minha blusa e desceu a minha calça jeans e a cueca de uma só vez até os joelhos, deixando minha bunda totalmente exposta no ar gelado do carro.

— Bruno, espera... — murmurei, o pânico e o tesão se misturando enquanto sentia o calor da respiração dele entre as minhas pernas.

Ele não esperou porra nenhuma. Bruno se curvou e enfiou a língua quente direto na minha entrada. O choque da lambida no meu ânus me fez soltar um urro alto, o corpo dando um salto no banco. A língua dele trabalhava sem piedade, molhando o local com força, lambendo e massageando o meu ponto mais sensível de forma visceral até me fazer contorcer e gemer descontrolado.

— Puta que pariu... Bruno... — eu gritava, cravando as unhas no estofado de couro.

Ele parou o contato e deu um tapa estalado e forte na minha nádega, fazendo a pele arder.

— Vai pro banco de trás. Agora — ele ordenou, a voz ríspida e sem paciência. — Que eu vou tirar essa porra dessa sua virgindade aqui mesmo.

Minhas pernas tremiam tanto que quase tropecei no console central enquanto me arrastava para a parte de trás do carro. A humilhação misturada ao desejo absoluto fazia meu coração martelar contra as costelas. Fiquei de joelhos no banco de couro escuro, com a calça e a cueca arriadas até os tornozelos, expondo minha bunda nua para a penumbra do veículo.

Bruno não demorou um segundo. Ele abriu a porta traseira, entrou com brutalidade e a bateu com força, selando o espaço reduzido com o cheiro da nossa excitação. Ele se posicionou logo atrás de mim, a presença enorme me esmagando contra o encosto do banco da frente.

Ele cravou as duas mãos nos meus quadris, apertando a carne com tanta força que eu sabia que ficaria marcado.

— Abaixa esse peito e ergue essa bunda pra mim, Bernardo — ele ordenou no meu ouvido, a voz ríspida e carregada de uma autoridade que me fez obedecer instantaneamente. — Olha pra janela. Olha pra porra do nada e lembra quem tá te dominando.

Ajustei a posição, ficando de quatro no estofado, o rosto colado no couro frio. Senti a cabeça do pau dele, grossa, quente e completamente besuntada pela saliva e pela preparação anterior, pressionando contra a minha entrada virgem.

— Bruno... Por favor... — murmurei, o pavor me pegando por um segundo antes de ele empurrar.

— Calado, caralho. Você é meu agora — ele rosnou.
A primeira investida veio sem paciência. Bruno empurrou o quadril para a frente, rasgando minhas pregas e afundando metade do pau dentro de mim de uma vez só.

A dor foi um choque agudo, um corte queimando no meu cuzinho que me fez soltar um grito alto, abafado contra a minha própria mão. As lágrimas saltaram dos meus olhos instantaneamente. Era apertado demais, denso demais, uma sensação de invasão total que me fez travar os músculos.

— Caralho... Porra, Bernardo! Você é apertado pra cacete... — ele urrou, segurando minha cintura com mais força para me impedir de fugir. Ele esperou apenas alguns segundos, dando tempo para o meu corpo assimilar o tamanho dele, antes de impulsionar o resto do corpo e entrar até a raiz.

O preenchimento completo me tirou o ar. Eu me contorci, cravando as unhas no couro do banco, enquanto ele começava um movimento lento e ritmado. A dor inicial começou a se transformar numa pressão insana, um calor avassalador que se espalhava pela minha espinha a cada estocada que ele dava.

— Isso... Chora, porra, se contorce na minha mão — Bruno provocava, a voz rasgada no pé da minha orelha enquanto desferia um tapa estalado e forte na minha nádega esquerda, deixando a pele ardendo. — Fala quem tá te fodendo, moleque! Fala!

— Você... Caralho, Bruno... É você! — eu gritava, perdendo o controle de tudo. A dor já tinha virado um prazer doentio. A cada investida mais funda, a cabeça do pau dele atingia um ponto interno que fazia minha virilha pulsar e meu próprio membro, ainda intocado, pingar na tapeçaria do carro. — Me fode... Me fode de verdade!

Ele aceitou o pedido como uma ordem. Bruno acelerou o ritmo com fúria, os impactos do quadril dele contra as minhas nádegas ressoando alto dentro do carro fechado. O som úmido do atrito, os meus gemidos descontrolados e os rosnados graves dele preenchiam o ambiente. Ele tirava a minha virgindade sem qualquer delicadeza, reivindicando cada centímetro da minha carne como um bem conquistado.

A intensidade do ato me levou ao limite em questão de minutos. O acúmulo de sensações era pesado demais. Soltei um urro rasgado quando um orgasmo violento me atingiu sem que eu sequer tocasse em mim mesmo, jorrando o meu leite direto no estofado do carro em espasmos desesperados.

Sentir o meu cu se contrair no pau dele fez Bruno perder o resto do juízo. Ele deu três estocadas brutais, afundando até o limite, e soltou um urro cavernoso ao descarregar uma porrada de porra quente e denso bem no fundo do meu cu.

Ele se deixou cair por cima das minhas costas por alguns segundos, o peito largo subindo e descendo freneticamente, a respiração pesada queimando no meu pescoço. O calor da gozada dele escorria lentamente por dentro de mim.

Devagar, ele se puxou para fora, fazendo-me soltar um suspiro dolorido pela perda do preenchimento. Bruno me virou de frente no banco. Sem dizer uma palavra, ele puxou o meu rosto pela nuca e me cravou um beijo cru, profundo e faminto, misturando as nossas salivas e o sabor daquela loucura.

Quando se afastou, os olhos dele continuavam escuros, mas havia um brilho vitorioso no olhar.

— Limpa essa porra e se veste — ele disse, a voz voltando ao tom firme, embora ainda rouca. — Sua mãe não pode nem sonhar com o que aconteceu aqui. Isso fica entre a gente.

Eu limpei o rosto com a manga da camisa, olhando para ele com a respiração ainda arfante, sentindo o meu corpo marcado e o peso do segredo.

— A gente não vai parar por aqui, né? — perguntei, num tom desafiador.

Bruno deu um sorriso frio, ajeitando a calça.
— Nem fodendo, Bernardo. Isso foi só o começo.

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