Minha filha me flagou saindo do motel
Eu já estava casada a mais de vinte anos, sem nunca ter cedido às constantes cantadas de todos homens que me rodeavam e até de várias mulheres que se insinuavam e eu fingia não entender. Aos quarenta e quatro anos, eu ainda estava com o corpinho que sempre tive, obedecendo a uma alimentação balanceada, pelo menos quatro horas de academia nos dias de semana e corrida nos sábados com meu marido, mas és que volta a morar em minha cidade a Lucy, minha mais intima amiga da adolescência, com quem eu troquei meu primeiro beijo na boca e a primeira pessoa com quem me deitei. Com ela, aprendi a gozar, a tocar nos pontos eróticos, a chupar buceta e todas as outras técnicas sexuais que uma mulher pode conhecer sem perder a virgindade. Naquele dia que ouvi sua voz ao celular, todas aquelas horas de prazer voltaram a minha mente e fui a seu encontro no shopping, ali diante de todos nos abraçamos e constatei que Lucy também tinha se cuidado, parecia ainda mais gostosa de quando éramos adolescente e seu toque em minha pele foi fatal, senti minha bucetinha molhar minha calcinha e de mãos dadas caminhamos ao estacionamento e embarcamos em meu carro, ali voltamos a nos beijar depois de todos aqueles anos, senti que não podia me negar o prazer de ter Lucy em meus braços e fomos direto para um motel. Entramos na suíte com a mesma fogueira no meio das pernas que tínhamos aos quinze anos e enquanto nos beijávamos nos despimos mutuamente e como duas adolescentes deitamos já na nossa posição favorita, com as pernas entrelaçadas e nossas bucetas molhadas juntinhas, nos esfregamos emitindo e ouvindo os gritinhos de prazer de que tanta saudades sentíamos. Passamos quatro horas nos amando e quando íamos saindo do motel, a visão que mudou minha vida. Havia um congestionamento em frente do motel e ficamos com o carro entre a portaria e a rua e exatamente a nossa frente o carro do noivo de minha filha, com ela no banco do passageiro, vi o exato momento que Suzi estava congelada olhando para mim com seus grandes olhos castanhos e a fila de carros andou, sem deixar Lucy perceber meu nervosismo , liguei para minha filha e pedi para ela me esperar em casa e notei que ela também estava disfarçando ao celular para seu noivo não perceber o nosso constrangimento. Cheguei em casa, Suzi estava em sua suíte, aquele era o dia da semana que Arthur ia direto do escritório para dar aulas na faculdade e chegaria bem tarde em casa. Entrei e sentei na cama ao lado de minha filha e passei a lhe contar sobre minha adolescência, ela só ouvia e até fazia cara de safada quando eu descrevia detalhes para que ela entendesse bem aqueles dias de prazer, nos abraçamos inúmeras vezes e depois de mais de duas horas em que praticamente só eu falei, Suzi com seu jeitinho especial, me beijou lascivamente e cochichou em meu ouvido: "Sempre tive um tesão enorme em você, mas nunca imaginei que você pudesse ter tido esse histórico, quero realizar minha fantasia agora". Voltamos a nos beijar, aquele medo que eu estava de que Suzi contasse a seu pai o que tinha visto, se dissipou e passamos a nos acariciar. Assim que encostei minha língua no pescoço comprido de minha filha, ela se arrepiou e não fez a menor questão de conter um profundo gemido e mesmo tendo passado uma tarde maravilhosa com minha paixão de adolescente eu tinha ali naquele momento, uma jovem tesuda de corpo maravilhoso a quem eu amava muito. Suzi mostrando ter o espirito lésbico reprimido ao baixar a alça de meu vestido e mamado em mim, levando-me a uma nova onda de tesão e fiz o mesmo com ela, abocanhei aquele peitinho durinho de uma mulher de dezenove anos e levei meu dedo exatamente a seu grego duro, ainda por cima de sua calcinha e massageei fazendo minha filha gemer mais alto do que estava gemendo até então, deitei minha filha atravessada na cama, deixando seu bumbum bem na beiradinha do colchão e pude ver pela primeira vez aquele grelão enorme e super duro mostrando o quando eu a havia excitado, não só com meus toques, mas também revelando detalhes dos prazeres que tinha vivido com minha amante de adolescência e mordisquei aquele grelo maravilhoso fazendo Suzi dar gritinhos tesudos e chupei aquele bucetão delicioso até que Suzi borrifou minha cara com seu volumoso liquido vaginal em um gozo profundo. Entramos no banheiro de minha filha e voltamos a nos acariciar como duas amantes. Ao vermos a hora, fui direto para minha cama e com a chegada de meu marido, tive que atende-lo, naquela noite, para meu deleite, ele optou pelo anal e enquanto dava meu rabinho para Arthur, a imagem das duas bucetas que eu tinha tido o privilégio de comer naquele dia, não saia de minha mente. No dia seguinte, Suzi não foi para a faculdade, eu já estava com minha roupa de academia, quando ela entrou na cozinha e nos beijamos como o casal de mulheres que gostam de cama, como somos. Subimos de volta à suíte de minha filha, ali, nos despimos completamente e fiz o que tinha certeza que seu noivo nunca tinha feito, a deitei com o bumbum para cima e passei minha língua em formato de cunha em seu reguinho, ouvindo aqueles gritinhos tesudos de Suzi que tinha conhecido na noite anterior e quando abri suas nádegas e enfiei a língua em sua argolinha com a mão por debaixo massageando seu grelo, a danada se debateu e gozou escandalosamente em minha boca e com aquela expressão de tarada que nunca tinha vista no rosto de minha filha, Suzi mergulhou no meio de minhas pernas e chupou pelo que me disse mais tarde ser sua primeira buceta, levando-me aos céus. Voltei a viver novos tempos sendo devorada por minhas duas amantes e meu marido varias vezes na semana, em alguns dias até pelos três.
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Comentários (1)
Magali: Nossa que vontade eu tenho de chupar minha filha...
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