#Corno #Grupal #Teen #Virgem #Voyeur

Seduzimos o padre

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Sandra

Aos dezesseis anos, eu já era bem safadinha, já tinha chupado o pau do meu vizinho, que era casado, do dono do açougue e meu irmão estava viciado em esfregar o pinto no meu rego, quando Arthur de vinte e cinco anos, filho de uma amiga de minha mãe, passou a frequentar minha casa e nos apaixonamos, em poucos meses ele me deflorou e confessou tudo para minha família e com pouco mais de dezessete nos casamos. Na lua de mel, pela primeira vez senti uma piroca forçando meu cuzinho virgem e louca para ser arrombada de vez, fiz meu marido deitar de barriga para cima com a piroca apontado para o teto e ajoelhei puxando minhas nádegas com as mãos para o lado, senti a cabeçorra no meu buraquinho e deixei meu corpo descer, nossa, senti a dor de ser empalada pela primeira vez, mas meu espirito de puta falou mais alto e eu engoli a piroca todinha conhecendo a sensação incomparável de ter o fundo do canal anal lubrificado por jatos de porra. Por meses eu e Arthur parecíamos coelhos, metíamos em todo o canto da casa, até que em uma tarde de sábado, despreocupados por morarmos ao lado da Igreja e que nossa área de serviço só poderia ser vista da janela do quarto do padre Mario e um homem santo jamais ficaria vendo as intimidades de casaizinhos, sentei no tanque de lavar rouba e me arreganhei para Arthur chupar minha buceta, mas já doidona para gozar, vi uma cabeça ruiva no vitro do banheiro do padre, o único ruivo que eu conhecia, era o próprio padre Mario e aquilo me deu um tesão louco, gozei como uma puta liberando toda minha fantasia de exibicionista. Fomos para dentro de casa e eu contei para Arthur que o padre havia nos visto, ele ficou excitadíssimo e meteu como um louco em mim. No dia seguinte, entrei no confessionário e após a abertura confessei que no último fim de semana eu não tinha ido a missa e tentei fechar dizendo que não tinha mais nenhum pecado, quando o padre mostrando que não era santo falou: "Tem sim , você fica provocando os homens que não podem ceder a tentação da carne". Tive a certeza que o padre Mario tinha se masturbado vendo o que tinha visto e respondi: "Quando o homem quiser assistir de pertinho, sabe onde encontrar a mim e meu marido". Saí do confessionário e assisti a missa ao lado de Arthur. Na saída, lá estava o padre Mario recebendo os cumprimentos dos fies, nós o cumprimentamos e Arthur muito sacana, encaixou um convite para um vinho a noite, Mario olhou para mim com aquela cara de sacana, mostrando que tinha entendido a mensagem. Pouco depois das vinte horas, a campainha tocou e Arthur atendeu o padre na porta convidando-o para entrar. Passamos a falar sobre várias coisas, até que chegamos ao celibato, Mario confessou ser virgem, o que me deixou excitadíssima . Enquanto falávamos sobre o assunto, passei a alisar o pau do meu marido, o que foi logo notado por Mario e vendo a oportunidade de realizar minhas fantasias com um homem que não poderia revelar nada a ninguém, usei a outra mão para alisar a piroca do padre e o contemplei com o seu primeiro beijo lascivo. Meu marido estava tão excitado quanto eu diante do clima que estávamos vivendo, inúmeras vezes ele tinha aventado a possibilidade de irmos a um clube liberal na Capital para ele me ver sendo comida por outro homem. Sem cerimônias, abri a braguilha do religioso e puxei sua caceta para fora fazendo-o conhecer minha técnica de chupeta, em minutos estávamos os dois nus em pé na sala diante do meu marido, levantei a perna e forcei o padre a ajoelhar diante de mim, Arthur já estava se masturbando quando Mario mordiscou meu grelão duro e enfiou a língua na minha racha e eu o puxei para o quarto me jogando na cama, levantei os joelhos e deixei as pernas levemente aberta. O virgem deitou sobre mim, esquecendo todos seus votos. Auxiliado por minha abundante lubrificação, passei a sentir as cabeçadas no fundo do meu canal vaginal, entrando em transe orgástico, fazendo o padre gozar pela primeira vez em uma mulher. Não dei trégua, a fantasia de ser comida por outro homem na frente do meu marido já estava realizada, virei nossos corpos e ajoelhei sobre o corpo do ex virgem que ainda estava com a piroca dura e a engoli todinha com minha buceta gulosa, deitei sobre o macho vendo que meu marido estava na segunda ou terceira punheta, pedi para ele enfiar no meu cu. Nossa que delícia, finalmente eu tinha duas cacetas dentro de mim e gozei como uma puta recebendo porra nos dois buracos. Passamos a formar um trisal até que dois anos depois, o padre foi removido para um lugar distante e o bispo passou a frequentar nossa casa.

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