Visita íntima - Dando o cu pro pedófilo
André descobre um grupo que organiza visitas íntimas para presos por crimes sexuais e acaba se entregando a um pedófilo.
André tinha 23 anos, namorava a Júlia há três. Ela tinha 22, corpo firme, cheiro de shampoo de coco, e gostava de transar com a luz acesa. Ele se considerava hétero pra valer: só comia mulher, só gozava dentro de mulher, só fantasiava com mulher. Até o dia em que o anúncio apareceu.
Estava sozinho no apartamento, Júlia no plantão da madrugada. Rolava o celular sem prestar muita atenção quando o banner surgiu numa página qualquer de classificados:
“Visitas íntimas autorizadas – detentos de crimes sexuais. Privacidade total. Homens e mulheres. Interessados enviar mensagem. Coordenado pelos advogados.”
O link levava a um grupo fechado. André clicou por curiosidade. As regras eram claras: só adultos, só com autorização da penitenciária, exame médico recente, e o visitante escolhia o perfil do preso. Havia fotos de homens de várias idades, todos com a ficha resumida. Uma linha se repetia em vários: “condenado por abuso de menor”.
O pau dele endureceu na hora.
Não era atração pelos meninos. Era exatamente o contrário. Era a certeza de que aquele corpo pertencia a alguém “doente”. Alguém que a sociedade trancava e esquecia. Alguém cujo pau já tinha sido usado do jeito mais proibido possível. André sentiu o estômago revirar de nojo e, ao mesmo tempo, a calça apertar. Bateu uma rápida, gozando na mão imaginando a voz de um desses caras gemendo no ouvido dele.
Três dias depois mandou a mensagem.
Resposta veio em menos de uma hora. Um cara chamado Marcos, 41 anos, condenado há seis. Foto de perfil: tronco largo, peito peludo, braços tatuados, olhar cansado. Na descrição: “Só recebo visitas masculinas. Gosto de comer. Sem beijo na boca.”
André respondeu que topava.
A visita foi marcada para uma terça à tarde. Ele inventou uma reunião de trabalho para a Júlia. Chegou na penitenciária com a carteira de identidade, o exame e o coração batendo no pescoço. O corredor cheirava a desinfetante e suor azedo. A sala de visita íntima era pequena: cama de solteiro com lençol fino, pia, espelho rachado, porta que trancava por dentro.
Marcos já estava lá. Mais alto do que a foto, barriga firme, pau semi-duro marcando a cueca cinza do uniforme. Olhou André de cima a baixo e sorriu de canto.
— Primeira vez?
André assentiu, a voz saindo rouca.
— Sou hétero. Tenho namorada. Mas… eu quis.
Marcos fechou a porta, trancou, e se aproximou sem pressa. Passou a mão grossa pela frente da calça de André, sentindo o volume.
— Eu sei o que você veio buscar. Quer sentir o pau de um pedófilo dentro de você. É isso?
André engoliu seco. O rosto esquentou, mas o pau latejou.
— É.
Marcos puxou a própria cueca. O pau saiu grosso, veias saltadas, glande já úmida. Cheiro forte de homem preso, de sabão barato e tesão acumulado.
— Tira a roupa. De quatro na cama.
André obedeceu. Ficou pelado, de joelhos, a bunda pro alto. Marcos cuspiu na mão, passou dois dedos no cu dele, abrindo devagar. André gemeu baixo, a testa no colchão.
— Apertado. Virgem de homem?
— Quase. Só… algumas vezes quando... era pequeno.
Marcos riu sem graça.
— Hoje você vai lembrar.
Enfiou a cabeça do pau sem pressa. André mordeu o lençol. A dor veio primeiro, depois o calor. Marcos foi entrando centímetro por centímetro, a mão firme na cintura dele, até o saco bater nas nádegas.
— Porra… que cu gostoso. Sabe de quem é esse pau que tá te abrindo? De um cara que gostava de novinho de verdade. De criança. E agora tá te comendo.
— Conta pra mim... o que vc fez... — André pediu, com dificuldade para falar enquanto Marcos penetrava com força.
— Estuprei meu filho durante 3 anos. Dos 6 aos 9. Mas minha mulher suspeitou e botou uma câmera no quarto.
André imaginou o vídeo e gozou quase na hora só de pensar. O pau dele jorrou no lençol sem nem ser tocado. Marcos riu de novo e começou a meter com mais força, estocadas longas e fundas.
— Isso. Goza sabendo. Goza com o pau do doente te arrombando.
André gemia alto, a voz quebrada, o corpo inteiro tremendo. Marcos não parava. Segurava o cabelo dele, puxava a cabeça pra trás, falava sujo no ouvido:
— Sua namorada sabe que você tá aqui dando pra um pedófilo? Sabe que o cu dela agora vai sentir o gosto da porra de preso?
André só conseguia responder com gemidos. Marcos acelerou, as bolas batendo forte, o pau latejando dentro. Gozo veio quente, em jatos, enchendo o fundo do cu de André. Ele ficou enterrado até a última gota, respirando pesado.
Quando saiu, o esperma escorreu pela coxa de André. Marcos limpou o pau na própria cueca e se sentou na beira da cama.
— Próxima semana tem de novo. Se quiser.
André se vestiu em silêncio, as pernas bambas, o cu latejando, a porra ainda escorrendo. Na saída, o cheiro do preso estava grudado na pele.
No caminho de casa ele parou o carro, baixou a calça e bateu outra punheta. Gozo forte, os olhos fechados, a frase ecoando na cabeça:
“Sabe de quem é esse pau que tá te abrindo?”
Chegou em casa, tomou banho longo, beijou a Júlia na boca quando ela chegou do plantão. Ela sorriu, cansada, e perguntou se o dia tinha sido bom.
— Foi — André respondeu, a voz calma. — Bem produtivo.
Naquela noite, enquanto ela dormia de costas, ele ficou acordado olhando o teto, o cu ainda sensível, o celular na mão. O grupo estava aberto. O advogado de Marcos tinha mandado uma mensagem:
“Se quiser voltar, é só falar.”
André digitou devagar, sem hesitar:
“Quero.”
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