Diário de um cativo- 20 - Final parte 1
🔞🔞❤️🔥❤️🔥🔞🔞 Um conto de muito sadismo e dominação se não aguenta não leia, mas se gosta leia, curta e conte. Em breve o final.
E assim eu dormia da forma que eu mais gostava enquanto ele fazia carinho em meus cabelos e eu sentia seu cheiro de macho em meio aos seus pelos fartos depois de beber seu sêmem.
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Os meses se passaram e a sua dominância sobre mim se solidificava cada dia mais. Eu cozinhava, mas só comia o que ele me dava no seu colo ou ajoelhado entre suas pernas embaixo da mesa.
Eu estava sempre arrumado para ele com alguma lingerie bem ousada ou algum vestido curtinho, mas sempre deixando minha entrada e meus peitinhos a sua disposição para quando ele quisesse me usar.
Hoje mesmo eu estava usando um babydoll rosinha com um tecido bem transparente que deixava meus peitos empinados expostos tendo apenas as fitas laterais como moldura e a parte de baixo era bem curta e folgada oferecendo livre acesso.
Meus cabelos agora abaixo da cintura parecia uma cortina negra que eu usei para cobrir meus peitos expostos, passei um gloss de morango e estava pronto, meu corpo já estava hidratado e perfumado como ele gosta.
Hoje caprichei ainda mais já que é seu aniversário de 18 anos, quase dois anos que estou sob seu domínio e meu corpo e minha mente estão completamente mudados.
Sou completamente submisso as vontades dele, sempre pensando em agradá-lo, tudo em mim gira em torno dele. E mesmo quando sou castigado sei que a culpa é minha, ainda que não seja, pois as vezes ele só quer aliviar a tensão.
Depois daquele dia das tatuagens implorei a ele para que não usasse mais choques elétricos em mim, pois eu tenho pavor daquilo. A única resposta que obtive foi uma seção de tapas pelo meu rosto depois dele dizer que fazia o que desse prazer a ele, mas em todos esses meses ele nunca mais me castigou daquele jeito.
Ouvi o barulho da caminhonete e corri para a porta, fiquei de joelhos com as mãos para trás como ele gosta e assim que a porta abriu e a sua figura imponente apareceu abri a boca e coloquei a língua para fora recebendo seu cuspe farto e quente que logo engoli.
Sua mão como sempre foi pros meus cabelos alisando como se eu fosse mesmo uma cadelinha e depois ele os tirou da frente dos meus peitinhos que estavam um pouco maiores, mas ainda cabiam em sua boca.
Ele os acariciou e depois beliscou com seus polegares e indicadores me puxando em sua direção e eu fui. Fiquei na ponta dos pés enquanto ele esfregava os bicos entumecidos entre seus dedos olhando em meus olhos.
Sua mão esquerda desceu direto para minha entrada a encontrando livre e um pequeno sorriso apareceu em seu rosto. Levei minhas mãos ao seu rosto coberto por uma barba áspera que me arrepiava quando passava pelo meu corpo.
- Feliz aniversário, meu Preto!!
Ele se inclinou me permitindo beijar sua boca grossa, fui erguido e enrosquei minhas pernas em sua cintura.
Meu Preto estava cada vez maior ao passo que eu nem alcancei 1,50m. Mas não foi só ele que cresceu, seu membro também e ainda ficou do mesmo formato do de seu pai com o meio mais grosso e a base um pouco mais fina. A diferença era que agora ele era maior que o do pai sem contar com aquele cogumelo rosado que já era grande.
Eu sofria para aquela parte mais grossa passar e quando encaixava em mim feito um plug machucava para sair e quando ele era bruto meu reto ficava pendurado para fora da minha entrada, e isso sempre acontecia.
Desci do seu colo no quarto tirei toda a sua roupa e lambi dos seus pés de chulé até seu membro azedo de suor e massa branca acumulada sob a pele depois de um dia de trabalho. Suas bolas peludas brilhavam com a minha saliva, subi até seus sovacos suados e no final o levei para o banheiro.
A banheira já estava pronta com a espuma com cheiro de Musk e menta que perfumava o ambiente. Esfregue todo seu corpo menos o bumbum que era proibido para mim, sequei seu corpo e o levei de volta pro quarto.
- Meu senhor, só hoje o senhor me deixaria demonstrar todo o meu amor e cuidado com o seu corpo?
- Você quer dominar sobre mim, cadela?
- Não senhor!! Eu só quero te agradar no seu aniversário e me desculpar pelo tempo que não entendi que a minha vida e vontade pertencem ao senhor.
Eu falava ajoelhado entre suas pernas olhando em seus olhos escuros e sádicos torcendo para não ser castigado pela ousadia.
- Faça como quiser, mas qualquer desvio será castigado.
- Obrigado, senhor!
Agradeci já beijando seus pés que mesmo depois do banho ainda era possível sentir o chulé. Ele se recostou na cabeceira da cama com as pernas abertas e eu beijei, lambi e chupei cada parte de seu corpo me demorando mais em suas bolas que eu adorava.
Sentei em seu colo beijei seu pescoço, seu rosto e por fim sua boca enquanto me esfregava em seu membro duro fazendo ele escorregar no meio do meu bumbum.
Enquanto chupava sua língua como se fosse seu pau deixei seu cogumelo me rasgar só com o que tinha de minha saliva, meu cuzinho contraiu várias vezes tentando se acostumar com a invasão.
Deixei que o peso do meu corpo fizesse todo o trabalho até estar empalado naquele mastro de carne dura. Senti meu cuzinho travar na sua base e comecei a rebolar sentindo meu interior ser revirado.
A sensação de estar minimamente no controle junto com aquela enormidade cutucando meu estômago e sua língua quente na minha boca me fez gemer na sua boca.
Minhas mãos alisavam do seu peito peludo ao seu pescoço e eu me movia desesperadamente sentindo meu baixo ventre contrair até que lembrei dos choques por gozar sem permissão e parei.
Ele enrolou o braço direito no meu cabelo, olhou nos meus olhos e eu tive medo.
- Minha cadelinha vira-lata quer gozar no pau do seu dono?
- Me perdoe, não era essa a minha intenção. Eu só queria te dar prazer.
- Eu vou permitir você gozar pelo cu hoje só por causa do meu aniversário.
Meu cabelo foi puxado com força para trás fazendo meu corpo inclinar, mas me agarrei ao seu pescoço e voltei a chupar sua língua e rebolar com mais força, sua mão em minha cintura pressionava ainda mais seu cogumelo em meu interior.
Meu ventre formigava, eu gemia em sua boca impulsionando as reboladas em seu pescoço. Minha visão embassava cada vez mais na medida que o meu orgasmo se formava até que explodiu.
O grito preso em minha garganta saiu esganiçado enquanto os espasmos tomavam conta do meu corpo e meu cuzinho esticado se contraia como se sugasse seu mastro e eu rebolei até meu corpo perder as forças.
Meu cabelo foi solto e sua mão foi direto pro meu pinto que permanecia seco.
- Demorou, mas seu corpo entendeu que uma bichinha como você só pode gozar pelo cu.
- Eu fiz alguma coisa errada, o senhor não gozou?
- Esse foi um agrado pra minha cadelinha. Meu presente eu vou pegar mais tarde. Agora levante e vá colocar minha janta.
Me desencaixei com cuidado de seu membro, o limpei como ele gosta e fui pra cozinha. Tinha feito o assado com batatas que ele gosta coloquei seu prato e fui chamá-lo.
A janta foi tranquila ele me alimentou e aceitou meus carinhos enquanto estava no seu colo. Quando terminamos limpei a cozinha que ele não admite que fique com nenhuma louça na pia e depois de escovar meus dentes fui encontrá-lo na varanda.
Eu usava só a blusa do babydoll que expunha meus peitinhos arrepiados pelo frio da noite. Ele lambeu a auréola esquerda onde tinha escrito "putinha do Esdras" e logo depois abocanhou sugando com força me fazendo sentir o leite esguichar em sua boca.
Com força ele esticou o bico até soltar com um estalo deixando uma gota de leite pendurada partiu para fazer o mesmo no direito que exibia em letras cursivas como o outro "vadia de Esdras".
Ele alternava entre eles enquanto me apertava forte pela cintura com minhas pernas ao redor de seu corpo e minhas mãos acariciando seu pescoço e sua barba.
A dor me trazia agonia e tesão, saber que estava satisfazendo seu desejo de beber do meu leite de excitava, mas sua força era desproporcional ao ato.
Quando parou os bicos dos meus peitos estavam bem vermelhos e mais pontudos do que o normal, sua língua deslizou abaixo dos meus peitos onde dizia "Propriedade de Esdras" e meu corpo inteiro se arrepiou.
- Você é uma putinha mesmo que gosta de ter o seu corpo marcado por mim, não é?
- Eu gosto de tudo que te satisfaz, meu Preto.
- Você é uma vadia perfeita pra mim. Eu ia esperar até você terminar a escola, mas você estava ficando arisco correndo atrás daquela vagabunda da filha do prefeito. Eu não ia correr o risco de você perder sua pureza com ela, eu ia corromper e sodomizar você.
- O senhor que vivia entre as pernas das meninas da escola e do cabaré e ainda fazia questão de me contar, acho que por isso fiquei curioso e queria saber como era.
- Nem pense nisso, você me pertence! Nem pau pra foder uma buceta você nunca teve e hoje pior ainda.
- Eu não penso nisso mais, agora só existe o senhor na minha vida. Apesar de que acho que a nossa história poderia ser diferente, eu não ia resistir ao senhor se sua abordagem tivesse sido menos violenta. Talvez tivesse sido mais fácil e eu ainda pudesse ter concluído a escola.
- Eu sou assim, eu tomo posse do que é meu e resisti só tornou as coisas mais difíceis pra você, e de um jeito ou de outro você não ia concluir os estudos mesmo. Eu não ia querer você no meio daqueles idiotas.
- Tudo bem, Preto. O que importa é que estamos juntos e você cuida de mim, só não me deixe nunca.
Eu ainda estava em seu colo e continuava alisando seu pescoço enquanto olhava em seus olhos que flamejavam em posse e perversão.
- Você me pertence e nunca vai se afastar de mim. Seu lugar é debaixo de mim obediente e cativo. Nunca você vai passar por aquele portão sem a minha mão segurando a sua guia.
- Eu não vou, mas tenho medo que você vá, que você enjoe de mim e queira uma mulher de verdade para casar e ter filhos e me abandone.
- Isso nunca vai acontecer, eu quero você pra mim desde que te vi bebezinho quando te segurei pela primeira vez e vi esses seus olhos da cor do céu eu soube que você era meu.
Meus olhos se arregalaram com a sua confissão, mas a essa altura nada mais afetava o que eu sentia por ele.
- Quando eu soube que você viria morar com a gente fiquei muito feliz e toda vez que você chorava com saudades dos seus pais eu te abraçava e te fazia dormir beijando seu rosto até você esquecer deles e só lembrar de mim. Eu sempre quis tudo de você, não apenas seu corpo, seu amor, eu quero cada pensamento seu.
- E porque você se afastou de mim depois, eu senti sua falta, senti falta do meu primo, do meu amigo.
- Por que eu nunca quis ser seu primo ou seu amigo, eu queria possuir você, ser seu dono, seu tudo. Eu não aguentava ver você com aquela vagabunda e quanto mais puta eu fodia na rua mais raiva eu tinha por não ser você.
- Se você me amava tanto assim porque nunca me falou? Por que me machucou tanto? Por que deixou outros homens me usarem?
Nesse momento eu perdi o controle e desci de forma brusca de seu colo, mas logo fui imprensado na parede por seu corpo másculo e sua mão em meu pescoço.
- Por quê esse é meu jeito de amar, meu amor machuca e eu não ia me rebaixar te contando uma história melosa, eu ia fazer o que eu queria desde sempre; possuir você por inteiro. E os outros homens, aquilo foi só fetiche e uma forma de fazer você entender que seu corpo é meu pro que eu quiser.
Minha visão já estava escurecendo pela falta de ar quando um tapa atingiu minha bochecha e eu cai no chão. Sem tempo para defesa ele já estava sobre mim, seu joelho pressionava minha barriga enquanto mais tapas eram desferidos em minhas bochechas.
- Nunca mais se afaste do meu domínio, você é meu! Entendeu, vadia?
Num ímpeto de coragem segurei suas mãos grandes forçando-as contra meu rosto e as beijei fazendo ele se acalmar um pouco.
- Me perdoe, Preto! Eu entendi, agora eu entendo o seu amor, eu também sempre te amei, mas o meu amor é diferente ele não machuca. Mas eu aceito o seu amor como ele é.
Minhas lágrimas molhavam meus cabelos quando ele começou a beijar cada parte do meu rosto que deveria estar vermelha e inchada, beijou meus lábios suavemente e desceu beijando todo o meu corpo até os pés.
Seus braços fortes me tiraram do chão e fui levado para nossa cama. Fui penetrado com calma de lado enquanto suas mãos massageavam meus peitos carinhosamente como nunca fez antes.
Sua boca passeava da minha nuca ao ombro beijando, lambendo e mordendo confessando seu desejo por mim e sua posse como nunca tinha feito.
- Goze pro seu dono, minha putinha gostosa! Sinta meu pau abrindo esse cuzinho que me pertence, goze! Mastigue meu pau com esse cu guloso.
As suas investidas ficaram mais forte e fundas sem chegar até sua base e me prender. Sua voz grave e rouca em meu ouvido fazia meu ventre formigar. Seus movimentos dentro de mim alcançavam aquele ponto que me fazia estremecer.
Antes eu tinha medo, mas agora eu tenho autorização para gozar e com ela veio também a ousadia e comecei a rebolar a sensação era maravilhosa parecia que tinha fogos de artifícios explodindo dentro de mim.
Nossos corpos estavam sincronizados e pela sua respiração ele também estava perto. Meu corpo estremeceu, um gemido alto escapou de mim e o orgasmo me tomou.
Minha entrada contraia violentamente enquanto seu mastro pulsava forte se despejando dentro de mim, foi a melhor sensação da minha vida. Suas mãos percorriam meu corpo me apertando como se fosse nos fundir, e isso era maravilhoso.
Quando nossos corpos e respiração se acalmaram me virei em seus braços enfiando meu rosto em seu peitoral peludo. Eu estava no paraíso, nunca pensei em viver um momento como esse na minha vida.
Sua mão descia lentamente pelas minhas costas até meu bumbum e subiam novamente para começar tudo de novo. O coração dele agora batia calmo em seu peito.
Sem perceber eu estava fungando no meio do seu peitoral quando ele suspendeu meu rosto delicadamente até nossos olhos se encontrarem.
- O que houve com minha cadelinha?
- Por que não pode ser sempre assim? Você me fez sentir a coisa mais maravilhosa da minha vida.
- Porquê o meu amor machuca e eu só sei amar assim.
- Não, você acabou de provar que sabe amar de outro jeito, Preto. E eu te entendo e aceito você do jeito que é, mas eu quero os dois. Eu quero ser aquele que tira o seu estresse, mas eu também quero ser aquele que você leva às nuvens.
- Não sei se consigo fazer isso.
- Consegue sim!! Meu dono sabe bem do que sua cadelinha precisa, e eu vou receber tudo que vier de meu dono.
Seus lábios tomaram os meus com fúria, seu corpo cobriu o meu minhas pernas se enlaçaram em sua cintura e meus braços se agarraram as suas costas e fui penetrado até o talo brutalmente.
De repente tudo parou, minhas pernas foram erguidas e colocadas juntas para o lado. Meu corpo foi virado sem desplugar dele.
Seu peitoral peludo roçou em minhas costas e seu mastro foi movido apenas para embaralhar minhas vísceras dentro de mim.
- Minha cadelinha já gozou duas vezes hoje, agora é a minha vez de me satisfazer.
- Use sua cadelinha até ficar satisfeito, meu dono.
Seu braço esquerdo passou por debaixo de mim me prendendo a ele e seus movimentos começaram. Sem piedade ou aviso sua carne dura saiu de dentro de mim restando só a ponta do cogumelo na porta.
- Ahhh pooorra!!!
Pelo seu gemido e a pressão na minha entrada eu sabia que meu reto tinha acompanhado seu movimento. Com esforço ele me penetrou de novo e gritei de dor, e como sempre fui ignorado.
O vai e vem era frenético sua pélvis batia com força em meu bumbum e o barulho de palmas encheu o quarto. Eu estava agarrado ao seu braço debaixo de mim a dor se confundindo com prazer.
As pernas grossas dele prendia as minhas fechadas entre elas o que causava mais prazer a ele e mais agonia para mim. Mas um ajuste nos seus movimentos brutos me fez revirar os olhos e meu ventre formigar.
- Amor, eu posso?
Perguntei com a voz esganiçada falhando. Outro orgasmo estava se formando mesmo em meio a sua brutalidade. Eu estava sensível e não ia aguentar muito tempo.
- Eu sabia que você era uma puta, goze vadia!
Os gemidos e palavrões que ele soltava no meu ouvido junto com a forma violenta que ele acertava meu ponto doce dentro de mim fizeram o orgasmo de atingir de forma arrebatadora quase me levando a inconsciência.
Com mais três estocadas fortes ele puxou seu membro de dentro de mim e gozou sobre meu bumbum e meu reto exposto.
Eu pude ver pelo espelho no teto, sua mão grande não o cabia inteiro e ele o mastrurbava como fazia com seu membro e o esfregava fazendo entrar só o cogumelo e tirava pra depois enfiar três dedos e começar tudo de novo.
Eu estava exausto, nunca gozei tanto nem tão gostoso na vida. Meu corpo parecia flutuar enquanto ele bulinava meu reto que mesmo ele forçando se recusava a voltar pro lugar.
Fui colocado de joelhos dentro da banheira com o cabelo preso em uma polpa e meu corpo foi banhado com a ducha de água quente. Ele secou meu corpo passou a pomada no meu reto que aos poucos foi entrando, hidratou meu corpo inteiro depois me deu uma mamadeira de leite quente com mel e me puxou pro seu peitoral.
- Durma, amanhã vou cuidar de você e vou estabelecer novas regras para a minha cadelinha.
Mal abri aos olhos e a sensação era que tinha sido atropelado várias vezes por um caminhão, tudo doía e ele entrou no quarto nu com sua força pendurada entre as pernas sobre suas bolas enormes cheias de pelos.
- Bom dia, amor!
Minha voz saiu como um miado. Sem resposta meu corpo foi erguido da cama e me aninhei em seu peito como um filhotinho. A mesa estava farta com frutas que ele cortou, ovos, bacon, pão e o bolo dele que nem tivemos tempo de partir.
- Como você está cansado botei meu leite aqui, beba antes que esfrie.
Peguei o copo de suas mãos e bebi olhando em seu olhos ainda passei os dedos e lambi para não desperdiçar nada.
- Eu aguentava tirar seu leite, meu amor. Eu amo fazer isso e tudo que vem de você.
Falei alisando sua barba, beijei sua bochecha e ele começou a me alimentar.
Depois do banho ele cuidou do meu cabelo e de mim, depois passou pomada no meu bumbum e disse que mais um dia e já estava pronto para uso novamente, eu só assenti.
Uma calcinha branca de cetim com babados de renda que iam de uma lateral a outra cobriam meu bumbum, enquanto eu ficava entre seu colo com ele chupando e beliscando meus peitinhos e o meio de suas pernas quando eu me esbaldava com o cheiro do meu homem em suas bolas pesadas sentindo seu gosto em minha língua.
Cochilei com uma bola em minha boca e acordei com tapinhas em minha bochecha. Lambi suas bolas dei um beijo no seu cogumelo e engatinhei sobre seu corpo me aninhando em seu peitoral.
- Hoje você está mais manhosa do que nunca, cadelinha! Assim vai acabar precisando de um corretivo.
- Eu tô feliz, Preto!! Eu gosto tanto do seu corpo peludo e quente, eu sempre gostei de ficar nos seus braços, mas eu achava que isso era errado.
- Errado? Porque?
- Não sei, acho que a forma como seu pai me olhava fazia parecer errado.
- Meu corpo é o seu lugar, assim como o seu corpo é meu para fazer o que eu bem entender.
- Então eu posso tocar em você quando eu quiser?
- Com o respeito que você me deve, sim! Menos quando estiver te castigando, aí você só aceita.
- Tudo bem, entendi!
- E já que estamos falando de regras, eu vou tentar ser menos bruto com você, mas se eu perceber que você está fazendo corpo mole ou se aproveitando da situação eu te levo pro quarto do castigo e se foi ruim a última sessão de choque você não vai querer receber a próxima.
- Choque não, Preto! Por favor!! Eu vou continuar fazendo tudo direitinho, eu só quero dar e receber seu carinho.
- Mas vai ter dia que não vou querer isso vou ser bruto e não quero reclamações ou cara feia.
- Nada vai mudar, meu dono! Eu ainda vou ser a sua cadelinha obediente recebendo tudo o que o senhor achar que eu preciso.
Com dois toques na minha cintura eu sabia que deveria sair da cama, me ajoelhei no chão ao seu lado, ele levantou foi no guarda-roupas e voltou com uma caixa retangular pequena preta. Ao abrir tinha uma corrente grossa como meu dedo indicador.
Os elos eram arredondados e grossos, atrás tinha um aro grosso e na frente um cadeado pesado com a letra "E" em relevo que ele fechou no meu pescoço com uma chave que já estava na correntinha que ele sempre usou no pescoço.
- Essa coleira é a nossa aliança e ela nuca vai sair do seu pescoço.
Passei a mão sentindo a coleira pesada bem curta em meu pescoço, mas não apertava, o cadeado ficava um pouco pendurado entre os ossos da minha clavícula. Meus olhos encontraram os seus que brilhavam com a minha submissão.
Fiquei de quatro sem quebrar nosso olhar, beijei seus pés, beijei suas bolas e suguei o líquido transparente que brotava na fenda de seu cogumelo e ele gemeu. Sua mão se embrenhou no meu cabelo e forçou sua entrada em minha garganta como a muito tempo não fazia.
Seu lado sádico aflorou, seu mastro invadia a minha garganta sem cuidado algum, naquele momento só o seu prazer importava e por mais que eu tentasse relaxar os músculos para facilitar sua invasão a falta de ar e a violência não deixavam.
E era assim que ele gostava, meus engasgos massageavam seu membro e ele gemia grosso de prazer demorando mais para sair e me sufocando ainda mais, mas eu permanecia submisso, pois confiava no meu dono e não ia arriscar perder o que acabei de conquistar: o acesso ao seu corpo.
Finalizando...
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