Família Feliz - Meu avô e eu enquanto meus pais estão fora
Nunca imaginei que a putaria estivesse no sangue; tudo mudou assim que descobri que posso tudo com meu pai e meu avô.
Nunca imaginei que a putaria estivesse no sangue; tudo mudou assim que descobri que posso tudo com meu pai e meu avô. Três gerações de uma família que prezam pelo prazer sem tabus.
Tudo começou quando meus pais tiveram que viajar para outro estado para resolver algumas coisas. Nesse período de tempo, eu acreditei que ficaria completamente sozinho, mas estava enganado. No primeiro dia sozinho, eu estava aproveitando bem, estava de cueca, prestes a bater um punhetão pelo resto da tarde, porém meu avô chegou em casa dizendo que iria passar esses dias comigo. Como não poderia expulsar, apenas aceitei. Falei para ele que estava à vontade e que ele também poderia ficar. Não demorou muito e ele também estava só de cueca pela casa.
Foi mais para o finalzinho do dia em que descobri quem meu avô era verdadeiramente. Estávamos conversando e ele comentou sobre minha sexualidade e o porquê de eu gostar de homens e não de mulheres. Expliquei que era bissexual, que curtia uma bucetinha também, mas que uma rola e um cu de macho me atraíam bem mais. Percebi o volume na cueca dele e não disfarcei meu interesse. "Pelo visto também é atraente para o senhor, né?" Ele corou e confirmou: "Acho que o que me atraiu foi você, e acho que você também está gostando do vovô aqui". A gente riu, mas o clima não ficou melhor; o clima de tesão só aumentava na sala. Eu não sabia o que sentir, mas tinha uma mente bem aberta. Já meu avô claramente sabia o que estava sentindo e era bem resolvido com isso.
Chegou a um momento em que não era mais necessário utilizar palavras; ele fez um gesto com a cabeça e eu me aproximei rapidamente, olhei no fundo de seus olhos e fiz o que o tesão sussurrava na minha cabeça. Já estávamos há um bom tempo num beijo como dois adolescentes tarados; a minha pica rosava com a dele como se não pudéssemos nos tocar mais que aquilo. Num momento, eu parei o que estávamos fazendo e desci até seus peitos; aquele peitoral peludo me atraía significativamente. Quando comecei a mamar e massagear aqueles mamilos, ele foi à loucura, urrava de prazer, e eu sentia mais prazer ainda em fazê-lo sentir aquilo. Desci mais um pouco; dava para ver os pentelhos escapando da cueca. Queria muito cair de boca no que estava entre as pernas do meu coroa, mas também queria deixá-lo louco o suficiente para que me pedisse. Fiquei cheirando e acariciando por cima da cueca fina e surrada; o cheiro de macho me deixava chapado e mais louco ainda. O coroa não aguentou muito tempo; ele mesmo botou a pica para fora e forçou minha cabeça contra ela: "Chupa essa rola, caralho". Vi que ele estava louco o bastante para termos a melhor foda da nossa vida. Comecei a mamar ele como se fosse a última vez. Senti o gosto do homem que fez a rola que me fez; senti-me lisonjeado de conseguir tal feito. Não demorou muito para que os urros de tesão virassem frases: "Isso chupa a rola do vovô", "O viadinho do vovô sabe o que está fazendo", "Boquinha gostosa do caralho". Antes que gozasse, ele me afastou e disse que agora era sua vez. Ele me colocou de quatro e lambeu meu cu como se fosse uma buceta. Eu me senti a putinha dele e, naquele momento, estava entregue a ele. Depois ele enfiou um dedo, dois, três, e o próximo foi seu pau entrando dentro de mim. Naquele momento não tinha mais volta; fudemos como dois loucos no sofá da sala, acabamos no meu quarto, os dois nus, na cama, eu deitado em seu peito, ambos trocando carícias. Naquela noite não dormimos; mesmo tendo aula cedo no dia seguinte, acabei nem indo à escola. Tinha acabado de começar um romance com o meu próprio avô e só tinha alguns dias para aproveitar livre de medo e culpa.
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