#Assédio #Corno #Traições #Voyeur

O Banquete do Tarado: A Esposa Perfeita Entregue ao Pecado

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RedDanny

O marido arma uma fantasia obsessiva e deixa à mercê do zelador, velho tarado.

Minha esposa trabalha na parte administrativa da coordenação de um colégio em Uberlândia, Minas Gerais. Já tinha uns 4 anos por lá.

Era muito séria, competente, uma mulher que nunca dava ousadia para os outros, principalmente para desconhecidos, além de me amar muito. Ela sempre foi loucamente apaixonada por mim, e eu por ela.

Essa personalidade séria e recatada era o extremo oposto de quando estávamos a sós, principalmente nos momentos íntimos. Entre quatro paredes, ela se tornava uma verdadeira gostosa safada, uma devassa. Nós tínhamos um fogo que não cabia na gente. Parecia que, de fato, tínhamos sido feitos um para o outro. Muitas vezes, antes da relação sexual, assistíamos a muitos vídeos pornôs. Nós adorávamos. Depois, sempre ficávamos absurdamente excitados e transávamos a noite toda, nos acabando.

Me chamo Lucas e sempre tive um desejo velado, obscuro, que nunca externalizei por saber que o pensamento dela era o oposto, e eu sempre respeitei a opinião da minha mulher. Mas a verdade é que eu sempre tive a fantasia doentia de vê-la sendo devorada por outro homem. Só que isso era algo que ela nunca iria aceitar. Sempre que a gente conversava sobre a traição de algum casal de amigos que vinha à tona, ou até mesmo quando colocávamos filmes pornôs com a temática de casadas traindo os maridos, ela criticava duramente. Pedia sempre para trocar o vídeo. Algumas vezes eu até a convencia a assistir pelo menos uma parte, mas ela acabava preferindo que eu tirasse, pois tinha nojo de traição. Uma verdadeira repugnância.

O que aconteceu é que tem um zelador no colégio onde minha esposa trabalha chamado José, apelidado de Seu Zé. Ele tinha seus 60 para 62 anos. Apesar de a idade condizer com a fisionomia — era calvo, branco, tinha cabelos grisalhos, a pele já meio enrugada e a barriga não era tão grande, era apenas um pouco saliente de cachaça —, a energia dele não correspondia à aparência. Era um cara muito ousado, pra frente, um verdadeiro velho tarado, que atirava para tudo que era lado no trabalho. Surgiram boatos de que, nessas brincadeiras, ele já havia comido duas funcionárias, mas eram apenas boatos. Minha esposa, sendo a pessoa séria que era, repudiava essas coisas.

Esse zelador ficava sempre procurando gracinha com ela, o que já estava estressando-a. Ele não conseguia ver minha mulher passando que já ficava hipnotizado. Seguia as movimentações daquela bunda gostosa com os olhos e o pescoço, e às vezes dava até para notar o volume crescendo na calça dele. Minha esposa nunca deu trela. Na verdade, a tratava de forma estritamente profissional: dava bom dia, boa tarde, mas nunca alimentava as ousadias nem dava espaço.

Até que, certo dia, ele acabou conseguindo o WhatsApp dela com alguém do colégio, alegando que precisava resolver umas demandas. Começou a mandar mensagens. Inicialmente, falava de situações do trabalho, dizendo estar com dúvidas. Minha esposa tirou as dúvidas dele, salvando o contato de forma instintiva, mas detestou a situação. Estranhou ele ter o número dela. Ela odiava passar seu contato pessoal para as pessoas do trabalho, reservando-o apenas para amigas muito próximas, principalmente para evitar que ficassem enchendo o saco no telefone pessoal fora do expediente. Tanto que ela só tinha duas colegas salvas.

Ela perguntou quem havia passado o número, mas ele não revelou. Aos poucos, ele começou a elogiá-la nas mensagens. Mesmo sendo elogios “leves” e um pouco mais discretos, deixaram minha mulher extremamente sem jeito e irritada. Ela acabou chamando a atenção dele, exigindo respeito. Disse que aquilo não era conversa para se ter com uma mulher casada, que se o marido dela (eu) visse aquilo daria um problema enorme, e ameaçou abrir uma reclamação formal no colégio por assédio. Ele recuou na hora. Pediu desculpas e prometeu que não aconteceria mais.

Nos dias seguintes, ele se retraiu e passou a mandar apenas aquelas figurinhas de bom dia e mensagens religiosas que parentes costumam mandar. Minha esposa agiu como se nada tivesse acontecido, tratando-o friamente, de forma estritamente profissional. Mas o Seu Zé continuava com aquele mesmo jeito pervertido, sem perder a oportunidade de secá-la e desejá-la em silêncio.

Numa quinta-feira, minha esposa postou nos Stories um “TBT” de um final de semana em que nos hospedamos num resort de águas termais. A postagem consistia em duas fotos dela usando um biquíni minúsculo, um verdadeiro fio dental que engolia no meio daquele rabo enorme. Uma foto dela sentada numa espreguiçadeira e a outra em pé, exibindo descaradamente a parte de trás do biquíni atolado e sua bela bunda farta. Choveram comentários das amigas elogiando o corpo e brincando com a falta de tecido da peça. Mas algo a deixou paralisada: uma curtida do Seu Zé. Ela havia esquecido de excluí-lo dos contatos. Ficou furiosa por ele ter visto aquele espetáculo, apagou a postagem na mesma hora e excluiu o número dele. (Ela estava com esse biquini da foto 1 em anexo)

Eu percebi. Só de ela olhar para a tela do celular, o semblante mudou para pura preocupação. Perguntei o que tinha acontecido.

— Nada, amor. Apenas coisas do trabalho — ela desconversou.

— Do trabalho? Você nem resolve nada do trabalho nesse celular, principalmente em casa. Tá acontecendo alguma coisa? Ela ficou sem jeito.

Era uma situação nova para ela ter que me esconder algo, e, meio gaguejando, mentiu:

— Surgiram umas demandas complexas lá essa semana por conta do recesso, e pra não ter que ficar até mais tarde, trouxe o trabalho pra casa. Mas prometo que não acontecerá novamente.

No dia seguinte, no colégio, ao ver minha esposa, Seu Zé abriu um sorriso largo:

— Bom dia, Dona Luana!

— Bom dia, Seu José. Está tudo aqui dentro do planejado? Alguma situação que queiram me reportar para que eu possa resolver na coordenação?

— Até o momento está tudo tranquilo. Ele não resistiu e soltou:

— Gostei muito da sua postagem ontem, dona...

Minha esposa, sabendo que ele estava querendo liberdade, cortou na hora, ríspida:

— Vamos falar sobre o trabalho, tudo bem, Seu José? Vamos nos limitar apenas a isso.

E saiu marchando, sob os olhares maliciosos e famintos dele. O velho com certeza estava com a imagem daquela bunda de biquíni fio dental gravada a fogo na mente.

Durante a noite, o celular dela vibrou. Uma mensagem de um número desconhecido:

— Oi, boa noite!

Como ela tinha excluído o contato e não reconheceu o número, foi abrir a foto de perfil. Era Seu Zé.

— A senhora foi no setor saber se estava tudo em ordem, tirei foto da lista que fizemos de coisas que acabamos sentindo falta após a sua visita.

E mandou uma foto de visualização única. Minha esposa abriu. Vi o exato momento em que ela arregalou os olhos, pálida de espanto. Fiquei observando, calado. O velho tarado havia mandado uma foto apenas de cueca, marcando a pica, sem mostrar o rosto, só do pescoço para baixo, focando no volume.

De imediato, ela digitou, tremendo de ódio:

— Você é louco? Eu vou amanhã mesmo registrar uma reclamação formal contra você! Ele respondeu no mesmo segundo:

— Me desculpa, dona! Pelo amor de Deus! Eu mandei a foto errada. Mil perdões. Era essa a foto que eu ia mandar. E enviou a foto da lista.

Irritadíssima, ela retrucou:

— Você precisa ter mais cuidado! Eu sou uma mulher casada. Não quero mais que mande mensagem nesse número. Assuntos de trabalho nós resolvemos lá, durante o meu expediente.

Ele concordou e pediu um milhão de desculpas. Notei o quanto ela estava tensa.

— O que houve? Coisas do trabalho de novo? — perguntei, me fazendo de sonso.

Ela, gaguejando, tentou disfarçar:

— É sim, amor... É só hoje.

Fiquei com a pulga atrás da orelha e decidi investigar. Como tínhamos a senha um do outro, esperei ela ir tomar banho. Peguei o celular. A primeira conversa era com uma amiga, e logo abaixo, o número sem nome do Seu Zé. Entrei. Vi que ele tinha mandado a imagem de visualização única, a bronca que ela deu e as desculpas esfarrapadas dele. Fui na conversa com a amiga e li tudo desde o começo. A amiga sugeria que ela se acalmasse e visse se ele pararia com as investidas antes de denunciar, alegando que o velho era humilde e passaria fome se fosse demitido.

Memorizei o nome e o máximo de informações e resolvi que iria conhecer o famoso Seu Zé. Lembrei que na quinta-feira minha esposa estaria de folga, emendando com o recesso do colégio (por conta da Copa), e passaria o dia todo no salão de beleza, num dia de spa. O colégio entraria em recesso na sexta.

Na quinta, fui até o colégio. Perguntei pelo zelador e me apontaram o pátio. Vi de longe. Era um senhor vivido, e o jeito dele, o olhar caçando as mulheres passando, já escancarava o velho pervertido que não aguenta ver um rabo de saia. Me aproximei e me apresentei. Ele tomou um susto. Fui direto ao ponto:

— Seu Zé, eu sei que você fica dando em cima da minha mulher. Ele ficou branco, desconcertado. Tentou gaguejar uma desculpa, negar.

Eu o interrompi:

— Tudo bem. Eu entendo você. Não te culpo. Minha mulher é uma tremenda gostosa. Qualquer homem fica louco quando vê aquele rabo. Mas eu tenho uma proposta pra você.

Os olhos dele brilharam de curiosidade e pavor.

— Proposta pra mim? Que tipo de proposta?

— Isso precisa ficar num sigilo extremo. Se vazar, eu pego os prints das suas conversas no celular dela e acabo com a sua vida aqui dentro. — Eu não tinha print nenhum, era um blefe, mas ele tremeu.

Perguntou o que era. Olhei no fundo dos olhos dele e disparei:

— Você quer comer a minha esposa?

Ele arregalou os olhos, a boca seca:

— C-comer a sua mulher?!

— Sim, Seu Zé. Comer ela bem gostoso. Arrombar a boceta da minha mulher. Ele ficou na defensiva, atônito, tentando entender se era uma armadilha.

Continuei:

— Eu sempre tive vontade de ver outro homem comendo a minha esposa. Nunca revelei isso pra ela. Se você aceitar e fizer tudo direito, eu realizo o seu desejo de meter a pica nela, e você realiza o meu.

A luxúria venceu o medo. O velho viu ali a chance de ter a gostosa inatingível.

— Mas como vamos fazer isso? Ela passa por mim de cara fechada, me bloqueou e quase me fez ser demitido!

— Fique tranquilo. Nós vamos bolar um plano. Pegue meu número.

O rosto cansado e experiente do velho se iluminou com uma esperança perversa.

Como eu disse, eu e Luana tínhamos uma vida sexual absurdamente ativa. Fodíamos de dois em dois dias, no máximo. Tinha semana que a gente transava todo santo dia. Comecei a colocar nossos filmes pornôs, mas agora eu escolhia a dedo: sempre vídeos de zeladores velhos comendo as colegas de trabalho novinhas e casadas, ou velhos tarados arrombando as esposas dos outros, mesmo contra a vontade dela.

Durante nossas transas, eu metia nela com força e sussurrava putarias pesadas:

— Imagina aquele zelador velho te comendo toda... Imagina ele te metendo a pica sem dó, pra esse corno do seu maridinho encontrar sua boceta toda arrombadinha... me referindo ao filme que assistíamos. Quando eu falava isso, ela se irritava, me empurrava e dizia pra parar. Mas eu voltava com mais força, socando a rola no fundo da boceta dela, e ela acabava gozando gostoso, revirando os olhos. Tudo fazia parte do meu preparo psicológico.

Tínhamos uma casa de herança em Vila de Santa Bárbara, a mais de 500km de Uberlândia. Um lugar paradisíaco, com águas termais, muito isolado, sem vizinhos grudados. Dava pra esposa andar pelada pela casa tranquilamente.

Lá também havia clubes e resorts maravilhosos que ficavam desertos. Bolei minha estratégia. Avisei Seu Zé das datas, transferi dinheiro para a passagem e os gastos dele, e expliquei que ele deveria “esbarrar” na gente fingindo coincidência, reclamar que as pousadas estavam cheias, para que eu o convidasse para dormir na nossa casa. Ele topou na hora.

Para garantir o sucesso, passei a torturar minha mulher de tesão durante a semana inteira. Colocava os filmes, sussurrava a putaria no ouvido dela:

— Já pensou aquele velho chupando todo o seu cu arreganhado? Já pensou ele enfiando a pica grossa nesse seu cu todinho? Ela ficava ofegante, molhada, mas resistia, manhosa:

— Sai, eu sou casada! E muito bem comida por você!

Senti que seria difícil. Então, apelei. Provoquei ela a semana inteira e não transei. Chegava nas preliminares e parava. Deixei ela na seca, subindo pelas paredes, escorrendo tesão. Prometi que, na viagem, eu ia foder com ela de todos os jeitos, o feriado inteiro.

Na noite anterior, enquanto ela arrumava as malas, falei com um sorriso safado:

— Amor, não leva muita coisa. Vamos passar o tempo todo nus lá dentro. Leve só o básico e as roupas mais devassas que você tem.

Ela levou dois biquínis nanicos, uma saída de praia de rede que não escondia nada, uma bermuda jeans apertadíssima que engolia a bunda, calcinhas que eram um fio de linha e camisolas curtas, escandalosamente transparentes, que mal cobriam a polpa da bunda. (abaixo foto 2 de uma das camisolas que ela levou e foto 3 de uma das calcinhas)

Chegamos na casa, deixamos as coisas e fomos direto para o clube. Mandei a localização em tempo real pro velho. Minha esposa tirou o short e ficou apenas com um biquíni fio dental minúsculo.

— Hoje eu quero tomar um bronze pra acender a marquinha — ela disse.

Deitou de bruços. Aquela bunda majestosa apontada pro sol. (As duas ultimos fotos em anexo do biquíni que ela estava)

Avistei Seu Zé chegando. Ele parou, paralisado, olhando pra perfeição da minha esposa quase nua, babando feito um cachorro esfomeado.

— Valei-me Nossa Senhora... — sussurrou de longe, tirando os óculos escuros.

Ele se aproximou e a chamou. Quando ela abriu os olhos e viu Seu Zé ali, quase teve um treco.

— SEU JOSÉ?! — Ela levantou de supetão, tentando tampar as intimidades com o short jeans.

— O que o senhor tá fazendo aqui? Apresentei-me fingindo não conhecê-lo. Ele fez o teatro perfeito da “coincidência”. Ele contou que ele não tinha onde ficar pois as pousadas estavam abarrotadas e sem vaga e, sem dar tempo de ela negar, convidei:

— Por que não fica hospedado lá em casa? Minha esposa quase engasgou com a caipiroska. Os olhos dela me fuzilavam em silêncio. Mas o velho aceitou na hora. Sentamos para beber.

— Desistiu do bronze, amor? Vai ficar com marca da bermuda — provoquei.

Contrariada, ela tirou o jeans novamente e deitou na espreguiçadeira. O velho estava suando, com cara de psicopata disfarçada pelos óculos, os olhos cravados na fenda da bucetinha dela, desenhada no tecido minúsculo. Fui passar o bronzeador nela. Tive o cuidado de deixar o corpo dela no ângulo perfeito para o velho ver, na desculpa que ela iria ficar na sombra. Quando cheguei na bunda, passei o óleo devagar e, de propósito, abri um pouco as bandas do rabo dela, exibindo as preguinhas do cuzinho direto pra visão de Seu Zé. Ele apertava o próprio pau por cima do short. O velho estava à beira de um infarto.

À noite, fomos para casa. A casa só tinha um quarto. Zé dormiria no sofá. Minha mulher percebeu o problema:

— Amor, eu não tenho roupa pra ficar com visita. Meu jeans tá molhado. Vou tomar banho e ficar trancada no quarto com a minha camisola.

O detalhe é que a camisola era uma perdição transparente e curta. Seu Zé e eu ficamos ali na varanda, observando a movimentação e alinhando os próximos passos do plano. Expliquei para ele que minha esposa não tinha levado nenhuma roupa verdadeiramente comportada para a viagem, o que significava que, a todo momento, ela estaria circulando pela casa em trajes sumários, exibindo sua essência devassa apenas com suas roupas íntimas. Depois dessa breve conversa, retornei para dentro de casa.

Entrei no quarto fingindo total distração, agindo como se estivesse apenas mostrando os cômodos da casa para o Seu Zé, como se tivesse me esquecido completamente do estado dela. Só que, bem na hora em que abri a porta, minha esposa estava de costas, curvada, vestindo apenas aquela camisola transparente que mal cobria a metade de suas coxas.

— Amor! — falou Luana, assustada, dando um pulo e tentando cobrir desesperadamente suas intimidades com as mãos.

— Fecha essa porta! — gritou ela, ruborizada de vergonha.

— Oh, amor, me desculpa, eu tinha me esquecido completamente — respondi, demorando deliberadamente alguns segundos a mais para puxar a porta, dando tempo exato para que o Seu Zé, logo atrás de mim, pudesse contemplar aquela visão dos deuses.

Ela resmungou entredentes:

— Fecha agora essa porta, porra!

Antes de tudo aquilo, eu já havia combinado a estratégia exata com o Seu Zé. Disse a ele que eu iria fingir que transaria com ela, provocando-a ao extremo, já que eu sabia que ela estava subindo pelas paredes de tesão — ainda mais por ter bebido, um estado que sempre a deixava extremamente erótica e entregue aos impulsos mais profundos. O plano era chupar a buceta dela com voracidade, mas, bem na hora em que ela estivesse no ápice, prestes a gozar, eu interromperia tudo e recusaria o ato. Inventaria qualquer desculpa esfarrapada, deixando-a frustrada e sedenta. Falei para o velho que, se ele visse alguém saindo do quarto naquela situação, certamente seria ela, e sugeri que ele aproveitasse para exibir o pau duro para ela, fingindo estar dormindo ou improvisando alguma investida na hora certa.

De volta ao quarto após o episódio da porta, coloquei na TV um filme adulto com uma temática específica: um zelador idoso, com uma fisionomia muito parecida com a do Seu Zé, comendo uma novinha casada que lembrava bastante os traços da minha esposa.

Visivelmente incomodada com a sugestão, ela disparou:

— Não tem outro filme não? Só com esse contexto agora? — falou muito irritada, embora eu soubesse que o incômodo dela não vinha do filme em si, mas sim do fato de estar na mais absoluta seca havia vários dias, com o corpo implorando por toque.

Aproximei-me dela, encostei bem perto e comecei a sussurrar em seu ouvidinho, destilando veneno e luxúria:

— Sou o seu velho e vou te arrombar... Vou comer esse seu cuzinho gostoso para o seu marido ver.

Minha esposa me atacou num ímpeto de fúria e desejo, puxando-me para um beijo faminto. Fingi entrar de cabeça no jogo dela, correspondendo com a mesma intensidade. Nossos corpos colidiram, ela enfiou a mão por dentro da minha roupa e agarrou meu pau com força, começando a massageá-lo. Num movimento rápido, abri suas pernas com vontade e afundei meu rosto ali, comendo com a língua aquela buceta deliciosa que já jorrava um caldo quente e viscoso.

Quando percebi que o corpo dela começava a se esticar, tremendo e soltando os primeiros gemidos altos do quase orgasmo, parei abruptamente, levantei o rosto e disse, num tom dissimulado:

— Melhor não continuar, amor... Nós temos visita na casa.

Ela, completamente fora de si, cega e louca, totalmente sedenta por sexo, implorou:

— Eu fico caladinha... Me come, amor, por favor! — suplicava com aquela carinha de manhosa, tarada por uma rola, completamente desesperada para ser fodida sem dó.

— E o que ele vai pensar caso nos escute? — provoquei, jogando lenha na fogueira.

— Ainda mais sabendo que ele é funcionário lá da sua empresa?

Mesmo contra a vontade visceral do próprio corpo, que gritava por penetração, ela recuou bufando, frustrada.

Horas mais tarde, a casa já estava completamente mergulhada na escuridão e no silêncio, com tudo apagado. Minha esposa se remexeu na cama e falou:

— Amor, pega um pouco de água para mim, por favor?

Eu, fingindo estar num sono profundo e pesado, resmunguei sem abrir os olhos: — Ah, amor... Levanta e pega sua água você mesma. Estou morrendo de sono.

Ela deu um muxoxo irritado e sibilou:

— Como é que eu vou passar pela sala com essa roupa?

— Se enrole no lençol, amor — sugeri, fingindo sono.

— A essa hora o Seu Zé já deve estar apagado dormindo.

Sem alternativa, foi exatamente isso o que ela fez. Enrolou-se toda no lençol, cobrindo o corpo, e saiu na ponta dos pés em direção à sala escura.

O que ela não esperava era dar de cara, bem no meio do trajeto, com a pica grossa e durona do Seu Zé erguida na penumbra. Certamente aquilo mandou calafrios violentos pela espinha dela. Ela travou por um segundo, encarou aquela visão proibida com os olhos arregalados, desviou o passo em direção à cozinha, pegou a água e voltou correndo para o quarto com o copo trêmulo nas mãos.

Olhei para ela da cama e notei que estava com os olhos estalados, com uma expressão perdida, exatamente como quem tivesse acabado de ver uma assombração.

— O que foi, amor? Viu um bicho-papão? — perguntei, disfarçando o sorriso.

Com o olhar totalmente disperso, ela levou o copo d’água trêmulo em direção à boca e murmurou antes de beber:

— Nada não, amor... Só vamos dormir.

Eu já sabia perfeitamente o efeito avassalador que aquela visão havia provocado na mente e na buceta dela, mas apenas ajeitei os cobertores para fingirmos que iríamos dormir.

No dia seguinte, tínhamos combinado de ir relaxar nas piscinas termais da região. Convidei o Seu Zé para ir conosco, e ele aceitou de imediato. Fomos logo cedo, já que eu não queria passar o dia todo na rua; afinal, planejava fazer um churrasco saboroso na volta e, pela noite, aconteceriam os tão esperados jogos da Copa do Mundo.

Minha esposa, sem muitas opções de vestuário na mala, acabou vestindo a mesma bermuda jeans apertadíssima do dia anterior, combinada com outro biquíni extremamente devasso. Assim que chegamos ao complexo termal, Luana quis entrar na água o mais rápido possível. Ao puxar a bermuda jeans colada para tirá-la, o tecido minúsculo do biquíni acabou embolando junto, fazendo com que a peça, que já era minúscula, parecesse ainda menor. O biquíni enroscou e subiu com força, deixando a bunda da minha esposa praticamente nua e exposta.

Percebendo a situação, ela tentou se cobrir às pressas e correu para se jogar na água, mas não antes de proporcionar um verdadeiro espetáculo visual: a bunda fartíssima inteiramente engolindo aquele fio dental minúsculo. Seu Zé, que observava tudo de camarote, ficou imediatamente de pau duro com aquela visão celestial. Logo em seguida, ele também entrou na piscina para ficar mais perto.

Assim que chegou próximo a Luana, ela se espantou ao notar que o Seu Zé estava com o pênis visivelmente ereto, formando um grande e indiscreto volume marcando o tecido do short molhado. Incomodada e sem graça, ela preferiu fingir que não viu e evitou comentar qualquer coisa.

Cheguei logo depois, e nós três ficamos um bom tempo relaxando nas águas termais quentes. Depois de algumas horas, resolvemos ir embora, pois prepararíamos o churrasco na área externa de casa.

De volta à residência, minha esposa constatou o problema:

— Vou ter que continuar usando a mesma bermuda. Simplesmente não tenho mais nenhuma roupa limpa aqui.

Falei para ela ficar tranquila, dizendo que não havia problema algum, afinal, éramos só nós ali na casa e ela não precisava se preocupar com a bermuda.

Acendemos a churrasqueira, assamos uma carne excelente, comemos e bebemos bastante — minha esposa também tomou algumas cervejas —, enquanto o som tocava alto na caixa de som. Foi uma tarde e início de noite extremamente agradáveis e descontraídos.

Por volta das 19h, decidimos encerrar a curtição para tomarmos banho. Na minha cabeça, a engrenagem já girava a mil por hora, pensando nos jogos da Copa que começariam às 21h e no ápice do meu plano.

Minha esposa foi a primeira a ir para o banho. Logo saiu de lá enrolada na toalha, me chamando para conversarmos no quarto:

— Amor, vou ter que fazer exatamente a mesma coisa de ontem. Só que hoje piorou: nem calcinha limpa eu tenho. Vou ter que colocar aquela camisola curta e ficar trancada aqui no quarto o resto da noite.

— Tudo bem, amor, fica tranquila — respondi, já bolando o próximo passo da estratégia na minha mente, já que eu ainda não havia mencionado para ela que os jogos seriam assistidos no quarto e que eu traria o Seu Zé para dentro do nosso santuário íntimo.

Enquanto tomei meu banho e o Seu Zé fez o dele, voltei para o quarto e fiquei ali com minha esposa. Ela andava de um lado para o outro arrumando a cama, vestida apenas com aquela camisola leve e sem nenhuma calcinha por baixo. Eu estava morrendo de tesão, com o sangue fervendo pela cerveja e pela abstinência de dias sem comê-la.

Enquanto ela se curvava para ajeitar os lençóis, o cuzinho delicioso e a entradinha da bucetinha ficavam completamente expostos, me convidando. Decidi provocar o velho de vez: peguei meu celular bem escondido, tirei várias fotos detalhadas dela arrumando a cama com o corpo nu por baixo da camisola e encaminhei o material para o WhatsApp do Seu Zé, que ainda estava no banheiro. (fotos 4 a 8 em anexo)

Ele respondeu quase instantaneamente, inundando o chat com emojis de olhos arregalados e bocas abertas. Continuei a provocação por mensagem:

— Olha o que hoje te espera.

E ele, tomado pela luxúria, respondeu animado:

— Deus existe!

Minha esposa terminou de arrumar a cama, deitamos juntos e conversamos por um instante. Avisei a ela que, no dia seguinte, precisaria sair bem cedo para comprar mantimentos para a casa, especialmente itens para o nosso café da manhã.

Pouco antes das 21h, fingi naturalidade e disse que iria até a sala, deixando-a completamente à vontade e sem a menor suspeita do que estava prestes a acontecer.

Cheguei na sala, vi Seu Zé transbordando de tesão com a expectativa do que estava por vir, e falei:

— Vamos lá, Seu Zé!

Abri a porta do quarto. Minha esposa estava toda enrolada na cama. Ela tomou um susto enorme quando viu a figura do Seu Zé entrando ali, no nosso espaço íntimo. Ficou me fuzilando com os olhos, me encarando como se eu fosse completamente louco, mas eu me adiantei com a desculpa perfeita:

— Amor, hoje tem jogo da Copa. Vamos ter que assistir aqui mesmo.

Ela sabia que eu era doente por futebol e que não perdia um jogo por nada. Sabia também que aquela era a única TV que tínhamos na casa, então não havia nada que ela pudesse fazer a respeito. Sair dali também não era uma opção, já que ela não tinha levado nenhuma roupa comportada na mala e, naquele exato momento, não estava usando calcinha alguma por baixo da camisola curta. Sem saída, ela ficou emburrada, puxou o lençol para se cobrir ainda mais, tentando esconder o corpo, e se encolheu no canto da cama.

Eu me posicionei bem no meio do colchão e falei para Seu Zé se acomodar na outra ponta. Mudei o canal da TV, pois a partida já iria começar. Assistimos ao primeiro jogo inteirinho, vibramos com os gols, a partida acabou e, logo em seguida, partimos para o segundo jogo.

Minha esposa, percebendo que a tortura se estenderia por mais uma partida inteira, soltou um muxoxo de pura irritação. Ela virou de costas, deixando aquela bunda imensa e farta desenhada de lado, roçando perigosamente perto de mim sob as cobertas. Antes mesmo de a segunda partida terminar, já por volta da 1h da manhã, o jogo estava péssimo e minha mulher já tinha apagado, mergulhada no quinto sono.

Foi então que me virei para o Seu Zé e sussurrei:

— Vou dormir. Pode dormir aí mesmo, faz parte do plano.

Ele abriu aquele sorriso tarado, os olhos brilhando de malícia na penumbra. Cheguei mais perto e murmurei, bem baixinho, para garantir que ela não acordasse e não escutasse uma vírgula da nossa conversa suja:

— Amanhã cedo, vou fingir que vou sair para comprar algo e deixarei vocês dois sozinhos aqui na cama. Será a sua grande oportunidade.

Estava tudo milimetricamente planejado. Fomos dormir. Eu balancei minha esposa de leve, pedindo espaço para entrar debaixo do lençol com ela, e dormimos agarrados de conchinha, enquanto Seu Zé ficou deitado lá, na outra ponta da nossa cama.

Quando o dia amanheceu, por volta das 5h30 da manhã, estávamos todos exatamente na mesma posição. Comecei a colocar a cartada final do meu plano em ação. Ao deslizar devagarzinho para fora do lençol, a visão me paralisou: durante a noite, a camisola da minha mulher tinha subido completamente. Aquele rabo espetacular, farto e macio, e a bucetinha estavam completamente expostos, nus e vulneráveis ali na cama.

Sem pensar duas vezes, resolvi descobrir ela inteira. Puxei o lençol com um cuidado extremo, deixando aquele verdadeiro monumento de mulher totalmente à mercê daquele velho tarado. O quarto agora seria só dos dois.
Fui até o Seu Zé, sacudi o ombro dele para acordá-lo, apontei para a perdição escancarada na cama e sussurrei:

— Agora é com você.

E saí do quarto, encostando a porta devagar, deixando a minha esposa servida de bandeja, nua e adormecida, para saciar toda a fome daquele velho tarado. Na penumbra do quarto, o som da respiração pesada dela misturou-se ao estalar dos passos do zelador aproximando-se da cama. (foto 9 em anexo)

O que aconteceria a seguir mudaria para sempre o destino de nossas vidas...

Gostou do que leu até aqui? Quer descobrir como Luana reagiu ao acordar com as mãos calejadas do Seu Zé explorando cada centímetro do seu corpo, e se ela cedeu ao prazer proibido?

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https://reddanny.substack.com/p/o-banquete-do-tarado?r=8w739m&utm_campaign=post&utm_medium=web&showWelcomeOnShare=true

continua....

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Comentários (3)

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  • Tuga tarado: Estava bom demais, mas parece que aqui acabou ;) mas eu tenho a certeza que essa puta vai dar tanto mas tanto ao velho, fodx que tesao isso! Esses planos para meter a mulher na vara de outros homens é bom demais.

    Responder↴ • uid:b9408ou4fyk
  • Tuga tarado: Há que entregar nossas mulheres ao pecado e ver elas se perderem no prazer do sexo puro e duro com amantes.

    Responder↴ • uid:b9408ou4fyk
  • Sem nome: Cadê o resto?

    Responder↴ • uid:1e8eeukgqzh9