#Gay

Peguei o filho curioso do Patrão com uma revista de homem pelado

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Escritor G.P.

O filho do meu patrão veio passar uns dias na fazenda, pra "virar homem", mas ababei flagrando ele batendo uma, vendo revista de homem pelado.

Sou Logan da Silva, sou caseiro em uma grande fazenda. Sou alto, com mais de 1,90m de altura e tenho um corpo maciço, marcado por músculos densos e um peitoral largo coberto por pelos grossos. Minha barba cerrada e bem cuidada que sempre me dá um ar viril, que reforço com meu olhar firme e minha cara sempre séria. Uso um chapéu de cowboy surrado, que tem tantas histórias quanto eu, e um cinto de couro gasto que marca minha cintura forte. Um detalhe sobre mim é que meus jeans, mesmo sendo largos, sempre parecem justo demais para conter minha virilidade. Sempre destaca o volume grosso e pesado que tenho entre suas pernas.

Vou tentar ser breve, o filho do meu patrão, quando vem passar uns dias na fazenda, sempre comenta sobre minha altura, sobre meus músculos e sempre me pergunta se ele vai crescer e ficar grande como eu. Haha. Até aí, tudo bem. Porém, o moleque cresceu, ficou mais atrevido. Sempre brincava dizendo que eu parecia um ator de filmes, sabia que ele tava tirando uma com minha cara. Mas notei um sorrisinho que já não era infantil.

O tempo foi passando e o moleque crescendo, e sempre me provocando mais ainda. Uma vez, eu estava tomando uma ducha no banheiro atrás da minha casa,vi o safado se esgueirando pelo mato, para tentar ver eu pelado. Pensei que era curiosidade, os hormônios falando.

Até que ouvi uma empregada falando com a mãe do moleque, que na cidade(ele mora com a mãe, na cidade), viu ele ficando com um garoto da faculdade.

Então mandaram ele pra cá, por uns tempos, pra aprender a "virar homem". Botei o moleque pra trabalhar, pra me ajudar. Fazíamos trabalho braçal, sobre o sol, vez ou outra eu notava ele me encarando, vendo eu limpando o suor da testa com os braços, ou me encarando quando eu carregava grandes fardos de feno.

Até que um dia, eu ele não veio para pintar as madeiras que cercavam a fazenda. Ele tinha sumido. Procurei ele por um tempo, mas sabia que o encontraria no celeiro.

Entrei devagar no celeiro, o rangido da madeira denunciava meus passos pesados. E lá estava ele, sentado num fardo de feno, calça arriada no meio da coxa, punho apertado em volta do pau médio, suado, os olhos fechados gemendo baixinho. A revista de homem pelado aberta no colo, mostrando um cara forte, másculo, igual aqueles que ele sempre ficava me encarando.

Dei um passo mais forte e o vi estremecer, quase engolindo o gemido. Arranquei a revista da mão dele com força.

— Que porra é essa, moleque? — rosnei, minha voz grave ecoando pelo celeiro.

Ele arregalou os olhos, rápido, tentando cobrir o pau com a mão.

— Logan… por favor… não conta pro meu pai, não conta…

Olhei bem pra ele. Moreno, quase negro, corpo jovem, magro mas definido, bunda empinada que chamava atenção até debaixo do jeans. Os olhos cinzentos tremiam entre medo e tesão. Vi o pau mediano dele ainda duro, latejando, escorrendo uma gota de gozo na cabeça rosada.

Dei um sorriso torto.

— Desde que veio trabalhar aqui, não tira os olhos de mim. Se esconde no mato pra tentar me ver tomando banho. E agora tá aqui, batendo punheta com revista de macho… — me aproximei até quase colar nele, a sombra do meu corpo quase o engoliu. — É rola que tu quer, moleque? Então toma.

Segurei firme a nuca dele, encostando a cara dele no volume pesado que eu carregava dentro do macacão jeans. Mesmo mole, meu pau já fazia um volume grosso, marcando o tecido. Ele tentou recuar, mas minhas mãos eram mais fortes.

— Para com essa brincadeira gostosa… — ele reclamou, a voz embargada.

— Brincadeira? — ri baixo, esfregando o volume na boca dele por cima do jeans. — Eu não brinco, moleque. Aqui é coisa de homem.

Senti a respiração dele quente contra minha rola, o jeito como mesmo tentando desviar, o nariz roçava no inchaço duro. O meu pau começou a encher, ficando ainda mais pesado, pressionando contra o tecido do macacão.

Puxei o zíper devagar, o barulho metálico cortando o silêncio do celeiro. Minha rola grossa saltou pra fora, semi-dura, as veias pulsando, a cabeça já úmida de tanto tesão contido.

— Tá vendo, moleque? — segurei a base, batendo a cabeça do pau contra a boca dele, sujando de pré-gozo. — Não precisa de revista, não. O macho tá aqui na tua frente.

A cabeça dele tentava escapar para os lados, mas minhas mãos pesadas mantinham a nuca firme. Meu pau foi ficando cada vez mais duro, latejando contra o rosto dele, batendo de leve na bochecha, deixando marcas vermelhas no caminho.

— Olha só pra ti, moleque — murmurei, sentindo meu pau endurecer mais a cada segundo. — Faz cara de quem não quer, mas essa tua pica tá dura que nem pedra.

E tava mesmo. Mesmo tentando esconder, o volume na calça dele crescia, o pau mediano esticando o tecido já manchado de gozo.

Empurrei mais minha rola contra a cara dele, a pele grossa da glande deslizando pela bochecha, pelo canto da boca. Ele fechava os olhos, gemia baixo, e fingia resistência. Mas o corpo não mentia.

— Desde o dia que tentou me espiar no banho, eu já sabia… — rosnei, encostando a cabeça do meu pau nos lábios dele. — Tu queria isso aqui.

— Logan… não… — Ele balbuciou, quase sem voz.

Mas a boca entreabriu quando a glande quente roçou nos lábios. E foi aí que eu empurrei, devagar, só a cabeça, sentindo a pressão da boca apertada tentando se acostumar com a grossura.

Puxei a cabeça dele contra mim, fazendo-o engolir mais de centímetros do meu membro. Ele gemeu engasgado, os olhos se arregalando. Meu pau mal cabia dentro da boca dele, esticava os cantos e fazia a garganta trabalhar quando tentei entrar mais fundo.

— É isso... — murmurei, segurando a cabeça dele com força. — Engole tudo.

Ele tentava chupar, desajeitado, língua passando pela veia grossa, movendo a cabeça para frente e para trás, fazendo a saliva escorrer pelo canto da boca. A cada movimento, eu sentia que era aquilo que ele queria desde o primeiro momento em que tirei a rola pra fora.

Empurrei mais fundo, até ouvir o barulho molhado da boca se esforçando em volta da minha pica. A cabeça dele se movia devagar, tentando engolir mais e mais, mesmo sem conseguir abocanhar toda a grossura.

— Olha só pra ti, moleque — eu sorri, enquanto ele babava na minha rola. — Fingindo que não queria… Mas agora tá de joelhos chupando o macho que sempre sonhou.

Meu pau latejava dentro da boca dele, grosso demais, pesado, sentindo a garganta estreita se contrair quando eu forçava mais fundo.

Segurei a cabeça dele firme com as duas mãos, a barba roçando nos meus dedos enquanto começava a meter de verdade na boca quente. Minha rola entrava e saía, cada estocada fazendo barulho molhado, a garganta dele se contraindo, tentando se acostumar com a grossura.

— Engole, moleque… — rosnei, batendo a glande pesada contra o fundo da garganta. — Para de fingir. Tu nasceu pra isso aqui.

Ele gemia engasgado, lágrimas brotando no canto dos olhos, saliva escorrendo pelo queixo. Babava todo o meu pau, o corpo tremendo a cada vez que eu empurrava mais fundo.

Dei um tapa de leve na cara dele, só pra ouvir o som seco ecoando no celeiro.

— Abre essa boca direito, porra.

Ele arregalou os olhos, mas não recuou. Ao contrário, segurou no meu cinto, como se quisesse me usar de apoio. Eu ri baixo e meti mais forte, socando a boca dele com a rola grossa, sentindo os dentes raspando de leve, a garganta roncando quando ele se engasgava.

— Isso… chupa o macho… — minha voz saía grave, cheia de tesão. — Tá engasgando, mas teu pauzinho tá latejando aí embaixo.

Olhei rápido e vi a calça dele estufada, a ponta molhada. O safado gemia contra minha pica, o som abafado vibrando pela minha glande.

Parei um instante, puxando o pau pra fora. Minha rola brilhou coberta de saliva, um fio escorrendo até o queixo dele. Ele respirava ofegante, cuspindo, tentando recuperar o ar.

— Caralho, Logan… — ele tossiu, passando a língua pelos lábios vermelhos e inchados. — Essa rola é grossa demais… não cabe na minha boca, porra…

Dei outro tapa de leve na cara dele, deixando um sorriso torto e malicioso escapar.

— Cabe sim. Tu vai engolir até as bolas. — que aliás eram enormes, pesadas e cheias de esperma.

Segurei de novo a cabeça dele, mais firme, e enfiei meu pau inteiro de volta, sentindo a boca apertada se abrir ao máximo, o pescoço dele esticando quando tentei enterrar tudo.

O moleque se engasgou alto, babando mais, mas não me afastou. Pelo contrário, gemia rouco, as mãos apertando minhas coxas, como se implorasse por mais.

Um vento entrou pela porta do celeiro, levantando poeira e fazendo algumas folhas da revista voarem pelo chão. Uma delas parou bem na minha frente. Baixei os olhos e vi a foto: dois machos fortes, suados, um de quatro, o outro socando a rola inteira por trás. A imagem parecia até uma provocação.

Não aguentei segurar o sorriso. Olhei pro moleque de boca vermelha, babada, o pauzinho dele quase rasgando a calça de tanto tesão. Segurei ele pela cintura e virei de uma vez, jogando o corpo leve sobre o feno. O cheiro do mato, do suor e do cio misturado me deixou ainda mais duro.

Puxei a calça dele até descer pelas coxas, e a visão me deixou latejando: aquela bundinha empinada, redonda, morena e lisa, o cuzinho apertado piscando pra mim como se implorasse.

— Quer sentir a pegada de um macho de verdade? — minha voz saiu grave, rouca de tesão, enquanto passava a palma da mão pesada pela curva da bunda dele. — Soube que na cidade tu anda dando uns pegas nos boyzinhos… mas nada, moleque… nada vai superar a pegada de um macho bruto.

Cuspi na mão e espalhei a saliva grossa pela cabeça do meu pau, que já brilhava de tanto pré-gozo. Encostei na portinha quente dele, só esfregando de leve, fazendo ele gemer baixinho e apertar os dedos no feno.

— Logan… — ele arfou, tentando olhar por cima do ombro. Os olhos cinzentos estavam marejados de medo e tesão. — É… é muito grande, porra…

Dei um tapa forte na bunda dele, o barulho seco ecoando.

— Cala a boca. Aprende agora o que é ser fodido por homem de verdade.

Apoiei a glande grossa contra o cuzinho apertado e pressionei, sentindo a entrada se abrir devagar, o calor me sugando pra dentro. Ele gemeu alto, o corpo tremendo, os dentes rangendo.

— Relaxa, moleque… — murmurei, enterrando só a ponta primeiro. — É grossa mesmo… mas tu vai abrir pra mim. Vai abrir todinho.

A cada centímetro, o cuzinho dele piscava em volta da minha rola, quente, apertado como um punho. E quanto mais eu empurrava, mais ele gemia rouco, misturando dor e prazer.

O moleque gemeu alto quando sentiu a cabeça grossa forçando a entrada. Tentou engatinhar pra frente no feno, como se quisesse fugir da pressão.

Segurei firme a cintura dele, meus dedos afundando na carne magra.

— Onde pensa que vai, moleque? — rosnei, cuspindo na palma da mão, lambuzando meu pau inteiro.

Sem esperar mais, enfiei com força, estourando ele de uma vez. Meu pau grosso entrou rasgando, enterrando todos os centímetros dentro daquele cuzinho apertado.

— Aaaaah, caralho, Logan! Tá me rasgando, porra! É grande demais… — O grito dele ecoou pelo celeiro, a bunda empinada tremendo

Fiquei parado alguns segundos, sentindo o anel apertado vibrando em volta da minha rola. O corpo dele se contorcia, o cu piscando desesperado tentando expulsar, mas eu mantinha a cintura firme sob minhas mãos.

— Se acostuma logo… — falei baixo no ouvido dele, grudado por trás. — Eu não vou tirar. Aqui dentro é o lugar da minha pica.

Não esperei muito. Comecei a meter, primeiro lento, só pra sentir cada centímetro daquela carne quente engolindo meu pau. Mas logo a brutalidade falou mais alto. Segurei a cintura dele com força, socando fundo, fazendo o feno voar a cada estocada.

— Isso, moleque… — rosnei, batendo a mão aberta na bunda dele, o som seco ecoando. — Tu queria macho? Toma macho.

Ele gemia e chorava, cuspindo palavrões, mas o corpo dizia outra coisa: a rola dele latejava, dura, batendo no feno e borrando tudo de gozo.

— Para… Logan… — ele arfava, tentando engatinhar pra frente.

Dei outro tapa, mais forte. — Ninguém mandou me provocar todo esse tempo. Agora aguenta.

Apertei ainda mais a cintura dele e comecei a socar com força, cada estocada entrando até o talo, meu saco batendo pesado contra a bunda empinada.

— Engole minha rola, moleque… abre esse cuzinho… — gemi, a voz grave, metendo sem piedade. — Tu não nasceu pra fugir, nasceu pra ser fodido por macho.

O celeiro inteiro parecia tremer com as metidas, o barulho da madeira rangendo misturado aos gritos dele e ao estalo das minhas bolas contra a bunda dele.

Segurei a cintura dele com força e continuei metendo fundo, mas dessa vez parei por um instante, só deixando meu pau grosso pulsando dentro do cuzinho apertado. O moleque arfava, o corpo tremia embaixo de mim, e eu sentia o calor dele queimando na base da minha rola.

— Olha pra mim, moleque… — murmurei, puxando o cabelo dele e forçando a cabeça a virar por cima do ombro.

Os olhos cinzentos estavam marejados, perdidos entre dor e prazer. Os lábios entreabertos gemiam baixo, salivados, enquanto meu pau esticava cada pedaço da entrada estreita dele.

— Viu? — continuei, olhando fundo nos olhos dele. — Essa é a pegada de macho. Não adianta fugir. Teu cu já me engoliu.

Dei uma enfiada lenta, arrastando a cabeça da minha rola pelas paredes internas. Ele gemeu mais alto, o olhar se desfazendo, os músculos da bunda tremendo.

Depois voltei ao ritmo bruto, socando forte, estocando fundo, até ouvir o estalo da minha pélvis batendo contra a bunda dele. A cada metida, o cuzinho piscava no talo, apertando ainda mais.

— Aaaah… Logan… — ele gemeu, a voz embargada, mordendo o lábio. — É… é demais…

— Cuzinho guloso da porra… — rosnei, dando um tapa forte que fez a pele dele arder sob minha mão. — Tu diz que não quer, mas tá abrindo todinho pra minha rola.

Mantive a brutalidade, mas puxei ele pelo peito, colando nossas peles suadas. A barba dele roçava no meu queixo enquanto metia de lado, olhando direto nos olhos dele. O moleque gemia sem parar, arfando contra minha boca, pedindo com o corpo o que a boca fingia negar.

Voltei a jogar ele de quatro no feno, e aí deixei a brutalidade tomar conta. Socava sem parar, cada enfiada mais forte que a outra, meu saco batendo pesado, estalos ecoando pelo celeiro.

— Vou te estourar, moleque… — grunhi, enterrando até o talo. — Até tu gozar só levando pica, sem nem encostar no seu pau.

E foi o que aconteceu. O corpo dele inteiro tremeu, os gemidos viraram gritos abafados no feno. O pau mediano espirrou jatos quentes, melando tudo, gozando sem que eu tivesse tocado nele, só com a pressão da minha rola socando fundo.

Mas eu não parei. Continuei metendo sem piedade, sentindo o cuzinho dele piscar em volta do meu pau grosso, como se tentasse sugar ainda mais.

— Awmmm…

— Tá gozando? — ri com desprezo, estalando outro tapa na bunda dele. — Eu ainda nem comecei, moleque.

E enfiei até a base, sentindo o cu dele engolir, pulsar e contrair desesperado, enquanto eu socava sem parar, o celeiro inteiro rangendo com a brutalidade da foda.

Me apoiei firme no corpo dele, cada músculo meu tenso, macetando cada vez mais fundo, sem dar trégua. Eu já estava possuído, socando sem piedade, fazendo o moleque gemer alto, sem controle, fazendo a voz rouca dele ecoar pelo celeiro.

Eu sentia o cuzinho apertado piscando no meu pau, como se quisesse sugar até minha alma.

— Aaaah, porra... — rosnei, o suor escorrendo pelo meu rosto, caindo nas costas dele. — Vai ficar todo arregaçado! Vou abrir teu cu todinho, moleque... todinho!

As metidas ficaram mais brutas, meus quadris batendo forte, o feno até voava comigo enterrando tudo, até o talo, sem dar espaço pra ele respirar. O barulho das minhas bolas estalando contra a bunda empinada era músicas para meus ouvidos.

O moleque já tinha gozado, mas continuava tremendo, gemendo como se fosse desmaiar.

— Ooooh... caralho, moleque... - gemi alto, a voz grave arrastada. — Esse cuzinho vai me fazer gozar...

O prazer subiu como fogo nas minhas veias, a pressão insuportável latejando na base da minha rola grossa. Agarrei a cintura dele com tanta força que marcou a pele dele.

— Ooohhh, caralho! — Meu corpo inteiro tremeu quando senti o prazer subir. Enterrei de uma vez, socando até a base, e deixei todo o líquido guardado em minhas bolas sair.

— Aaaaah, caralho!!! — ele gritou, quando sentiu eu enterrando até o fundo, sem tirar, enquanto meu pau explodia dentro dele.

Eram jatos grossos, quentes, pesados e intermináveis que enchiam o cuzinho apertado do moleque. Era tanta porra que parecia um cavalo garanhão esporrando fundo.

Era tanta porra que senti a pressão do líquido enchendo, vazando de volta. Acho que ele também sentiu a minha porra quente transbordar, escorrendo pela base da minha rola, descendo pelas coxas dele, manchando o feno.

— Ainn, Logan! Puta que pariu!

— Ohhh, toma, seu puto safado. — bati na bunda dele, ainda sentindo meu pau ejacular.

Eu não saí de dentro e nem mesmo parei.

Mesmo gozando, continuei socando. Meu pau latejava dentro, cada metida empurrando a porra cada vez mais fundo, fazendo o cu dele vazar estava completamente melado e piscando sem parar.

— Recebe minha porra, garoto. Ohhh… Recebe tudinho, moleque... — urrei, com a voz rouca, enquanto ainda socava forte, metendo sem dó, sentindo o gozo respingando no feno. — Tua bundinha vai aprender que macho não goza e para.

Ele gemia alto, o corpo mole, tremendo, as pernas bambas tentando escapar, mas o cuzinho apertava ainda mais, como se sugasse meu pau, pedindo mais porra. E eu dava. Continuava metendo sem piedade, mesmo depois do gozo, o calor e a sujeira aumentando a cada estocada bruta.

— Awmm… Logan… — gemeu ele, tentando fugir novamente, mas o prendi com firmeza, enterrando tudo de novo, sem descanso. — Ahhhh…

O celeiro inteiro cheirava a sexo, suor e macho. E eu ali, enterrado até o fundo, bombando forte contra a bunda dele, fodendo sem parar, mesmo depois de ter estourado tudo dentro dele.

Ambos gemiam alto, eu mais selvagem, sem parar de meter, como se tivesse tomado posse dele de vez.

— Tu é meu, moleque... — sussurrei no ouvido dele, sem desacelerar. — Cuzinho de macho da fazenda... Apenas meu.

E continuei metendo, bruto, sem pressa de soltar, mesmo depois de já ter esporrado como um touro dentro do filho do meu patrão, mas meu pau continuava duro, latejando dentro daquele cu quente que pulsava sem parar. Quanto mais eu socava, mais o moleque tremia, as pernas tremendo sem parar.

— Caralho, Logan! É tão grande… Você já gozou!! É gostoso, mas não sei se aguento…

— Aguenta, porra… — rosnei, socando com mais força, sentindo minha porra espumando no talo grosso da rola. — Olha só o estado do teu cuzinho, todo melado, me engolindo sem reclamar.

Ele gemia alto, a voz rouca, misturando prazer e desespero.

— Aaah… Logan… Vai me arrebentar… Tá muito fundo…

— Tá reclamando, mas teu cuzinho tá chupando minha rola que nem sua boca gulosa. — ri, dando um tapa forte na bunda dele, fazendo o som seco ecoar no celeiro. — Olha só como abre todinho pra mim.

— Ahhhh! Delíciaaa!

A cada estocada, eu via o leite grosso querendo escorrer, vazando, mas empurrava de volta, enterrando até a base. Meu pau entrava e saía brilhando, fazendo a espuma branca manchando a pele morena dele.

— Tu nasceu pra isso, moleque. — comentei, puxando o cabelo dele pra trás, forçando-o a olhar pro teto enquanto eu arrebentava o cu dele sem dó. — Pra ser aberto por macho de verdade.

— Awmm! Logan!

— Pede pela minha pica, puto! — bati de leve na cara dele, só o suficiente para fazê-lo gemer de prazer.

— Me dá pica, Logan. — implorou ele, rebolando de leve. — Quero rola! Quero pau! Ahhh…

O moleque só gemia, pedindo mais. De onde estava vi o pau dele pulsando, gozando de novo, sem nem encostar a mão.

Senti o prazer subir mais uma vez, violento, queimando por dentro. Agarrei a cintura dele com toda a força, estocando brutal, cada socada enterrando até o fim, sem espaço para fuga.

— Ainnn…

— Poooorraaaa! — gritei, a voz ecoando como trovão.

Jatos ainda mais fortes explodiram de mim, enchendo de novo o mesmo cu já lotado. A porra quente borbulhou pra dentro, vazando em excesso, descendo pelas coxas dele. Cada estocada espirrava mais, o feno ficando encharcado do gozo que não cabia mais dentro.

Mas eu continuei, mesmo gozando, soquei meu pau roliço inchado, metendo sem trégua. O moleque gritava, revirando os olhos enquanto eu dava mais tapas na bunda, marcando a pele quente.

— Toma tudo, porra! — rosnei, socando sem parar. — Esse cuzinho é meu, e vai viver cheio de leite de macho.

O barulho obsceno e molhado da foda, misturado aos meus urros e aos gemidos dele, tomava conta do celeiro. Eu sentia meu gozo espumando no meu pau, escorrendo pelo saco, mas não parei. Continuei fodendo como se fosse meu último dia de vida na Terra. Eu dominava cada gemido, cada piscada daquele cu arrombado.

— Caralho, Logaan… — Ele deixou escapar quando me afastei e sai de dentro dele. — Meu rabo tá arregaçado… Tu acabou comigo.

Eu sorri, dei um tapa na bunda dele e admirei um buraco largo e lotado de leite branco e grosso de um macho de verdade.

— Que nada, garoto. — me larguei sobre o fardo de feno. — Teu rabo tá perfeito.

Meu corpo estava quente e meu pau ainda estava duro, latejando e melado de porra. Respirei fundo, suado, e puxei o moleque pro meu colo, sentindo ele mole, exausto, mas ainda com aquele fogo nos olhos.

— Senta no meu colo, moleque… — ordenei, batendo no lado da coxa dele. — Cavalga nesse cavalão que tu tanto espia no chuveiro. Sei que tua boca secava quando me via pelado lá dentro.

Ele gemeu, cansado, mas obedeceu, apoiando as mãos no meu peito, empinando a bunda e descendo devagar no meu pau duro e grosso. Eu senti cada centímetro abrir de novo aquele cu já lotado de leite, até o talo.

— Aaaah… — ele gritou, tremendo, mas logo começou a rebolar, mesmo ofegante. A cada descida, o feno rangia sob nós, e o barulho molhado da foda ecoava alto. — Tô cavalgando! Awm…

— Isso… Cavalga, porra… — gemi, apertando a cintura dele, ajudando a subir e descer, metendo bruto, socando de baixo pra cima. — Quero ver e ouvir esse cuzinho engolindo minha rola.

Ele gritava, os olhos revirando, e o pau dele batia contra meu abdômen, babando leite grosso igual a uma torneira mal fechada. A cena me deixava ainda mais selvagem.

Segurei a cintura dele com firmeza, forçando o ritmo frenético, metendo com força, o fazendo-o sentir meu pau estalando dentro dele.

— Olha só como você geme… Já tá viciado na minha rola. — falei entre os dentes, metendo sem parar, cada estocada levantando o corpo dele.

Ele caiu pra frente, o rosto colado no meu ombro, gemendo alto, sem forças pra segurar o peso, mas o cu dele não parava de piscar. Eu continuei socando, bruto, até sentir a pressão subir de novo.

— Toma mais leite, moleque… Ohhhh! — segurei ele todo contra mim, enterrando até o fim, gemendo alto quando a terceira gozada explodiu, menos violenta que a segunda, mas ainda farta, enchendo mais uma vez aquele buraco já transbordando. — Toma, filho da puta!

— Ahhh! Logan, você parece um touro garanhão, nunca para de gozar, puta que pariu. — gemeu ele, sentindo meu leite quente borbulhar lá dentro.

Era tanto leite que começou a escorrer, ainda mais do que antes, pelas coxas dele. Meu saco já estava todo melado.

— Que tesão da porra.

Fiquei lá, dentro dele, sem tirar, sentindo o cuzinho pulsando ao redor da minha rola grossa. O moleque estava deitado sobre meu peito, o corpo suado, o coração disparado, gemendo baixinho.

— Tá vendo? — sussurrei no ouvido dele, ainda ofegante. — Nenhum boyzinho da cidade vai te dar uma foda dessa. Esse cu agora sabe o que é a pegada de um macho de verdade.

Meu pau ainda duro pulsava dentro dele, e mesmo exausto, eu sabia que não tinha acabado.

O moleque arfava no meu peito, exausto, mas ainda tremendo de tesão. Segurei ele no colo, embalando devagar, meu pau grosso ainda enterrado até o fundo, sentindo aquele cuzinho apertar e soltar a cada piscada. Minha mão correu pelas costas suadas dele, e no mesmo gesto desci a palma da mão com força na bunda já vermelha.

— Ah! — ele choramingou, mordendo o lábio, mas logo riu baixinho, perdido no meio da dor e do prazer.

— Gosta, né, safado… — sussurrei no ouvido dele, alternando um aperto forte na cintura e um tapa estalado na bunda. — Te faço de brinquedo e ainda pede mais.

Ele gemia, se rebolando no meu colo, mesmo sem força. Então decidi que não ia acabar ali. Me levantei do feno, segurei ele pela cintura e encostei ele contra a parede do celeiro, grudando os peito dele contra o meu peito e meu abdômen suado.

— Agora tu vai sentir o que é foda de macho de verdade… — rosnei, agarrando firme as coxas dele e levantando-as no ar.

O moleque gritou quando empalei ele de novo, enfiando até o talo sem dó, batendo com tudo, estocando fundo. O barulho das minhas bolas estourando contra a bunda dele.

— Aaaah, porra, é muito grosso, Logan! — ele gemia, tentando segurar, mas o corpo pedia mais:as costas coladas na parede e as pernas tentando abraçar minha cintura larga. — Eu não aguento mais.

Eu urrava feito um animal, socando cada vez mais bruto, colando ele contra mim e contra a parede. Eu via as mãos dele tentando se agarrar nas tábuas, mas sem ter apoio. Eu o segurava no ar, metendo sem parar, sentindo meu pau latejando e sentindo cada estocada mais violenta que a outra.

Até que senti a pressão subir de novo e meu corpo inteiro estremecendo.

— Agora tu vai levar tudooo! — gritei, enfiando até o fundo, enterrando com força, gemendo alto, a voz rouca. — Toma todo o meu leite direito no cu, safado! OHHHHH!

A quarta gozada explodiu dentro dele, jorros quentes, abundantes, enchendo o cu já melado. Meu corpo inteiro tremeu, um urro grave saiu da minha garganta, animal, como se eu fosse um garanhão selvagem marcando território.

— Oohhhh! Que cuzinho mais viciante!

Fiquei parado naquela posição, o segurando e abraçando no ar, colado nele, ambos com a respiração pesada, eu segurando a cintura e ele com os braços sobre meu pescoço largo, e as pernas tentando abraçar minha cintura larga. O rosto dele estava enterrado em meu pescoço, suspirando todo ofegante.

Ficamos assim por alguns segundos ou minutos, até eu sentir meu pau começar a amolecer dentro do cuzinho dele. Só então soltei, deixando ele escorregar devagar, caindo de lado no feno.

— Ah…

O moleque ficou ali deitado, destruído, os olhos meio vidrados, mas com um sorriso bobo no rosto, admirando meu corpo suado, minhas veias saltadas, o cheiro forte de macho e de porra que dominava todo o celeiro.

Passei a mão pela barba, peguei meu chapéu do chão (que caiu em algum momento durante a foda intensa, selvagem e brutal), ainda arfando, e olhei pra ele.

— Agora sim, tu aprendeu o que é a pegada de um macho de verdade. — murmurei, sorrindo para ele, ou dele, satisfeito.

Ele só riu fraco, sem força nem pra responder, mas aquele sorriso dizia tudo: ele nunca mais ia esquecer daquela noite.

Fiquei um tempo ali, recuperando o fôlego, o suor escorrendo pelas têmporas, o pau ainda meio pesado, babando as últimas gotas de porra quente que tinham sobrado. O moleque continuava deitado no feno, rindo baixo, com aquele olhar besta de quem tinha sido fodido além do limite, mas ainda assim estava feliz.

Me levantei devagar, puxei as calças, subi o zíper com calma. Ajeitei o cinto de couro na cintura e bati a poeira das mãos. Ajeitei meu chapéu na cabeça e fiquei olhando pra ele.

— Isso fica entre nós dois, entendeu? — falei firme, minha voz ainda rouca. — É o nosso segredo. Nem teu pai, nem ninguém precisa saber.

Ele riu, passando a mão pelo peito suado e pela barriga, ainda ofegante.

— Segredo guardado, Logan… — respondeu com um sorriso sacana. — Eu tô… realizado. Nunca pensei que fosse aguentar você. Mas não sei se sobrevivo a mais um dia seguido com essa pegada.

Parei de ajustar o cinto, dei uma risada baixa e balancei a cabeça. Caminhei até a porta do celeiro, mas antes de sair, olhei de lado pra ele, ainda jogado no feno, todo melado, com aquela cara de moleque safado.

— Sei que tu é forte o bastante para isso. E safado também. — dei um meio sorriso de canto. — Vai acabar vindo me pedir mais pica daqui uns dias.

Ajeitei o chapéu, dei mais uma olhada para a obra de arte que fiz no rabo dele e saí, deixando ele rindo sozinho, destruído, mas já com fogo no olhar.

Fim

Gostaram do conto? Espero que sim. E antes que me peçam uma continuação, já vou logo adiantando que esse conto tem mais 2 novos contos. Mas, se quiser lê eles, assine meu Privacy: @GnomoSousa. Ou entre em contato comigo para comprar o PDF.

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