Fui estuprada e isso salvou meu casamento
Olá queridos leitores, meu nome é Juliana, tenho 34 anos e hoje quero compartilhar um evento que não só marcou minha vida como também mudou minha forma de pensar sobre sexo. Bom, eu sou branca, cerca de 1,65m, corpo em forma, sempre fui rata de academia, mas o fato ocorreu quando eu tinha 23 anos. Vamos lá...
Eu me casei jovem com 20 anos, Rafael foi meu primeiro namorado e desde os tempos de escola tínhamos um relacionamento sério, namoramos desde meus 15 anos, quando fizemos 18 ele me pediu em noivado e casamos aos 20, sempre fomos muito parceiros mas o problema era nossa vida sexual, o Rafa sempre teve um apetite sexual bom, eu por outro lado não conseguia sentir prazer e isso gerou inúmeras brigas ao ponto de quase nos separarmos, foi quando aos 2 anos de casamento começaram as desconfianças, ele achava que eu tinha outra pessoa e por isso negava sexo pra ele, confesso que eu fazia sexo na maioria das vezes por que ele insistia, mas não sentia nada, tentava me excitar sozinha com filmes pornôs mas era meio que inútil, cheguei ao ponto de cogitar deixar ele transar com outras mulheres só pra me ver livre dessa obrigação, porém eu tinha muito medo dele me trocar, apesar disso eu o amava e tinha certo tabu com relacionamentos abertos, tudo isso me levou a ter um início de depressão e mesmo com terapia não houve melhora.
Bom, naquela altura eu já estava conformada que meu casamento chegaria ao fim, era só uma questão de tempo.
Tudo mudou quando fui trabalhar no RH de uma construtora, fazia recrutamento da peãozada da obra, era um trabalho desgastante mas pagava bem e me obrigava a trabalhar até tarde as vezes, o que eu usava como desculpa pra não ter que transar com meu marido, o ponto negativo era que eu lidava diretamente com homens que em grande parte eram sujeitos rudes, sem muita instrução, frequentemente recebia cantadas, alguns mais afoitos até tentavam me agarrar na "brincadeira" eu relevava e mantinha a compostura, entre esses homens havia um em específico que era mais atirado que os demais, seu nome é Ubiratan, os rapazes o chamavam de Bira, ele era mestre de obras, sujeito forte, negro de 1,80m, a voz grossa era imponente, ele tinha fama de pegador e apesar de não ser exatamente um homem bonito, tinha um charme que chamava atenção da mulherada, a barba sempre por fazer, um jeito masculo que transpirava testosterona.
Lembro que era um sábado a tarde, eu estava saindo da academia quando o diretor me pediu pra ir a obra pois estava acontecendo um sinistro, perguntei se não podia esperar até segunda mas não, ele precisava que eu fosse lá. Chegando lá estava o Bira e o segurança, haviam pego um funcionário tentando sair com material, haviam chamado a polícia e acabou que o tal funcionário foi desligado por justa causa, eu fiz a papelada e pedi pro encarregado, no caso o Bira assinar, feitos os trâmites eu me dirigi até o galpão pra avaliar o que estaria sendo furtado, nem me dei conta que estava com roupa de academia, uma legging branca, um top preto e uma camiseta regata, ao entrar no galpão o Bira apontou pro palete com o material, quando fui olhar me abaixei pra conferir a quantidade de caixas quando de repente sinto o Bira encostando em mim por trás, tomei um susto e me levantei, ele desconversou mas vi a cara de tarado dele, olhei séria e falei pra ele se conter, dei a volta no palete e quando dei por mim Bira tava fechando o portão do galpão...
- ei o que vc tá fazendo?
- esse portão só fecha por dentro, vamos sair pela porta lateral que fecha por fora!
Apesar de incomodada fiz sinal positivo com a cabeça e fui em direção ao corredor que dava pra saída, Bira veio atras de mim manuseando o molho de chaves e quando estava a metros da porta senti a mão forte dele me puxar pelo braço...
- espera um pouco, dona Juliana, tem um assunto pra tratar com a sra!
O jeito que ele me puxou me fez assustar, só consegui responder que poderíamos tratar do assunto na segunda...
- ah, me perdoe mas não pode esperar!
Nisso ele já foi tirando a camisa e veio pra cima de mim, me agarrou pela cintura tentando me beijar, eu tentava me libertar dos braços dele sem sucesso, ameacei gritar, foi quando percebi o que estava pra acontecer...
- a sra pode gritar o quanto quiser, adoro uma vadia escandalosa!
- Bira, me solta, eu vou mandar te demitir!
- não tem problema, ontem foi meu ultimo dia mesmo, tô só cumprindo tabela!
- vc é louco, vou te denunciar!
- faça como quiser, mas eu vou comer a sra hoje!
- vc tá louco, cara, me solta logo!
As mãos dele já agarravam minha bunda, eu batia nele mas meus tapas e socos não faziam efeito algum, eu passei a espernear quando senti minha vista escurecer, ele tinha me dado um tapa tão forte que apaguei por um momento, quando meus sentidos voltaram eu estava debruçada em uma mesa, minha calça e minha calcinha abaixadas até o joelho, senti a mão aspera dele apalpar minha bunda e os dedos cutucavam minha buceta e meu cu, tentei novamente me desvencilhar dele mas ele me prendeu, apertando minha cabeça contra a mesa, nessa hora senti o pau dele duro e quente encostar na minha bunda, ele abriu minha bunda e encaixou o pau no meu rego se esfregando, senti a mão encontrar meu seio esquerdo enquanto a outra segurava minha cintura...
- a sra tem uma bunda maravilhosa dona Juliana, sempre quis meter nela!
Eu chorava e implorava pra ele me soltar....
- por favor me deixa ir embora, não vou falar pra ninguém!
- a sra não vai falar mesmo, depois que provar a pica do negão aqui não vai querer outra coisa!
Senti os dedos dele passearem na minha buceta e tal foi minha surpresa quando senti os dedos deslizarem pelos lábios, eu estava melada, incrivelmente melada, percebendo que eu estava melada o safado passou a esfregar minha buceta de cima a baixo, de repente ele me soltou e antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, senti a boca dele na minha buceta, a língua grossa cutucou minha grutinha lambendo todo o líquido, quando tentei levantar senti a lingua chegar no meu cu, foi quando uma onda de arrepio subiu pela minha espinha até minha nuca, sem perceber soltei um gemido...
- agora a sra tá pronta! disse ele se encaixando atrás de mim, a cabeça do pau abriu os labios da minha vagina e foi entrando, senti cada centímetro da jeba invadir minha buceta me dando espasmos de tesão, nunca tinha sentido aquilo, logo aquele pau grosso entrava e saía de mim me fazendo tremer, involuntariamente comecei a gemer...
- tá vendo como é gostosa minha pica, sabia que a sra ía gostar!
Logo vieram os tapas, minha bunda ardia com as mãozadas e meu tesão crescia ao ponto de eu não me controlar, estava fora de mim tomada pelo tesão, de repente meu corpo todo estremeceu e soltei um gemido mais alto...
- isso putinha, goza gostoso no pau do negão, goza!
Antes que eu terminasse de gozar ele me virou de frente e me colocou sentada na mesa, arrancou o resto da minha roupa e foi de boca na minha buceta, eu já não resistia, só queria que ele continuasse e o safado chupava minha buceta com vontade, sugava o mel, mordia meus lábios e metia os dedos me fazendo contorcer de prazer, depois de um tempo me chupando ele levantou e encaixou a piroca de novo, foi quando tive a real dimensão daquela pica, devia ter uns 22cm e mais grossa que meu braço, o cara era um cavalo, nem sei como aguentei aquilo, ele arreganhou minhas pernas e meteu fundo, ele me apertou contra ele e dessa vez eu cedi ao beijo, tentei beijar mas eu gemia tanto que ele praticamente chupava minha boca enquanto cravava a pica em mim, me lembro de gozar de novo e de novo até que num último orgasmo minha vista escureceu, quando dei por mim estava deitada no chão em cima de uma lona, minhas pernas abertas seguras pelos braços dele enquanto a pica socava fundo na minha boceta, eu agarrei aquele homem e tentava empurrar minha cintura de encontro as metidas, perdi as contas de quantas vezes tinha gozado, minha buceta ardia e eu não queria que acabasse.
Depois de um tempo me comendo de papai e mamãe ele finalmente gozou, me dando mais um orgasmo sentindo a porra quente inundar minha buceta, nesse momento ele caiu deitado do meu lado e me puxou pra cima dele, ficamos agarrados como dois namorados, a pica meio mole ainda pulsava na minha cintura e minha buceta escorria a porra viscosa, em um lapso de lucidez olhei pra porta e vi a chance de sair dalí, levantei rápido catando minhas roupas pelo chão e fui em direção a porta, ele virou pra mim dizendo...
- espera, dona Juliana!
Eu corri pra porta só pra constatar que estava trancada, parei com a cabeça encostada na porta e tornei a chorar, dessa vez um misto de culpa tomou conta de mim, não só por ter sido violentada, mas principalmente por ter gostado e gozado tanto, de um jeito que meu marido nunca tinha conseguido.
Quando olhei de volta pro Bira, ele se levantava devagar, a pica pendurada entre as pernas grossas ainda brilhava melada...
- a sra não vai ainda, ainda não fiz tudo que eu queria!
- vc ja me comeu, o que mais vc quer? me deixa ir, por favor!
- calma, sei que a sra gostou, quero lhe dar ainda mais prazer!
Nisso ele me vira de costas, se ajeita atrás de mim e empurra a pica de novo, achei que a minha onda de tesão tinha acabado mas não, foi só sentir minha buceta se encher com aquele pau que eu me empinei pra ele, ele atracou na minha cintura e meteu forte, ele olhava minha bunda e falava putarias...
- delícia de raba, dona Juliana, sabia que a sra era uma putinha!
Não demorou e senti a cabeça do pau pincelar meu cu, eu já tinha dado ele pro meu marido e sabia da dor, mas o tesão que o Bira me fez sentir suprimiu qualquer medo que eu tinha, se ele tinha conseguido me fazer gozar como uma perdida como nunca na minha vida, eu queria sentir tudo que ele pudesse me dar, e não demorou, com dificuldade a cabeça abriu meu esfíncter, senti uma dor aguda, mas ele me segurou, com uma mão na minha buceta e a outra guiando o pau no meu ânus ele foi tentando enfiar...
- meu deus, que cuzinho é esse, dona Juliana?!
- vc tá me rasgandooooo, filho da puta!
A cabeça forçava mas o resto não passava de jeito nenhum...
- pisca o cuzinho, vadia, faz força como se fosse cagar!
Fiz como ele ordenou e a chapeleta deslizou pra dentro, urrei de dor e ele tratou de enfiar até onde deu, nessa hora minhas pernas tremeram e eu gozei, nem sabia que era possível gozar pelo cu...
- ahhhhh, filho da puta, eu gozei, eu gozei! falei surpresa enquanto ele começava a bombar no meu cuzinho, tiva que me equilibrar na ponta dos pés pra não cair, por vários minutos levei aquela enrabada em pé, foi quando pedi pra ele me comer de quatro, pois era uma posição que meu marido gozava logo, ele me arrastou de volta pra lona no chão sem sair de dentro de mim, me colocou com a bunda pra cima e o peito no chão, senti as coxas dele encostarem nas minhas e uma onda de tesão me invadiu...
- come meu cu, seu tarado! falei.
- isso, pede pra eu comer esse cuzinho pede!
- vai, me come! por favor, come meu cu!
Ele acelerou as bombadas, eu estava a ponto de gozar quando ele começou a alternar do cu pra buceta e de volta pro meu cu, até que numa dessas eu gozei não conseguindo me manter na posição, caí de bruços mas ele continuou metendo forte, dizendo que meu cu era o mais gostoso que ele tinha comido, aguentei aquela jeba por mais de 10min até que ele gozou e me encheu de porra.
Não sei por quanto tempo fiquei alí deitada, quando dei por mim, Bira já tinha se vestido, eu tratei de me vestir e dessa vez ele já tinha destrancado a porta...
- a sra pode ir, dona Juliana!
Corri pra fora em direção ao meu carro, não lembro como mas saí as pressas dalí, lembro de parar num posto e me olhar no espelho, estava descabelada, suada e vermelha, minha maquiagem toda borrada, so então me dei conta do que tinha acontecido, senti minha buceta e ânus doloridos e melados, passei numa farmácia e comprei uma pilula do dia seguinte, voltei pra casa e passei direto pro banheiro, precisava me lavar antes do meu marido chegar perto de mim, no banho eu mal conseguia tocar minhas partes, estava assada e dolorida, rezei pro Rafa não me procurar naquela noite, porém, eu ainda teria outra surpresa, naquela noite, mesmo digerindo o trauma, senti minha buceta umidecer quando meu marido me abraçou, ele começou a me beijar e no meio dos amassos senti o tesão vir, minha buceta piscou pela primeira vez em anos de casada, eu estava ardida mas aquilo me fez querer fazer sexo, só pra ver se sentiria algo e finalmente senti, transei com meu marido sentindo tesão, não aquele tesão avassalador que o Bira tinha me dado, mas estava finalmente gostando de fazer sexo com o Rafa.
Passamos o final de semana todo na cama, só levantando pra comer e fazer necessidades, logo voltavamos e transavamos de novo, meu marido se surpreendeu mas adorou a situação, pedi perdão a ele por ter feito ele passar por toda aquela neurose com o sexo e a partir dalí nossa vida sexual tomou um novo rumo, na verdade minha sexualidade havia finalmente aflorado.
Apesar dos pesares o Bira tinha feito algo por mim e meu casamento que eu não imaginava que fosse possível, eu estava conformada que meu relacionamento pudesse acabar a qualquer hora e naquele momento sentia um alívio genuíno. Não cheguei a comentar sobre o ocorrido com ninguém, guardei o ocorrido até escrever esse conto.
Na segunda feira cheguei no trabalho ainda assombrada pelo que tinha me acontecido, tentei concentrar no trabalho e no fim da tarde, perto do fim do expediente abri uma pasta e lá estava a demissão do Bira, parei por um instante lembrando dos orgasmos que aquele homem tinha me feito sentir, e sim minha calcinha melou quase que imediatamente, a surpresa maior entrou pela porta, Bira estava lá pra assinar os documentos, quase não consegui olhar pra ele, o safado pegou os documentos e antes de sair passou do meu lado e me cumprimentou...
- oi dona Juliana, tudo bem com a sra?!
- tudo bem, Ubiratan, e com vc?!
- eu só queria lhe dizer que eu vou fazer uma ultima checagem no palete do incidente, o engenheiro encarregado pediu pra mandar um relatório, se a sra quiser passar lá no galpão pra acompanhar a conferência, vou aguardar a sra, posso lhe dar o relatório em mãos!
Nessa hora me veio um pavor de ficar sozinha com aquele homem de novo, porém, senti minha buceta e meu cu piscarem. Os minutos passaram devagar e eu só pensava na pica do Bira. Levantei da cadeira, peguei minhas coisas e quando cheguei na porta do carro nem consegui enfiar a chave, olhei pro galpão, ponderei e... sim... fui até lá, quando entrei, vi o Bira com uma prancheta na mão, realmente tava conferindo o material, ou pelo menos parecia estar, me aproximei e passei por ele indo na direção da porta dos fundos...
- Bira, me acompanha aqui, faz favor!
- sim, dona Juliana!
Entrei no corredor e abaixei minha calça e minha calcinha, me apoiando na parede e empinando a bunda...
- vem me comer, vem!
Rapidamente senti a jeba dura cravar na minha buceta, transei com ele, dessa vez por vontade própria, gozei como uma gata no cio e a partir daquele dia não consegui mais ficar sem a pica dele. Mesmo após ele sair da empresa, eu o procurei e dava pra ele pelo menos duas vezes por semana, me sentia culpada as vezes, mas o tesão era mais forte que eu, Rafa nunca desconfiou, mantive esse caso por quase dois anos até que Bira mudou de cidade por conta de trabalho.
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Comentários (4)
Professor FTZ: Delícia de relato novinhas de Fortaleza que curtem a r r o b a l e o 2 0 1 4
Responder↴ • uid:beml65tfi9Tarado: Aí vc acordou mentirosa do caralho
Responder↴ • uid:fuosdjmqjDudu safado: Ju vc é uma putinha gostosa, casada safada que gosta de dar o cu.
Responder↴ • uid:h8hul8fc2huCurioso: Belíssimo conto!
Responder↴ • uid:8ij6odzuhy1