Thiago em como perdi a virgindade
Eu, Thiago irei contar pra vcs a primeira vez q dei o cu...
Com 15 anos, eu ainda era inocente e só sabia que gostava mais de meninos que meninas, nos fins de semana gostava de brincar com um primo da mesma idade.
E aquele fim de semana não foi diferente, fui pra casa da minha tia.
A diferença é que só havia meu primo e o cachorro deles em casa.
Eu estava sentado no chão da sala da tia, o sol da tarde entrando quente pela janela. Meu primo do meu lado, pernas abertas. O Pastor Alemão enorme, Rex, se jogou de barriga pra cima bem no colo dele, as quatro patas abertas, a língua pra fora, pedindo carinho como se fosse o dono da casa.
Eu me aproximei mais. Minha coxa quase tocava a dele. Comecei a passar a mão na barriga do cachorro, devagar, os dedos afundando no pelo macio e quente. O animal gemia baixinho, o rabo batendo no chão.
A bermuda cinza de moletom do meu primo não escondia quase nada. O volume grosso e pesado se marcava claro sob o tecido, esticado na base, a forma alongada empurrando o moletom pra frente. Cada vez que o cachorro se mexia, aquilo se movia também.
Fingimos conversar normal.
— Ele tá gordo pra caralho, né? — eu disse, a voz baixa, os olhos no cachorro, mas a mão já deslizando mais perto daquele volume.
— Tá mesmo. A mãe dá ração demais — ele respondeu, a voz um pouco rouca. Não se mexeu. Só abriu um pouco mais as pernas, como se estivesse acomodando o animal.
Minha mão continuou. Passava na barriga, descia, subia… e de novo descia. O dedo indicador roçou de leve a lateral daquele volume. O tecido da bermuda estava quente. Senti a dureza por baixo, grossa, latejando. Ele engoliu em seco, mas não falou nada. Só olhou pro cachorro como se nada estivesse acontecendo.
— Tá vendo essa cicatriz aqui na pata? — ele apontou, a voz forçada a ficar casual. — Foi daquela vez que ele brigou com o cachorro do vizinho.
Eu sorri, fingindo interesse, mas a mão não parou. Dessa vez o roçar foi mais firme. A palma inteira passou de leve por cima do volume, sentindo o comprimento, a espessura. O tecido da bermuda cedeu um pouco sob o meu toque. Ele estava duro pra valer agora. O volume se levantava visivelmente, empurrando o moletom pra cima, a ponta já marcando uma manchinha úmida pequenina.
O cachorro, inocente, se contorceu e mudou de posição, rolando de lado. A oportunidade sumiu de repente. Minha mão ficou no ar por um segundo, o contato perdido.
Meu primo limpou a garganta.
— Vamo ver o que tem na geladeira… tô com fome.
Ele se levantou. A bermuda tentava esconder o volume, mas falhava miseravelmente. O tecido esticado na frente, o contorno grosso e pesado balançando levemente a cada passo. Eu fiquei olhando por um segundo a mais do que deveria.
Eu me levantei também e fui na frente, em direção à cozinha. Os passos ecoavam no corredor silencioso da casa vazia. Ele veio atrás, bem perto. Senti o calor do corpo dele antes mesmo do contato.
Quando parei na frente da geladeira e abri a porta, ele se aproximou por trás. O peito dele encostou nas minhas costas. Depois veio a pressão mais baixa. O volume duro e quente se encaixou bem no meio da minha bunda, por cima da minha própria bermuda. Ele não pediu licença. Só empurrou devagar, o pau grosso se acomodando no vão, pressionando com intenção clara.
— Tem iogurte… — ele murmurou bem no meu ouvido, a voz baixa e rouca, o hálito quente. — Acho que é de morango.
Enquanto falava, ele empurrou de novo. Mais firme. O volume deslizou pra cima e pra baixo entre minhas nádegas, o tecido das duas bermudas criando atrito. Senti o tamanho dele claramente agora: grosso, pesado, latejando contra mim. Ele manteve a pressão, o corpo colado no meu, a mão dele apoiada na porta da geladeira ao lado da minha.
Eu não me afastei.
Deixei ele continuar. O movimento era lento, deliberado, o pau duro se esfregando no meio da minha bunda enquanto ele fingia olhar a geladeira por cima do meu ombro.
— Ou prefere o de coco? — ele perguntou, a voz quase um sussurro agora, e ao mesmo tempo deu outro empurrão mais fundo, o volume se encaixando ainda melhor.
O ar da cozinha estava quente. O único som era o zumbido da geladeira e a respiração dele logo atrás de mim, um pouco mais acelerada.
Eu estava tremendo por dentro. O pau dele continuava esfregando devagar entre minhas nádegas, grosso e quente, e eu sentia o coração batendo tão forte que achava que ele ia ouvir. Minhas mãos suavam na porta da geladeira. Eu mal conseguia respirar direito.
Ele percebeu.
— Tá tremendo… — murmurou no meu ouvido, a voz baixa, quase rouca. Empurrou de novo, mais firme, o volume se encaixando bem no meio. — Relaxa. Ninguém vai saber de nada. Eu juro. Não conto pra ninguém. Nunca.
Eu engoli em seco, a garganta seca. A cabeça balançou um pouquinho, quase sem eu perceber. Ele puxou a minha bermuda pra baixo junto com a cueca, devagar. O ar frio da geladeira bateu na minha bunda nua. Senti o pau dele agora sem o tecido no caminho, só a pele quente e dura pressionando contra a minha entrada.
— É a primeira vez, né? — ele perguntou baixinho, enquanto passava a cabeça grossa ali, subindo e descendo, espalhando o pré-gozo, fechando a porta da geladeira me deixando só escorado nela— Vai doer um pouco no começo… mas não tanto. Eu vou devagar. Pode confiar.
As mãos suadas escorregavam na porta fria da geladeira. O coração batia tão forte que eu sentia no pescoço, na garganta, até nas pontas dos dedos. O ar da cozinha batia direto na minha bunda nua, contrastando com o calor do corpo dele colado nas minhas costas.
O pau dele pressionava minha entrada. A cabeça era quente, lisa, já um pouco úmida. Ele cuspinhou na mão, passou o dedo molhado ali em círculos lentos, e depois encaixou a ponta.
— Empurra pra fora… devagar — murmurou no meu ouvido, a voz rouca e baixa.
Eu empurrei. A cabeça entrou. Uma queimação quente e forte me atravessou, fazendo eu morder o lábio até quase doer. Um gemido abafado escapou da minha garganta. Ele parou ali, só a cabeça dentro, o peito quente colado nas minhas costas, a respiração irregular no meu pescoço.
O cheiro dele estava perto demais: suor leve, pele quente, e aquele cheiro específico de pau excitado. Eu engoli em seco, a boca completamente seca.
Ele avançou. Centímetro por centímetro. Eu sentia o pau grosso abrindo caminho, a pressão constante, o calor se espalhando por dentro. Quando as bolas dele encostaram na minha pele, eu estava ofegante, as pernas tremendo tanto que ele teve que segurar meu quadril com as duas mãos. Os dedos dele afundavam na minha carne.
Ficamos parados. O pau latejava forte dentro de mim, ocupando tudo. Eu sentia cada veia, cada pulsação. O zumbido da geladeira já de porta fechada era o único som além da nossa respiração.
Eu não acreditava que tava perdendo a virgindade do cu encostado numa geladeira na casa da minha tia.
Meu primo puxou o pau pra fora do meu rabo quase até a ponta sair e enfiou de novo, devagar. O atrito era pesado, quente. O som abafado das estocadas preenchia a cozinha. Eu empurrava a bunda de volta sem conseguir evitar, o rosto queimando de nervoso e tesão.
— Porra… que cu apertado — ele sussurrou, a voz embargada. — Tá me engolindo inteiro.
As estocadas ficaram mais longas. Mais fundo. Eu sentia o peso das bolas batendo levemente a cada movimento, o calor do corpo dele, o suor começando a grudar a camiseta nas minhas costas. Minhas pernas continuavam tremendo. A barriga revirava de nervoso, mas o pau dele deslizava cada vez mais fácil, molhado de saliva e do meu próprio corpo.
Ele acelerou. A respiração dele ficou pesada, irregular, quente no meu ouvido. As mãos apertavam meu quadril com mais força. Eu sentia o pau latejando mais forte dentro de mim, inchando ainda mais.
— Vou gozar… — ele avisou, a voz falhando. — Vou gozar no seu cu…
Ele enterrou fundo de uma vez, o corpo inteiro colado no meu, e gozou. O pau latejou forte várias vezes, jatos quentes e grossos se espalhando por dentro. Eu senti cada pulsada, o gozo quente e viscoso enchendo, escorrendo um pouco enquanto ele continuava a latejar. Ele gemeu baixo, quase um rosnado, as mãos tremendo no meu quadril.
Ficamos assim. O pau ainda dentro, latejando mais fraco agora. O cheiro de gozo fresco misturado com o ar gelado da geladeira. Minhas pernas mal aguentavam. Eu sentia o líquido quente escorrendo devagar entre minhas nádegas.
Ele encostou a testa no meu ombro, ofegante.
— Ninguém vai saber… — murmurou, a voz rouca e baixa. — Será nosso segredo.
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Comentários (2)
Professor FTZ: Delicia de relato, novinhos de Fortaleza a r r o b a l e o 2 0 1 4
Responder↴ • uid:beml65tfi9Palito: Gosto de dare para novinhos. Senti eles dentro de mim 😃.
Responder↴ • uid:vpbi86ik