#Gay

Aventuras no Rio de Janeiro - Um novo dia e uma nova forma de encarar a vida.

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Viado novo

Jerferson e Baianinho me mostraram que não tem nada de errado em admitir gostar de pica.

Eu não entendia muito bem o que havia acontecido.
Tudo era tão surreal pra mim.
Jerferson era um viado assumido e vê-lo ali deitado ao lado de Baianinho era uma cena meio que normal.
Mas eu deitado, acariciando os pelos do abdomem do cara que tinha me fodido duas vez em uma só noite, sem que nunca tenham tido um desejo homosexual na vida, era demais pra minha cabeça.
Mas inexplicavelmento não parei um segundo de tocar naquele homem negro e admirar seu imenso membro.
Todos adormecemos e durante a madrugada eu acordei já sem Baianinho na cama.
Estranhei estar deitado ali com Jeferson sozinho sem saber o paradeiro de Baianinho.
Mas aproveitei para despertar Jeferson e saber o que estava acontecendo.
Jerferson estava bem sonado e confuso assim como eu, mas conseguimos conversar sobre todo o ocorrido.
Eu fui bem energico com Jeferson por ter me envolvido nessa situação.
Jeferson se desculpou, mas fez questão de destacar que eu já era bem crescidinho para tomar assumir as consequências das minhas decisões.
E que ele não teve culpa alguma de Baianinho cismar comigo.
Ele enfatizou que tive chance de recusar, mas que eu devia assumir que cabia apenas a mim aceitar ou recusar ter que dar o cú para Baianinho.
Eu retruquei e disse que só aceitei porque minha vida dependia disso.
Ele riu e retrucou, dizendo que quando entrou no quarto eu parecia estar sentando no pau de Baianinho com muita naturalidade.
Eu envergonhado disse que eu não sabia o que ele poderia fazer comigo se eu não deixasse ele bem satisfeito, só isso.
Jeferson falou, tá bom amigo, mas o que você quer que eu faça?
Não sei Jeferson, só tira a gente daqui por favor.
Tá, tá. Mas deixa eu pensar como vou fazer isso.
Perguntei se ele tinha visto Baianinho sair, mas ele disse que não.
Perguntei se Jeferson já tinha dado para Baianinho e ele jurou que não.
Ainda completou que ainda bem que ele nunca quis, pois não sabe se aguentaria, pois o cara era um cavalo.
Ele então curioso me perguntou como ele tinha sido. Se eu gostei.
Eu revoltado falei que não era viado e lógico que não tinha gostado.
Mas ele falou que eu gemia tanto e cavalgava o pau de Baianinho com tanta desenvoltura que ele achou que eu estava curtindo.
Eu ruborizei novamente na frente do Jeferson e não sabia o que responder.
Mas o silencio foi quebrado quado nós nos olhamos e acabamos explodindo em gargalhada.
Conta fatos não há argumentos e é lógico que Jeferson viu o que de fato acontecia naquele momento.
Mesmo sentindo as dores que um pau do calibre do de Baianinho causa em um cú recem inaugurado como o meu, seria inocente da minha parte negar que ele provocava outras sensações também.
Todos sabemos que o cú é uma zona erógena, cheia de terminações nervosas e se estimulado provoca muito tesão.
Eu sou humano e não estou imune aos estimulos.
Acabei timidamente confessando que apesar da humilhação e dor, também senti algo diferente que não sabia explicar.
Jeferson completou dizendo que eu não devia sentir vergonha por ter sentido tesão enquanto estava sendo comido por Baianinho.
Mas, a conversa foi mexendo com a nossa líbido e Jeferson pediu para eu detalhar como tinha sido a minha experiência.
Eu resisti um pouco, mas acabei contando para Jeferson.
Expliquei que logo no início quando Baianinho me fez chupar seu pau, eu pensei em voar no seu pescoço e acabar com aquilo, mas eu estava petrificado de medo por ele ser quem era e preferi não arriscar.
Depois, percebi que o fato de me submenter a outro homem, permitindo que ele enfiasse seu pau dentro da minha boca, havia tirado de mim a vontade e a coragem para me defender.
Foi estranho não conseguir dizer não para ele. Assitir passivo ele me pegar pela mão e me conduzir até sua cama.
Ser incapaz de dizer não ao toque de suas mãos na minha cintura com o intuito de me alinhar ao seu pau para ele me penetrar.
Deixá-lo pegar minhas pernas, afastá-las e apoiá-las em seus ombros e passivamente aceitar as pinceladas com seu pau até sentir a cabeça do pau perfeitamente na entrada do meu cú.
Não ser capaz de dizer não enquanto a cabeça do pau fazia meu anel dilatar-se ao ponto de parecer que ia se romper a qualquer momento e apenas ser capaz de ir as lágrimas, sem a coragem necessária para tentar impedir o outro homem de lhe penetrar as partes mais íntimas do seu corpo.
Sentir a masculinidade lher ser retirada e manter-se completamente passivo, sem poder demonstrar a mínima indignação.
Quando percebi, Jeferson estava com a mão sobre a boca,de olhos arregalados, embasbacado com a minha descrição do que havia sentido ao ser deflorado por Baianinho há poucas horas atrás.
Jerferson pediu desculpas e animado falou: Continua, continua amigo, eu não quis interromper você.
Eu falei, não, não quero mais falar sobre isso. Só quero sair daqui e levar uma vida normal.
Jeferson pegou na minha mão e falou: Calma amigo, fica calmo, e pode desabafar.
Me conta, o que mais você passou com ele, vai.
Eu continuei e disse que por vezes, enquanto sentia o pau dele me invadindo, que a dor provocado era tão grande que ele pensava em lutar com Baianinho para impedir a penetração continuasse.
Mas, ele havia me quebrado e me sentia sem ânimo ao sentir as pregas do meu cú sendo estouradas uma a uma.
Era como se minha vontade fosse sendo retirada de mim.
Como iria encontrar força e estimulo se a cada tentativa de resistir e impedir a penetração era frustrada pela força de home dele e o que resultava era mais dor, mas pregas sendo estourada e mais e mais centímetros do pau daquele homem se alojando dentro do meu cú.
Expliquei que tentei afastá-lo de mim empurrando sua barriga, mas vinha uma sensação, um arrepio provocado por seu pau dentro do meu cú, que não sei como, retirava toda minha força.
Uma sensação estranha na gargante e depois se estendia para as extremidade, minando por completo minhas forças.
Expliquei que eu pedia pra ele tirar o pau do meu cú, falava que estava doendo muito, olhava para ele chorando para que ele pudesse sentir meu desespero, mas nada comovia Baianinho.
Não conseguia escapar dele por ter as pernas apoiadas em seus ombros, apenas tentava contrair minhas nadegas para impedir o deslize do pau dele, mas ele havia me lubrificado bem o cú e o próprio pau e isso garantia que o pau continuasse entrando sem parar.
Eu contei-lhe que apelei e demonstrei toda minha indignação mexendo com força meus quadris para atrapalhar a penetração. Mas Baianinho não se abalou em nenhum momento, pelo contrário, apenas se mantinha imóvel enquanto eu desprendia uma energia imensa e assim que eu parava para descansar ele voltava a me penetrar como se nada tivesse acontecido.
Eu sentia as suas mãos me apertando a cintura e apenas me dava a certeza que a todo momento eu estive sobre seu controle e assim permaneceria enquanto ele tivesse vontade de me comer.
Como lutar contra um homem desses.
Ele era a materialização da própria vontade. Ele representava o poder da masculidade, demonstrando toda a segurança, imponência e determinação que dá sentido a machesa.
Isso foi minando de vez qualquer indício que eu pudesse alcançar sucesso para me livrar da situação na qual me encontrava.
Jeferson, nossa, não pensei que você pudesse ter passado por isso. Eu te vi tão confiante em cima do pau de Baianinho quando entrei no quarto.
Não posso dizer que estava confiante, mas é isso que está me deixando doente.
Apesar de estar muito arrasado, eu confesso que em certos momentos realmente eu fiquei fora de mim e me comportei de forma estranha.
Na segunda foda que eu levei, eu acabei meio que instigando Baianinho.
Como assim, perguntou Jeferson.
Ele estava dormindo e eu não sei o que estava sentindo, mas acabei chupando o pau dele mesmo sem ele mandar.
Ele acabou acordando e voltou a ficar excitado e foi quando ele já completamente duro novamente, mandou eu cavalgar seu pau.
Eu nem precisei de outra ordem, subi em cima dele e foi quando vc entrou no quarto.
Não sei o que deu em mim, mas isso ao final me deixou muito chateado comigo mesmo.
Não fica assim não amigo.
Você não tem que se culpar. Baianinho é um homem muito convicto.
Ele é um macho comedor e sabe o que faz quando o assunto é cú de viado.
Mas eu não sou viado Jeferson.
Calma amigo, não disse isso, mas você deve admitir que também não é uma machão convicto agora.
Baianinho deixou a marca dele em você.
É completamente normal vc sentir um conflito na sua mente depois disso.
Se você tivesse levado um chá de boceta de uma mulher ou de cú de um viado qualuer, também estaria mexido.
Mas você levou uma surra de pica daquelas. Porque seria diferente?
É logico que isso mexeu com você. No fim das contos, é seu cerebro dizendo que você sentiu prazer assim, levando pica no cú, e quando você quiser sentir prazer de novo, seu cerebro vai mandar você procurar aquilo que te fez sentir tanto prazer. Não faz sentido pra você?
É, faz sim.Mas você quer dizer com isso que quando eu estiver com tesão, você tá dizendo que vou procurar por Baianinho.
Não, não é isso, ou até pode ser que você procure por ele. Mas tô falando que você vai pensar em procurar uma pica qualquer pra se satisfazer.
Não Jeferson, eu te disse que não sou viado.
Que viado, isso é rótulo apenas. Tem que ser bem macho pra aguentar 22 ou 23 cm de pica dura no cú. E você tem que se orgulhar de ter aguentado Baianinho inteiro dentro de você e duas vezes na mesma noite.
Vem cá, deixa eu dar uma olhada como está esse cú.
Que isso Jefersom, tá louco.
Deixa de ser bobo. Vai ficar de frescura nessa altura. Vem, mostra aqui pra mim.
Eu fui até Jeferson e me virei. Inclinei o corpo pra frente e senti ele abrir minha bunda.
Nossa, esse Baianinho é um cavalo mesmo.
Eu me preocupei pelo comentário e Jeferson falou pra eu ficar tranquilo que aquilo era normal e esperado.
Ele falou, realmente o que eu senti eram pregas do cú sendo estouradas.
Embora estivesse muito inchado ainda, mas ele disse que provavelmente eu iria perceber que meu cú ficaria com um formato de fenda agora e não mais redondinho.
Eu falei que isso Jeferson.
Ele disse é normal amigo, fica assim mesmo. O esfincter tem muitas pregas e da poder de contração ao cú, mas com as pregas destruídas, o cú fica com o formato de umabocetinha, parecendo uma fenda.
Não se preocupe, os machos adoram pegar um cú assim. Eles chamam de cuceta e ficam doidos.
Essa coisa de ser apertadinho é bobeira. Os cara nem gostam, fica dificil de meter.
O que eles gostam mesmo e de ver que deixaram o cú todo aberto.
Ouvimos barulho na porta e percebemos a voz de Baianinho.
Disfarçamos e deitamos fingindo que estavamos dormindo.
Baianinho parou em frente a cama e nos sacudiu para acordar.
Fizemos uma ceninha que estavamos sonados e Baianinho já foi tirando a roupa.
Ficou nú nos pés da cama e começou a se punhetar.
Assim que o pau começou a dar sinal de vida, ele mandou Jeferson sair.
Jeferson ainda tentou pegar seu pau para que ele permitisse ele ficar, mas ele mandou Jeferson voltar pro quarto do seu amigo.
Jeferson saiu puto e eu fiquei sozinho com Baianinho de novo.
Ele então me olhou e mandou que eu fosse até ele.
Fui engatinhando pela cama e olhando para ele, comecei a beijar a cabeça do pau, passei beijando todo o corpo do pau dele e comecei a chupar suas bolas.
Voltei dando beijinho no corpo do pau, até voltar a cabeça onde engoli inteira e continuei até senti ele ocupar toda a minha garganta.
Foi tão fundo que senti chegar ao esofago.
Mesmo provocando ânsia de vômito, não consegui vomitar pois tinha a garganta bloqueada, mas quando liberei o pau para poder respirar, o pau estava todo ensalivado.
Repeti inumeras a mesma coisa.
Baianinho apenas olha pra mim e deixava eu explorar seu membro.
Baianinho tirou o pau da minha boca e mandou eu me virar pra ele.
Achei que seria fodido de quatro por ele naquele instante, mas senti ele me pegar diferente pela citura e fui facilmente tracionado para o alto e acabei com a bunda na cara de Baianinho.
Como ele tinha feito aquilo tão facil? Não consegui explicar até hoje.
Minha pernas afastaram-se naturalmente passando cada uma ao lado da cabeça de baianinho e meu cú fou alcançado por sua lingua.
Acho que morri e voltei, pois a sensação de tormar uma linguada no cú foi extraordinária.
Fiquei todo mole, parecia geléia e gemi feito puta na boca de Baianinho.
Seu pau tinha uma forte ereção e pulsava logo abais da minha cabeça.
Era fáci pra mim alcançá-la com a minha mão, mas não podia fazê-lo por medo de soltar suas coxas e cair no chão.
Sim, estava levando linguadas no cú e completamente sem força nos múscuos, tentava me agarrar com podia nas pernas de Baianinho, mesmo com seus braços me prendendo pela cintura.
Mas o pau dele estava se oferencendo pra mim e embora a insegurança e o medo de cair fosse grande, eu acabei usando uma das mãos para ir até seu pau e o trouxe perto o suficiente para começar a chupar.
Tava muito melado de baba da minha boca, mas podia sentir também a secreção típica que sai do pau quando o cara tá com tesão.
Não conseguia ficar chupando direto, pois Baianinho linguava e chupava meu cú e eu não me aguentava.
Tinha horas que eu só fazia gemer e sem forças passava a confiar exclusivamente nele para continuar suspenso.
Quando Baianinho finalmente me arriou na cama, eu já completamente fora de mim, suplicava por pica.
Ai Baianinho, quero pica no cú.
Calma meu viadinho, já vai levar pica num instante.
Não, eu quero pica meu macho, agora. Eu quero pica no meu cú.
Calma sua pirainha safada, seu macho já vai ter dar pica.
Já fui desesperado me posicionando de quatro na cama.
Baianinho ainda me arrumou pra ficar bem empinado pra ele e encostou a pica latejando e forçou.
O cú engoliu de uma só vez aquele monstro preto.
Tão gostoso sentir o saco dele bater na minha bunda.
O homem endoidou e começou a foder meu cú muito forte.
O barulho de pele se batendo e comecei alevar tapas fortíssimos na bunda.
Era fodido de forma tão violenta.
O pau entrava me provocando dores extremas e eu já não podia apenas gemer, tinha que gritar pra aliviar a dor.
Uma coisa me preocupava mais que tudo. Desde a primeira vez eu sentia o pau dele movimentar minhas víceras.
Acho que Baianinho ia tão fundo dentro de mim que seu pau competia por espaço não apenas com eu intestino, mas também com estomago, pâncreas , figado, sei lá.
Podia sentir eles se movimentando.
Depois de muito foder meu cú, senti Baianinho deixar o pau sair por completo do meu cú.
Acho que ele gostava de ver meu cú todo aberto devido o tamanho do seu pau.
Depois ele metia de uma vez, mostrando que eu estava completamente laceado devido ao tamanho e grossura do seu pau.
Baianinho me virou de frente pra ele e de costas pro coçchão.
Me fez cruzar as pernas nas suas costas e meus braços em seu pescoço e cravou seu pau no meu cú.
Me segurou bem apertado pela cintura e me suspendeu da cama com extrema facilidade.
Eu estava empalado pelo seu pau e comecei a ser fodido em pé por ele.
Eu era jogado pro alto e descia escorregando pelo pau dele até sentir as bolas.
Ele fez assim por uns três minutos, até me soltar no chão e me obrigar a caminhar pra trás.
Ele me imprenssou contra a parede e encaixou o pau porbaixo e começou a estocar forte.
Cada cravada do pau dele fazia eu ficar nas pontas dos pés para suportar a dor.
Tive que me apoiarem seu pescoço para tentar ficar o maior tempo possível nas pontas dos pés, pois dificultava pra ele ir muito profundo no meu cú.
Mas ele percebeu, passou os braços por baixo das minhas coxas e me suspendeu do chão de novo.
Imprenssado na parede e suspenso, com minhas pernas toda aberta, me deixavam a sua mercer para foder meu cú a vontade.
As estocadas vieram profundas e violentas me fazendo chorar de tanta dor no cú.
Voltei a apelar para Baianinho parar de me foder daquela forma.
Novamente fui totalmente ignorado por ele.
Estava ali imprenssado contra a parede, suspenso no ar, com a pica de Baianinho entrando e saindo do meu cú e a única coisa que podia fazer era suplicar inutilmente pra ele parar de me foder, me segurar em seu pescoço para tentar suspender meu corpo e fugir das poderosas estocadas no eu cú e chorar de forma copiosa para suportar a frustração.
O mais humilhante era contraditoriamente sentir calafrios por todo o corpo, aquela sensação de queda instantânea que desce pela garganta mas que no fundo é super gostosa de sentir, fraqueza muscular extrema que remete a uma situação de entrega total e a inevitável constatação que Baianinho estava me fazendo ter um orgasmo intenso pelo cú.
Não tendo como disfarçar mais, eu me abracei ao Baianinho e pedi repetidamente: Me fode, me fode, me fode meu macho, vcê é meu homem, me fode por favor, não para, não para, não paraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
Ah! Tô gozando, não para de me foder.
Me fode esse cú todo. Aiiiiiiiiiiiii! Tô gozaaaaaaaannnnnnndo!
Isso meu viadinho, minha pirainha, goza no pau do seu macho.
Isso, vai, goza tudo pra mim, vai.
Assim, quer leite do seu macho nesse cú, quer?
Quero, quero sim, goza no meu cú, por favor!
Aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh! Tô gozaaaaaando!
Toma leite nesse cú gostoso minha piranha.
Vai vai, não para. Me enche de leite.
Toma puta, toma sua vaca.
Nossa , que loucura aquilo.
Baianinho ainda teve força de me levar até a cama e caiu em cima de mim dando as últimas estocadas no meu cú.
Dali, eu fiquei de ladinho com o pau dele dentro do meu cú por um bom tempo antes de sentir ele escorregar pra fora dele.
Apagamos e dormimos até o dia seguinte.
O terceiro dia de Carnaval ia ser diferente pra mim, pois já estava admitindo que jamais voltaria a ter uma vida de hetero.
Baianinho havia conseguido me mostrar que eu não poderia viver seu pica depois daquela noite.
Precisava voltar a conversar com Jeferson sobre essa nova possibilidade em minha vida.

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